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25/01/12 - Novo filme do Corvo contrata diretor
espanhol F. Javier Gutiérrez é o escolhido da Relativitiy Media para comandar o reboot do Corvo no cinema. A empresa anunciou nesta terça, dia 24, a contratação de Gutiérrez (de Before the Fall). Esta novo filme do personagem dos quadrinhos está bem complicado e já teve Juan Carlos Fresnadillo como diretor e Bradley Cooper como o ator principal. Ambos abandonaram o projeto.
O próximo filme será uma reinvenção completa e não terá ligação com as produções antigas com o personagem. Mas a história se manterá fiel às HQs e mostrará Eric Draven voltando dos mortos para vingar a morte de sua mulher. Ainda não há atores contratados e nem data de lançamento definida.
O Corvo já teve três filmes para cinema - em 1994, 1996, 2000 -, uma minissérie para TV (em 1996) e um longa que saiu diretamente para DVD (em 2005). No filme de 94, Brandon Lee, filho de Bruce Lee, era o protagonista e morreu durante as filmagens. Ele foi atingido acidentalmente por uma bala numa cena de tiroteio.
O próximo filme será uma reinvenção completa e não terá ligação com as produções antigas com o personagem. Mas a história se manterá fiel às HQs e mostrará Eric Draven voltando dos mortos para vingar a morte de sua mulher. Ainda não há atores contratados e nem data de lançamento definida.
O Corvo já teve três filmes para cinema - em 1994, 1996, 2000 -, uma minissérie para TV (em 1996) e um longa que saiu diretamente para DVD (em 2005). No filme de 94, Brandon Lee, filho de Bruce Lee, era o protagonista e morreu durante as filmagens. Ele foi atingido acidentalmente por uma bala numa cena de tiroteio.
25/01/12 - Lily Collins está fora da nova versão de Evil Dead
A atriz foi anunciada há pouco tempo como a protagonista da nova versão de Evil Dead. Mas eis que ela já não está mais no elenco, segundo conta a Variety. A revista diz que ela saiu por "conflitos de agenda", o que é aquela velha desculpa quando um ator se arrepende de ter se comprometido com alguma produção. De qualquer maneira, Lily - toda angelical como a Branca de Neve de Mirror, Mirror na foto ao lado - não parecia mesmo ser a escolha mais acertada para o papel. Agora é esperar para ver quem entrará no lugar da moça, já que as filmagens devem começar até a metade do ano na Nova Zelândia.
Evil Dead é o clássico do terror de 1981 dirigido por Sam Raimi, o mesmo dos três primeiros longas do Homem-Aranha. O filme original mostra jovens que vão para uma casinha no meio do mato para curtir o fim de semana. Lá passam a ser atacados por espíritos malignos e acontece uma mortandade sem fim.
O novo longa será um pouco diferente. Agora, o grupo vai para a tal casinha perdida no meio do nada e junto está a garota Mia - que seria Lily Collins -, viciada em drogas. A ideia da viagem é que a moça passe por uma desintoxicação. Acontece que os jovens encontram o Livro dos Mortos e libertam os demônios e aí a coisa fica feia. Mia é possuída mas todos acreditam que seja efeito da ausência de drogas. E aí o bicho pega.
Evil Dead é o clássico do terror de 1981 dirigido por Sam Raimi, o mesmo dos três primeiros longas do Homem-Aranha. O filme original mostra jovens que vão para uma casinha no meio do mato para curtir o fim de semana. Lá passam a ser atacados por espíritos malignos e acontece uma mortandade sem fim.
O novo longa será um pouco diferente. Agora, o grupo vai para a tal casinha perdida no meio do nada e junto está a garota Mia - que seria Lily Collins -, viciada em drogas. A ideia da viagem é que a moça passe por uma desintoxicação. Acontece que os jovens encontram o Livro dos Mortos e libertam os demônios e aí a coisa fica feia. Mia é possuída mas todos acreditam que seja efeito da ausência de drogas. E aí o bicho pega.
25/01/12 - Christian Bale diz que pode continuar como Batman num novo filme
Até agora todo mundo sabe que Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge será o último do diretor Chistopher Nolan e que ele fecha sua trilogia do herói com este longa. Christian Bale, que vive o Homem-Morcego, também já comentou que é sua saideira. Mas ainda há esperança no fim do túnel, pelo menos segundo o que o próprio Bale disse à Empire. "Tudo o que sei é que parece que este será o último. Bem, eu não diria nunca definitivamente. Se Chris [Nolan] falar ´ei, tenho outra história e acho que pode ser interessante´, então ótimo, eu farei mais um. Sempre considerei que haveriam três filmes, mas posso estar errado. Não sei se há algo errado comigo, mas não sinto nenhum tipo de pressão".
Ou seja, a coisa mudou um pouco, certo? O Cavaleiro das Trevas Ressurge deve ser um grande sucesso de bilheteria, um dos maiores de 2012, e pode ser que Nolan mude de ideia. Apesar disso, o diretor disse que com este longa seus trabalhos com o Batman chegam ao fim. Esperemos.
Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge tem Christian Bale novamente como Batman/Bruce Wayne, Michael Caine vive Alfred, Gary Oldman volta no papel de comissário Gordon, Morgan Freeman interpreta Lucius Fox, Tom Hardy será Bane, Anne Hathaway é a Mulher-Gato, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard e Josh Pence. A história ainda é segredo.
Ou seja, a coisa mudou um pouco, certo? O Cavaleiro das Trevas Ressurge deve ser um grande sucesso de bilheteria, um dos maiores de 2012, e pode ser que Nolan mude de ideia. Apesar disso, o diretor disse que com este longa seus trabalhos com o Batman chegam ao fim. Esperemos.
Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge tem Christian Bale novamente como Batman/Bruce Wayne, Michael Caine vive Alfred, Gary Oldman volta no papel de comissário Gordon, Morgan Freeman interpreta Lucius Fox, Tom Hardy será Bane, Anne Hathaway é a Mulher-Gato, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard e Josh Pence. A história ainda é segredo.
19/01/12 - Nicolas Cage diz que Motoqueiro Fantasma 2 não é uma sequência
Em entrevista à revista Total Filme, o ator Nicolas Cage falou um pouco mais sobre o novo longa. Veja o que ele disse (que não deixa de ser curioso): "Não vejo este filme como uma sequência de jeito nenhum. Eu o vejo como Motoqueiro Fantasma: O Espírito da Vingança. O outro era Motoqueiro Fantasma. Este é Motoqueiro Fantasma: O Espírito da Vingança". Então tudo certo, né? Definiu geral.
Cage explicou o que esperar do anti-herói da Marvel desta vez. "Johnny Blaze está num lugar diferente neste filme. É muito mais ousado e tem uma interpretação quase cínica se comparado a Motoqueiro Fantasma. No anterior, Johnny estava tentando controlar as coisas e evitar que elas explodissem".
O ator comentou ainda qual a diferença do Motoqueiro em relação a outros super-heróis que também estão nas telas. "Eu fui atraído pela complexidade do Motoqueiro. É fácil amar o Super-Homem, é fácil amar o Capitão América, mas é um desafiio amar o Motoqueiro Fantasma. Conforme fui ficando mais velho, fui buscando personagens mais dramáticos, com falhas e que têm algum tipo de patologia. Que sempre têm uma tragédia por perto".
Motoqueiro Fantasma - Espírito da Vingança tem no elenco, além de Nicolas Cage, Ciaran Hinds (como o Demônio), Idris Elba, Johnny Whitworth, Violante Placido, entre outros. A direção é de Mark Neveldine, Brian Taylor.
A história mostra que vários anos após ter feito um acordo com o Demônio, Johnny Blaze (Cage) vive agora em isolamento. Ele é a única pessoa que pode salvar o mundo e também Danny, um menino de 10 anos. Assim, vamos ver Johnny Blaze se escondendo no leste europeu e tentando acabar com sua maldição. Ele é recrutado por um grupo para enfrentar o diabo. O ser das profundezas quer se apossar do corpo do tal do garoto no dia de seu aniversário. Os acontecimentos se passam nove anos após o longa original de 2007.
Cage explicou o que esperar do anti-herói da Marvel desta vez. "Johnny Blaze está num lugar diferente neste filme. É muito mais ousado e tem uma interpretação quase cínica se comparado a Motoqueiro Fantasma. No anterior, Johnny estava tentando controlar as coisas e evitar que elas explodissem".
O ator comentou ainda qual a diferença do Motoqueiro em relação a outros super-heróis que também estão nas telas. "Eu fui atraído pela complexidade do Motoqueiro. É fácil amar o Super-Homem, é fácil amar o Capitão América, mas é um desafiio amar o Motoqueiro Fantasma. Conforme fui ficando mais velho, fui buscando personagens mais dramáticos, com falhas e que têm algum tipo de patologia. Que sempre têm uma tragédia por perto".
Motoqueiro Fantasma - Espírito da Vingança tem no elenco, além de Nicolas Cage, Ciaran Hinds (como o Demônio), Idris Elba, Johnny Whitworth, Violante Placido, entre outros. A direção é de Mark Neveldine, Brian Taylor.
A história mostra que vários anos após ter feito um acordo com o Demônio, Johnny Blaze (Cage) vive agora em isolamento. Ele é a única pessoa que pode salvar o mundo e também Danny, um menino de 10 anos. Assim, vamos ver Johnny Blaze se escondendo no leste europeu e tentando acabar com sua maldição. Ele é recrutado por um grupo para enfrentar o diabo. O ser das profundezas quer se apossar do corpo do tal do garoto no dia de seu aniversário. Os acontecimentos se passam nove anos após o longa original de 2007.
19/01/12 - ESTREIA-Iraniano A Separação investiga as relações humanas
SÃO PAULO, 19 Jan (Reuters) - Em "Rashomon", filme do japonês Akira Kurosawa que ganhou o Leão de Ouro em 1951, as impressões sobre um crime variavam ao sabor dos relatos de cada um dos implicados - contando-se inclusive com a versão do fantasma da vítima. A mesma volatilidade sobre a verdade emerge, numa chave completamente diferente e atual, no drama iraniano "A Separação", de Asghar Farhadi.
O filme venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2011 e também acumulou as premiações de melhor ator e atriz, divididas entre suas duas duplas de protagonistas. Também ganhou o Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira.
Sem reduzir-se a um drama de tribunal, as duas tramas do admirável roteiro, assinado pelo diretor, esbarram num sistema judicial que evidencia a existência de um Estado autoritário, teocrático e machista, num contexto em que o poder de decisão dos personagens parece a cada momento escapar-lhe das mãos.
A história começa, abrupta e sem antecedentes, numa corte, em que o casal de classe média formado pela médica Simin (Leila Hatami) e o bancário Nader (Peyman Moadi) discute seu divórcio. Simin quer deixar o país e levar a filha única de 11 anos, Termeh (Sarina Farhadi). Nader alega que não pode abandonar o pai (Ali-Asghar Shalbazi), que sofre de Alzheimer.
Desprezando a petição de Simin, o juiz nada resolve. O casal se divorcia e Simin ruma para a casa da mãe, permanecendo num impasse, já que a filha fica com o pai. Depois, contrata-se uma empregada, Razieh (Sareh Bayat), para cuidar do sogro.
Ultra-devota, Razieh entra em conflito com suas tarefas cotidianas, que incluem trocar e banhar o patrão idoso. Outros problemas familiares afloram. Seu marido, Hodjat (Shahab Hosseini), está desempregado, ela tem que levar para o trabalho a filha pequena (Kimia Hosseini). Um dia, Nader chega mais cedo em casa e descobre o pai sozinho e amarrado na cama.
Por ter supostamente causado o aborto da empregada depois de um empurrão, Nader acaba processado. A partir deste novo round jurídico, emerge uma meticulosa discussão sobre a elaboração da verdade.
O espectador do filme acompanha, com o coração aos pulos, a oscilação das próprias emoções ao sabor do que cada um sabe e diz. O clima de pesadelo kafkiano poderia tornar-se exaustivo, porque apoiado em tantas discussões. O filme salva-se deste perigo pela montagem segura do drama, que regula a conta-gotas revelações cruciais sobre os incidentes, num desenrolar sinuoso, que certamente também procura driblar a vigilante censura no Irã.
Fechando seu foco naquilo que é essencial à natureza humana, acima das diferenças sociais, econômicas e culturais, "A Separação" torna-se aflitivamente universal.
O filme venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2011 e também acumulou as premiações de melhor ator e atriz, divididas entre suas duas duplas de protagonistas. Também ganhou o Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira.
Sem reduzir-se a um drama de tribunal, as duas tramas do admirável roteiro, assinado pelo diretor, esbarram num sistema judicial que evidencia a existência de um Estado autoritário, teocrático e machista, num contexto em que o poder de decisão dos personagens parece a cada momento escapar-lhe das mãos.
A história começa, abrupta e sem antecedentes, numa corte, em que o casal de classe média formado pela médica Simin (Leila Hatami) e o bancário Nader (Peyman Moadi) discute seu divórcio. Simin quer deixar o país e levar a filha única de 11 anos, Termeh (Sarina Farhadi). Nader alega que não pode abandonar o pai (Ali-Asghar Shalbazi), que sofre de Alzheimer.
Desprezando a petição de Simin, o juiz nada resolve. O casal se divorcia e Simin ruma para a casa da mãe, permanecendo num impasse, já que a filha fica com o pai. Depois, contrata-se uma empregada, Razieh (Sareh Bayat), para cuidar do sogro.
Ultra-devota, Razieh entra em conflito com suas tarefas cotidianas, que incluem trocar e banhar o patrão idoso. Outros problemas familiares afloram. Seu marido, Hodjat (Shahab Hosseini), está desempregado, ela tem que levar para o trabalho a filha pequena (Kimia Hosseini). Um dia, Nader chega mais cedo em casa e descobre o pai sozinho e amarrado na cama.
Por ter supostamente causado o aborto da empregada depois de um empurrão, Nader acaba processado. A partir deste novo round jurídico, emerge uma meticulosa discussão sobre a elaboração da verdade.
O espectador do filme acompanha, com o coração aos pulos, a oscilação das próprias emoções ao sabor do que cada um sabe e diz. O clima de pesadelo kafkiano poderia tornar-se exaustivo, porque apoiado em tantas discussões. O filme salva-se deste perigo pela montagem segura do drama, que regula a conta-gotas revelações cruciais sobre os incidentes, num desenrolar sinuoso, que certamente também procura driblar a vigilante censura no Irã.
Fechando seu foco naquilo que é essencial à natureza humana, acima das diferenças sociais, econômicas e culturais, "A Separação" torna-se aflitivamente universal.
19/01/12 - Chuck Norris faz a classificação etária de Os Mercenários 2 baixar para 12 anos
Pelo jeito Stallone e seus amigos não vão poder pegar tão pesado na sequência de Os Mercenários. Estava rolando uma história na internet de que Chuck Norris havia pedido para que os palavrões fosse eliminados do longa, caso contrário não participaria. O ator contou que "não participo de filmes assim. Pedi aos produtores para tirar a linguagem chula e eles aceitaram minhas condições".
E Stallone confirmou ao Aint It Cool News que é tudo verdade, mas faz sua defesa. "O rumor da classificação para 12 anos é verdadeira. Mas antes de vocês começarem a julgar, acredite em mim quando digo que este filme é maior em todos os níveis. Este longa toca em muitas emoções que queríamos dividir com o maior público possível. Mas não tema. Este churrasco em grande escala não vai deixar ninguém com fome".
Os Mercenários 2 mostra todo o grupo de volta à ação numa missão na Europa Oriental encomendada por Mr. Church (Bruce Willis). Mas tudo sai errado e, quando um dos membros do grupo é brutalmente assassinado, é hora de buscar vingança. Acontece que a turma de Stallone está em número reduzido e em terreno hostil, o que complica ainda mais. A equipe acaba passa a lidar com uma questão que envolve o equilíbrio do mundo.
O longa tem no elenco Stallone, Jason Statham, Jet Li, Terry Crews, Liam Hemsworth, Dolph Lundgren, Bruce Willis, Arnold Schwarzenegger, Jean-Claude Van Damme e Chuck Norris.
A estreia do longa acontece em 17 de agosto de 2012 e tem direção de Simon West.
E Stallone confirmou ao Aint It Cool News que é tudo verdade, mas faz sua defesa. "O rumor da classificação para 12 anos é verdadeira. Mas antes de vocês começarem a julgar, acredite em mim quando digo que este filme é maior em todos os níveis. Este longa toca em muitas emoções que queríamos dividir com o maior público possível. Mas não tema. Este churrasco em grande escala não vai deixar ninguém com fome".
Os Mercenários 2 mostra todo o grupo de volta à ação numa missão na Europa Oriental encomendada por Mr. Church (Bruce Willis). Mas tudo sai errado e, quando um dos membros do grupo é brutalmente assassinado, é hora de buscar vingança. Acontece que a turma de Stallone está em número reduzido e em terreno hostil, o que complica ainda mais. A equipe acaba passa a lidar com uma questão que envolve o equilíbrio do mundo.
O longa tem no elenco Stallone, Jason Statham, Jet Li, Terry Crews, Liam Hemsworth, Dolph Lundgren, Bruce Willis, Arnold Schwarzenegger, Jean-Claude Van Damme e Chuck Norris.
A estreia do longa acontece em 17 de agosto de 2012 e tem direção de Simon West.
16/01/12 - Eu fiquei dez anos sem me ver nua no espelho, diz Carey Mulligan
Na pele da desinibida Sissy em "Shame", a atriz Carey Mulligan disse que encontrou dificuldades para desempenhar o papel pois, diferente dela, a personagem é uma exibicionista, muito extrovertida, e chega a aparecer nua em uma das cenas.
"Tive que trabalhar sem inibições. Sou do tipo que não usa biquíni na praia e que anda pela casa de pijamas. Fiquei dez anos sem me ver nua no espelho. Sou muito pudica", admitiu a atriz, de 26 anos. Questionada se sua família não costuma andar nua pela casa, a atriz foi enfática: "Não, não, não, não, não, não". "Eu gritaria se visse alguém da minha família pelado, e vice-versa", afirmou ela entrevista ao jornal "The Guardian".
Carey, no entanto, garantiu que se sentiu à vontade porque a nudez da personagem é "anatômica e não sexual". A atriz contou também que comeu de tudo, e sem culpa, durante as gravações pois, para ela, Sissy não é do tipo que malha.
"Shame" coloca Michael Fassbender ("X-Men: Primeira Classe") no papel de Brandon, nova-iorquino de 30 anos que não consegue controlar sua vida sexual. Carey Mulligan ("Educação") vive a sua irmã, Sissy. O filme é um drama moderno que explora a natureza das necessidades e como as pessoas reagem às experiências que as moldam.
Na entrevista, Carey contou que praticamente implorou ao diretor Steve McQueen para conseguir o papel. No primeiro teste, McQueen disse que ela deveria atuar 16 vezes melhor e chegou, com apenas um gesto, a pedir para que ela deixasse a sala. Ela, então, o convenceu afirmando que nunca um papel a tinha provocado tanto. "Eu nunca havia sentido tanto medo e é exatamente isso que eu quero interpretar". Ainda não há previsão de estreia do filme no Brasil.
"Tive que trabalhar sem inibições. Sou do tipo que não usa biquíni na praia e que anda pela casa de pijamas. Fiquei dez anos sem me ver nua no espelho. Sou muito pudica", admitiu a atriz, de 26 anos. Questionada se sua família não costuma andar nua pela casa, a atriz foi enfática: "Não, não, não, não, não, não". "Eu gritaria se visse alguém da minha família pelado, e vice-versa", afirmou ela entrevista ao jornal "The Guardian".
Carey, no entanto, garantiu que se sentiu à vontade porque a nudez da personagem é "anatômica e não sexual". A atriz contou também que comeu de tudo, e sem culpa, durante as gravações pois, para ela, Sissy não é do tipo que malha.
"Shame" coloca Michael Fassbender ("X-Men: Primeira Classe") no papel de Brandon, nova-iorquino de 30 anos que não consegue controlar sua vida sexual. Carey Mulligan ("Educação") vive a sua irmã, Sissy. O filme é um drama moderno que explora a natureza das necessidades e como as pessoas reagem às experiências que as moldam.
Na entrevista, Carey contou que praticamente implorou ao diretor Steve McQueen para conseguir o papel. No primeiro teste, McQueen disse que ela deveria atuar 16 vezes melhor e chegou, com apenas um gesto, a pedir para que ela deixasse a sala. Ela, então, o convenceu afirmando que nunca um papel a tinha provocado tanto. "Eu nunca havia sentido tanto medo e é exatamente isso que eu quero interpretar". Ainda não há previsão de estreia do filme no Brasil.
16/01/12 - Suspense Contraban lidera bilheterias norte-americanas
LOS ANGELES, 16 Jan (Reuters) - O suspense "Contraband", com o ator Mark Wahlberg, foi o filme com maior bilheteria no fim de semana nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, superando as expectativas com estimados 24,1 milhões de dólares em vendas de ingressos. "Contraband" obteve mais 1,5 milhão de dólares em sete outros mercados na estreia mundial no final de semana, chegando a 25,6 milhões de dólares, afirmou a distribuidora Universal Pictures.
Em segundo lugar, o remake em 3D do clássico da Walt Disney Co "A Bela e a Fera" também foi além das previsões do estúdio, arrecadando 18,5 milhões de dólares nos cinemas dos dois países, de sexta-feira a domingo.
"Contraband" conta a história de um contrabandista, interpretado por Wahlberg, que aceita um trabalho arriscado para acabar com a dívida de seu cunhado. Críticos receberam o filme de forma variada. No site Rotten Tomatoes, 46 por cento das resenhas elogiaram o filme. O público gostou mais, dando, em média, nota A na pesquisa realizada pela empresa CinemaScore.
"Contraband" custou em torno de 25 milhões de dólares para ser produzido e foi co-financiado pela empresa privada Relativity Media. O desempenho do filme excedeu a previsão de 15 milhões de dólares da Universal para as vendas do fim de semana de lançamento, disse a presidente de distribuição da Universal Pictures, Nikki Rocco. "É claramente, claramente um sucesso para nós", ressaltou Nikki.
A Universal projetou que a arrecadação de "Contraband" chegaria a 28,4 milhões de dólares até o final desta segunda-feira, dia do feriado norte-americano em homenagem a Martin Luther King Jr.
A Disney projetou que "A Bela e a Fera" atingiria 24,7 milhões de dólares na segunda-feira, atraindo famílias que têm as crianças em casa por causa do feriado. O estúdio converteu "A Bela e a Fera" em 3D após o remake do último outono de "Rei Leão" no mesmo formato ter alavancado 169 milhões de dólares nas vendas globais, surpreendendo a indústria cinematográfica e o estúdio.
A Disney planeja futuros lançamentos em 3D de "Procurando Nemo", "Monstros S.A." e "A Pequena Sereia".
Em terceiro lugar, o sequência de ação com Tom Cruise "Missão Impossível: o Protocolo Fantasma" arrecadou 11,5 milhões de dólares durante o seu quinto fim de semana nos cinemas. Até agora, o filme gerou 506,7 milhões de dólares no mundo.
O novo filme "Joyful Noise", um conto musical sobre um coral de igreja, terminou o fim de semana em quarto lugar, com 11,3 milhões de dólares. Em "Joyful Noise" estrelam Queen Latifah e Dolly Parton em seu primeiro papel no cinema em 19 anos. O par interpreta líderes de um coral de igreja de uma pequena cidade, que tenta vencer uma competição de canto.
Em quinto lugar, a sequência de detetive com Robert Downey Jr., "Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras", faturou 8,4 milhões de dólares.
A Universal Pictures, uma unidade da Comcast Corp, lançou "Contraband". A divisão de estúdio da Walt Disney Co distribuiu "A Bela e a Fera 3D" enquanto "Joyfyl Noise e "Sherlock Holmes" foram distribuídos pela Time Warner Inc, unidade da Warner Bros. A Paramount Pictues, unidade da Viacom Inc, lançou "Missão Impossível".
Em segundo lugar, o remake em 3D do clássico da Walt Disney Co "A Bela e a Fera" também foi além das previsões do estúdio, arrecadando 18,5 milhões de dólares nos cinemas dos dois países, de sexta-feira a domingo.
"Contraband" conta a história de um contrabandista, interpretado por Wahlberg, que aceita um trabalho arriscado para acabar com a dívida de seu cunhado. Críticos receberam o filme de forma variada. No site Rotten Tomatoes, 46 por cento das resenhas elogiaram o filme. O público gostou mais, dando, em média, nota A na pesquisa realizada pela empresa CinemaScore.
"Contraband" custou em torno de 25 milhões de dólares para ser produzido e foi co-financiado pela empresa privada Relativity Media. O desempenho do filme excedeu a previsão de 15 milhões de dólares da Universal para as vendas do fim de semana de lançamento, disse a presidente de distribuição da Universal Pictures, Nikki Rocco. "É claramente, claramente um sucesso para nós", ressaltou Nikki.
A Universal projetou que a arrecadação de "Contraband" chegaria a 28,4 milhões de dólares até o final desta segunda-feira, dia do feriado norte-americano em homenagem a Martin Luther King Jr.
A Disney projetou que "A Bela e a Fera" atingiria 24,7 milhões de dólares na segunda-feira, atraindo famílias que têm as crianças em casa por causa do feriado. O estúdio converteu "A Bela e a Fera" em 3D após o remake do último outono de "Rei Leão" no mesmo formato ter alavancado 169 milhões de dólares nas vendas globais, surpreendendo a indústria cinematográfica e o estúdio.
A Disney planeja futuros lançamentos em 3D de "Procurando Nemo", "Monstros S.A." e "A Pequena Sereia".
Em terceiro lugar, o sequência de ação com Tom Cruise "Missão Impossível: o Protocolo Fantasma" arrecadou 11,5 milhões de dólares durante o seu quinto fim de semana nos cinemas. Até agora, o filme gerou 506,7 milhões de dólares no mundo.
O novo filme "Joyful Noise", um conto musical sobre um coral de igreja, terminou o fim de semana em quarto lugar, com 11,3 milhões de dólares. Em "Joyful Noise" estrelam Queen Latifah e Dolly Parton em seu primeiro papel no cinema em 19 anos. O par interpreta líderes de um coral de igreja de uma pequena cidade, que tenta vencer uma competição de canto.
Em quinto lugar, a sequência de detetive com Robert Downey Jr., "Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras", faturou 8,4 milhões de dólares.
A Universal Pictures, uma unidade da Comcast Corp, lançou "Contraband". A divisão de estúdio da Walt Disney Co distribuiu "A Bela e a Fera 3D" enquanto "Joyfyl Noise e "Sherlock Holmes" foram distribuídos pela Time Warner Inc, unidade da Warner Bros. A Paramount Pictues, unidade da Viacom Inc, lançou "Missão Impossível".
16/01/12 - Globo de Ouro tem Gervais comportado e Rubens Ewald com a língua solta
O Globo de Ouro manteve o britânico Ricky Gervais no comando da premiação apesar das várias críticas às piadas de gosto duvidoso que o comediante proferiu em 2011. No entanto, o que se viu na cerimônia deste domingo, em Hollywood, foi uma versão de Gervais para hipertensos: bem mais comportada e com passagens curtas pelo palco.
Sorte das celebridades presentes, ainda traumatizadas com as alfinetadas de Gervais no ano passado. Como esquecer a brincadeira desastrosa com o ator Michael Douglas, que na época passava por tratamento contra um câncer?
E não foi só uma imitação, porque qualquer travesti pode imitar Marilyn
Rubens Ewald Filho sobre Michelle Williams em "Sete Dias com Marilyn"Entre provocações leves, o apresentador até tentou constranger Madonna, mas acabou levando uma surra de ironia adulta. “Venha me pegar, Ricky, faz tempo que não beijo uma garota na TV”, soltou a rainha do pop, evocando sua performance na premiação da MTV em 2003, quando beijou Britney Spears.
No Brasil, a transmissão ao vivo com tradução simultânea pelo canal TNT, teve como anfitrião o crítico de cinema Rubens Ewald Filho. E se Gervais não estava em dia inspirado para cometer gafes ou causar desconforto, o mesmo não se pode dizer do brasileiro.
Venha me pegar, Ricky, faz tempo que não beijo uma garota na TV
Madonna, provocando Rick GervaisAo comentar o desempenho de Michelle Williams - premiada por sua performance como Marilyn Monroe no filme “Sete Dias com Marilyn" - Ewald deixou a elegância de lado e quase reduziu o mérito da atriz à mera caracterização. “Com a ajuda de enchimento, e também talento, ela encarnou Marilyn Monroe. E não foi só uma imitação, porque qualquer travesti pode imitar Marilyn”.
Esse está aí por um mero equívoco
Rubens Ewald Filho, sobre Viggo Mortensen em "Um Método Perigoso" E quando Michelle voltou ao palco, com seu vestido longo e uma fita no cabelo curtinho, lembrando mais uma Audrey Hepburn que uma Marilyn, o crítico insistiu: “o que não faz um enchimento, hein?”. Dispensável.
Ao anunciar alguns dos concorrentes, Ewald dava vereditos implacáveis – e sem justificar-se. “Esse está aí por um mero equívoco”, disse o crítico ao apresentar Viggo Mortensen, indicado como melhor ator pelo filme “Um Método Perigoso”. Apresentação semelhante também foi usada ao se referir a Guy Pearce, indicado por “Mildred Pierce”.
A participação de Ewald em certos momentos da transmissão deixou a desejar. Afinal, espera-se mais profundidade quando um crítico de cinema experiente é escalado para comentar uma premiação da importância do Globo de Ouro.
Sorte das celebridades presentes, ainda traumatizadas com as alfinetadas de Gervais no ano passado. Como esquecer a brincadeira desastrosa com o ator Michael Douglas, que na época passava por tratamento contra um câncer?
E não foi só uma imitação, porque qualquer travesti pode imitar Marilyn
Rubens Ewald Filho sobre Michelle Williams em "Sete Dias com Marilyn"Entre provocações leves, o apresentador até tentou constranger Madonna, mas acabou levando uma surra de ironia adulta. “Venha me pegar, Ricky, faz tempo que não beijo uma garota na TV”, soltou a rainha do pop, evocando sua performance na premiação da MTV em 2003, quando beijou Britney Spears.
No Brasil, a transmissão ao vivo com tradução simultânea pelo canal TNT, teve como anfitrião o crítico de cinema Rubens Ewald Filho. E se Gervais não estava em dia inspirado para cometer gafes ou causar desconforto, o mesmo não se pode dizer do brasileiro.
Venha me pegar, Ricky, faz tempo que não beijo uma garota na TV
Madonna, provocando Rick GervaisAo comentar o desempenho de Michelle Williams - premiada por sua performance como Marilyn Monroe no filme “Sete Dias com Marilyn" - Ewald deixou a elegância de lado e quase reduziu o mérito da atriz à mera caracterização. “Com a ajuda de enchimento, e também talento, ela encarnou Marilyn Monroe. E não foi só uma imitação, porque qualquer travesti pode imitar Marilyn”.
Esse está aí por um mero equívoco
Rubens Ewald Filho, sobre Viggo Mortensen em "Um Método Perigoso" E quando Michelle voltou ao palco, com seu vestido longo e uma fita no cabelo curtinho, lembrando mais uma Audrey Hepburn que uma Marilyn, o crítico insistiu: “o que não faz um enchimento, hein?”. Dispensável.
Ao anunciar alguns dos concorrentes, Ewald dava vereditos implacáveis – e sem justificar-se. “Esse está aí por um mero equívoco”, disse o crítico ao apresentar Viggo Mortensen, indicado como melhor ator pelo filme “Um Método Perigoso”. Apresentação semelhante também foi usada ao se referir a Guy Pearce, indicado por “Mildred Pierce”.
A participação de Ewald em certos momentos da transmissão deixou a desejar. Afinal, espera-se mais profundidade quando um crítico de cinema experiente é escalado para comentar uma premiação da importância do Globo de Ouro.
10/01/12 - Universal Studios comemora cem anos com relançamento de E.T. e O Sol é Para Todos
O Universal Studios, que completa 100 anos em 2012, irá fazer comemorações durante todo o ano, com relançamento de Blu-ray de "E.T. - O extraterrestre" e "O Sol é Para Todos" em versões comemorativas. A informação é da edição desta terça-feira (10) do "New York Times".
O estúdio é o primeiro a atingir a marca de um século de existência e irá divulgar o novo logo da empresa, com um globo mais real e um efeito que lembra um eclipse solar.
Entre as comemorações também estão a restauração de 13 títulos, como "Entre Dois Amores" e "Sem Novidade no Front"; além da a renovação de atividades dos parques temáticos da empresa, que ficam em Orlando, nos Estados Unidos.
"Há uma valor para toda a indústria quando você pode celebrar esse tipo de marco", declarou o presidente do estúdio, Ron Meyer, dizendo que sente ter "responsabilidade diante dos empregados e o público de cinema".
O estúdio é o primeiro a atingir a marca de um século de existência e irá divulgar o novo logo da empresa, com um globo mais real e um efeito que lembra um eclipse solar.
Entre as comemorações também estão a restauração de 13 títulos, como "Entre Dois Amores" e "Sem Novidade no Front"; além da a renovação de atividades dos parques temáticos da empresa, que ficam em Orlando, nos Estados Unidos.
"Há uma valor para toda a indústria quando você pode celebrar esse tipo de marco", declarou o presidente do estúdio, Ron Meyer, dizendo que sente ter "responsabilidade diante dos empregados e o público de cinema".
10/01/12 - É uma generosa recepção, diz irmão de Almodóvar sobre liderança nas indicações ao Goya
"A Pele que Habito", de Pedro Almodóvar, recebeu 16 indicações aos prêmios Goya, o principal do cinema espanhol, seguido de perto por "No habrá paz para los malvados", de Enrique Urbizu, com 14.
Ver em tamanho maiorVeja cenas e bastidores de "A Pele que Habito"Foto 5 de 21 - "A Pele que Habito" conta a história de um cirurgião plástico (Antonio Banderas) que mantém uma mulher como sua prisioneira Divulgação/Paris Filmes"Trata-se de uma generosa recepção ", afirmou nesta terça-feira o produtor Agustín, irmão de Almodóvar. Anteriormente, por divergências com o modo de votação dos Goya, não concordar com as indicações e a falta de prêmios para seus filmes, ambos os irmãos deixaram a Academia de Cinema em 2004.
No entanto, eles voltaram em 2011. "Pedro está em Nova York e nem com o jet lag ele acordou. Mas, ele receberá essa notícia com uma grande alegria", explicou Agustín, na sede da Academia de Cinema em Madri.
Em relação à chuva de indicações de "A Pele Que Habito", o irmão do famoso diretor confessou admirar "ainda mais" Almodóvar após a realização do filme "mais arriscado de sua carreira". O filme também levou Almodóvar ao pódio dos cineastas estrangeiros em Hollywood, já que garantiu sua sétima indicação ao Globo de Ouro de melhor filme (de idioma não inglês).
No entanto, o último filme de Almodóvar não foi selecionado para representar a Espanha na premiação do Oscar. "A Pele Que Habito", que estreou nos Estados Unidos no Festival de Cinema de Nova York, é um thriller doentio e cheio de complexas narrativas e reflexões sobre a identidade, que se coloca no lado mais arriscado de sua filmografia, o mesmo caminho de "Fale com Ela"(2002).
ASSISTA AO TRAILER DO FILMEAlmodóvar, que já venceu o Goya com "Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos", "Tudo Sobre Minha Mãe" e "Volver", concorre aos prêmios de melhor filme e diretor com "Não Haverá Paz Para os Malvados", de Enrique Urbizu; "A Voz Dormida", de Benito Zambrano, e "Blackthorn", de Mateo Gil. Frente à dramática claustrofobia de "A Pele Que Habito", Urbizu apresenta 14 indicações com seu filme.
Zambrano, com sua visão feminina do pós-guerra com "A Voz Dormida", obteve nove. Já o western crepuscular "Blackthorn", de Mateo Gil, foi finalista em 11 categorias. "Não Haverá Paz Para os Malvados" se destaca com a interpretação de José Coronado, o qual vive um conturbado policial heterodoxo.
Os quatro longas-metragens disputam a categoria principal, melhor filme, na 26ª edição do Goya, considerado o Oscar do cinema espanhol. A premiação está marcada para o dia 19 de fevereiro, no Palácio de Congressos de Madri. Os quatro cineastas também disputarão a categoria de melhor diretor.
Coronado disputará o prêmio de melhor ator com Antonio Banderas e seu vulnerável psicopata de "A Pele Que Habito". O ator hispano-alemão Daniel Brühl, de "Eva" - filme onipresente nos afastados técnicos até conseguir 12 indicações - e Luis Tosar, de "Enquanto Dormes", também estão no páreo.
Já na categoria de melhor atriz, além de Elena Anaya - que tomou o bastão de Penélope Cruz como musa de Almodóvar -, foram indicadas Verónica Echegui por "Katmandu", de Icíar Bollaín, e a mexicana Salma Hayek por "A Chispa da Vida", de Álex de la Iglesia. A festa de premiação da 26º edição dos prêmios Goya será realizada dia 19 de fevereiro, no Palácio Municipal de Congressos de Madri, onde Eva Hache substitui Andreu Buenafuente e assume a apresentação da cerimônia.
Entre os atores, os indicados são José Coronado, Antonio Banderas, Daniel Bruhl e Luis Tosar. Entre as mulheres estão na disputa Verónica Echegui, Salma Hayek, Elena Anaya e Inma Cuesta.
Ver em tamanho maiorVeja cenas e bastidores de "A Pele que Habito"Foto 5 de 21 - "A Pele que Habito" conta a história de um cirurgião plástico (Antonio Banderas) que mantém uma mulher como sua prisioneira Divulgação/Paris Filmes"Trata-se de uma generosa recepção ", afirmou nesta terça-feira o produtor Agustín, irmão de Almodóvar. Anteriormente, por divergências com o modo de votação dos Goya, não concordar com as indicações e a falta de prêmios para seus filmes, ambos os irmãos deixaram a Academia de Cinema em 2004.
No entanto, eles voltaram em 2011. "Pedro está em Nova York e nem com o jet lag ele acordou. Mas, ele receberá essa notícia com uma grande alegria", explicou Agustín, na sede da Academia de Cinema em Madri.
Em relação à chuva de indicações de "A Pele Que Habito", o irmão do famoso diretor confessou admirar "ainda mais" Almodóvar após a realização do filme "mais arriscado de sua carreira". O filme também levou Almodóvar ao pódio dos cineastas estrangeiros em Hollywood, já que garantiu sua sétima indicação ao Globo de Ouro de melhor filme (de idioma não inglês).
No entanto, o último filme de Almodóvar não foi selecionado para representar a Espanha na premiação do Oscar. "A Pele Que Habito", que estreou nos Estados Unidos no Festival de Cinema de Nova York, é um thriller doentio e cheio de complexas narrativas e reflexões sobre a identidade, que se coloca no lado mais arriscado de sua filmografia, o mesmo caminho de "Fale com Ela"(2002).
ASSISTA AO TRAILER DO FILMEAlmodóvar, que já venceu o Goya com "Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos", "Tudo Sobre Minha Mãe" e "Volver", concorre aos prêmios de melhor filme e diretor com "Não Haverá Paz Para os Malvados", de Enrique Urbizu; "A Voz Dormida", de Benito Zambrano, e "Blackthorn", de Mateo Gil. Frente à dramática claustrofobia de "A Pele Que Habito", Urbizu apresenta 14 indicações com seu filme.
Zambrano, com sua visão feminina do pós-guerra com "A Voz Dormida", obteve nove. Já o western crepuscular "Blackthorn", de Mateo Gil, foi finalista em 11 categorias. "Não Haverá Paz Para os Malvados" se destaca com a interpretação de José Coronado, o qual vive um conturbado policial heterodoxo.
Os quatro longas-metragens disputam a categoria principal, melhor filme, na 26ª edição do Goya, considerado o Oscar do cinema espanhol. A premiação está marcada para o dia 19 de fevereiro, no Palácio de Congressos de Madri. Os quatro cineastas também disputarão a categoria de melhor diretor.
Coronado disputará o prêmio de melhor ator com Antonio Banderas e seu vulnerável psicopata de "A Pele Que Habito". O ator hispano-alemão Daniel Brühl, de "Eva" - filme onipresente nos afastados técnicos até conseguir 12 indicações - e Luis Tosar, de "Enquanto Dormes", também estão no páreo.
Já na categoria de melhor atriz, além de Elena Anaya - que tomou o bastão de Penélope Cruz como musa de Almodóvar -, foram indicadas Verónica Echegui por "Katmandu", de Icíar Bollaín, e a mexicana Salma Hayek por "A Chispa da Vida", de Álex de la Iglesia. A festa de premiação da 26º edição dos prêmios Goya será realizada dia 19 de fevereiro, no Palácio Municipal de Congressos de Madri, onde Eva Hache substitui Andreu Buenafuente e assume a apresentação da cerimônia.
Entre os atores, os indicados são José Coronado, Antonio Banderas, Daniel Bruhl e Luis Tosar. Entre as mulheres estão na disputa Verónica Echegui, Salma Hayek, Elena Anaya e Inma Cuesta.
10/01/12 - Os bons companheiros, filme de Scorsese sobre a máfia, vira série de TV
O canal de televisão fechada AMC deu sinal verde ao desenvolvimento de uma série baseada no filme "Os bons companheiros", de Martin Scorsese, segundo o site especializado Deadline.
O roteirista do filme, Nicholas Pileggi, que escreveu a história baseado num romance de sua própria autoria, será um dos encarregados de dar vida ao projeto ao lado de Jorge Zamacona, o criador da série televisiva "Homicide: Life on the Street".
Os dois serão também os produtores executivos da obra, e contarão com a ajuda de Irwin Winkler e de seu filho, David. A Warner Horizon Televisão, produtora de televisão do estúdio Warner Bros, financiará o projeto.
Os rumores sobre uma adaptação televisiva de "Os Bons Companheiros" começaram em 2010, segundo a publicação. O filme, um dos melhores retratos sobre o mundo da máfia segundo a crítica, tem no elenco Ray Liotta, Robert De Niro e Joe Pesci, que ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante.
Scorsese conseguiu traçar uma radiografia do cotidiano de gangsteres do Brooklyn, em Nova York, entra as décadas de 50 e 80 do século passado.
O filme recebeu seis indicações ao Oscar, incluído o de melhor filme e diretor.
O roteirista do filme, Nicholas Pileggi, que escreveu a história baseado num romance de sua própria autoria, será um dos encarregados de dar vida ao projeto ao lado de Jorge Zamacona, o criador da série televisiva "Homicide: Life on the Street".
Os dois serão também os produtores executivos da obra, e contarão com a ajuda de Irwin Winkler e de seu filho, David. A Warner Horizon Televisão, produtora de televisão do estúdio Warner Bros, financiará o projeto.
Os rumores sobre uma adaptação televisiva de "Os Bons Companheiros" começaram em 2010, segundo a publicação. O filme, um dos melhores retratos sobre o mundo da máfia segundo a crítica, tem no elenco Ray Liotta, Robert De Niro e Joe Pesci, que ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante.
Scorsese conseguiu traçar uma radiografia do cotidiano de gangsteres do Brooklyn, em Nova York, entra as décadas de 50 e 80 do século passado.
O filme recebeu seis indicações ao Oscar, incluído o de melhor filme e diretor.
06/01/12 - Matt Damon desiste de dirigir seu primeiro filme
Meses depois de divulgar seu primeiro projeto como diretor, Matt Damon desistiu do trabalho, informa o site Vulture.
Segundo o site, Damon está ocupado demais tentando acertar o roteiro do filme e não teria, por isso, condições de assumir também a direção.
Ele deve também estrelar a produção ao lado de Frances McDormand.
O filme, ainda sem nome, é um drama escrito por Damon em parceria com o ator John Krasinski, da série "The Office". Ainda não há detalhes sobre a trama, mas segundo as primeiras informações ela deve ser centrada em um vendedor que tem a vida transformada ao chegar em uma cidade pequena.
Segundo o site, Damon está ocupado demais tentando acertar o roteiro do filme e não teria, por isso, condições de assumir também a direção.
Ele deve também estrelar a produção ao lado de Frances McDormand.
O filme, ainda sem nome, é um drama escrito por Damon em parceria com o ator John Krasinski, da série "The Office". Ainda não há detalhes sobre a trama, mas segundo as primeiras informações ela deve ser centrada em um vendedor que tem a vida transformada ao chegar em uma cidade pequena.
06/01/12 - Críticos brasileiros elegem A Árvore da Vida e Transeunte como melhores longas de 2011
A Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) elegeu "A Árvore da Vida", de Terrence Malick, e "Transeunte", de Eryk Rocha, como os melhores longas-metragens de 2011; "Praça Walt Disney", de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira, foi escolhido como o melhor curta. A lista foi divulgada nesta sexta-feira (6).
Essa é a primeira vez que a associação, fundada no ano passado, elege os melhores filmes do ano. Participaram da escolha 53 críticos de 10 Estados brasileiros.
"A Árvore da Vida" levou a Palma de Ouro em Cannes e "Transeunte", que é dirigido pelo filho do cineasta Glauber Rocha, ganhou prêmios nos festivais de Brasília, Gramado, Salvador e no Festival de Cinema Latino-Americano (SP).
Essa é a primeira vez que a associação, fundada no ano passado, elege os melhores filmes do ano. Participaram da escolha 53 críticos de 10 Estados brasileiros.
"A Árvore da Vida" levou a Palma de Ouro em Cannes e "Transeunte", que é dirigido pelo filho do cineasta Glauber Rocha, ganhou prêmios nos festivais de Brasília, Gramado, Salvador e no Festival de Cinema Latino-Americano (SP).
06/01/12 - Primeiro-ministro britânico questiona momento da estreia de A Dama de Ferro
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, criticou nesta sexta-feira (6) a estreia de "A Dama de Ferro", a biografia cinematográfica de Margaret Thatcher, ao considerar que o filme deveria ser feito em outro momento.
"É mais um filme sobre o envelhecimento e elementos de demência que sobre uma primeira-ministra estupenda", lamentou Cameron, unindo sua voz aos muitos conservadores que criticam o fato de Thatcher, a controversa primeira e até agora única chefe de Governo britânica, ser apresentada como uma idosa frágil e abalada por uma demência senil.
Margareth Tatcher (esq.) e a versão de Meryl Streep (dir.)
"Você não pode deixar de questionar por quê temos que ter este filme agora", completou o premier, para quem o longa-metragem "poderia ser feito em outro momento".
Thatcher, 86 anos, sofre há alguns anos de problemas de saúde e não fala em público há uma década, desde que os médicos a desaconselharam em consequência de pequenos ataques de apoplexia que causaram confusão e perda de memória. Nos últimos anos suas aparições sociais foram raras.
Como quase todos, Cameron elogiou no entanto a "sensacional e assombrosa" interpretação da protagonista, a atriz americana Meryl Streep, que pode ser indicada pela 17ª vez ao Oscar pelo filme, que estreia nesta sexta-feira no Reino Unido.
Ao ser questionado sobre qual ator gostaria que o interpretasse no cinema, Cameron se negou a responder e declarou ter "certeza", entre risos, de que nunca farão um filme sobre ele.
"É mais um filme sobre o envelhecimento e elementos de demência que sobre uma primeira-ministra estupenda", lamentou Cameron, unindo sua voz aos muitos conservadores que criticam o fato de Thatcher, a controversa primeira e até agora única chefe de Governo britânica, ser apresentada como uma idosa frágil e abalada por uma demência senil.
Margareth Tatcher (esq.) e a versão de Meryl Streep (dir.)
"Você não pode deixar de questionar por quê temos que ter este filme agora", completou o premier, para quem o longa-metragem "poderia ser feito em outro momento".
Thatcher, 86 anos, sofre há alguns anos de problemas de saúde e não fala em público há uma década, desde que os médicos a desaconselharam em consequência de pequenos ataques de apoplexia que causaram confusão e perda de memória. Nos últimos anos suas aparições sociais foram raras.
Como quase todos, Cameron elogiou no entanto a "sensacional e assombrosa" interpretação da protagonista, a atriz americana Meryl Streep, que pode ser indicada pela 17ª vez ao Oscar pelo filme, que estreia nesta sexta-feira no Reino Unido.
Ao ser questionado sobre qual ator gostaria que o interpretasse no cinema, Cameron se negou a responder e declarou ter "certeza", entre risos, de que nunca farão um filme sobre ele.
02/01/12 - Morre Bob Anderson, coreógrafo de lutas de Star Wars e O Senhor dos Anéis
Morreu, aos 89 anos, Bob Anderson, corógrafo de lutas que trabalhou em filmes como Highlander, O Senhor dos Anéis, Piratas do Caribe, A Princesa Prometida e Star Wars (inclusive assumindo o papel de Darth Vader nas cenas de duelo).
Especialista em armas medievais, Anderson ensinou suas técnicas de luta a diversos atores e em O Senhor dos Anéis desenvolveu métodos de luta de espadas de acordo com cada cultura (anões, elfos, homens...). O trabalho do coreógrafo foi explorado pelo diretor Daniel McNicoll no documentário Reclaiming the Blade. Assista ao trailer:
Especialista em armas medievais, Anderson ensinou suas técnicas de luta a diversos atores e em O Senhor dos Anéis desenvolveu métodos de luta de espadas de acordo com cada cultura (anões, elfos, homens...). O trabalho do coreógrafo foi explorado pelo diretor Daniel McNicoll no documentário Reclaiming the Blade. Assista ao trailer:
02/01/12 - Produtor fala sobre novo Blade Runner, o remake de Caçadores de Emoção e Hong Kong Fu
O IndieWire conversou com Andrew Kosove, sócio da Alcon Entertainment, produtora que será responsável pela futura ampliação do universo de Blade Runner no cinema, além do remake de Caçadores de Emoção (sucesso de 1991 protagonizado por Patrick Swayze e Keanu Reeves) e da adaptação ao cinema da animação dos anos 70 Hong Kong Fu.
Sobre o projeto envolvendo o caçador de androides e Ridley Scott, o produtor garante que o projeto está em desenvolvimento e é uma prioridade para o seu diretor, que no momento trabalha na pós-produção do aguardado Prometheus: "Ridley é um cara especial. Ele é uma força da natureza. Ele está envolvido em uma porção de projetos, mas acredito que Blade Runner é de alta prioridade, isso é o que ele disse para mim. O projeto está sendo desenvolvido agressivamente". Segundo Kosove, os detalhes serão anunciados em breve: "Em algum momento nos próximos dois meses nós vamos anunciar quem será o roteirista e se será um prelúdio ou uma sequência. E então a largada será dada".
Quando ao remake do filme de aventura dirigido por Kathryn Bigelow, o produtor disse que se trata de uma renovação da fórmula original: "O surfe será uma parte do filme, mas acredito firmemente que, em termos de fazer um remake como esse, nós vamos renová-lo. Não é um remake literal de Caçadores de Emoção como foi Footloose, que é idêntico ao filme original. O nosso Caçadores de Emoção tem elementos do original, mas não é apenas sobre surfe, é também sobre outros tipos de esportes radicai, mas o surfe continua sendo uma parte bem, bem importante da história". A produtora já teria um diretor em mente para o projeto, mas não quis revelar o nome: "Estamos abertos às ideias do diretor agora e se formos nessa direção, será um grande acontecimento. Temos alguém que julgamos ser o cineasta perfeito. Ficarei bem surpreso se não começarmos a pré-produção em 2012", garantiu.
Já Hong Kong Fu, que terá Eddie Murphy como a voz do cachorro lutador, será no estilo de Alvin e os Esquilos, segundo o Kosove. "Tudo será em live-action, com exceção do cachorro. A tecnologia realmente progrediu imensamente e fizemos um novo teste com Hong Kong Fu e estamos realmente empolgados". O filme terá direção de Alex Zamm e será rodado em 2012 para um lançamento em 2013. Depois, se o o filme for bem-sucedido, o produtor pretende usar a mesma fórmula em um longa para Marvin, o Marciano.
Sobre o projeto envolvendo o caçador de androides e Ridley Scott, o produtor garante que o projeto está em desenvolvimento e é uma prioridade para o seu diretor, que no momento trabalha na pós-produção do aguardado Prometheus: "Ridley é um cara especial. Ele é uma força da natureza. Ele está envolvido em uma porção de projetos, mas acredito que Blade Runner é de alta prioridade, isso é o que ele disse para mim. O projeto está sendo desenvolvido agressivamente". Segundo Kosove, os detalhes serão anunciados em breve: "Em algum momento nos próximos dois meses nós vamos anunciar quem será o roteirista e se será um prelúdio ou uma sequência. E então a largada será dada".
Quando ao remake do filme de aventura dirigido por Kathryn Bigelow, o produtor disse que se trata de uma renovação da fórmula original: "O surfe será uma parte do filme, mas acredito firmemente que, em termos de fazer um remake como esse, nós vamos renová-lo. Não é um remake literal de Caçadores de Emoção como foi Footloose, que é idêntico ao filme original. O nosso Caçadores de Emoção tem elementos do original, mas não é apenas sobre surfe, é também sobre outros tipos de esportes radicai, mas o surfe continua sendo uma parte bem, bem importante da história". A produtora já teria um diretor em mente para o projeto, mas não quis revelar o nome: "Estamos abertos às ideias do diretor agora e se formos nessa direção, será um grande acontecimento. Temos alguém que julgamos ser o cineasta perfeito. Ficarei bem surpreso se não começarmos a pré-produção em 2012", garantiu.
Já Hong Kong Fu, que terá Eddie Murphy como a voz do cachorro lutador, será no estilo de Alvin e os Esquilos, segundo o Kosove. "Tudo será em live-action, com exceção do cachorro. A tecnologia realmente progrediu imensamente e fizemos um novo teste com Hong Kong Fu e estamos realmente empolgados". O filme terá direção de Alex Zamm e será rodado em 2012 para um lançamento em 2013. Depois, se o o filme for bem-sucedido, o produtor pretende usar a mesma fórmula em um longa para Marvin, o Marciano.
02/01/12 - Viúva Negra de Scarlett Johansson vira estatueta
Viúva Negra de Scarlett Johansson vira estatueta
Sideshow Collectibles mostra primeira imagem da novidade
Érico Borgo
02 de Janeiro de 2012
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A empresa Sideshow Collectibles, especializada em estatuetas e réplicas, divulgou uma imagem de seu próximo produto da linha Premium Format: a Viúva Negra de Scarlett Johansson.
A estatueta é inspirada no visual da heroína em Homem de Ferro 2 e ainda não teve detalhes divulgados. As figuras da linha, porém, costumam ter 40 centímetros de altura, aproximadamente, e alto nível de detalhes esculpidos. Além disso, as edições limitadas encarem substancialmente o produto, que dificilmente sai por menos de 250-300 dólares. Veja a imagem do rosto da Viúva Negra na galeria de colecionáveis Marvel.
Scarlett Johansson já virou produto no passado. Clique aqui para ver a boneca articulada detalhadíssima que a Hot Toys lançou. A atriz viverá a personagem novamente em Os Vingadores, em maio.
Sideshow Collectibles mostra primeira imagem da novidade
Érico Borgo
02 de Janeiro de 2012
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A empresa Sideshow Collectibles, especializada em estatuetas e réplicas, divulgou uma imagem de seu próximo produto da linha Premium Format: a Viúva Negra de Scarlett Johansson.
A estatueta é inspirada no visual da heroína em Homem de Ferro 2 e ainda não teve detalhes divulgados. As figuras da linha, porém, costumam ter 40 centímetros de altura, aproximadamente, e alto nível de detalhes esculpidos. Além disso, as edições limitadas encarem substancialmente o produto, que dificilmente sai por menos de 250-300 dólares. Veja a imagem do rosto da Viúva Negra na galeria de colecionáveis Marvel.
Scarlett Johansson já virou produto no passado. Clique aqui para ver a boneca articulada detalhadíssima que a Hot Toys lançou. A atriz viverá a personagem novamente em Os Vingadores, em maio.
26/12/11 - Bollywood redescobriu heróis em 2011
Bollywood descobriu ouro em 2011, revigorando bilheterias sem brilho na Índia com a ajuda de seus protagonistas, que atraíram o público de volta aos cinemas depois de um morno 2010.
A arrecadação nas bilheterias indianas atingiu os 19,5 bilhões de rúpias (363,2 milhões de dólares) este ano, em comparação aos 14,5 bilhões de rúpias de 2010, e inéditos quatro filmes cruzaram a fronteira do bilhão de rúpias. O ator Salman Khan estrelou dois destes sucessos de bilheteria.
O desempenho sólido foi um enorme contraste com o ano passado, quando quase não houve sucessos.
"O público e os cineastas redescobriram histórias que são próximas às nossas raízes indianas", disse Sanjeev Lamba, executivo-chefe da Reliance Entertainment, que produziu dois dos maiores blockbusters do ano - "Bodyguard" e "Singham".
"Bodyguard", em que Khan interpreta o segurança da filha de um ricaço e acaba se apaixonando por ela, foi o filme de maior sucesso em Bollywood, arrecadando mais de 1,5 bilhão de rúpias (28 milhões de dólares) nas bilheterias domésticas.
"Singham" conta a história de um policial de direita que enfrenta um político corrupto, e a trama é acompanhada de romance, drama e ação.
Os dois filmes tiveram críticas ruins, mas foram bem recebidos pelo público. E ambos trazem personagens centrais fortes, remontando à Bollywood dos anos 1980 e 1990, quando os filmes eram centralizados no herói, e em como ele derrotava um vilão, em uma luta do bem versus mal.
"O público sempre gostou dos dilemas do herói, de um pouco de ação, algum drama e algum romance", disse Lamba. "Tivemos muito disso este ano".
Outros temas também tiveram sucesso. Filmes como "The Diry Picture", baseado na vida de uma estrela pornô, atraíram o público e surpreenderam os analistas da indústria. Junto com filmes como "Singham" e "Bodyguard", essas produções menores mostraram que o público indiano tem apetite tanto para o mercado de massa quanto para o trabalho orientado a determinado nicho.
"Não quer dizer que mais pessoas estão assistindo a filmes, mas que as mesmas pessoas estão assistindo a mais filmes", disse Shailesh Kapoor da Ormax Media, uma empresa especializada na pesquisa do mercado cinematográfico.
Mas filmes muito divulgados, como o de super-herói "Ra.One", foram uma decepção. Apesar da alta publicidade, o filme do ator Shah Rukh Khan não atendeu às expectativas, obtendo 1,2 bilhão de rúpias (22 milhões de dólares) nas bilheterias. Isso foi pouco acima de seu orçamento oficial, de 1 bilhão de rúpias.
A arrecadação nas bilheterias indianas atingiu os 19,5 bilhões de rúpias (363,2 milhões de dólares) este ano, em comparação aos 14,5 bilhões de rúpias de 2010, e inéditos quatro filmes cruzaram a fronteira do bilhão de rúpias. O ator Salman Khan estrelou dois destes sucessos de bilheteria.
O desempenho sólido foi um enorme contraste com o ano passado, quando quase não houve sucessos.
"O público e os cineastas redescobriram histórias que são próximas às nossas raízes indianas", disse Sanjeev Lamba, executivo-chefe da Reliance Entertainment, que produziu dois dos maiores blockbusters do ano - "Bodyguard" e "Singham".
"Bodyguard", em que Khan interpreta o segurança da filha de um ricaço e acaba se apaixonando por ela, foi o filme de maior sucesso em Bollywood, arrecadando mais de 1,5 bilhão de rúpias (28 milhões de dólares) nas bilheterias domésticas.
"Singham" conta a história de um policial de direita que enfrenta um político corrupto, e a trama é acompanhada de romance, drama e ação.
Os dois filmes tiveram críticas ruins, mas foram bem recebidos pelo público. E ambos trazem personagens centrais fortes, remontando à Bollywood dos anos 1980 e 1990, quando os filmes eram centralizados no herói, e em como ele derrotava um vilão, em uma luta do bem versus mal.
"O público sempre gostou dos dilemas do herói, de um pouco de ação, algum drama e algum romance", disse Lamba. "Tivemos muito disso este ano".
Outros temas também tiveram sucesso. Filmes como "The Diry Picture", baseado na vida de uma estrela pornô, atraíram o público e surpreenderam os analistas da indústria. Junto com filmes como "Singham" e "Bodyguard", essas produções menores mostraram que o público indiano tem apetite tanto para o mercado de massa quanto para o trabalho orientado a determinado nicho.
"Não quer dizer que mais pessoas estão assistindo a filmes, mas que as mesmas pessoas estão assistindo a mais filmes", disse Shailesh Kapoor da Ormax Media, uma empresa especializada na pesquisa do mercado cinematográfico.
Mas filmes muito divulgados, como o de super-herói "Ra.One", foram uma decepção. Apesar da alta publicidade, o filme do ator Shah Rukh Khan não atendeu às expectativas, obtendo 1,2 bilhão de rúpias (22 milhões de dólares) nas bilheterias. Isso foi pouco acima de seu orçamento oficial, de 1 bilhão de rúpias.
26/12/11 - Rock of Ages | Veja uma nova imagem do filme baseado no musical farofa
longa-metragem que leva ao cinema o musical escrachado da Broadway com rock dos anos 80, ganhou uma nova imagem. Veja na galeria, ao lado, Russell Brand, Julianne Hough (com Diego González Boneta mais atrás) e Alec Baldwin caracterizados para a época - com exceção de Brand, que se veste assim até hoje.
Na trama, Drew Boley (Boneta), de 22 anos, muda-se para Los Angeles atrás do seu sonho de ficar famoso fazendo música. Na cidade ele conhece Sherrie (Julianne Hough). Os dois se apaixonam e tentam permanecer juntos, em meio aos hinos do rock da década, de Journey e Styx a Twisted Sister e Poison.
Tom Cruise, Mary J. Blige, Paul Giamatti, Malin Akerman, Bryan Cranston e Catherine Zeta Jones estão no elenco, entre outros. Chris DArienzo, criador do musical, escreveu o roteiro, que Adam Shankman (Hairspray) dirige. Rock of Ages estreia em 1º de junho.
Na trama, Drew Boley (Boneta), de 22 anos, muda-se para Los Angeles atrás do seu sonho de ficar famoso fazendo música. Na cidade ele conhece Sherrie (Julianne Hough). Os dois se apaixonam e tentam permanecer juntos, em meio aos hinos do rock da década, de Journey e Styx a Twisted Sister e Poison.
Tom Cruise, Mary J. Blige, Paul Giamatti, Malin Akerman, Bryan Cranston e Catherine Zeta Jones estão no elenco, entre outros. Chris DArienzo, criador do musical, escreveu o roteiro, que Adam Shankman (Hairspray) dirige. Rock of Ages estreia em 1º de junho.
26/12/11 - RoboCop | José Padilha diz que quer fazer sátira social agressiva
não é a única provocação na agenda de José Padilha (Tropa de Elite) para o remake de RoboCop. A sátira social também estará presente no filme, segundo entrevista do diretor brasileiro ao Telegraph.
"O elemento de sátira de RoboCop é, creio eu, necessário hoje. Aquele tipo de sátira social agressiva que eu não tenho visto bem feita nos filmes ultimamente. É como se a violência e a política no mundo estivessem pedindo por isso", diz Padilha.
Questionado sobre as interpretações que as pessoas fazem de seus filmes, o diretor minimiza. "Eu não penso muito nisso. Se as pessoas querem entender errado, é problema delas. Isso é algo que acontece com filmes ao longo da história. Taxi Driver é famoso por levar a interpretações errôneas. Como cineasta, não me vejo represando a expressão artística para antever o que o público vai pensar. Preciso ser claro comigo mesmo e consciente do que estou tentando dizer. As más interpretações são inevitáveis."
Padilha recentemente levou uma nova versão do roteiro, que ele trabalhou com Josh Zetumer, a Los Angeles, onde atualmente participa também da seleção de elenco.
"O elemento de sátira de RoboCop é, creio eu, necessário hoje. Aquele tipo de sátira social agressiva que eu não tenho visto bem feita nos filmes ultimamente. É como se a violência e a política no mundo estivessem pedindo por isso", diz Padilha.
Questionado sobre as interpretações que as pessoas fazem de seus filmes, o diretor minimiza. "Eu não penso muito nisso. Se as pessoas querem entender errado, é problema delas. Isso é algo que acontece com filmes ao longo da história. Taxi Driver é famoso por levar a interpretações errôneas. Como cineasta, não me vejo represando a expressão artística para antever o que o público vai pensar. Preciso ser claro comigo mesmo e consciente do que estou tentando dizer. As más interpretações são inevitáveis."
Padilha recentemente levou uma nova versão do roteiro, que ele trabalhou com Josh Zetumer, a Los Angeles, onde atualmente participa também da seleção de elenco.
20/12/11 - Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Site diz que Christopher Nolan não pretende mudar a voz de Bane
Com a divulgação do segundo trailer de Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, o público brasileiro pôde ter contato, desde ontem, com uma das principais questões neste início de divulgação do filme: a voz do vilão Bane (Tom Hardy), considerada incompreensível por parte daqueles que já assistiram ao prólogo de seis minutos.
Segundo o Hollywood Reporter, o problema tem tirado o sono dos executivos da Warner Bros. O estúdio gostaria de mudar a mixagem de som e, assim, melhorar o entendimento das falas do personagem, mas Christopher Nolan (que tem autonomia no estúdio graças a sucessos como A Origem e os dois Batman anteriores) teria informado aos executivos que "planeja apenas leves mudanças e não mudar a voz completamente".
Segundo o diretor, seria aceitável o público não entender o que é dito em alguns momentos, desde que a ideia principal seja compreendida.
Pelo menos um dos executivos, que preferiu não se identificar, concorda com Nolan e disse ao Hollywood Reporter que uma alteração drástica iria contra o estilo do diretor: "Chris quer que a audiência acompanhe e participe, não apenas receba tudo pronto. Ele não emburrece as coisas. Você precisa pedalar rápido para acompanhar".
Nolan atualmente edita o longa e só deve mostrar uma cópia para o estúdio dentro de alguns meses. O filme estreia no Brasil em 27 de julho de 2012.
Segundo o Hollywood Reporter, o problema tem tirado o sono dos executivos da Warner Bros. O estúdio gostaria de mudar a mixagem de som e, assim, melhorar o entendimento das falas do personagem, mas Christopher Nolan (que tem autonomia no estúdio graças a sucessos como A Origem e os dois Batman anteriores) teria informado aos executivos que "planeja apenas leves mudanças e não mudar a voz completamente".
Segundo o diretor, seria aceitável o público não entender o que é dito em alguns momentos, desde que a ideia principal seja compreendida.
Pelo menos um dos executivos, que preferiu não se identificar, concorda com Nolan e disse ao Hollywood Reporter que uma alteração drástica iria contra o estilo do diretor: "Chris quer que a audiência acompanhe e participe, não apenas receba tudo pronto. Ele não emburrece as coisas. Você precisa pedalar rápido para acompanhar".
Nolan atualmente edita o longa e só deve mostrar uma cópia para o estúdio dentro de alguns meses. O filme estreia no Brasil em 27 de julho de 2012.
20/12/11 - O Espetacular Homem-Aranha
"O Espetacular Homem-Aranha" é estrelado por Andrew Garfield, Emma Stone, Rhys Ifans, Denis Leary, Martin Sheen e Sally Field. O filme é dirigido por Marc Webb a partir do roteiro de James Vanderbilt e Alvin Sargent e Steve Kloves, baseados nos quadrinhos da Marvel Comic de Stan Lee e Steve Ditko. Laura Ziskin, Avi Arad e Matt Tolmach são produtores deste título da Marvel Entertainment para a Columbia Pictures. O longa estreia no dia 3 de julho 2012 no Brasil Mais
20/12/11 - Os animais que tinham a precedência, nós que tínhamos que nos ajeitar, conta Matt Damon sobre filmagem de Compramos um Zoo
“A histórias que amamos dizem algo a respeito de quem nós somos. Esta história, de Benjamin Mee em busca de um lugar que fosse um santuário para sua família e indo parar num zoológico, calou fundo em mim. Eu sempre gostei de histórias que contem um elemento de busca impossível, alguma coisa romântica, sincera e um pouco maluca.” Cameron Crowe está falando de seu primeiro filme em seis anos, "Compramos um Zoo", que estreia dia 23 nos Estados Unidos e na maior parte do mundo.
A história, por mais incrível que possa parecer, é verdadeira. Em 2006, o jornalista britânico Benjamin Mee, colunista do "The Guardian", comprou o Parque Zoológico Dartmoor, na região de Devon, Reino Unido. Mee não tinha nenhuma experiência zoológica --sua especialidade era carpintaria e construção, temas de sua coluna no Guardian–, mas foi atraído pela novidade da experiência. Era principalmente um modo de dar a seus filhos –um garoto adolescente e uma menina de sete anos– um novo começo depois da morte da mãe deles, de câncer, um ano antes.
A história, por mais incrível que possa parecer, é verdadeira. Em 2006, o jornalista britânico Benjamin Mee, colunista do "The Guardian", comprou o Parque Zoológico Dartmoor, na região de Devon, Reino Unido. Mee não tinha nenhuma experiência zoológica --sua especialidade era carpintaria e construção, temas de sua coluna no Guardian–, mas foi atraído pela novidade da experiência. Era principalmente um modo de dar a seus filhos –um garoto adolescente e uma menina de sete anos– um novo começo depois da morte da mãe deles, de câncer, um ano antes.
13/12/11 - Tom Cruise revela que haverá Missão Impossível 5
Madri, 13 dez (EFE).- Nem o frio nem as duas horas que passou dando autógrafos apagaram o sorriso de Tom Cruise, que provou ser uma autêntica estrela de Hollywood na apresentação na Espanha do filme "Missão: Impossível 4 - Protocolo Fantasma".
A praça de Callao, em Madri, se encheu de celebridades espanholas, como o toureiro Cayetano Rivera e o ex-jogador Guti, do Real Madrid.
Todos queriam ver Cruise e os fãs se amontoavam contra a barreira montada em frente ao cinema. Como era de se esperar, a estrela brilhou e se dedicou a seus admiradores com bom humor e muita paciência.
Um Cruise atraente e juvenil, apesar de estar cada vez mais próximo dos 50 anos, e que não utilizou dublês nas cenas de risco, antecipou à Agência Efe que haverá uma quinta parte da saga e que ele a protagonizará.
O intérprete de Ethan Hunt não quis fazer comparações com James Bond, porque "são dois tipos de filmes muito diferentes. Missão: Impossível tem toques de humor e Bond é mais sério".
Nesta nova aventura, Cruise fica sozinho, sem o respaldo da Força Missão Impossível, e é acusado de perpetrar um atentado contra o Kremlin de Moscou, mas conta com a inestimável ajuda de sua equipe, que também não o abandonou durante a apresentação do filme na Espanha.
"Foi extremamente fácil trabalhar com ele. É tão bom em tudo que faz e tão exigente que te faz aprender e te transforma em uma profissional melhor", afirmou a atriz Paula Patton.
O diretor do filme, Brad Bird, elogiou seus atores e brincou dizendo que é essencial satisfazer a estrela do filme, ainda mais quando ela também é seu chefe, afinal Cruise também participou como produtor.
A nota curiosa ficou por conta da Duquesa de Alba, octogenária excêntrica e aristocrata com mais títulos no mundo, que conseguiu ser a única mulher entre as presentes capaz de cativar Cruise, que interrompeu as entrevistas quando a viu e a cumprimentou carinhosamente.
Na quarta-feira, o astro de Hollywood estará entre nós para promover por aqui o novo filme da franquia "Missão: Impossível". A première do longa acontece no Rio de Janeiro no mesmo dia, mas a estreia nacional acontece só no dia 21.
A praça de Callao, em Madri, se encheu de celebridades espanholas, como o toureiro Cayetano Rivera e o ex-jogador Guti, do Real Madrid.
Todos queriam ver Cruise e os fãs se amontoavam contra a barreira montada em frente ao cinema. Como era de se esperar, a estrela brilhou e se dedicou a seus admiradores com bom humor e muita paciência.
Um Cruise atraente e juvenil, apesar de estar cada vez mais próximo dos 50 anos, e que não utilizou dublês nas cenas de risco, antecipou à Agência Efe que haverá uma quinta parte da saga e que ele a protagonizará.
O intérprete de Ethan Hunt não quis fazer comparações com James Bond, porque "são dois tipos de filmes muito diferentes. Missão: Impossível tem toques de humor e Bond é mais sério".
Nesta nova aventura, Cruise fica sozinho, sem o respaldo da Força Missão Impossível, e é acusado de perpetrar um atentado contra o Kremlin de Moscou, mas conta com a inestimável ajuda de sua equipe, que também não o abandonou durante a apresentação do filme na Espanha.
"Foi extremamente fácil trabalhar com ele. É tão bom em tudo que faz e tão exigente que te faz aprender e te transforma em uma profissional melhor", afirmou a atriz Paula Patton.
O diretor do filme, Brad Bird, elogiou seus atores e brincou dizendo que é essencial satisfazer a estrela do filme, ainda mais quando ela também é seu chefe, afinal Cruise também participou como produtor.
A nota curiosa ficou por conta da Duquesa de Alba, octogenária excêntrica e aristocrata com mais títulos no mundo, que conseguiu ser a única mulher entre as presentes capaz de cativar Cruise, que interrompeu as entrevistas quando a viu e a cumprimentou carinhosamente.
Na quarta-feira, o astro de Hollywood estará entre nós para promover por aqui o novo filme da franquia "Missão: Impossível". A première do longa acontece no Rio de Janeiro no mesmo dia, mas a estreia nacional acontece só no dia 21.
13/12/11 - Filha de Michael Jackson atua em filme para adolescentes
LOS Angeles, EUA, 12 dez 2011 (AFP) -Paris Jackson, a filha de 13 anos do finado cantor Michael Jackson, será a estrela de um filme para adolescentes chamado "Lundons Bridge and the Three Keys", revela nesta segunda-feira a imprensa especializada.
A jovem Paris fará o papel de Lundon OMalley, a heroína de um livro para adolescentes do mesmo nome, revela o site do filme.
O célebre jornalista Larry King emprestará sua voz a um dos personagens do filme, o primeiro de uma saga de cinco episódios, revela o produtor Stephen Sobisky à revista People.
A filha de Michael Jackson dará mais detalhes do filme na próxima quarta-feira, quando participará do popular programa de entrevistas da humorista e atriz Ellen De Generes.
O filme, que mescla personagens reais e animados, conta a história de uma jovem sequestrada pela Rainha Medusa do Oceano que consegue impedir, graças à força do amor, uma guerra entre o mar e a terra.
A jovem Paris fará o papel de Lundon OMalley, a heroína de um livro para adolescentes do mesmo nome, revela o site do filme.
O célebre jornalista Larry King emprestará sua voz a um dos personagens do filme, o primeiro de uma saga de cinco episódios, revela o produtor Stephen Sobisky à revista People.
A filha de Michael Jackson dará mais detalhes do filme na próxima quarta-feira, quando participará do popular programa de entrevistas da humorista e atriz Ellen De Generes.
O filme, que mescla personagens reais e animados, conta a história de uma jovem sequestrada pela Rainha Medusa do Oceano que consegue impedir, graças à força do amor, uma guerra entre o mar e a terra.
13/12/11 - As cinco animações com maior arrecadação mundial em 2011
Kung Fu Panda 2 foi a animação mais bem sucedida do ano, com uma incrível arrecadação de US$ 663.024.542,00. Lançado em 26 de maio, o filme custou US$ 150 milhões e ficou 18 semanas em cartaz
Carros 2 chegou aos cinemas em 24 de junho. Foi um investimento caro: a Disney/Pixar gastou US$ 200 milhões. Mas, 24 semanas depois, ele provou ter sido uma boa aposta, com sua arrecadação de US$ 551.846.625,00. VEJA AQUI FOTOS DO FILME
Rio passou 21 semanas em cartaz, depois de estrear em 15 de abril. O filme, dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, foi considerado um enorme sucesso, já que custou apenas US$ 90 milhões e arrecadou US$ 484.635.760,00. VEJA AQUI FOTOS DO FILME
Rango custou US$ 135 milhões e foi lançado em 4 de março. Ficou 18 semanas em cartaz e conquistou US$ 245.155.348,00. VEJA AQUI FOTOS DO FILME
O Gato de Botas foi lançado nos Estados Unidos em 28 de outubro, embora só tenha chegado ao Brasil em 9 de dezembro. Com um orçamento de US$ 130 milhões, o filme arrecadou US$ 284.200.000,00 (até 11 de dezembro). VEJA AQUI FOTOS DO FILME
Carros 2 chegou aos cinemas em 24 de junho. Foi um investimento caro: a Disney/Pixar gastou US$ 200 milhões. Mas, 24 semanas depois, ele provou ter sido uma boa aposta, com sua arrecadação de US$ 551.846.625,00. VEJA AQUI FOTOS DO FILME
Rio passou 21 semanas em cartaz, depois de estrear em 15 de abril. O filme, dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, foi considerado um enorme sucesso, já que custou apenas US$ 90 milhões e arrecadou US$ 484.635.760,00. VEJA AQUI FOTOS DO FILME
Rango custou US$ 135 milhões e foi lançado em 4 de março. Ficou 18 semanas em cartaz e conquistou US$ 245.155.348,00. VEJA AQUI FOTOS DO FILME
O Gato de Botas foi lançado nos Estados Unidos em 28 de outubro, embora só tenha chegado ao Brasil em 9 de dezembro. Com um orçamento de US$ 130 milhões, o filme arrecadou US$ 284.200.000,00 (até 11 de dezembro). VEJA AQUI FOTOS DO FILME
08/12/11 - Édgar Ramirez, de Carlos, deve substituir Benicio Del Toro na sequência de Star Trek
O ator venezuelano Édgar Ramirez ("Carlos", "Ultimato Bourne") deve substituir Benicio Del Toro no papel do vilão da sequência de "Star Trek". A informação é do site Variety, que afirma que Jordi Mollà também é uma das opções do diretor J.J. Abrams.
Ramirez deve fazer um teste de elenco por Skype na noite desta quarta (7) ou na manhã de quinta, e o substituto de Benicio Del Toro deve ser decidido até o final de semana, afirma a Variety. Ainda não foi confirmado se o vilão da sequência de "Star Trek" será o famoso Khan.
Apesar das negociações com Benicio Del Toro não terem sido oficializadas por J.J. Abrams, a revista "NY Magazine" divulgou que o acordo com o ator não foi fechado por questões financeiras.
O atores John Cho, Simon Pegg, Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana e Anton Yelchin, que estiveram em "Star Trek", participarão da sequência. As filmagens estão previstas para o início de 2012 e o lançamento deve ocorrer em 17 de maio de 2013.
Ramirez deve fazer um teste de elenco por Skype na noite desta quarta (7) ou na manhã de quinta, e o substituto de Benicio Del Toro deve ser decidido até o final de semana, afirma a Variety. Ainda não foi confirmado se o vilão da sequência de "Star Trek" será o famoso Khan.
Apesar das negociações com Benicio Del Toro não terem sido oficializadas por J.J. Abrams, a revista "NY Magazine" divulgou que o acordo com o ator não foi fechado por questões financeiras.
O atores John Cho, Simon Pegg, Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana e Anton Yelchin, que estiveram em "Star Trek", participarão da sequência. As filmagens estão previstas para o início de 2012 e o lançamento deve ocorrer em 17 de maio de 2013.
08/12/11 - Gary Oldman diz que Batman deve ter mais filmes no futuro
Todo mundo já sabe que Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge será o último com Christopher Nolan no comando. Ele encerra sua trilogia neste terceiro filme e é bem difícil imaginar que a Warner não fará mais longas do herói com outros diretores e atores. E Gary Oldman falou um pouco sobre isso em coletiva de imprensa para divulgar Tinker Tailor Solider Spy, que estreia nesta semana nos Estados Unidos. Veja o que ele disse sobre possíveis sequências com o Homem-Morcego: "Sim, sim. Para nós [atual equipe] O Cavaleiro das Trevas Ressurge é o fim. Minha suposição é que eles [a Warner] vaõ fazer mais. Quer dizer, eles não têm mais Harry Potter. Então, deve haver um Batman 4 e 5. Pode ser que tenha Chris [Nolan] supervisionando estas produções, mas para nós e Chris acaba mesmo. Mas é uma ótima maneira de sair. É uma grande história. A coisa toda é épica".
Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge tem Christian Bale novamente como Batman/Bruce Wayne, Michael Caine vive Alfred, Gary Oldman volta no papel de comissário Gordon, Morgan Freeman interpreta Lucius Fox, Tom Hardy será Bane, Anne Hathaway é a Mulher-Gato, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard e Josh Pence. A história ainda é segredo.
A estreia no Brasil acontece em 27 de julho de 2012.
Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge tem Christian Bale novamente como Batman/Bruce Wayne, Michael Caine vive Alfred, Gary Oldman volta no papel de comissário Gordon, Morgan Freeman interpreta Lucius Fox, Tom Hardy será Bane, Anne Hathaway é a Mulher-Gato, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard e Josh Pence. A história ainda é segredo.
A estreia no Brasil acontece em 27 de julho de 2012.
08/12/11 - Lionsgate compra direitos para transformar personagem de Stan Lee em filme
Ontem falamos aqui sobre The Annihilator, super-herói chinês de Stan Lee que vai para o cinema. Agora já apareceu outro projeto. O estúdio Lionsgate comprou os direitos de filmagem de um outro personagem criado por Lee, segundo a Variety. Ainda não se sabe qual é este herói ou se ele já foi publicado ou mostrado de alguma forma. A descrição é que trata-se de um "super-herói multigeracional e que tem várias décadas". Alguma ideia? Seria alguma coisa da Marvel? Meio difícil, já que a empresa está produzindo seus próprios longas atualmente.
A produção e direção será da dupla Alfred Gough e Miles Millar, a mesma responsável pela criação de Smallville. Stan Lee também será produtor. Ainda não há mais detalhes sobre data de lançamento e nem de atores que estejam envolvidos.
A produção e direção será da dupla Alfred Gough e Miles Millar, a mesma responsável pela criação de Smallville. Stan Lee também será produtor. Ainda não há mais detalhes sobre data de lançamento e nem de atores que estejam envolvidos.
05/12/11 - Angelina Jolie é acusada de plágio por roteiro de n the Land of Blood and Honey
A atriz Angelina Jolie está sendo processada por suposto plágio do roteiro do filme "In the Land of Blood and Honey", que estreia nos Estados Unidos no dia 23 de dezembro. Roteirizado e dirigido por Jolie, o filme conta a história de um romance entre uma mulçumana e um soldado sérvio, durante a guerra da Bósnia entre 1992 e 1995.
De acordo com documentos obtidos pelo site RadarOnline, o escritor e jornalista croata James J. Braddock alega que escreveu a história em um artigo publicado em 2007.
O escritor diz ainda que há muitas semelhanças entre sua personagem principal e a mulçumana do filme de Jolie. Braddock também inclui no processo a GK Filmes, empresa que produziu e financiou o filme da atriz.
Em entrevista recente ao programa norte-americano "60 minutes", a atriz confessou estar nervosa com a estreia, com medo de que "as pessoas não entendam", e disse que contou com a ajuda dos atores -- todos da antiga Iugoslávia -- para fazer melhorias no filme. "Todos nós conversávamos sobre cada fala, cada cena e garantia que tudo estivesse correto e verdadeiro. Todos nós ajustamos o roteiro juntos".
De acordo com documentos obtidos pelo site RadarOnline, o escritor e jornalista croata James J. Braddock alega que escreveu a história em um artigo publicado em 2007.
O escritor diz ainda que há muitas semelhanças entre sua personagem principal e a mulçumana do filme de Jolie. Braddock também inclui no processo a GK Filmes, empresa que produziu e financiou o filme da atriz.
Em entrevista recente ao programa norte-americano "60 minutes", a atriz confessou estar nervosa com a estreia, com medo de que "as pessoas não entendam", e disse que contou com a ajuda dos atores -- todos da antiga Iugoslávia -- para fazer melhorias no filme. "Todos nós conversávamos sobre cada fala, cada cena e garantia que tudo estivesse correto e verdadeiro. Todos nós ajustamos o roteiro juntos".
05/12/11 - Star Trek tem RoboCop confirmado no elenco
Peter Weller, o RoboCop original, foi confirmado no elenco de Star Trek 2. Seu personagem, porém, não foi revelado. Será um retorno à ficção científica para o ator, que ultimamente estava trabalhando mais na televisão, em séries como Fringe e 24 Horas.
John Cho, Simon Pegg, Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana e Anton Yelchin têm seus retornos assegurados, ao lado das novas adições à série Alice Eve e Benicio Del Toro, que viverá o vilão. As filmagens do novo Jornada nas Estrelas, novamente dirigido por J.J. Abrams, estão previstas para o início de 2012 e o lançamento acontece em 17 de maio de 2013.
John Cho, Simon Pegg, Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana e Anton Yelchin têm seus retornos assegurados, ao lado das novas adições à série Alice Eve e Benicio Del Toro, que viverá o vilão. As filmagens do novo Jornada nas Estrelas, novamente dirigido por J.J. Abrams, estão previstas para o início de 2012 e o lançamento acontece em 17 de maio de 2013.
05/12/11 - Andy Serkis diz que captura de movimento é atuação e queixa-se de Hollywood e da mídia
Durante a entrega de um prêmio no Whistler Film Festival, Andy Serkis queixou-se sobre como seu trabalho recente - a captura de performance - é tratado em Hollywood e pela mídia.
"Eu tenho muita sorte de estar participando de um momento em que a captura de performance está começando a ser usada corretamente", declarou sobre a técnica que transfere as expressões e a atuação do corpo do ator para modelos 3D na tela. "Ela está abrindo uma convergência totalmente nova no cinema e nos games e estou muito interessado em adaptá-la ao teatro, projetando avatares em telas enquanto os atores estão no palco", continuou.
"O problema é a forma como meu trabalho está sendo comentado. Andy Serkis emprestou sua voz a, ou emprestou seus movimentos ou deu as emoções a. São tantas maneiras de enrolar e descrever o que, de fato, é atuação. Mesmo em Tintim ainda estou creditado em vários lugares como dublador. Eu vivi aquele personagem", concluiu.
A reclamação visa alimentar o debate em torno da captura de movimentos e se a técnica é ou não é atuação convencional, digna de indicações a prêmios, mais especificamente o Oscar. A 20th Century Fox está buscando ativamente uma indicação a Serkis no Oscar 2012. O ator viveu, através de captura de movimentos, o chimpanzé César em Planeta dos Macacos - A Origem (Rise of the Planet of the Apes), o prelúdio da série Planeta dos Macacos.
Serkis é o maior especialista de Hollywood da captura de movimento. Viveu o Gollum de O Senhor dos Anéis (papel que está reprisando para O Hobbit), foi o King Kong no remake de Peter Jackson e recentemente trabalhou com Steven Spielberg em As Aventuras de Tintim como o Capitão Haddock.
O Oscar 2012 acontecerá em 26 de fevereiro de 2012, no Kodak Theatre.
"Eu tenho muita sorte de estar participando de um momento em que a captura de performance está começando a ser usada corretamente", declarou sobre a técnica que transfere as expressões e a atuação do corpo do ator para modelos 3D na tela. "Ela está abrindo uma convergência totalmente nova no cinema e nos games e estou muito interessado em adaptá-la ao teatro, projetando avatares em telas enquanto os atores estão no palco", continuou.
"O problema é a forma como meu trabalho está sendo comentado. Andy Serkis emprestou sua voz a, ou emprestou seus movimentos ou deu as emoções a. São tantas maneiras de enrolar e descrever o que, de fato, é atuação. Mesmo em Tintim ainda estou creditado em vários lugares como dublador. Eu vivi aquele personagem", concluiu.
A reclamação visa alimentar o debate em torno da captura de movimentos e se a técnica é ou não é atuação convencional, digna de indicações a prêmios, mais especificamente o Oscar. A 20th Century Fox está buscando ativamente uma indicação a Serkis no Oscar 2012. O ator viveu, através de captura de movimentos, o chimpanzé César em Planeta dos Macacos - A Origem (Rise of the Planet of the Apes), o prelúdio da série Planeta dos Macacos.
Serkis é o maior especialista de Hollywood da captura de movimento. Viveu o Gollum de O Senhor dos Anéis (papel que está reprisando para O Hobbit), foi o King Kong no remake de Peter Jackson e recentemente trabalhou com Steven Spielberg em As Aventuras de Tintim como o Capitão Haddock.
O Oscar 2012 acontecerá em 26 de fevereiro de 2012, no Kodak Theatre.
28/11/11 - Oldboy | Produtor promete remake diferente, mas igualmente sombrio
Em conversa com o site Shocktillyoudrop, Roy Lee, o produtor do remake de Oldboy que Spike Lee (Milagre em St. Anna, O Plano Perfeito) vai dirigir, mencionou diferenças na história da refilmagem e do filme original.
"Estamos planejando começar a filmar Oldboy em março. A pré-produção deve começar no final de janeiro. O roteiro novo de Mark Protosevich é bem parecido com o filme original, mas tem elementos criados para despistar quem já viu a produção sul-coreana. Há novos personagens e situações diferentes, que mudam a história mas seguem na mesma direção. O final será algo que os fãs do original vão gostar muito. Alguns podem até achá-lo mais sombrio", disse.
A declaração visa acalmar os ânimos dos entusiastas do filme de 2003, cujo final polêmico é considerado pesado demais para o mercado dos EUA.
Lee mencionou também que a famosa cena do martelo terá uma nova versão, em que Spike Lee pretende mostrar a ação como nunca se viu antes.
Josh Brolin (Onde os Fracos não têm Vez, Milk) já está confirmado como Joe (Oh Dae-su no original), um homem que é capturado e aprisionado por mais de 20 anos no dia em que sua filha nasce, sem saber o motivo. Libertado sem aviso, ele recebe a notícia de que tem apenas quatro dias para descobrir a razão de sua prisão e que, se não conseguir, a menina será morta. Colin Firth deve ser o vilão.
Leia aqui a nossa resenha do original e assista ao episódio da OmeleTV em que discutimos a refilmagem.
"Estamos planejando começar a filmar Oldboy em março. A pré-produção deve começar no final de janeiro. O roteiro novo de Mark Protosevich é bem parecido com o filme original, mas tem elementos criados para despistar quem já viu a produção sul-coreana. Há novos personagens e situações diferentes, que mudam a história mas seguem na mesma direção. O final será algo que os fãs do original vão gostar muito. Alguns podem até achá-lo mais sombrio", disse.
A declaração visa acalmar os ânimos dos entusiastas do filme de 2003, cujo final polêmico é considerado pesado demais para o mercado dos EUA.
Lee mencionou também que a famosa cena do martelo terá uma nova versão, em que Spike Lee pretende mostrar a ação como nunca se viu antes.
Josh Brolin (Onde os Fracos não têm Vez, Milk) já está confirmado como Joe (Oh Dae-su no original), um homem que é capturado e aprisionado por mais de 20 anos no dia em que sua filha nasce, sem saber o motivo. Libertado sem aviso, ele recebe a notícia de que tem apenas quatro dias para descobrir a razão de sua prisão e que, se não conseguir, a menina será morta. Colin Firth deve ser o vilão.
Leia aqui a nossa resenha do original e assista ao episódio da OmeleTV em que discutimos a refilmagem.
28/11/11 - Morre o cineasta britânico Ken Russell
LONDRES, 28 Nov 2011 (AFP) -O cineasta britânico Ken Russell, que foi indicado ao Oscar de melhor diretor em 1970 por "Mulheres Apaixonadas" (Woman in Love"), faleceu no domingo aos 84 anos, anunciou seu filho Alex.
Além de "Mulheres Apaixonadas", que deu o Oscar de melhor atriz a Glenda Jackson, Russell também dirigiu "The Devils" (1971), "Tommy" (1975) e o filme de ficção científica "Viagens Alucinantes" ("Altered States") ao longo de uma carreira de quatro décadas no cinema e na televisão.
Nascido na cidade inglesa de Southampton no dia 3 de julho de 1927, Russell serviu na Real Força Aérea e na Marinha Mercante antes de iniciar uma carreira como fotógrafo que rapidamente o levou à BBC, onde durante vários anos se especializou na realização de documentários.
Embora tenha rodado seu primeiro filme de ficção, "French dressing", em 1963, o sucesso não veio até que adaptou o romance de D.H. Lawrence "Mulheres Apaixonadas" (1969), que causou frisson por incluir uma cena de luta entre seus dois principais atores masculinos, Alan Bates e Oliver Reed, completamente nus.
"Antes disso, era um diretor de televisão lúcido e simpático. Agora é um diretor de cinema louco e simpático", disse certa vez Oliver Reed, que voltou a trabalhar com ele em "Tommy".
O sucesso desse filme permitiu a ele se aventurar em trabalhos pseudo autobiográficos que deram a ele uma reputação de excêntrico.
O produtor de cinema e televisão britânico, Michael Winner, saudou a "excepcional contribuição" de Russell à televisão e ao cinema britânicos. "Ele os levou a áreas nas quais nunca havia entrado", acrescentou.
Além de "Mulheres Apaixonadas", que deu o Oscar de melhor atriz a Glenda Jackson, Russell também dirigiu "The Devils" (1971), "Tommy" (1975) e o filme de ficção científica "Viagens Alucinantes" ("Altered States") ao longo de uma carreira de quatro décadas no cinema e na televisão.
Nascido na cidade inglesa de Southampton no dia 3 de julho de 1927, Russell serviu na Real Força Aérea e na Marinha Mercante antes de iniciar uma carreira como fotógrafo que rapidamente o levou à BBC, onde durante vários anos se especializou na realização de documentários.
Embora tenha rodado seu primeiro filme de ficção, "French dressing", em 1963, o sucesso não veio até que adaptou o romance de D.H. Lawrence "Mulheres Apaixonadas" (1969), que causou frisson por incluir uma cena de luta entre seus dois principais atores masculinos, Alan Bates e Oliver Reed, completamente nus.
"Antes disso, era um diretor de televisão lúcido e simpático. Agora é um diretor de cinema louco e simpático", disse certa vez Oliver Reed, que voltou a trabalhar com ele em "Tommy".
O sucesso desse filme permitiu a ele se aventurar em trabalhos pseudo autobiográficos que deram a ele uma reputação de excêntrico.
O produtor de cinema e televisão britânico, Michael Winner, saudou a "excepcional contribuição" de Russell à televisão e ao cinema britânicos. "Ele os levou a áreas nas quais nunca havia entrado", acrescentou.
28/11/11 - Prefiro dirigir a atuar, diz Angelina Jolie, que lança In The Land Of Blood And Honey
Estreando como diretora com "In The Land Of Blood And Honey", que chega aos cinemas dos Estados Unidos em 23 de novembro, a atriz Angelina Jolie disse que prefere trabalhar atrás das câmeras. "Prefiro dirigir. Eu amei ter os holofotes em outra pessoa", disse em entrevista ao programa da CBS "60 Minutes" no domingo (27).
A atriz confessou estar nervosa com a estreia, com medo de que "as pessoas não entendam", e disse que contou com a ajuda dos atores -- todos da antiga Iugoslávia -- para fazer melhorias no filme. "Todos nós conversávamos sobre cada fala, cada cena e garantia que tudo estava correto e verdadeiro. Todos ajudaram a me aducar e todos nós ajustamos o roteiro juntos".
Sobre a trama, que se passa durante a Guerra da Bósnia, Jolie disse que "seria terrível trabalhando com comédia". "Para as pessoas que realmente me conhecem não foi uma surpresa, mas acho que todos pensaram que era uma loucura".
"In The Land Of Blood And Honey" fala sobre um sérvio (Goran Kostic) que se apaixona por uma muçulmana (Zana Majonovic) durante o conflito armado na Bósnia entre 1992 e 1995.
A atriz confessou estar nervosa com a estreia, com medo de que "as pessoas não entendam", e disse que contou com a ajuda dos atores -- todos da antiga Iugoslávia -- para fazer melhorias no filme. "Todos nós conversávamos sobre cada fala, cada cena e garantia que tudo estava correto e verdadeiro. Todos ajudaram a me aducar e todos nós ajustamos o roteiro juntos".
Sobre a trama, que se passa durante a Guerra da Bósnia, Jolie disse que "seria terrível trabalhando com comédia". "Para as pessoas que realmente me conhecem não foi uma surpresa, mas acho que todos pensaram que era uma loucura".
"In The Land Of Blood And Honey" fala sobre um sérvio (Goran Kostic) que se apaixona por uma muçulmana (Zana Majonovic) durante o conflito armado na Bósnia entre 1992 e 1995.
22/11/11 - Estreia de Amanhecer no Brasil bate recorde e tem mais de 1,7 milhão de espectadores
Quarto filme da saga "Crepúsculo", "Amanhecer" estreou no último fim de semana no Brasil e teve mais de um um milhão e meio de espectadores, batendo o recorde de público e renda em estreias na história do cinema do país.
O filme foi exibido em 1102 salas e teve como público 1.770.000 pessoas. O recorde anterior era de "Homem-Aranha 3", em 2007, com 1.714.000 espectadores.
Em relação a números mundiais, "Amanhecer" também teve números altos de arrecadação. A sequência da saga vampiresca "Lua Nova" (que arrecadou 274,8 milhões nas primeiras semanas) teve como renda 283,5 milhões de dólares.
"Amanhecer" apresenta a terceira fase da história, em que Bela Swan (Kristen Stewart) se casa com o vampiro Edward (Robert Pattinson) e engravida.
O filme foi exibido em 1102 salas e teve como público 1.770.000 pessoas. O recorde anterior era de "Homem-Aranha 3", em 2007, com 1.714.000 espectadores.
Em relação a números mundiais, "Amanhecer" também teve números altos de arrecadação. A sequência da saga vampiresca "Lua Nova" (que arrecadou 274,8 milhões nas primeiras semanas) teve como renda 283,5 milhões de dólares.
"Amanhecer" apresenta a terceira fase da história, em que Bela Swan (Kristen Stewart) se casa com o vampiro Edward (Robert Pattinson) e engravida.
22/11/11 - Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Bane é um terrorista em todos os sentidos, na mentalidade e na ação, diz Tom Hardy
A revista Empire deste mês, que trouxe novas imagens de Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, tem também depoimentos de Christopher Nolan e Tom Hardy sobre o vilão Bane.
Para o diretor, "com Bane, estamos dando a Batman um desafio que ele nunca teve antes. Com a nossa escolha de história e o vilão, estamos testando Batman tanto mentalmente como fisicamente".
Já o intérprete de Bane, Hardy, diz que "ele é brutal. Brutal. Um cara grande e incrivelmente cínico, focado em resultados e com um estilo de combate próprio. Ele não liga para a luta. Liga para a chacina. Seu estilo é cheio de socos e chutes, terrível. E vai desde as pequenas coisas, como torções, até esmagamento de crânios, costelas, pisão no queixo, joelho ou pescoço, até arrancar a cabeça fora e atravessar alguém com os punhos, arrancando sua coluna dorsal. Ele é um terrorista em todos os sentidos, na mentalidade e na ação".
Para o diretor, "com Bane, estamos dando a Batman um desafio que ele nunca teve antes. Com a nossa escolha de história e o vilão, estamos testando Batman tanto mentalmente como fisicamente".
Já o intérprete de Bane, Hardy, diz que "ele é brutal. Brutal. Um cara grande e incrivelmente cínico, focado em resultados e com um estilo de combate próprio. Ele não liga para a luta. Liga para a chacina. Seu estilo é cheio de socos e chutes, terrível. E vai desde as pequenas coisas, como torções, até esmagamento de crânios, costelas, pisão no queixo, joelho ou pescoço, até arrancar a cabeça fora e atravessar alguém com os punhos, arrancando sua coluna dorsal. Ele é um terrorista em todos os sentidos, na mentalidade e na ação".
22/11/11 - Morre o ator John Neville, de Arquivo X
O ator inglês John Neville, conhecido pelas atuações em "As Aventuras do Barão de Münchausen" (1988) e "Arquivo x - Resista ao Futuro" (1998), morreu neste sábado (19), em Toronto. Neville era naturalizado canadense, e sofria da doença de Alzheimer. Ele tinha 86 anos.
Ao longo de seis décadas de carreira, ele atuou em 95 filmes, entre produções para o cinema e para a televisão.
Em "Barão de Münchausen", viveu o papel de protagonista, enquanto em "Arquivo X", interpretava o misterioso "Homem de Mãos Bem Feitas".
Na TV, ele participou da série "The Eleventh Hour" e, mais recentemente, em "Friends and Heroes".
Ao longo de seis décadas de carreira, ele atuou em 95 filmes, entre produções para o cinema e para a televisão.
Em "Barão de Münchausen", viveu o papel de protagonista, enquanto em "Arquivo X", interpretava o misterioso "Homem de Mãos Bem Feitas".
Na TV, ele participou da série "The Eleventh Hour" e, mais recentemente, em "Friends and Heroes".
17/11/11 - Amy Adams pode participar de filme de Clint Eastwood
Em cartaz com o filme sobre os Muppets, a atriz Amy Adams pode participar do novo filme de Clint Eastwood. O ator e diretor teria oferecido o papel principal de "Trouble With The Curve" à atriz. Sandra Bullock também foi cotada para o papel.
Robert Lorenz, sócio da produtora de Eastwood, estaria fazendo os contatos. O roteiro conta a história de um batedor de um time de beisebol que está perdendo a visão e viaja com sua filha para Atlanta na expectativa de uma nova perspectiva.
Atualmente Amy está terminando as gravações do novo longa do quadrinho Super-Homem, "Man of Steel".
Robert Lorenz, sócio da produtora de Eastwood, estaria fazendo os contatos. O roteiro conta a história de um batedor de um time de beisebol que está perdendo a visão e viaja com sua filha para Atlanta na expectativa de uma nova perspectiva.
Atualmente Amy está terminando as gravações do novo longa do quadrinho Super-Homem, "Man of Steel".
17/11/11 - ESTREIA-Estilização excessiva compromete Amores Imaginários
SÃO PAULO (Reuters) - Em seu segundo filme, "Amores Imaginários", o canadense Xavier Dolan consegue o improvável: ser mais estiloso, superficial e banal do que na sua estreia, "Eu matei a minha mãe" (2009). Novamente, ele abusa de recursos como a câmera lenta, a estilização da imagem e da fotografia ultraelaborada. Mas Wong Kar Wai ele não é.
"Amores Imaginários" existe apenas no mundo de uma imaginária classe média alta de Quebec, que não precisa trabalhar, não precisa ir à escola, e, por isso, tem tempo de sobra para se martirizar com questões pseudofilosóficas sobre a vida e a sexualidade alheias - especialmente quando esta envolve o objeto do desejo.
Dolan, que tinha apenas 21 anos quando rodou o longa, parece não ter amadurecido nada entre seu primeiro filme e este, mantendo o mesmo egocentrismo que o faz se colocar como protagonista do filme e obrigar a ação a girar em torno de si. Um enfant terrible - mais enfant do que terrible -, ele quer falar de amor, sexo, dúvidas no século XXI, mas seu discurso de sofrimento amoroso cairia melhor nas mãos de qualquer leitor de Roland Barthes, que, aliás, desconstruiu tudo aquilo que o jovem diretor canadense insiste em defender.
Dolan é Francis, que passa a disputar com sua melhor amiga, Marie (Monia Chokri), as atenções de um rapaz a quem eles classificam como um Adonis, chamado Nicolas (Niels Schneider). O problema é que nenhum dos dois consegue descobrir se o rapaz é hétero, gay ou bissexual - ou simplesmente um manipulador. Essa questão, na verdade, não importa muito, uma vez que o filme gira em torno do ego de Dolan.
Em "Amores Imaginários", emerge a questão sobre o que vale mais: um desejo carnal ou uma amizade? Para falar de amor, desejo e afins, o filme põe em cena falsas entrevistas, rodadas como se fossem um documentário. No conjunto, essas sequências não fazem muito sentido; em outras palavras, não têm razão de existir. Esses jovens, que falam olhando direto para a câmera, formam uma espécie de painel de como se ama (fisicamente, emocionalmente) em Quebec.
Há um estranho glamour que Dolan encontra em seus personagens - sempre excessivamente preocupados com seu estilo de se vestir - e transforma isso em fetiche. Eles estão mais preocupados com a aparência do que seus sentimentos ou inteligência, embora, vez ou outra, tentem lançar uma frase sagaz. Tal qual eles, o filme está bem mais preocupado em parecer bonitinho do que revelar alguma coisa.
(Alysson Oliveira, do Cineweb)
"Amores Imaginários" existe apenas no mundo de uma imaginária classe média alta de Quebec, que não precisa trabalhar, não precisa ir à escola, e, por isso, tem tempo de sobra para se martirizar com questões pseudofilosóficas sobre a vida e a sexualidade alheias - especialmente quando esta envolve o objeto do desejo.
Dolan, que tinha apenas 21 anos quando rodou o longa, parece não ter amadurecido nada entre seu primeiro filme e este, mantendo o mesmo egocentrismo que o faz se colocar como protagonista do filme e obrigar a ação a girar em torno de si. Um enfant terrible - mais enfant do que terrible -, ele quer falar de amor, sexo, dúvidas no século XXI, mas seu discurso de sofrimento amoroso cairia melhor nas mãos de qualquer leitor de Roland Barthes, que, aliás, desconstruiu tudo aquilo que o jovem diretor canadense insiste em defender.
Dolan é Francis, que passa a disputar com sua melhor amiga, Marie (Monia Chokri), as atenções de um rapaz a quem eles classificam como um Adonis, chamado Nicolas (Niels Schneider). O problema é que nenhum dos dois consegue descobrir se o rapaz é hétero, gay ou bissexual - ou simplesmente um manipulador. Essa questão, na verdade, não importa muito, uma vez que o filme gira em torno do ego de Dolan.
Em "Amores Imaginários", emerge a questão sobre o que vale mais: um desejo carnal ou uma amizade? Para falar de amor, desejo e afins, o filme põe em cena falsas entrevistas, rodadas como se fossem um documentário. No conjunto, essas sequências não fazem muito sentido; em outras palavras, não têm razão de existir. Esses jovens, que falam olhando direto para a câmera, formam uma espécie de painel de como se ama (fisicamente, emocionalmente) em Quebec.
Há um estranho glamour que Dolan encontra em seus personagens - sempre excessivamente preocupados com seu estilo de se vestir - e transforma isso em fetiche. Eles estão mais preocupados com a aparência do que seus sentimentos ou inteligência, embora, vez ou outra, tentem lançar uma frase sagaz. Tal qual eles, o filme está bem mais preocupado em parecer bonitinho do que revelar alguma coisa.
(Alysson Oliveira, do Cineweb)
17/11/11 - ESTREIA-O Garoto da Bicicleta retrata história de afeto
SÃO PAULO (Reuters) - Adeptos de um cinema humanista e prestigiados por uma vasta série de prêmios, dos quais se destacam duas Palmas de Ouro em Cannes (por "Rosetta", 1999 e "A Criança", 2005), os cineastas e irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne introduzem duas mudanças em seu novo filme,"O Garoto da Bicicleta": o uso da música e a presença de uma atriz famosa no elenco, no caso, Cécile de France, sua compatriota que faz sucesso no cinema francês e acabara de filmar com o norte-americano Clint Eastwood (em "Além da Vida").
Ao ver o filme, a conclusão que salta aos olhos é que os Dardennes mudaram apenas para permanecerem os mesmos, já que "O Garoto da Bicicleta", novamente brindado em Cannes em 2011 com um Grande Prêmio do júri, é mais um cuidadoso capítulo de uma cinematografia centrada no ser humano. Se os diretores e roteiristas continuam atentos às mazelas do mundo contemporâneo, desta vez, dedicam um espaço mais generoso à bondade.
Samantha (Cécile de France) é uma cabeleireira solteira cujo destino cruza-se por acaso com o do menino Cyril (Thomas Doret), de 11 anos. Quando ele entra no consultório médico em que ela se encontra e agarra-se a ela para não ser levado de volta ao orfanato, ele fracassa, naturalmente. Mas o abraço, um verdadeiro pedido de socorro, plantou a semente de uma irresistível curiosidade em Samantha.
O pai de Cyril (Jérémie Renier, de "A Criança") pura e simplesmente o abandonou no orfanato, prometendo voltar em um mês. Mas desapareceu sem deixar pistas. No momento em que Cyril encontra Samantha, está no auge do desespero. Não consegue acreditar que o pai simplesmente o tenha deixado para trás sem nenhuma palavra. Nem que tenha vendido até sua bicicleta, como descobre depois.
Recomprando a bicicleta do novo dono, Samantha tem sua primeira intervenção na vida de Cyril, devolvendo-lhe a primeira parte de sua identidade radicalmente fraturada pela rejeição. Quando o menino lhe pede que venha buscá-lo no orfanato nos fins de semana, mesmo sem entender direito porquê, ela aceita.
Este princípio de uma maternidade opcional abre várias frentes de conflito, até porque Cyril tem sua curiosidade despertada para caminhos mais tortuosos, a partir de sua convivência com Wes (Egon di Mateo), o jovem valentão da vizinhança de Samantha.
"O Garoto da Bicicleta" fala de muitas coisas, mas de escolhas mais do que tudo. As opções de Cyril especialmente, suas consequências e desdobramentos, ainda que várias delas dependam de Samantha.
Uma grande parte dos sentimentos do filme, e do risco corrido pelos diretores, passa pelo estreante Thomas Doret, escolhido em um cuidadoso processo de seleção. Somente com o olhar, ele é capaz de transmitir boa parcela do tormento interior de seu personagem, num momento crucial de contato com sua fragilidade no mundo.
A vingança, tema visitado pelos diretores em "O Filho" (2002), retorna aqui sob uma outra forma. Mas, como sempre, dentro de uma perspectiva de rediscussão da estreiteza da lei de talião, o famoso "olho por olho, dente por dente". Se há uma preocupação inarredável do universo dos Dardennes, é uma ética possível, exercida não por super-heróis, que nunca habitam seus filmes, mas ao alcance da mão de qualquer pessoa. Às vezes, até das aparentemente improváveis.
Ao ver o filme, a conclusão que salta aos olhos é que os Dardennes mudaram apenas para permanecerem os mesmos, já que "O Garoto da Bicicleta", novamente brindado em Cannes em 2011 com um Grande Prêmio do júri, é mais um cuidadoso capítulo de uma cinematografia centrada no ser humano. Se os diretores e roteiristas continuam atentos às mazelas do mundo contemporâneo, desta vez, dedicam um espaço mais generoso à bondade.
Samantha (Cécile de France) é uma cabeleireira solteira cujo destino cruza-se por acaso com o do menino Cyril (Thomas Doret), de 11 anos. Quando ele entra no consultório médico em que ela se encontra e agarra-se a ela para não ser levado de volta ao orfanato, ele fracassa, naturalmente. Mas o abraço, um verdadeiro pedido de socorro, plantou a semente de uma irresistível curiosidade em Samantha.
O pai de Cyril (Jérémie Renier, de "A Criança") pura e simplesmente o abandonou no orfanato, prometendo voltar em um mês. Mas desapareceu sem deixar pistas. No momento em que Cyril encontra Samantha, está no auge do desespero. Não consegue acreditar que o pai simplesmente o tenha deixado para trás sem nenhuma palavra. Nem que tenha vendido até sua bicicleta, como descobre depois.
Recomprando a bicicleta do novo dono, Samantha tem sua primeira intervenção na vida de Cyril, devolvendo-lhe a primeira parte de sua identidade radicalmente fraturada pela rejeição. Quando o menino lhe pede que venha buscá-lo no orfanato nos fins de semana, mesmo sem entender direito porquê, ela aceita.
Este princípio de uma maternidade opcional abre várias frentes de conflito, até porque Cyril tem sua curiosidade despertada para caminhos mais tortuosos, a partir de sua convivência com Wes (Egon di Mateo), o jovem valentão da vizinhança de Samantha.
"O Garoto da Bicicleta" fala de muitas coisas, mas de escolhas mais do que tudo. As opções de Cyril especialmente, suas consequências e desdobramentos, ainda que várias delas dependam de Samantha.
Uma grande parte dos sentimentos do filme, e do risco corrido pelos diretores, passa pelo estreante Thomas Doret, escolhido em um cuidadoso processo de seleção. Somente com o olhar, ele é capaz de transmitir boa parcela do tormento interior de seu personagem, num momento crucial de contato com sua fragilidade no mundo.
A vingança, tema visitado pelos diretores em "O Filho" (2002), retorna aqui sob uma outra forma. Mas, como sempre, dentro de uma perspectiva de rediscussão da estreiteza da lei de talião, o famoso "olho por olho, dente por dente". Se há uma preocupação inarredável do universo dos Dardennes, é uma ética possível, exercida não por super-heróis, que nunca habitam seus filmes, mas ao alcance da mão de qualquer pessoa. Às vezes, até das aparentemente improváveis.
04/11/11 - Amazonas Film Festival abre com Xingu, de Cao Hamburger, e homenagem a Fernando Meirelles
Começou na noite desta quinta-feira (3), com a pré-estreia do filme inédito “Xingu”, de Cao Hamburger, a oitava edição do Amazonas Film Festival. A cerimônia de abertura aconteceu no Teatro Amazonas, marco arquitetônico de Manaus, com a presença de parte da equipe do filme: o diretor Cao Hamburger, os produtores Fernando Meirelles e Andrea Barata Ribeiro, e os atores Felipe Camargo e João Miguel. Também estavam presentes os atores Max Fercondini, Thiago Martins, Tonico Pereira, Paloma Bernardi e Ingra Liberato, além da cineasta Tizuka Yamazaki, que preside o júri de longas-metragens do festival.
Antes da exibição de “Xingu”, o cineasta Fernando Meirelles, presidente de honra desta edição do evento, recebeu uma homenagem, com um pequeno vídeo que mostrava o diretor em diferentes momentos de sua carreira, em entrevistas e durante filmagens. “Eu fico sempre meio com medo de ser homenageado, porque parece que você foi colocado ali em um lugar e acabou. Eu estou começando a aprender, eu acabei de começar minha carreira e eu não vou pra rede ainda”, brincou o diretor, em seu breve discurso. “A Amazônia tem uma verdadeira diversidade de história e de conflitos que são muito pouco vistos no Brasil. Esse filme do Cao Hamburger trás um pouquinho desses problemas e relações da região Amazônica”, completou Meirelles.
O filme
“Xingu”, filme inédito de Cao Hamburger apresentado na abertura do festival, é uma interpretação da história dos irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas-Bôas (Felipe Camargo, João Miguel e Caio Blat, respectivamente), que, na década de 1940, juntaram-se às expedições organizadas pelo governo para desbravar o interior do país e acabaram tendo suas vidas transformadas pelo contato com tribos indígenas que encontraram pelo caminho.
Tendo como cenário uma natureza grandiosa, o filme mostra três irmãos profundamente tocados pelo contato com os índios, que se tornam ferrenhos defensores desses povos, ainda que tenham que recorrer a vias “tortas” para fazê-lo. “Xingu” se concentra nesse aspecto da vida dos irmãos, com especial atenção à criação do Parque Nacional do Xingu, em abril de 1961.
Ao final da exibição, o público aplaudiu de pé a equipe do filme, que, bastante emocionada, recebeu os cumprimentos dos presentes.
* A jornalista viajou a convite da organização do festival
Antes da exibição de “Xingu”, o cineasta Fernando Meirelles, presidente de honra desta edição do evento, recebeu uma homenagem, com um pequeno vídeo que mostrava o diretor em diferentes momentos de sua carreira, em entrevistas e durante filmagens. “Eu fico sempre meio com medo de ser homenageado, porque parece que você foi colocado ali em um lugar e acabou. Eu estou começando a aprender, eu acabei de começar minha carreira e eu não vou pra rede ainda”, brincou o diretor, em seu breve discurso. “A Amazônia tem uma verdadeira diversidade de história e de conflitos que são muito pouco vistos no Brasil. Esse filme do Cao Hamburger trás um pouquinho desses problemas e relações da região Amazônica”, completou Meirelles.
O filme
“Xingu”, filme inédito de Cao Hamburger apresentado na abertura do festival, é uma interpretação da história dos irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas-Bôas (Felipe Camargo, João Miguel e Caio Blat, respectivamente), que, na década de 1940, juntaram-se às expedições organizadas pelo governo para desbravar o interior do país e acabaram tendo suas vidas transformadas pelo contato com tribos indígenas que encontraram pelo caminho.
Tendo como cenário uma natureza grandiosa, o filme mostra três irmãos profundamente tocados pelo contato com os índios, que se tornam ferrenhos defensores desses povos, ainda que tenham que recorrer a vias “tortas” para fazê-lo. “Xingu” se concentra nesse aspecto da vida dos irmãos, com especial atenção à criação do Parque Nacional do Xingu, em abril de 1961.
Ao final da exibição, o público aplaudiu de pé a equipe do filme, que, bastante emocionada, recebeu os cumprimentos dos presentes.
* A jornalista viajou a convite da organização do festival
04/11/11 - Drew Barrymore é a atriz mais supervalorizada do cinema, diz Forbes
Há quem diga que todos os astros do cinema ganham bem demais, mas Drew Barrymore e Eddie Murphy são um caso à parte, segundo uma pesquisa publicada nesta quinta-feira pelo site Forbes.com.
Grandes astros podem receber dezenas de milhões de dólares por um só trabalho, mas esse salário se justifica quando o filme arrasa nas bilheterias. Mas o que dizer se o filme é um fracasso?
Foi o caso de "Amor à Distância", com Barrymore, que faturou apenas 17,8 milhões de dólares em 2010. "Estão Todos Bem" e "Garota Fantástica", de 2009, haviam tido resultados ainda piores.
A Forbes.com disse que a atriz rende apenas 0,40 dólar para cada dólar investido pelos estúdios na sua participação. Eddie Murphy se sai proporcionalmente bem melhor --são 2,70 dólares por cada dólar pago a ele-- mas também vem amargando resultados ruins nos últimos anos, disse a Forbes, citando filmes como "Imagine Só" e "O Grande Dave."
A Forbes se baseou numa lista com os 40 atores e atrizes mais bem pagos de Hollywood, calculando seus salários nos últimos três filmes e o rendimento desses trabalhos.
Mesmo ganhadores do Oscar não estão imunes ao duvidoso título de supervalorizados. Nicolas Cage, Nicole Kidman, Denzel Washington e Reese Witherspoon aparecem no "top 10."
Will Ferrell surge em terceiro lugar no ranking, mas até que pode se dar por satisfeito: nos dois anos anteriores, ele foi considerado o maior desperdício de dinheiro de Hollywood.
Grandes astros podem receber dezenas de milhões de dólares por um só trabalho, mas esse salário se justifica quando o filme arrasa nas bilheterias. Mas o que dizer se o filme é um fracasso?
Foi o caso de "Amor à Distância", com Barrymore, que faturou apenas 17,8 milhões de dólares em 2010. "Estão Todos Bem" e "Garota Fantástica", de 2009, haviam tido resultados ainda piores.
A Forbes.com disse que a atriz rende apenas 0,40 dólar para cada dólar investido pelos estúdios na sua participação. Eddie Murphy se sai proporcionalmente bem melhor --são 2,70 dólares por cada dólar pago a ele-- mas também vem amargando resultados ruins nos últimos anos, disse a Forbes, citando filmes como "Imagine Só" e "O Grande Dave."
A Forbes se baseou numa lista com os 40 atores e atrizes mais bem pagos de Hollywood, calculando seus salários nos últimos três filmes e o rendimento desses trabalhos.
Mesmo ganhadores do Oscar não estão imunes ao duvidoso título de supervalorizados. Nicolas Cage, Nicole Kidman, Denzel Washington e Reese Witherspoon aparecem no "top 10."
Will Ferrell surge em terceiro lugar no ranking, mas até que pode se dar por satisfeito: nos dois anos anteriores, ele foi considerado o maior desperdício de dinheiro de Hollywood.
04/11/11 - Andy Serkis voltará na sequência de Planeta dos Macacos: A Origem
O filme lançado este ano foi um grande sucesso e arrecadou mais de US$ 450 milhões nas bilheterias do mundo todo. Com isso, a continuação já está garantida com boa parte do elenco principal já com contratos assinados, além do diretor Rupert Wyatt e dos roteiristas Rick Jaffa e Amanda Silver. Estava faltando justamente Andy Serkis, o ator que deu vida ao macaco César através da caputra de movimentos via computação. Ele acaba de fechar acordo, segundo conta o Deadline e recebeu um belo aumento de salário. O valor não foi revelado.
Só para lembrar, Andy é o mesmo ator que interpretou Gollum em O Senhor dos Anéis e tambem o King Kong no filme mais recente.
Ainda não se sabe quando começam as filmagens. A ideia da Fox é fazer uma trilogia nesta nova fase de O Planeta dos Macacos.
Só para lembrar, Andy é o mesmo ator que interpretou Gollum em O Senhor dos Anéis e tambem o King Kong no filme mais recente.
Ainda não se sabe quando começam as filmagens. A ideia da Fox é fazer uma trilogia nesta nova fase de O Planeta dos Macacos.
31/10/11 - Arthur & Lancelot | Joel Kinnaman será o protagonista da aventura medieval
Joel Kinnaman, conhecido do público pela série The Killing, foi confirmado com um dos protagonistas de Arthur & Lancelot, reinvenção da lenda arthuriana produzida pela Warner. Kinnaman, que ainda neste ano aparecerá em Millennium e A Hora da Escuridão, será Sir Lancelot.
O filme tem roteiro e direção de David Dobkin (Penetras Bons de Bico, Amizade Colorida). Quem cuida da produção é o executivo que transformou Sherlock Holmes em sucesso dentro da WB, Lionel Wigram.
Não há ainda mais detalhes sobre a trama, mas a aventura de US$ 90 milhões já tem data de estreia: 15 de março de 2013.
O filme tem roteiro e direção de David Dobkin (Penetras Bons de Bico, Amizade Colorida). Quem cuida da produção é o executivo que transformou Sherlock Holmes em sucesso dentro da WB, Lionel Wigram.
Não há ainda mais detalhes sobre a trama, mas a aventura de US$ 90 milhões já tem data de estreia: 15 de março de 2013.
31/10/11 - Cities | Kirsten Dunst e Orlando Bloom confirmados no elenco do suspense
Kirsten Dunst (Melancolia) e Orlando Bloom (Os Três Mosqueteiros), que trabalharam juntos em Tudo Acontece em Elizabethtown, foram confirmados no elenco de Cities, suspense internacional do diretor e roteirista Roger Donaldson (Efeito Dominó). A dupla junta-se a Clive Owen (Trama Internacional) e Anil Kapoor (Quem Quer Ser Um Milionário?), protagonistas do thriller.
A trama é um conto moral que se passa durante os meses que marcaram uma das maiores altas históricas no índice Dow Jones do mercado de ações. Em diversas cidades do mundo, pessoas comuns apostam suas finanças na possibilidade de um contínuo crescimento da Bolsa - um gerente de fundos de investimento de Nova York, um jovem casal de Londres que quer comprar uma casa e um policial de Mumbai, na Índia - e suas vidas acabam se encontrando apesar da distância.
Glenn Wilhide escreveu o roteiro, que se chamava Extreme Cities, e Donaldson revisou o texto. As filmagens começam no segundo trimestre de 2012 em diversas cidades, incluindo Londres, Mumbai e Nova York.
A produção é assinada por Matthew Metcalfee e Chris Curling. A produção-executiva é de Julie Christie, CEO da Eyeworks New Zealand.
A trama é um conto moral que se passa durante os meses que marcaram uma das maiores altas históricas no índice Dow Jones do mercado de ações. Em diversas cidades do mundo, pessoas comuns apostam suas finanças na possibilidade de um contínuo crescimento da Bolsa - um gerente de fundos de investimento de Nova York, um jovem casal de Londres que quer comprar uma casa e um policial de Mumbai, na Índia - e suas vidas acabam se encontrando apesar da distância.
Glenn Wilhide escreveu o roteiro, que se chamava Extreme Cities, e Donaldson revisou o texto. As filmagens começam no segundo trimestre de 2012 em diversas cidades, incluindo Londres, Mumbai e Nova York.
A produção é assinada por Matthew Metcalfee e Chris Curling. A produção-executiva é de Julie Christie, CEO da Eyeworks New Zealand.
31/10/11 - Paulo Miklos funciona como elemento inusitado no documentário sobre Noel Rosa
Os sambas de Noel Rosa ganham nova roupagem na voz do titã Paulo Miklos, protagonista do documentário “A Alma Roqueira de Noel”, em cartaz na 35ª Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo. Dirigido por Alex Miranda, a produção traz um encontro improvável entre diferentes ritmos, ao mesmo tempo em que presta homenagem ao compositor carioca.
“Noel para mim é um cara jovem talentosíssimo, com uma filosofia muito parecida com a do rock, que é a arte acima da vida. Navegar é preciso, viver não”, afirma Miklos. Segundo ele, a comparação entre o estilo de vida do sambista e de muitos astros baseia-se num extenso legado, que se torna um marco na música, e pela intensidade de histórias interrompidas por mortes prematuras.
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Página especial da Mostra de São Paulo 2011
Veja destaques nacionais
Veja destaques internacionais
O projeto teve como ponto de partida as comemorações ao centenário de nascimento de Noel Rosa, em 2010. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em São Paulo, promoveu uma série de eventos para homenagear o compositor, entre elas um show do Paulo Miklos. “Em vez de apenas criar uns arranjos diferentes, quis fazer um mergulho no samba de raiz e juntar os bambas em um show. Como intérprete, já sou o elemento inusitado, não preciso fazer nada além disso”, brinca.
Para ajudá-lo, convidou o Quinteto em Branco e Preto, cujos integrantes conheceu nas filmagens de “É Proibido Fumar” (2009), que Miklos estrela junto a Glória Pires. Em seguida, foi a vez de Alex Miranda ser convidado para fazer parte da produção. “Eu já havia trabalhado com o diretor em ‘Comercial’, um retrato da propaganda brasileira. E o quinteto é genial porque é um samba vivo, uma geração de sambista fantástica de São Paulo”.
Além dos bastidores dos ensaios e dos shows, que contaram com a participação especial da cantora Malu Magalhães, o documentário ainda leva às telas um pouco da biografia do compositor carioca. Conta sua importância como autor a partir de depoimentos de Osvaldinho da Cuíca, Fabiana Cozza, Thobias da Vai-Vai e do rapper Rappin’ Hood.
Durante o projeto, Alex Miranda diz ter aprendido muito. “Tenho uma profunda admiração por esse ícone, que morreu aos 27 anos com mais de 200 sucessos absolutos na rádio. Um hit por semana. Ele teve essa pegada underground de sair de uma família classe média alta, de médicos, para ir pro morro de Vila Isabel, cantar samba no boteco. Um rockstar do samba”, acredita.
Em “A Alma Roqueira de Noel”, Paulo Miklos quer imprimir sua maneira de contar uma história e a própria identificação com o sambista.“Eu montei um set list com músicas que falavam a meu respeito, que é o que deve acontecer quando a música é boa. Ela fala sobre todos nós”.
“Noel para mim é um cara jovem talentosíssimo, com uma filosofia muito parecida com a do rock, que é a arte acima da vida. Navegar é preciso, viver não”, afirma Miklos. Segundo ele, a comparação entre o estilo de vida do sambista e de muitos astros baseia-se num extenso legado, que se torna um marco na música, e pela intensidade de histórias interrompidas por mortes prematuras.
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O projeto teve como ponto de partida as comemorações ao centenário de nascimento de Noel Rosa, em 2010. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em São Paulo, promoveu uma série de eventos para homenagear o compositor, entre elas um show do Paulo Miklos. “Em vez de apenas criar uns arranjos diferentes, quis fazer um mergulho no samba de raiz e juntar os bambas em um show. Como intérprete, já sou o elemento inusitado, não preciso fazer nada além disso”, brinca.
Para ajudá-lo, convidou o Quinteto em Branco e Preto, cujos integrantes conheceu nas filmagens de “É Proibido Fumar” (2009), que Miklos estrela junto a Glória Pires. Em seguida, foi a vez de Alex Miranda ser convidado para fazer parte da produção. “Eu já havia trabalhado com o diretor em ‘Comercial’, um retrato da propaganda brasileira. E o quinteto é genial porque é um samba vivo, uma geração de sambista fantástica de São Paulo”.
Além dos bastidores dos ensaios e dos shows, que contaram com a participação especial da cantora Malu Magalhães, o documentário ainda leva às telas um pouco da biografia do compositor carioca. Conta sua importância como autor a partir de depoimentos de Osvaldinho da Cuíca, Fabiana Cozza, Thobias da Vai-Vai e do rapper Rappin’ Hood.
Durante o projeto, Alex Miranda diz ter aprendido muito. “Tenho uma profunda admiração por esse ícone, que morreu aos 27 anos com mais de 200 sucessos absolutos na rádio. Um hit por semana. Ele teve essa pegada underground de sair de uma família classe média alta, de médicos, para ir pro morro de Vila Isabel, cantar samba no boteco. Um rockstar do samba”, acredita.
Em “A Alma Roqueira de Noel”, Paulo Miklos quer imprimir sua maneira de contar uma história e a própria identificação com o sambista.“Eu montei um set list com músicas que falavam a meu respeito, que é o que deve acontecer quando a música é boa. Ela fala sobre todos nós”.
28/10/11 - Salma Hayek é uma gata sem garras e sem lei em Gato de Botas
LOS ANGELES (Reuters) - Salma Hayek já foi muitas coisas: estrela de cinema, diretora, produtora, esposa e mãe. Nesta sexta-feira (28), ela soma os atributos "sem garras e sem lei" à lista, fazendo o papel da feroz heroína Kitty Softpaws no novo desenho animado "Gato de Botas".
O filme é estrelado por Antonio Banderas como o Gato de Botas, com voz sexy e capacidade de lançar olhares tristes, apresentado inicialmente em "Shrek 2", de 2004.
Neste filme, o Gato de Botas se une a Kitty Softpaws, uma ladra felina que teve suas garras cortadas, e Humpty Dumpty (Zach Galifiankis) para frustrar os esforços malvados de Jack e Jill (Billy Bob Thornton e Amy Sedaris), que querem plantar feijões mágicos e roubar um ganso de ouro.
A Reuters conversou com Hayek, de 45 anos, sobre seu primeiro trabalho com animação, sobre Valentina, sua filha de 4 anos com o bilionário francês François-Henri Pinault, e a vida de uma mamãe em Paris.
"Gato de Botas" tem estreia no Brasil prevista para 9 de dezembro.
Reuters - Como foi sua primeira vez fazendo um filme de animação?
Salma Hayek - Foi incrível! Você não precisa levantar duas horas antes das outras pessoas porque é mulher e seu cabelo e maquiagem levam mais tempo. Não precisa pensar no que vestir. Não precisa ficar bonita. Não precisa fazer regime. É só ir lá e fazer o trabalho. Foi uma libertação!
TRECHO DE "GATO DE BOTAS"
Reuters - Você criou uma voz específica para o papel?
Hayek - Não. Eu pretendia usar minha própria voz, porque meu sotaque já é um pouco como um filme de animação!
Reuters - Geralmente nos filmes de animação cada pessoa grava sua voz separadamente, mas você e Antonio trabalharam juntos. Por quê?
Hayek - Para que, quando Antonio improvisasse alguma coisa, eu pudesse me defender! E qualquer comentário que eu fizesse ele pudesse rebater. É uma coisa muito viva.
Reuters - Sua filha deve achar você muito legal.
Hayek - Agora estou com tudo aos olhos dela. Ela está com muito orgulho de mim. Fico quase emotiva quando a vejo pegar a boneca (da gata), e quando qualquer pessoa chega em casa ela diz "esta é minha mãe. Minha mãe fez esta personagem, Kitty Softpaws, ela é a voz dela e é demais!".
Reuters - Então sua filha já entende os truques do cinema?
Hayek - Agora ela entende, mas antes não entendia e era um pouco como explicar sobre o Papai Noel. Quando ela tinha 2 anos, queria conhecer Dora [a Exploradora] e Boots [o macaco amigo dela]. Quando levei até ela Dora e Boots, ela cochichou para mim: "Mãe, esta não é a Dora. Aquele não é o Boots, é um bicho de pelúcia. Mentiram para você."
Reuters - Você não trabalhou muito desde que deu à luz, com exceção do filme "Gente Grande", de Adam Sandler, no ano passado.
Hayek - Sim, e mesmo depois daquele filme passei um ano sem trabalhar. Eu trabalho se algo interessante aparece, mas você fica mais seletiva nas coisas que escolhe fazer porque já está se divertindo tanto, sendo mãe. E eu estava superocupada lançando uma linha de beleza, a Nuance. Foi muito trabalho.
Ver em tamanho maiorGato de Botas (2011)Foto 12 de 16 - Salma Hayek dubla a gata Kitty Softpaws em "O Gato de Botas", dirigido por Chris Miller ("Shrek Terceiro") DivulgaçãoReuters - Mas agora você tem quatro filmes saindo depois de "Gato de Botas".
Hayek - Fiz um filme espanhol ("The Spark of Life"), um francês ("O Americano"), uma comédia com Kevin James ("Here Comes the Boom") e um filme com Oliver Stone, "Savages". Nunca mais quero trabalhar como trabalhei no ano passado!
Reuters - Pensei que você estava simplesmente curtindo a maternidade!
Hayek - Quando terminei os três primeiros filmes, eu disse "agora chega". Mas então Oliver Stone me ofereceu esse papel, do tipo que só aparece uma vez na vida, de rainha dos cartéis de drogas. Como eu poderia ter dito não?
Reuters - Agora você vive em Paris e trabalha no cinema europeu, como em "O Americano". Você tem saudade dos Estados Unidos?
Hayek - Às vezes, sim, mas estou muito feliz em Paris. Meu marido é maravilhoso, e Paris é um bom lugar para minha filha. Quando você cria uma família, passa a sentir que sua casa é onde está sua família.
Reuters - A empresa de seu marido é dona de grifes de luxo como Gucci, Balenciaga e Yves Saint Laurent. Isso quer dizer que você ganha tantas roupas e bolsas de grife quanto quiser?
Hayek - (Ri) Sim, ganho, mas minhas amigas aproveitam isso mais que eu. Elas adoram. Elas brincam comigo, dizendo "como foi que você, a menos fashionista de nós, agarrou aquele homem?" Mas não foi isso o que me atraiu. O que me deixou mais interessada nele foi o fato de ele ter um time de futebol.
Reuters - Valentina demonstra algum jeito para ser atriz? Ou para a moda?
Hayek - Eu queria poder dizer outra coisa, mas ela adora representar, cantar, dançar, se fantasiar, dirigir. Ela entende superbem a dinâmica de um set. Quando estávamos rodando "Here Comes the Boom", algumas vezes o diretor até a deixou dizer "ação!". Ela não ficou sem jeito, levou muito a sério. Ela fica sentada diante do monitor para assistir às tomadas. Ela se interessa muitíssimo.
O filme é estrelado por Antonio Banderas como o Gato de Botas, com voz sexy e capacidade de lançar olhares tristes, apresentado inicialmente em "Shrek 2", de 2004.
Neste filme, o Gato de Botas se une a Kitty Softpaws, uma ladra felina que teve suas garras cortadas, e Humpty Dumpty (Zach Galifiankis) para frustrar os esforços malvados de Jack e Jill (Billy Bob Thornton e Amy Sedaris), que querem plantar feijões mágicos e roubar um ganso de ouro.
A Reuters conversou com Hayek, de 45 anos, sobre seu primeiro trabalho com animação, sobre Valentina, sua filha de 4 anos com o bilionário francês François-Henri Pinault, e a vida de uma mamãe em Paris.
"Gato de Botas" tem estreia no Brasil prevista para 9 de dezembro.
Reuters - Como foi sua primeira vez fazendo um filme de animação?
Salma Hayek - Foi incrível! Você não precisa levantar duas horas antes das outras pessoas porque é mulher e seu cabelo e maquiagem levam mais tempo. Não precisa pensar no que vestir. Não precisa ficar bonita. Não precisa fazer regime. É só ir lá e fazer o trabalho. Foi uma libertação!
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Reuters - Você criou uma voz específica para o papel?
Hayek - Não. Eu pretendia usar minha própria voz, porque meu sotaque já é um pouco como um filme de animação!
Reuters - Geralmente nos filmes de animação cada pessoa grava sua voz separadamente, mas você e Antonio trabalharam juntos. Por quê?
Hayek - Para que, quando Antonio improvisasse alguma coisa, eu pudesse me defender! E qualquer comentário que eu fizesse ele pudesse rebater. É uma coisa muito viva.
Reuters - Sua filha deve achar você muito legal.
Hayek - Agora estou com tudo aos olhos dela. Ela está com muito orgulho de mim. Fico quase emotiva quando a vejo pegar a boneca (da gata), e quando qualquer pessoa chega em casa ela diz "esta é minha mãe. Minha mãe fez esta personagem, Kitty Softpaws, ela é a voz dela e é demais!".
Reuters - Então sua filha já entende os truques do cinema?
Hayek - Agora ela entende, mas antes não entendia e era um pouco como explicar sobre o Papai Noel. Quando ela tinha 2 anos, queria conhecer Dora [a Exploradora] e Boots [o macaco amigo dela]. Quando levei até ela Dora e Boots, ela cochichou para mim: "Mãe, esta não é a Dora. Aquele não é o Boots, é um bicho de pelúcia. Mentiram para você."
Reuters - Você não trabalhou muito desde que deu à luz, com exceção do filme "Gente Grande", de Adam Sandler, no ano passado.
Hayek - Sim, e mesmo depois daquele filme passei um ano sem trabalhar. Eu trabalho se algo interessante aparece, mas você fica mais seletiva nas coisas que escolhe fazer porque já está se divertindo tanto, sendo mãe. E eu estava superocupada lançando uma linha de beleza, a Nuance. Foi muito trabalho.
Ver em tamanho maiorGato de Botas (2011)Foto 12 de 16 - Salma Hayek dubla a gata Kitty Softpaws em "O Gato de Botas", dirigido por Chris Miller ("Shrek Terceiro") DivulgaçãoReuters - Mas agora você tem quatro filmes saindo depois de "Gato de Botas".
Hayek - Fiz um filme espanhol ("The Spark of Life"), um francês ("O Americano"), uma comédia com Kevin James ("Here Comes the Boom") e um filme com Oliver Stone, "Savages". Nunca mais quero trabalhar como trabalhei no ano passado!
Reuters - Pensei que você estava simplesmente curtindo a maternidade!
Hayek - Quando terminei os três primeiros filmes, eu disse "agora chega". Mas então Oliver Stone me ofereceu esse papel, do tipo que só aparece uma vez na vida, de rainha dos cartéis de drogas. Como eu poderia ter dito não?
Reuters - Agora você vive em Paris e trabalha no cinema europeu, como em "O Americano". Você tem saudade dos Estados Unidos?
Hayek - Às vezes, sim, mas estou muito feliz em Paris. Meu marido é maravilhoso, e Paris é um bom lugar para minha filha. Quando você cria uma família, passa a sentir que sua casa é onde está sua família.
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Hayek - (Ri) Sim, ganho, mas minhas amigas aproveitam isso mais que eu. Elas adoram. Elas brincam comigo, dizendo "como foi que você, a menos fashionista de nós, agarrou aquele homem?" Mas não foi isso o que me atraiu. O que me deixou mais interessada nele foi o fato de ele ter um time de futebol.
Reuters - Valentina demonstra algum jeito para ser atriz? Ou para a moda?
Hayek - Eu queria poder dizer outra coisa, mas ela adora representar, cantar, dançar, se fantasiar, dirigir. Ela entende superbem a dinâmica de um set. Quando estávamos rodando "Here Comes the Boom", algumas vezes o diretor até a deixou dizer "ação!". Ela não ficou sem jeito, levou muito a sério. Ela fica sentada diante do monitor para assistir às tomadas. Ela se interessa muitíssimo.
28/10/11 - O que se vai descobrir sobre o Cakoff é a incrível herança que ele carrega, diz Atom Egoyan sobre o filme coletivo Mundo Invisível
Mesmo sem nunca ter vindo antes a São Paulo nem à Mostra de São Paulo – para a qual assinou a arte dos cartazes da edição de 2003 –, o cineasta canadense Atom Egoyan era um velho conhecido do diretor do evento, Leon Cakoff. Sua obra, desde “Speaking Parts” (1989), passou a ser conhecida no Brasil a partir do festival. Mas foram as raízes armênias, comuns a ambos, que tornaram Egoyan a escolha natural para dirigir um segmento do filme coletivo “Mundo Invisível”, produzido pela Mostra, que conta a história da família de Cakoff, cujo nome de batismo era Leon Chadarevian.
LEIA MAIS
Página especial da Mostra de São Paulo 2011
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Veja destaques internacionais
"Homenagem a Leon é fazer a Mostra"
Leon Cakoff foi figurante de Fellini
Conhecido no Brasil por filmes como “O Doce Amanhã” (1997) – que teve duas indicações ao Oscar, inclusive de direção – “Ararat” (2002) e o recente “O Preço da Traição” (2009), Egoyan, que é jurado da Mostra e liderou uma concorrida aula magna nesta semana na Faap, detalha em entrevista ao UOL Cinema uma parte desta desconhecida biografia do diretor da Mostra. E conta também suas impressões sobre São Paulo e seus futuros projetos no cinema e na ópera.
UOL - Há quanto tempo você conhecia Leon Cakoff ?
Atom Egoyan - Há muitos, muitos anos. Nossos caminhos se cruzaram em festivais, em Cannes. Ele me convidou muitas vezes para vir aqui, mas nunca pude. Como estou sempre filmando em outubro, novembro, nunca podia. Neste ano, fiz uma promessa de vir. Sabia que ele estava doente, mas ele estava tão otimista de que melhoraria que a morte dele foi um choque para mim.
UOL - E seu trabalho com ele no filme “Mundo Invisível”. No filme, você conta a história da família dele ?
Egoyan - Sim. É uma história muito tocante e acho que ele teve conflitos com ela. No momento em que conheci Leon, ele fez questão de afirmar que era armênio. Nós também compartilhávamos algo muito forte, por sermos muito assimilados nos nossos respectivos países, ele como brasileiro, eu como canadense [Cakoff nasceu na Síria, Egoyan, no Egito]. É algo que é muito próximo e muito distante, ao mesmo tempo. Trata-se da história do seu avô, o pai de sua mãe – que era uma sobrevivente do genocídio armênio de 1915. Leon tinha feito uma promessa a sua mãe que sempre voltaria à Armênia. Então, meu filme trata das duas viagens que ele fez ao país.
UOL - Quando foram essas viagens?
Egoyan - A primeira foi nos anos 1980, quando ele fez fotografias extraordinárias durante protestos que ocorriam por lá naquela época. Foi o primeiro ocidental a trazer para fora estas imagens sobre o que estava realmente acontecendo, quando o país ainda fazia parte da União Soviética. A outra parte do filme é sobre um estranho personagem que ele fez questão de interpretar, quase um personagem absurdo, numa praça, de óculos escuros, com uma placa na mão, perguntando se sabiam onde estava o seu avô. É muito teatral e inusitado. E ele insistiu em interpretá-lo desta maneira.
UOL - Talvez este seja um lado de Leon que nunca vimos.
Egoyan - Acho que sim, mas vocês vão descobrir outras coisas. Fizemos um outro curta-metragem no qual ele improvisou. Estou editando este material agora. Talvez o apresente no ano que vem.
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UOL - Há quanto tempo você conhecia Leon Cakoff ?
Atom Egoyan - Há muitos, muitos anos. Nossos caminhos se cruzaram em festivais, em Cannes. Ele me convidou muitas vezes para vir aqui, mas nunca pude. Como estou sempre filmando em outubro, novembro, nunca podia. Neste ano, fiz uma promessa de vir. Sabia que ele estava doente, mas ele estava tão otimista de que melhoraria que a morte dele foi um choque para mim.
UOL - E seu trabalho com ele no filme “Mundo Invisível”. No filme, você conta a história da família dele ?
Egoyan - Sim. É uma história muito tocante e acho que ele teve conflitos com ela. No momento em que conheci Leon, ele fez questão de afirmar que era armênio. Nós também compartilhávamos algo muito forte, por sermos muito assimilados nos nossos respectivos países, ele como brasileiro, eu como canadense [Cakoff nasceu na Síria, Egoyan, no Egito]. É algo que é muito próximo e muito distante, ao mesmo tempo. Trata-se da história do seu avô, o pai de sua mãe – que era uma sobrevivente do genocídio armênio de 1915. Leon tinha feito uma promessa a sua mãe que sempre voltaria à Armênia. Então, meu filme trata das duas viagens que ele fez ao país.
UOL - Quando foram essas viagens?
Egoyan - A primeira foi nos anos 1980, quando ele fez fotografias extraordinárias durante protestos que ocorriam por lá naquela época. Foi o primeiro ocidental a trazer para fora estas imagens sobre o que estava realmente acontecendo, quando o país ainda fazia parte da União Soviética. A outra parte do filme é sobre um estranho personagem que ele fez questão de interpretar, quase um personagem absurdo, numa praça, de óculos escuros, com uma placa na mão, perguntando se sabiam onde estava o seu avô. É muito teatral e inusitado. E ele insistiu em interpretá-lo desta maneira.
UOL - Talvez este seja um lado de Leon que nunca vimos.
Egoyan - Acho que sim, mas vocês vão descobrir outras coisas. Fizemos um outro curta-metragem no qual ele improvisou. Estou editando este material agora. Talvez o apresente no ano que vem.
28/10/11 - Will Smith está exigindo 50 milhões de dólares para continuação de Independence Day
Will Smith (43), que interpretou o Capitão Stephen Hiller na primeira edição do filme Independence Day, está disposto a participar dos dois filmes de continuação do longa, porém, está exigindo o valor de 50 milhões de dólares, além de pedir que sua esposa, Jada Pinkett Smith (40), e a filha Willow (10) também integrem o elenco.
"É complicado porque Smith quer escolher onde e como filmar. E ainda quer estar perto de casa”, revelou uma fonte ao site internacional NYMag. "Ele também falou que está querendo Jada e talvez Willow no filme”, acrescentou.
O cineasta alemão Roland Emmerich (55) vai dirigir a continuação e o estúdio Fox está interessado em ter os scripts entregues em breve. Mas se Will decidir não participar, a Fox deve romper com as negociações. Até o momento, pouco se sabe sobre o roteiro dos dois filmes. “Eles querem a história direito e que Smith assine logo”, completou
"É complicado porque Smith quer escolher onde e como filmar. E ainda quer estar perto de casa”, revelou uma fonte ao site internacional NYMag. "Ele também falou que está querendo Jada e talvez Willow no filme”, acrescentou.
O cineasta alemão Roland Emmerich (55) vai dirigir a continuação e o estúdio Fox está interessado em ter os scripts entregues em breve. Mas se Will decidir não participar, a Fox deve romper com as negociações. Até o momento, pouco se sabe sobre o roteiro dos dois filmes. “Eles querem a história direito e que Smith assine logo”, completou
24/10/11 - A Torre Negra corta custos e está mais perto de acontecer
O produtor Brian Grazer deu uma entrevista ao The Playlist, em que afirma que A Torre Negra (The Dark Tower) megaprojeto baseado nos livros de Stephen King, que envolve três filmes e uma série de TV, continua em produção.
“Nós encontramos uma maneira de cortar 45 milhões de dólares do orçamento do primeiro filme sem mudar o escopo e dando a ele um ótimo final. Na primeira versão, de 140 milhões, o final não era tão satisfatório. Agora tiramos quase 50 milhões do caminho e temos um final melhor. O filme vai acontecer”, comentou o produtor.
Recentemente, Grazer disse que a produção busca financiamento independente, para depois distribuir os filmes e as séries por meio de um grande estúdio. Javier Bardem continua contratado para fazer o pistoleiro Roland Deschain e Ron Howard se concentra em Rush. Isso significa que A Torre Negra, se tudo der certo, só voltará a ser produzido depois de junho de 2012.
Leia o nossa crítica de A Torre Negra
Leia mais sobre A Torre Negra
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Maikon (24/10/2011 11:41:42) 43★ 0 Isso é que é um otimista... "Olha só pessoal, tiramos 45 milhões do filme e ele ficou MUITO MELHOR!!!"
Ahm... E se usasse esse "final melhor" e os 45 milhões?
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24/10/11 - Eric Bana interpretará Elvis Presley na estreia de Cary Elwes na direção
Eric Bana e Danny Huston vão interpretar, respectivamente, Elvis Presley e Richard Nixon no filme "Elvis & Nixon", do estreante como diretor, Cary Elwes. A informação é do site da revista Variety.
O filme é baseado em uma reunião entre Elvis e Nixon, quando o cantor pediu para ser um agente federal da comissão de luta contra as drogas. Na ocasião, os dois se encontraram na Casa Branca, em Washington, e o cantor levou uma pistola de presente para o presidente.
Bana, além de estrelar, será o produtor executivo do filme. Cary Elweys, estrela de "A Princesa Prometida", estreará na direção com este longa.
O filme é baseado em uma reunião entre Elvis e Nixon, quando o cantor pediu para ser um agente federal da comissão de luta contra as drogas. Na ocasião, os dois se encontraram na Casa Branca, em Washington, e o cantor levou uma pistola de presente para o presidente.
Bana, além de estrelar, será o produtor executivo do filme. Cary Elweys, estrela de "A Princesa Prometida", estreará na direção com este longa.
24/10/11 - Adaptação para o cinema de Magic Tree House estreia no Japão
TÓQUIO (Reuters) - Os livros da série "Magic Tree House" têm levado milhões de leitores em aventuras para todos os lugares, do antigo Egito ao Japão feudal. Agora, a série infantil de viagem no tempo está embarcando em um novo destino: o cinema.
A adaptação japonesa da animação, que estreou no Festival de Cinema Internacional de Tóquio, chega ao cinema cerca de duas décadas depois que a autora Mary Pope Osborne estava passando por uma velha casa na árvore e teve a ideia para a série que já vendeu quase 100 milhões de livros em todo o mundo.
Mary havia sido contra a venda dos direitos de adaptação dos livros, conhecidos por seu valor no ensino de leitura, história e geografia, porque ela queria manter as histórias na imaginação das crianças.
Mas ficou impressionada com a visão dos cineastas japoneses, que visitaram Mary e seu marido nos Estados Unidos para mostrar o roteiro e as ilustrações para o filme, e se sentiu confiante de que eles fariam um bom filme.
"Nós achamos que eles capturaram totalmente o espírito do irmão e da irmã na história", disse Mary à Reuters na estreia de "Magic Tree House" no domingo, segundo dia do festival.
"O coração da história estava tão intacto que, para mim, foi simplesmente perfeito nesse sentido".
O filme, produzido pela Media Factory e previsto para ser lançado no Japão em janeiro, acompanha Jack e sua irmã mais nova, Annie, que descobrem uma casa de árvore cheia de livros de ficção em Frog Creek, na Pensilvânia. Nos primeiros livros, Jack tem oito anos de idade e Annie, sete.
Quando Jack aponta para uma figura no livro sobre dinossauros e os irmãos são subitamente transportados para tempos pré-históricos, eles percebem que a casa da árvore é mágica e pode levá-los a qualquer tempo e lugar na história.
Na semana passada, Mary visitou escolas no Japão, nas áreas atingidas pelo tsunami, e disse que ficou emocionada com a força das crianças, que segundo ela tinham as mesmas qualidades heróicas de Jack e Annie.
Mary já escreveu cerca de 100 livros ao longo de 30 anos de carreira e não mostra sinais de que pretende parar. Ela está trabalhando em mais um livro da série "Magic Tree House" que se passa em uma reserva de pandas, tendo como pano de fundo o terremoto de 2008 na China.
A adaptação japonesa da animação, que estreou no Festival de Cinema Internacional de Tóquio, chega ao cinema cerca de duas décadas depois que a autora Mary Pope Osborne estava passando por uma velha casa na árvore e teve a ideia para a série que já vendeu quase 100 milhões de livros em todo o mundo.
Mary havia sido contra a venda dos direitos de adaptação dos livros, conhecidos por seu valor no ensino de leitura, história e geografia, porque ela queria manter as histórias na imaginação das crianças.
Mas ficou impressionada com a visão dos cineastas japoneses, que visitaram Mary e seu marido nos Estados Unidos para mostrar o roteiro e as ilustrações para o filme, e se sentiu confiante de que eles fariam um bom filme.
"Nós achamos que eles capturaram totalmente o espírito do irmão e da irmã na história", disse Mary à Reuters na estreia de "Magic Tree House" no domingo, segundo dia do festival.
"O coração da história estava tão intacto que, para mim, foi simplesmente perfeito nesse sentido".
O filme, produzido pela Media Factory e previsto para ser lançado no Japão em janeiro, acompanha Jack e sua irmã mais nova, Annie, que descobrem uma casa de árvore cheia de livros de ficção em Frog Creek, na Pensilvânia. Nos primeiros livros, Jack tem oito anos de idade e Annie, sete.
Quando Jack aponta para uma figura no livro sobre dinossauros e os irmãos são subitamente transportados para tempos pré-históricos, eles percebem que a casa da árvore é mágica e pode levá-los a qualquer tempo e lugar na história.
Na semana passada, Mary visitou escolas no Japão, nas áreas atingidas pelo tsunami, e disse que ficou emocionada com a força das crianças, que segundo ela tinham as mesmas qualidades heróicas de Jack e Annie.
Mary já escreveu cerca de 100 livros ao longo de 30 anos de carreira e não mostra sinais de que pretende parar. Ela está trabalhando em mais um livro da série "Magic Tree House" que se passa em uma reserva de pandas, tendo como pano de fundo o terremoto de 2008 na China.
20/10/11 - Imortais | Muita pose em mais nove imagens do épico grego
O épico grego Imortais (Immortals) ganhou mais nove imagens, cheias de pose. Veja na galeria, ao lado.
Immortals se passa em uma Grécia devastada por conflitos. O guerreiro Teseu (Henry Cavill) lidera seus homens, aliados aos deuses do Olimpo e a uma sacerdotisa do oráculo (Freida Pinto), contra demônios e Titãs para impedir a erupção de uma guerra.
Tarsem Singh (A Cela) dirige. O filme é um projeto da Relativity Media e tem supervisão dos mesmos produtores de 300, Gianni Nunnari e Mark Canton.
Imortais estreia no Brasil em 23 de dezembro.
Immortals se passa em uma Grécia devastada por conflitos. O guerreiro Teseu (Henry Cavill) lidera seus homens, aliados aos deuses do Olimpo e a uma sacerdotisa do oráculo (Freida Pinto), contra demônios e Titãs para impedir a erupção de uma guerra.
Tarsem Singh (A Cela) dirige. O filme é um projeto da Relativity Media e tem supervisão dos mesmos produtores de 300, Gianni Nunnari e Mark Canton.
Imortais estreia no Brasil em 23 de dezembro.
20/10/11 - Festival de cinema de Tóquio espera animar Japão após desastres
TÓQUIO (Reuters) - O 24 Festival Internacional de Cinema de Tóquio começa neste sábado com uma programação diversificada de filmes de arte e comerciais, mas é possível que o maior tema no evento anual seja o esforço do Japão, na vida real, para recuperar-se do maciço terremoto e tsunami de março.
Os organizadores chegaram a questionar a realização do festival, que irá de 22 a 30 de outubro, depois de a tragédia devastadora mergulhar o país em um período de "jishuku", ou restrições, que resultou no cancelamento de vários eventos. Além disso, a crise da usina nuclear de Fukushima afastou muitos turistas estrangeiros.
Mas os organizadores decidiram seguir adiante com o festival para enviar ao mundo uma mensagem sobre a força japonesa, disse o presidente do evento, Tom Yoda, em entrevista à Reuters.
"Tivemos dificuldade em fazer as pessoas entenderem que é seguro vir a Tóquio, mas acho que superamos esse problema", disse ele.
Na verdade, os mil filmes de 76 países enviados para consideração foram 17 por cento mais que os de 2011, e as participações no TIFFCOM, o mercado de conteúdo que acontece simultaneamente com o festival principal, aumentaram 10 por cento, com todos os estandes vendidos.
"Os Três Mosqueteiros", aventura em 3D de Paul W.S. Anderson, e o drama histórico "1911", de Jackie Chan, vão inaugurar o festival; Chan, Anderson e Milla Jovovich, estrela de "Mosqueteiros", vão percorrer o tapete verde, de temática ecológica, no Roppongi Hills, no centro de Tóquio.
O festival vai incluir um dia de sessões de cinema em Sendai, cidade na região costeira mais atingida pelo tsunami, e exibir filmes rodados após o desastre, como "Tokyo Drifter" e "Women on the Edge".
Na competição principal, 15 filmes vão disputar o prêmio Sakura, que vale 50 mil dólares. O festival será encerrado com a exibição do drama sobre beisebol "Moneyball", com Brad Pitt.
Antigamente o festival exibia mais filmes de arte, mas nos últimos anos vem tentando incluir mais trabalhos para o grande público e com boas perspectivas comerciais, especialmente em sua abertura e encerramento, num esforço para agradar ao público mais jovem, disse Yoda, que é também o CEO da empresa japonesa de cinema Gaga.
Mas ele reconheceu que o fato de o festival de Tóquio acontecer no final do circuito anual de festivais faz com que seja mais difícil competir, depois de eventos pesos pesados como Veneza e Toronto, em setembro, já terem atraído os cineastas que querem divulgar seus trabalhos antes da temporada anual de premiações.
Outro problema é o festival de cinema sul-coreano Busan, que acontece no início de outubro e vem se tornando um dos lugares que mais atraem cineastas asiáticos, tendo sem dúvida roubado algumas das atenções de Tóquio.
Veja também 0 0 ou4cinemanoneTamanho da letralabelstrueFestival de cinema de Tóquio espera animar Japão após desastres20/10/2011UOL Cinema - ReutersfalseUOL Cinema1@UOLCinema #UOL
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Os organizadores chegaram a questionar a realização do festival, que irá de 22 a 30 de outubro, depois de a tragédia devastadora mergulhar o país em um período de "jishuku", ou restrições, que resultou no cancelamento de vários eventos. Além disso, a crise da usina nuclear de Fukushima afastou muitos turistas estrangeiros.
Mas os organizadores decidiram seguir adiante com o festival para enviar ao mundo uma mensagem sobre a força japonesa, disse o presidente do evento, Tom Yoda, em entrevista à Reuters.
"Tivemos dificuldade em fazer as pessoas entenderem que é seguro vir a Tóquio, mas acho que superamos esse problema", disse ele.
Na verdade, os mil filmes de 76 países enviados para consideração foram 17 por cento mais que os de 2011, e as participações no TIFFCOM, o mercado de conteúdo que acontece simultaneamente com o festival principal, aumentaram 10 por cento, com todos os estandes vendidos.
"Os Três Mosqueteiros", aventura em 3D de Paul W.S. Anderson, e o drama histórico "1911", de Jackie Chan, vão inaugurar o festival; Chan, Anderson e Milla Jovovich, estrela de "Mosqueteiros", vão percorrer o tapete verde, de temática ecológica, no Roppongi Hills, no centro de Tóquio.
O festival vai incluir um dia de sessões de cinema em Sendai, cidade na região costeira mais atingida pelo tsunami, e exibir filmes rodados após o desastre, como "Tokyo Drifter" e "Women on the Edge".
Na competição principal, 15 filmes vão disputar o prêmio Sakura, que vale 50 mil dólares. O festival será encerrado com a exibição do drama sobre beisebol "Moneyball", com Brad Pitt.
Antigamente o festival exibia mais filmes de arte, mas nos últimos anos vem tentando incluir mais trabalhos para o grande público e com boas perspectivas comerciais, especialmente em sua abertura e encerramento, num esforço para agradar ao público mais jovem, disse Yoda, que é também o CEO da empresa japonesa de cinema Gaga.
Mas ele reconheceu que o fato de o festival de Tóquio acontecer no final do circuito anual de festivais faz com que seja mais difícil competir, depois de eventos pesos pesados como Veneza e Toronto, em setembro, já terem atraído os cineastas que querem divulgar seus trabalhos antes da temporada anual de premiações.
Outro problema é o festival de cinema sul-coreano Busan, que acontece no início de outubro e vem se tornando um dos lugares que mais atraem cineastas asiáticos, tendo sem dúvida roubado algumas das atenções de Tóquio.
Veja também 0 0 ou4cinemanoneTamanho da letralabelstrueFestival de cinema de Tóquio espera animar Japão após desastres20/10/2011UOL Cinema - ReutersfalseUOL Cinema1@UOLCinema #UOL
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20/10/11 - Jupiter Ascending vai marcar a volta dos irmãos Wachowski ao sci-fi de ação
Jupiter Ascending vai marcar a volta dos irmãos Wachowski ao sci-fi de ação
Filmagem pode começar já em março ou abril
Marcelo Hessel
20 de Outubro de 2011 16
--------------------------------------------------------------------------------
Lana e Andy Wachowski
As filmagens de Cloud Atlas já começaram, e os irmãos Andy e Lana Wachowski têm um próximo projeto engatilhado: um retorno à ficção científica e à ação, com Jupiter Ascending. A filmagem pode começar entre março e abril de 2012.
A premissa - uma ideia original escrita pelos irmãos - está sendo mantida em sigilo. Segundo o Deadline, a Warner Bros. atualmente procura um ator de ponta para protagonizar o longa-metragem.
Mais informações devem sair em breve. Se Jupiter Ascending receber o sinal verde, Cobalt Neural 9, o projeto do controverso filme de guerra gay futurista dos irmãos, deve ser adiado mais uma vez.
Filmagem pode começar já em março ou abril
Marcelo Hessel
20 de Outubro de 2011 16
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Lana e Andy Wachowski
As filmagens de Cloud Atlas já começaram, e os irmãos Andy e Lana Wachowski têm um próximo projeto engatilhado: um retorno à ficção científica e à ação, com Jupiter Ascending. A filmagem pode começar entre março e abril de 2012.
A premissa - uma ideia original escrita pelos irmãos - está sendo mantida em sigilo. Segundo o Deadline, a Warner Bros. atualmente procura um ator de ponta para protagonizar o longa-metragem.
Mais informações devem sair em breve. Se Jupiter Ascending receber o sinal verde, Cobalt Neural 9, o projeto do controverso filme de guerra gay futurista dos irmãos, deve ser adiado mais uma vez.
13/10/11 - Corrida de Ouro 2011- Os primeiros favoritos de um ano sem favoritos
Meados de outubro: dois meses para o anúncio dos indicados aos Globos de Ouro, três para sabermos os indicados ao Oscar. Ano passado, a esta altura, Inception-A Origem já tinha maravilhado plateias e críticos, e A Rede Social já tinha deixado bem claro que entrava na briga para disputar com tudo. Este ano, sento-me a uma mesa de jantar com alguns colegas votantes e o papo é o mesmo: “Mas que ano, hein? O que tem para a gente escolher?”
Tudo pelo Poder
Ter, tem, mas, até agora, nada que arrebate, que apaixone, que leve a discussões, campanhas furtivas, argumentos e contra-argumentos. Meus filmes mais queridos, até agora – Planeta dos Macacos-A Origem e Drive – não tem chance de ganhar nem um boa noite (embora o filme de Nicholas Winding Refn tenha um contigente passional dentro dos votantes dos Globos… mas me parece um contingente pequeno…) Árvore da Vida, que é lindo e exasperante em doses iguais, pode, igualmente, cativar e alienar número igual de votantes. Tudo pelo Poder é uma opção, assim como – para representantes de países onde há beisebol – Moneyball. O Artista deixou muitos colegas intrigados – “com certeza vimos um dos filmes mais originais dos últimos tempos “ – mas isso não significa, necessariamente, favoritismo.
Meia noite em Paris
Entre as comédias, Missão Madrinha de Casamento e Meia Noite em Paris estão na pole, e meu favorito, Amor a Toda Prova, é outra possibilidade bastante real, assim como outro querido meu, Beginners (no caso de ser considerado comédia…).
Enfim, este pode ser o ano em que se premia não o completamente excepcional, mas o melhor dentro de uma safra nada espetacular. Tem anos assim. Pode ser um momento bom para filmes como Harry Potter e as Relíquias da Morte –parte II. O gênero fantástico parece ter mais chances no derradeiro episódio de uma franquia, e o ano bamboleante pode abrir uma brecha, especialmente nos Oscars.
Estou falando, é claro, de filmes que já foram vistos, e de possibilidades pelo ângulo de quem tem que escolher indicados. Listas de favoritos feitas por gente que não tem que votar, incluindo filmes que ninguém viu, estão dando sopa na internet.
Mia Wasikowska em Jane Eyre
As categorias dramáticas, por outro lado, vão dar congestionamento. Considerando, mais uma vez, apenas o que já foi visto, podem incluir no páreo, entre atrizes/atores principais: Glenn Close (Albert Nobbs), Michelle Williams (My Week With Marilyn), Emma Stone e Viola Davis (Histórias Cruzadas), Carey Mulligan (Drive), Mia Wasikowska (Jane Eyre), Jodie Foster e Kate Winslet (Carnage), Kristen Wiig (Missão Madrinha de Casamento), Julianne Moore (Amor a Toda Prova), Elizabeth Olsen (Martha Marcy May Marlene); Ryan Gosling (Drive e Tudo Pelo Poder), Brad Pitt (Moneyball), George Clooney (The Descendants), Jean Dujardin (O Artista), Ewan McGregor (Beginners), Steve Carell (Amor a Toda Prova), Michael Shannon (Take Shelter), Michael Fassbender (Shame), Paul Giamatti (Win Win), Christoph Waltz e John C.Reilly (Carnage).
Coadjuvantes? Fartura, também: Janet McTeer (Albert Nobbs), Octavia Spencer (Histórias Cruzadas), Melissa McCarthy (Missão Madrinha de Casamento), Berenice Bejo (O Artista), Evan Rachel Wood (Tudo pelo Poder), George Clooney (Tudo Pelo Poder), Albert Brooks (Drive), Christopher Plummer (Beginners), Ryan Gosling (Amor a Toda Prova).
E isso, repito, levando em conta apenas os títulos que já foram exibidos “para sua consideração”.
Ainda vem por aí J. Edgar, Hugo, O Espião Que Sabia Demais, War Horse e Os Homens que Não Amavam as Mulheres.
E, é claro supresas de última hora sempre são possíveis. Aliás, este ano serão mais que bem vindas, e podem dar sabor de real competição a uma disputa que cada vez mais está ficando previsível.
Tudo pelo Poder
Ter, tem, mas, até agora, nada que arrebate, que apaixone, que leve a discussões, campanhas furtivas, argumentos e contra-argumentos. Meus filmes mais queridos, até agora – Planeta dos Macacos-A Origem e Drive – não tem chance de ganhar nem um boa noite (embora o filme de Nicholas Winding Refn tenha um contigente passional dentro dos votantes dos Globos… mas me parece um contingente pequeno…) Árvore da Vida, que é lindo e exasperante em doses iguais, pode, igualmente, cativar e alienar número igual de votantes. Tudo pelo Poder é uma opção, assim como – para representantes de países onde há beisebol – Moneyball. O Artista deixou muitos colegas intrigados – “com certeza vimos um dos filmes mais originais dos últimos tempos “ – mas isso não significa, necessariamente, favoritismo.
Meia noite em Paris
Entre as comédias, Missão Madrinha de Casamento e Meia Noite em Paris estão na pole, e meu favorito, Amor a Toda Prova, é outra possibilidade bastante real, assim como outro querido meu, Beginners (no caso de ser considerado comédia…).
Enfim, este pode ser o ano em que se premia não o completamente excepcional, mas o melhor dentro de uma safra nada espetacular. Tem anos assim. Pode ser um momento bom para filmes como Harry Potter e as Relíquias da Morte –parte II. O gênero fantástico parece ter mais chances no derradeiro episódio de uma franquia, e o ano bamboleante pode abrir uma brecha, especialmente nos Oscars.
Estou falando, é claro, de filmes que já foram vistos, e de possibilidades pelo ângulo de quem tem que escolher indicados. Listas de favoritos feitas por gente que não tem que votar, incluindo filmes que ninguém viu, estão dando sopa na internet.
Mia Wasikowska em Jane Eyre
As categorias dramáticas, por outro lado, vão dar congestionamento. Considerando, mais uma vez, apenas o que já foi visto, podem incluir no páreo, entre atrizes/atores principais: Glenn Close (Albert Nobbs), Michelle Williams (My Week With Marilyn), Emma Stone e Viola Davis (Histórias Cruzadas), Carey Mulligan (Drive), Mia Wasikowska (Jane Eyre), Jodie Foster e Kate Winslet (Carnage), Kristen Wiig (Missão Madrinha de Casamento), Julianne Moore (Amor a Toda Prova), Elizabeth Olsen (Martha Marcy May Marlene); Ryan Gosling (Drive e Tudo Pelo Poder), Brad Pitt (Moneyball), George Clooney (The Descendants), Jean Dujardin (O Artista), Ewan McGregor (Beginners), Steve Carell (Amor a Toda Prova), Michael Shannon (Take Shelter), Michael Fassbender (Shame), Paul Giamatti (Win Win), Christoph Waltz e John C.Reilly (Carnage).
Coadjuvantes? Fartura, também: Janet McTeer (Albert Nobbs), Octavia Spencer (Histórias Cruzadas), Melissa McCarthy (Missão Madrinha de Casamento), Berenice Bejo (O Artista), Evan Rachel Wood (Tudo pelo Poder), George Clooney (Tudo Pelo Poder), Albert Brooks (Drive), Christopher Plummer (Beginners), Ryan Gosling (Amor a Toda Prova).
E isso, repito, levando em conta apenas os títulos que já foram exibidos “para sua consideração”.
Ainda vem por aí J. Edgar, Hugo, O Espião Que Sabia Demais, War Horse e Os Homens que Não Amavam as Mulheres.
E, é claro supresas de última hora sempre são possíveis. Aliás, este ano serão mais que bem vindas, e podem dar sabor de real competição a uma disputa que cada vez mais está ficando previsível.
13/10/11 - Oscar 2012 | Conheça os 63 candidatos a Melhor Filme Estrangeiro
Conheça abaixo os 63 candidatos às cinco vagas para concorrer ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2012. Os inscritos acabam de ser oficializados pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.
•África do Sul, "Beauty", Oliver Hermanus
•Albânia, "Amnesty", Bujar Alimani
•Alemanha, "Pina", Wim Wenders
•Argentina, "Aballay", Fernando Spiner
•Áustria, "Breathing", Karl Markovics
•Bélgica, "Bullhead", Michael R. Roskam
•Bósnia e Herzegovina,"Belvedere", Ahmed Imamovic
•Brasil, "Tropa de Elite 2", José Padilha
•Bulgária, "Tilt", Viktor Chouchkov, Jr.
•Canadá, "Monsieur Lazhar", Philippe Falardeau
•Cazaquistão, "Returning to the ‘A,’" Egor Mikhalkov-Konchalovsky
•Chile, "Violeta Went to Heaven", Andrés Wood
•China, "The Flowers of War", Zhang Yimou
•Cingapura, "Tatsumi", Eric Khoo
•Colômbia, "The Colors of the Mountain", Carlos César Arbeláez
•Coreia do Sul, "The Front Line", Jang Hun
•Croácia, "72 Days", Danilo Serbedzija
•Cuba, "Havanastation", Ian Padrón
•Dinamarca, "Superclásico", Ole Christian Madsen
•Egito, "Lust", Khaled el Hagar
•Espanha, "Black Bread", Agusti Villaronga
•Estônia, "Letters to Angel", Sulev Keedus
•Filipinas, "The Woman in the Septic Tank", Marlon N. Rivera
•Finlândia, "Le Havre", Aki Kaurismäki
•França, "Declaration of War", Valérie Donzelli
•Geórgia, "Chantrapas", Otar Iosseliani
•Grécia, "Attenberg", Athina Rachel Tsangari
•Holanda, "Sonny Boy", Maria Peters
•Hong Kong,"A Simple Life", Ann Hui
•Hungria, "The Turin Horse", Béela Tarr
•Islândia, "Volcano", Rúnar Rúnarsson
•Índia, "Abu, Son of Adam", Salim Ahamed
•Indonésia, "Under the Protection of KaBah", Hanny R. Saputra
•Irã, "A Separation", Asghar Farhadi
•Irlanda, "As If I Am Not There", Juanita Wilson
•Israel, "Footnote", Joseph Cedar
•Itália, "Terraferma", Emanuele Crialese
•Japão, "Postcard", Kaneto Shindo
•Líbano, "Where Do We Go Now?" Nadine Labaki
•Lituânia, "Back to Your Arms", Kristijonas Vildziunas
•Macedônia, "Punk Is Not Dead", Vladimir Blazevski
•México, "Miss Bala", Gerardo Naranjo
•Marrocos, "Omar Killed Me", Roschdy Zem
•Nova Zelândia, "The Orator", Tusi Tamasese
•Noruega, "Happy, Happy", Anne Sewitsky
•Peru, "October", Diego Vega and Daniel Vegas
•Polônia, "In Darkness", Agnieszka Holland
•Portugal, "José and Pilar", Miguel Gonçalves Mendes
•Romênia, "Morgen", Marian Crisan
•Reino Unido,"Patagonia", Marc Evans
•República Dominicana,"Love Child", Leticia Tonos
•República Eslovaca, "Gypsy", Martin Sulík
•República Tcheca,"Alois Nebel", Tomás Lunák
•Rússia, "Burnt by the Sun 2: The Citadel", Nikita Mikhalkov
•Sérvia, "Montevideo: Taste of a Dream", Dragan Bjelogrlic
•Suécia, "Beyond", Pernilla August
•Suiça, "Summer Games", Rolando Colla
•Taiwan, "Warriors of the Rainbow: Seediq Bale", Wei Te-sheng
•Tailândia, "Kon Khon", Sarunyu Wongkrachang
•Turquia, "Once upon a Time in Anatolia", Nuri Bilge Ceylan
•Uruguai, "The Silent House", Gustavo Hernández
•Venezuela, "Rumble of the Stones", Alejandro Bellame Palacios
•Vietnã, "The Prince and the Pagoda Boy", Luu Trong Ninh
O Oscar 2012 acontecerá em 26 de fevereiro de 2012, no Kodak Theatre.
•África do Sul, "Beauty", Oliver Hermanus
•Albânia, "Amnesty", Bujar Alimani
•Alemanha, "Pina", Wim Wenders
•Argentina, "Aballay", Fernando Spiner
•Áustria, "Breathing", Karl Markovics
•Bélgica, "Bullhead", Michael R. Roskam
•Bósnia e Herzegovina,"Belvedere", Ahmed Imamovic
•Brasil, "Tropa de Elite 2", José Padilha
•Bulgária, "Tilt", Viktor Chouchkov, Jr.
•Canadá, "Monsieur Lazhar", Philippe Falardeau
•Cazaquistão, "Returning to the ‘A,’" Egor Mikhalkov-Konchalovsky
•Chile, "Violeta Went to Heaven", Andrés Wood
•China, "The Flowers of War", Zhang Yimou
•Cingapura, "Tatsumi", Eric Khoo
•Colômbia, "The Colors of the Mountain", Carlos César Arbeláez
•Coreia do Sul, "The Front Line", Jang Hun
•Croácia, "72 Days", Danilo Serbedzija
•Cuba, "Havanastation", Ian Padrón
•Dinamarca, "Superclásico", Ole Christian Madsen
•Egito, "Lust", Khaled el Hagar
•Espanha, "Black Bread", Agusti Villaronga
•Estônia, "Letters to Angel", Sulev Keedus
•Filipinas, "The Woman in the Septic Tank", Marlon N. Rivera
•Finlândia, "Le Havre", Aki Kaurismäki
•França, "Declaration of War", Valérie Donzelli
•Geórgia, "Chantrapas", Otar Iosseliani
•Grécia, "Attenberg", Athina Rachel Tsangari
•Holanda, "Sonny Boy", Maria Peters
•Hong Kong,"A Simple Life", Ann Hui
•Hungria, "The Turin Horse", Béela Tarr
•Islândia, "Volcano", Rúnar Rúnarsson
•Índia, "Abu, Son of Adam", Salim Ahamed
•Indonésia, "Under the Protection of KaBah", Hanny R. Saputra
•Irã, "A Separation", Asghar Farhadi
•Irlanda, "As If I Am Not There", Juanita Wilson
•Israel, "Footnote", Joseph Cedar
•Itália, "Terraferma", Emanuele Crialese
•Japão, "Postcard", Kaneto Shindo
•Líbano, "Where Do We Go Now?" Nadine Labaki
•Lituânia, "Back to Your Arms", Kristijonas Vildziunas
•Macedônia, "Punk Is Not Dead", Vladimir Blazevski
•México, "Miss Bala", Gerardo Naranjo
•Marrocos, "Omar Killed Me", Roschdy Zem
•Nova Zelândia, "The Orator", Tusi Tamasese
•Noruega, "Happy, Happy", Anne Sewitsky
•Peru, "October", Diego Vega and Daniel Vegas
•Polônia, "In Darkness", Agnieszka Holland
•Portugal, "José and Pilar", Miguel Gonçalves Mendes
•Romênia, "Morgen", Marian Crisan
•Reino Unido,"Patagonia", Marc Evans
•República Dominicana,"Love Child", Leticia Tonos
•República Eslovaca, "Gypsy", Martin Sulík
•República Tcheca,"Alois Nebel", Tomás Lunák
•Rússia, "Burnt by the Sun 2: The Citadel", Nikita Mikhalkov
•Sérvia, "Montevideo: Taste of a Dream", Dragan Bjelogrlic
•Suécia, "Beyond", Pernilla August
•Suiça, "Summer Games", Rolando Colla
•Taiwan, "Warriors of the Rainbow: Seediq Bale", Wei Te-sheng
•Tailândia, "Kon Khon", Sarunyu Wongkrachang
•Turquia, "Once upon a Time in Anatolia", Nuri Bilge Ceylan
•Uruguai, "The Silent House", Gustavo Hernández
•Venezuela, "Rumble of the Stones", Alejandro Bellame Palacios
•Vietnã, "The Prince and the Pagoda Boy", Luu Trong Ninh
O Oscar 2012 acontecerá em 26 de fevereiro de 2012, no Kodak Theatre.
13/10/11 - Remakes se destacam entre as estreias da semana nos EUA
Los Angeles (EUA), 13 out (EFE).- O remake do popular filme "Footloose - Ritmo Louco", de 1984, e uma nova versão do filme de terror "O Enigma do Outro Mundo"(1982), além de "A Pele que Habito", de Pedro Almodóvar, serão as estreias mais notáveis deste final de semana nos Estados Unidos.
Na nova versão de "Footloose", o ator Kenny Wormald vive o jovem rebelde Ren MacCormack, personagem que impulsionou a carreira de Kevin Bacon na versão original.
O remake, que não altera o roteiro da versão original, é dirigido por Craig Brewer, o mesmo de "Ritmo de Um Sonho" (2005), que ganhou um Oscar de Melhor Canção Original com "Its Hard Out Here for a Pimp".
No filme, MacCormack, um menino da cidade grande, é obrigado a se mudar para uma pequena região onde o rock é proibido nos bailes depois de um trágico acontecimento. Essa nova versão também conta com os atores Dennis Quaid e Andie MacDowell.
Já o diretor Matthijs Van Heijningen Jr. buscou novos ares para o clássico "O Enigma do Outro Mundo", assinado por John Carpenter. O filme de terror aborda o descobrimento de uma forma de vida extraterrestre, que possui habilidade de se transformar nos seres que aniquila.
TRAILER DE "FOOTLOOSE"
A atriz Mary Elizabeth Winstead, de "Premonição 3", e Joel Edgerton, de "Warrior", figuram entre os atores principais dessa nova versão.
Já a comédia "The Big Year", que também estréia sexta, é um filme que combina os talentos de Steve Martin, Jack Black e Owen Wilson. Os três atores interpretam observadores de aves que participam de uma competição para avistar pássaros raros da América do Norte.
O filme, dirigido por David Frankel ("O Diabo Veste Prada") e produzido por Ben Stiller, também conta com outros nomes da comédia, como Joel McHale e Jim Parsons.
Já o cineasta Pedro Almodóvar apresenta aos americanos o filme "A Pele Que Habito". Neste longa-metragem, o espanhol volta a contar com Antonio Banderas, uma espécie de ator-fetiche, com quem não trabalhava desde "Ata-me" (1990). No filme, Banderas é acompanhado pelas atrizes Elena Anaya, Blanca Suárez e Marisa Paredes.
O novo filme de Almodóvar narra a história de um respeitado cirurgião plástico, que aplica seus conhecimentos de forma distorcida para recuperar seu passado.
Além dos já citados, outros filmes também vão estrear nos cinemas americanos nesta sexta, como o drama policial "Texas Killing Fields", com Sam Worthington; "Trespass", com Nicolas Cage e Nicole Kidman, e a comédia "The Father of Invention", que retrata o ator Kevin Spacey como um inventor que sai da prisão para recuperar seu tempo perdido.
Veja também 0 0 ou4cinemanoneTamanho da letralabelstrueRemakes se destacam entre as estreias da semana nos EUA13/10/2011UOL Cinema - EFEfalseUOL Cinema1@UOLCinema #UOL
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04/10/11 - The Last Stand | Rodrigo Santoro é confirmado no filme com Arnold Schwarzenegger
Ontem conversamos com Rodrigo Santoro sobre a possibilidade de o ator estrelar The Last Stand, filme que marca a volta de Arnold Schwarzenegger ao cinema. Hoje o brasileiro foi confirmado no elenco - e mais.
Além de Schwarzenegger, Santoro e Zach Gilford (Friday Night Lights), o filme contará também com Peter Stormare (Fargo), em papel ainda não revelado. Já o personagem de Santoro, o policial Frank Martinez, é descrito como um fanfarrão - leia mais. E reveja a nossa entrevista com Santoro:
Na trama, Frank Martinez e o personagem de Gilford serão dois dos policiais novatos que trabalham com um solitário xerife de fronteira (Schwarzenegger) com a missão de impedir que um traficante de drogas em um super-carro, a 300 km/h, escape dos EUA pela fronteira mexicana.
As filmagens já começaram em Albuquerque, no Novo México. O roteiro foi escrito por Andrew Knauer e Jeffrey Nachmanoff, depois revisado por George Nolfi. A direção é do sul-coreano Kim Jee-woon, de Os Invencíveis (nome com que O Bom, O Mau e o Bizarro foi lançado em DVD no Brasil), em sua estreia em Hollywood.
Além de Schwarzenegger, Santoro e Zach Gilford (Friday Night Lights), o filme contará também com Peter Stormare (Fargo), em papel ainda não revelado. Já o personagem de Santoro, o policial Frank Martinez, é descrito como um fanfarrão - leia mais. E reveja a nossa entrevista com Santoro:
Na trama, Frank Martinez e o personagem de Gilford serão dois dos policiais novatos que trabalham com um solitário xerife de fronteira (Schwarzenegger) com a missão de impedir que um traficante de drogas em um super-carro, a 300 km/h, escape dos EUA pela fronteira mexicana.
As filmagens já começaram em Albuquerque, no Novo México. O roteiro foi escrito por Andrew Knauer e Jeffrey Nachmanoff, depois revisado por George Nolfi. A direção é do sul-coreano Kim Jee-woon, de Os Invencíveis (nome com que O Bom, O Mau e o Bizarro foi lançado em DVD no Brasil), em sua estreia em Hollywood.
04/10/11 - Filme sobre garoto que viveu 11 de setembro, Tão Forte e Tão Perto chega ao Brasil em março
"Extremely Loud & Incredibly Close", filme baseado na história de um garoto que perdeu o pai durante o atentado ao World Trade Center, ganhou título em português e data de estreia no país.
Intitulado "Tão Forte e Tão Perto", o filme dirigido por Stephen Daldry - diretor indicado ao Oscar por "As Horas" e "O Leitor" - apresenta Oskar Schell, um garoto de 11 anos que encontra uma misteriosa chave deixada pelo pai e inicia uma jornada pela cidade de Nova York com sobreviventes do 11 de setembro.
O filme tem no elenco com Tom Hanks, Sandra Bullock e Scott Rudin e tem estreia no Brasil prevista para o dia 2 de março.
Intitulado "Tão Forte e Tão Perto", o filme dirigido por Stephen Daldry - diretor indicado ao Oscar por "As Horas" e "O Leitor" - apresenta Oskar Schell, um garoto de 11 anos que encontra uma misteriosa chave deixada pelo pai e inicia uma jornada pela cidade de Nova York com sobreviventes do 11 de setembro.
O filme tem no elenco com Tom Hanks, Sandra Bullock e Scott Rudin e tem estreia no Brasil prevista para o dia 2 de março.
04/10/11 - Animações de sucesso da Disney voltam aos cinemas em 3D em 2012
Depois do sucesso de "O Rei Leão" em 3D, a Disney anuncia que também lançará versões tridimensionais de outras animações, como "A Bela e a Fera", "Procurando Nemo", "Monstros S.A." e "A Pequena Sereia".
Os filmes chegarão aos cinemas no novo formato nós próximos dois anos, com as seguintes datas previstas para o lançamento nos Estados Unidos:
•"A Bela e a Fera", 13 de janeiro de 2012
•"Procurando Nemo", 14 de setembro de 2012
•"Monstros S.A.", 18 de janeiro de 2013
•"A Pequena Sereia", 13 de setembro de 2013
Os filmes chegarão aos cinemas no novo formato nós próximos dois anos, com as seguintes datas previstas para o lançamento nos Estados Unidos:
•"A Bela e a Fera", 13 de janeiro de 2012
•"Procurando Nemo", 14 de setembro de 2012
•"Monstros S.A.", 18 de janeiro de 2013
•"A Pequena Sereia", 13 de setembro de 2013
27/09/11 - Tom Cruise tem uma voz incrível, diz diretor de Rock of Ages
O diretor do filme “Rock of Ages” Adam Shankman elogiou a voz de Tom Cruise durante uma entrevista ao programa “Access Hollywood”, e contou que até a banda Def Leppard ficou impressionada com o ator.
“Tom tem uma voz incrível. Foi meio que ‘quem diria?’, mas ele foi muito bem. Def Leppard veio um dia ao set e eles o viram cantar ‘Pour Some Sugar on Me’, e ele falaram, ‘Meu Deus! Ele é melhor do que nós!’ Foi incrível”, contou o diretor ao programa.
O diretor contou que está editando o filme, e que o público tera a chance de ver seus astros favoritos de uma maneira totalmente diferente.
“O filme é diferente de tudo o que você já viu. É estranho, mas é um estranho bom. Tem estrelas do cinema vestidos como os anos 80 cantando rock no karaokê. São pessoas que você nunca imaginaria cantando, dançando, e arrasando!”, disse Shankman, que dirigiu também a última versão de “Hairspray”.
Cruise interpreta a estrela do rock Stacee Jaxx. O elenco conta também com Catherine Zeta-Jones, Alec Baldwin, Russell Brand, e outros.
“Rock of Ages” é baseado em um musical da Broadway e conta a história de uma jovem (Julianne Hough) que chega a Hollywood durante os anos 1980, algo que muda sua vida
“Tom tem uma voz incrível. Foi meio que ‘quem diria?’, mas ele foi muito bem. Def Leppard veio um dia ao set e eles o viram cantar ‘Pour Some Sugar on Me’, e ele falaram, ‘Meu Deus! Ele é melhor do que nós!’ Foi incrível”, contou o diretor ao programa.
O diretor contou que está editando o filme, e que o público tera a chance de ver seus astros favoritos de uma maneira totalmente diferente.
“O filme é diferente de tudo o que você já viu. É estranho, mas é um estranho bom. Tem estrelas do cinema vestidos como os anos 80 cantando rock no karaokê. São pessoas que você nunca imaginaria cantando, dançando, e arrasando!”, disse Shankman, que dirigiu também a última versão de “Hairspray”.
Cruise interpreta a estrela do rock Stacee Jaxx. O elenco conta também com Catherine Zeta-Jones, Alec Baldwin, Russell Brand, e outros.
“Rock of Ages” é baseado em um musical da Broadway e conta a história de uma jovem (Julianne Hough) que chega a Hollywood durante os anos 1980, algo que muda sua vida
27/09/11 - SP: Cinemateca Brasileira mostra produções do cinema indiano atual
A Cinemateca Brasileira apresenta de 27 de setembro a 9 de outubro a 5ª Mostra de Bollywood e cinema indiano. A Índia tem, hoje, um dos maiores polos de produção cinematográfica do mundo.
A programação reúne algumas das obras que transformaram o panorama da filmografia do país nos anos 2000 – filmes que alteraram os gêneros narrativos e as formas de produção e difusão vigentes na indústria de Bollywood, captando as mudanças sociais e políticas pelas quais o país passou. A abertura da televisão à produção estrangeira, sobretudo ao cinema americano, e o crescimento do mercado consumidor indiano impulsionaram a transformação das velhas fórmulas narrativas de Bollywood, obrigando diretores e produtores a reverem seus antigos padrões de realização e a investirem em temas urgentes da realidade de seu país.
"O Imposto" (Lagaan), de Ashutosh Gowariker, revolucionou a indústria ao investir numa narrativa avessa ao melodrama. Inovador, foi o segundo filme indiano a ser indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em "Omkara", o cineasta Vishal Bhardwaj adapta mais uma das célebres tragédias de Shakespeare, Othello, para a Índia moderna, conformando a complexa trama da peça a um roteiro original que trata dos problemas sociais e políticos do país.
Premiado no ano de seu lançamento em quase todos os festivais indianos, "Como estrelas na Terra" (Taare Zameen Par), de Aamir Khan, retrata as dificuldades de um garoto para se adaptar à rotina escolar. Já "A Cor do sacrifício" (Rang De Basanti), de Rakeysh Omprakash Mehra, traz pela primeira vez personagens e temas ainda não explorados pela cinematografia de Bollywood, numa aventura sobre estudantes universitários. O filme impulsionou uma reviravolta política na Índia ao incitar os jovens a lutarem por seus direitos por meio de protestos contra o governo.
Confira a programação completa no site www.cinemateca.gov.br.
A programação reúne algumas das obras que transformaram o panorama da filmografia do país nos anos 2000 – filmes que alteraram os gêneros narrativos e as formas de produção e difusão vigentes na indústria de Bollywood, captando as mudanças sociais e políticas pelas quais o país passou. A abertura da televisão à produção estrangeira, sobretudo ao cinema americano, e o crescimento do mercado consumidor indiano impulsionaram a transformação das velhas fórmulas narrativas de Bollywood, obrigando diretores e produtores a reverem seus antigos padrões de realização e a investirem em temas urgentes da realidade de seu país.
"O Imposto" (Lagaan), de Ashutosh Gowariker, revolucionou a indústria ao investir numa narrativa avessa ao melodrama. Inovador, foi o segundo filme indiano a ser indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em "Omkara", o cineasta Vishal Bhardwaj adapta mais uma das célebres tragédias de Shakespeare, Othello, para a Índia moderna, conformando a complexa trama da peça a um roteiro original que trata dos problemas sociais e políticos do país.
Premiado no ano de seu lançamento em quase todos os festivais indianos, "Como estrelas na Terra" (Taare Zameen Par), de Aamir Khan, retrata as dificuldades de um garoto para se adaptar à rotina escolar. Já "A Cor do sacrifício" (Rang De Basanti), de Rakeysh Omprakash Mehra, traz pela primeira vez personagens e temas ainda não explorados pela cinematografia de Bollywood, numa aventura sobre estudantes universitários. O filme impulsionou uma reviravolta política na Índia ao incitar os jovens a lutarem por seus direitos por meio de protestos contra o governo.
Confira a programação completa no site www.cinemateca.gov.br.
27/09/11 - Com Drew Barrymore, Big Miracle conta história real de resgate de baleias
Filmes que contam histórias de animais em perigo rendem lágrimas nos olhos dos espectadores. Em “Big Miracle”, a aporta está em três baleias. Elas estão presas em uma geleira e podem morrer se não for aberta uma passagem para que possam voltar ao oceano.
A comoção por conta dos animais começa por causa de um reportagem televisiva feita pelo jornalista interpretado por John Krasinski (“O Noivo da Minha Melhor Amiga”). Depois que o drama das baleias vem a público, a personagem de Drew Barrymore (“Amor à Distância”) entra no conflito.
Rachel fará de tudo para que o trio sobreviva, nem que tenha de falar com autoridades governamentais ou mobilizar uma multidão para abrir a passagem para o mar.
A comoção por conta dos animais começa por causa de um reportagem televisiva feita pelo jornalista interpretado por John Krasinski (“O Noivo da Minha Melhor Amiga”). Depois que o drama das baleias vem a público, a personagem de Drew Barrymore (“Amor à Distância”) entra no conflito.
Rachel fará de tudo para que o trio sobreviva, nem que tenha de falar com autoridades governamentais ou mobilizar uma multidão para abrir a passagem para o mar.
22/09/11 - James Bond | Vilão clássico pode voltar à série
Já faz tempo que se cogita a volta de Ernst Stavro Blofeld, antagonista do espião James Bond, à série 007. Nesta semana, curiosamente, tal possibilidade voltou a ser notícia, quando o roteirista John Logan esteve em uma palestra para escritores promovida pela BAFTA na Inglaterra.
Durante a conversa, Logan - que está trabalhando no vigésimo terceiro filme do espião - foi lembrado por um dos presentes que ele, há 10 anos, comentou que "James Bond sempre deveria enfrentar Blofeld", algo que nunca aconteceu nos filmes com Daniel Craig. O roteirista limitou-se então a sorrir e a repetir, enigmático: "James Bond sempre deveria enfrentar Blofeld".
Blofeld apareceu em três romances de Ian Fleming e em seis longas-metragens da série. Chefe da organização SPECTRE, Blofeld já foi vivido nas telas por nomes como Donald Pleasence, Telly Savalas, Charles Gray e Max Von Sydow e - com sua careca lustrosa, cicatriz na cara e gato alvo - serviu de modelo para outro vilão famoso, o Dr. Evil de Austin Powers.
As filmagens começam no dia 9 de novembro nos Estúdios Pinewood, no norte de Londres, dirigidas por Sam Mendes. Neal Purvis e Robert Wade, ao lado de Peter Morgan (Frost/Nixon), também assinam o roteiro. A Sony Pictures vai cofinanciar a produção da MGM e cuidará da distribuição na maioria dos territórios, entre eles o Brasil. O novo 007 estreia em 9 de novembro de 2012.
Durante a conversa, Logan - que está trabalhando no vigésimo terceiro filme do espião - foi lembrado por um dos presentes que ele, há 10 anos, comentou que "James Bond sempre deveria enfrentar Blofeld", algo que nunca aconteceu nos filmes com Daniel Craig. O roteirista limitou-se então a sorrir e a repetir, enigmático: "James Bond sempre deveria enfrentar Blofeld".
Blofeld apareceu em três romances de Ian Fleming e em seis longas-metragens da série. Chefe da organização SPECTRE, Blofeld já foi vivido nas telas por nomes como Donald Pleasence, Telly Savalas, Charles Gray e Max Von Sydow e - com sua careca lustrosa, cicatriz na cara e gato alvo - serviu de modelo para outro vilão famoso, o Dr. Evil de Austin Powers.
As filmagens começam no dia 9 de novembro nos Estúdios Pinewood, no norte de Londres, dirigidas por Sam Mendes. Neal Purvis e Robert Wade, ao lado de Peter Morgan (Frost/Nixon), também assinam o roteiro. A Sony Pictures vai cofinanciar a produção da MGM e cuidará da distribuição na maioria dos territórios, entre eles o Brasil. O novo 007 estreia em 9 de novembro de 2012.
22/09/11 - Estúdio Universal prepara nova versão de Scarface
Los Angeles (EUA.), 21 set (EFE).- O estúdio Universal Pictures prepara um "remake" de "Scarface", um clássico lançado nos cinemas em 1932, mas que ficou famoso com a versão de 1983, protagonizada por Al Pacino, informou nesta quarta-feira o site especializado Deadline.
De acordo com o site, a Universal manteve reuniões com diversos roteiristas para redigir uma nova história com os elementos básicos das versões anteriores, mas a empresa não considera que o projeto seja um "remake" nem uma continuação.
No filme de 1932, realizado por Howard Hawks, o protagonista (Paul Muni) se tornava o rei do crime de Chicago, enquanto no filme protagonizado por Pacino, seu personagem, o cubano Tony Montana, assumia o controle do narcotráfico na Miami dos anos 1980.
O projeto será produzido por Marc Shmuger e Martin Bregman, que também produziu a versão de 1983, dirigida por Brian De Palma e com roteiro de Oliver Stone.
De acordo com o site, a Universal manteve reuniões com diversos roteiristas para redigir uma nova história com os elementos básicos das versões anteriores, mas a empresa não considera que o projeto seja um "remake" nem uma continuação.
No filme de 1932, realizado por Howard Hawks, o protagonista (Paul Muni) se tornava o rei do crime de Chicago, enquanto no filme protagonizado por Pacino, seu personagem, o cubano Tony Montana, assumia o controle do narcotráfico na Miami dos anos 1980.
O projeto será produzido por Marc Shmuger e Martin Bregman, que também produziu a versão de 1983, dirigida por Brian De Palma e com roteiro de Oliver Stone.
22/09/11 - Cinebiografia de poetisa sul-africana não economiza nos defeitos da protagonista
Cinebiografias e documentários sobre figuras históricas podem facilmente descambar para um discurso cheio de elogios e esvaziado de verdade. “Borboletas Negras”, sobre a vida da poetisa Ingrid Jonker, escapa da armadilha ao retratar com a mesma força seu talento literário e suas falhas na vida pessoal. O filme estreia nesta sexta-feira (23) em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Ingrid (1933-1965) teve uma infância complicada, perdeu a mãe e a avó ainda criança. Foi com a irmã morar junto de seu pai (Rutger Hauer, de “O Ritual”), onde as duas foram instaladas em uma pequena edícula fora da casa principal.
O ambiente é tão inóspito na casa do pai, que Ingrid - vivida pela holandesa Carice van Houten ("Operação Valquíria") - se casa apenas para poder sair de lá. O matrimônio é um fracasso e ela passa a viver com sua filha pequena no apartamento da irmã.
Ingrid (1933-1965) teve uma infância complicada, perdeu a mãe e a avó ainda criança. Foi com a irmã morar junto de seu pai (Rutger Hauer, de “O Ritual”), onde as duas foram instaladas em uma pequena edícula fora da casa principal.
O ambiente é tão inóspito na casa do pai, que Ingrid - vivida pela holandesa Carice van Houten ("Operação Valquíria") - se casa apenas para poder sair de lá. O matrimônio é um fracasso e ela passa a viver com sua filha pequena no apartamento da irmã.
20/09/11 - Taylor Lautner diz que Kristen Stewart está gostosa em Amanhecer
E o clima está esquentando! Amanhecer - Parte 1 estreia em novembro e Kristen Stewart recebeu um baita elogio de seu colega Taylor Lautner. "Bella está muito gostosa como vampira. Muito gostosa, tenho que admitir", disse o ator ao Hollywood Life. Ele usou o termo "pretty hot", em inglês. É bom que Robert Pattinson nem fique sabendo dessa declaração, né?
Mas Taylor também comentou um pouco sobre o filme em si. "Eu vi [Amanhecer]. É sensacional, sendo bem honesto. Nosso diretor [Bill Condon] fez um ótimo trabalho. O livro é bem diferente e o filme segue pelo mesmo caminho. Acho que vai ser bem empolgante para os fãs. São os mesmos personagens mostrados de um jeito novo".
As partes 1 e 2 de Amanhecer têm direção de Bill Condon e todos os atores que você viu em Eclipse - Robert Pattinson (Edward), Kristen Stewart (Bella), Taylor Lautner (Jacob), entre outros - estarão de volta em seus papéis. Parte da história – a lua de mel do casal principal – acontece no Brasil. Os dois longas encerram a história criada pela escritora Stephenie Meyer.
O primeiro filme estreia em 18 de novembro no Brasil. O segundo longa chega aos cinemas em 16 de novembro de 2012.
Mas Taylor também comentou um pouco sobre o filme em si. "Eu vi [Amanhecer]. É sensacional, sendo bem honesto. Nosso diretor [Bill Condon] fez um ótimo trabalho. O livro é bem diferente e o filme segue pelo mesmo caminho. Acho que vai ser bem empolgante para os fãs. São os mesmos personagens mostrados de um jeito novo".
As partes 1 e 2 de Amanhecer têm direção de Bill Condon e todos os atores que você viu em Eclipse - Robert Pattinson (Edward), Kristen Stewart (Bella), Taylor Lautner (Jacob), entre outros - estarão de volta em seus papéis. Parte da história – a lua de mel do casal principal – acontece no Brasil. Os dois longas encerram a história criada pela escritora Stephenie Meyer.
O primeiro filme estreia em 18 de novembro no Brasil. O segundo longa chega aos cinemas em 16 de novembro de 2012.
20/09/11 - The Wolverine | Hugh Jackman diz que mutante ainda não foi retratado direito no cinema
Já se sabe há alguns meses que The Wolverine, o segundo filme-solo do mutante canadense, vai começar apenas no meio do ano que vem. Agora, ao Leicester Square TV, durante a premiére de Gigantes de Aço em Nova York,Hugh Jackman voltou a falar sobre o personagem, prometeu uma abordagem diferente a ele e comentou o início das filmagens.
"Eu amo o Wolverine. Ele me fascina desde sempre. Ele é sombrio, torturado e um personagem interessante justamente pelas suas falhas - alguém que carrega o peso do mundo sobre os ombros", disse o ator. Jackman, porém, admitiu que toda essa profundidade existente nos quadrinhos ainda não foi bem adaptada às telas. "Eu não sinto que tenhamos conseguido acertar ainda. Mas eu realmente desejo que isso aconteça".
Sobre a sua agenda, o ator reforçou que "Os Miseráveis é meu próximo filme. Assim que acabar vamos começar Wolverine". No começo do mês, Russell Crowe (72 Horas) foi contratado para atuar ao lado de Jackman na nova adaptação de Les Miserables, romance de 1862 do francês Victor Hugo. O filme será dirigido por Tom Hooper - o diretor que venceu o Oscar 2011 por O Discurso do Rei. A estreia acontece em 7 de dezembro de 2012.
As filmagens de The Wolverine, dirigido por James Mangold, foram adiadas para meados de 2012.
"Eu amo o Wolverine. Ele me fascina desde sempre. Ele é sombrio, torturado e um personagem interessante justamente pelas suas falhas - alguém que carrega o peso do mundo sobre os ombros", disse o ator. Jackman, porém, admitiu que toda essa profundidade existente nos quadrinhos ainda não foi bem adaptada às telas. "Eu não sinto que tenhamos conseguido acertar ainda. Mas eu realmente desejo que isso aconteça".
Sobre a sua agenda, o ator reforçou que "Os Miseráveis é meu próximo filme. Assim que acabar vamos começar Wolverine". No começo do mês, Russell Crowe (72 Horas) foi contratado para atuar ao lado de Jackman na nova adaptação de Les Miserables, romance de 1862 do francês Victor Hugo. O filme será dirigido por Tom Hooper - o diretor que venceu o Oscar 2011 por O Discurso do Rei. A estreia acontece em 7 de dezembro de 2012.
As filmagens de The Wolverine, dirigido por James Mangold, foram adiadas para meados de 2012.
20/09/11 - Avatar | James Cameron fala sobre a tecnologia que pretende utilizar
Avatar | James Cameron fala sobre a tecnologia que pretende utilizar
Cineasta insiste nos 60 quadros por segundo - mas parece disposto a aceitar uma convivência com os 48 quadros
Érico Borgo
20 de Setembro de 2011 5
--------------------------------------------------------------------------------
James Cameron
James Cameron voltou a falar sobre a sua nova obsessão tecnológica, a captura de imagens a 60 quadros por segundo. Ao Hollywood Reporter, o cineasta defendeu que "o 3D mostra a você a janela para uma realidade, mais quadros por segundo tiram o vidro dessa janela".
A tecnologia usada hoje no cinema é a de 24 quadros (ou frames) projetados no espaço de um segundo (24 fps). A televisão e os videogames, porém, já estão usando mais quadros - chegando a 60 fps, o que reduz consideravelmente os borrões de movimento. Alguns diretores, como Peter Jackson, já estão experimentando com 48 fps em filmes como O Hobbit, mas Cameron quer mais...
“Eu insisto nessa caminho pois acredito que mais quadros significam um 3D melhor. E se basta uma atualização de software nos projetores digitais para rodá-los, a discussão nem é entre 48 ou 60 fps - façamos os dois! Não muda nada para o projecionista, não é necessário mudar as lâmpadas ou as lentes. Deixemos os aparelhos prontos para os dois formatos e que a decisão entre um e outro fique com o cineasta", explicou.
“Se os exibidores adotarem os dois formatos, gravarei Avatar 2 e 3. com 60 fps. Se eles não adotarem, eu terei que analisar muito cuidadosamente os prós e os contras entre 60 e 48", seguiu. Como Cameron foi o grande propulsor do cinema 3D com Avatar, mudando o mercado dramaticamente nos meses seguintes, a indústria espera que ele o faça novamente nas continuações do filme. Assim, é muito provável que seus desejos sejam atendidos e os dois formatos tornem-se o padrão para os próximos anos pós-Avatar 2.
“Os custos não estão nas câmeras, nem nos projetores. Eu poderia gravar um filme agora em 60 fps se ele fosse todo em live action - e o efeito seria espetacular. O nosso problema no momento é o custo da pós-produção quando o filme envolve efeitos especiais - especialmente a etapa de renderização", concluiu. A renderização é a etapa da produção em que as imagens gravadas ou criadas em 3D - tratadas em baixas resoluções durante a edição para viabilizar o trabalho em tempo real - recebem o refinamento de curvas, texturas e efeitos finais. O processo é lento e totalmente dependente do poder de processamento das máquinas em que está sendo realizado. 60 quadros por segundo significam basicamente quase três vezes mais tempo - já que são 2,5 vezes mais imagens por segundo para processar.
Cameron deve rodar os dois filmes a partir do final de 2011. Avatar 2 tem lançamento previsto para dezembro de 2014 e Avatar 3 deve chegar aos cinemas um ano depois, em dezembro de 2015.
Cineasta insiste nos 60 quadros por segundo - mas parece disposto a aceitar uma convivência com os 48 quadros
Érico Borgo
20 de Setembro de 2011 5
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James Cameron
James Cameron voltou a falar sobre a sua nova obsessão tecnológica, a captura de imagens a 60 quadros por segundo. Ao Hollywood Reporter, o cineasta defendeu que "o 3D mostra a você a janela para uma realidade, mais quadros por segundo tiram o vidro dessa janela".
A tecnologia usada hoje no cinema é a de 24 quadros (ou frames) projetados no espaço de um segundo (24 fps). A televisão e os videogames, porém, já estão usando mais quadros - chegando a 60 fps, o que reduz consideravelmente os borrões de movimento. Alguns diretores, como Peter Jackson, já estão experimentando com 48 fps em filmes como O Hobbit, mas Cameron quer mais...
“Eu insisto nessa caminho pois acredito que mais quadros significam um 3D melhor. E se basta uma atualização de software nos projetores digitais para rodá-los, a discussão nem é entre 48 ou 60 fps - façamos os dois! Não muda nada para o projecionista, não é necessário mudar as lâmpadas ou as lentes. Deixemos os aparelhos prontos para os dois formatos e que a decisão entre um e outro fique com o cineasta", explicou.
“Se os exibidores adotarem os dois formatos, gravarei Avatar 2 e 3. com 60 fps. Se eles não adotarem, eu terei que analisar muito cuidadosamente os prós e os contras entre 60 e 48", seguiu. Como Cameron foi o grande propulsor do cinema 3D com Avatar, mudando o mercado dramaticamente nos meses seguintes, a indústria espera que ele o faça novamente nas continuações do filme. Assim, é muito provável que seus desejos sejam atendidos e os dois formatos tornem-se o padrão para os próximos anos pós-Avatar 2.
“Os custos não estão nas câmeras, nem nos projetores. Eu poderia gravar um filme agora em 60 fps se ele fosse todo em live action - e o efeito seria espetacular. O nosso problema no momento é o custo da pós-produção quando o filme envolve efeitos especiais - especialmente a etapa de renderização", concluiu. A renderização é a etapa da produção em que as imagens gravadas ou criadas em 3D - tratadas em baixas resoluções durante a edição para viabilizar o trabalho em tempo real - recebem o refinamento de curvas, texturas e efeitos finais. O processo é lento e totalmente dependente do poder de processamento das máquinas em que está sendo realizado. 60 quadros por segundo significam basicamente quase três vezes mais tempo - já que são 2,5 vezes mais imagens por segundo para processar.
Cameron deve rodar os dois filmes a partir do final de 2011. Avatar 2 tem lançamento previsto para dezembro de 2014 e Avatar 3 deve chegar aos cinemas um ano depois, em dezembro de 2015.
15/09/11 - Os Caça-Fantasmas volta às telas em outubro nos EUA
O longa Os Caça-Fantasmas, sucesso de 1984, voltará em outubro para os cinemas norte-americanos em sua versão original. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (14/9) no site oficial do filme.
Dirigida por Ivan Reitman e protagonizada por Bill Murray, Dan Aykroyd, Sigourney Weaver e Harold Ramis, a comédia narra as aventuras de um grupo de parapsicólogos desempregados que abre uma empresa para capturar fantasmas na cidade de Nova York.
O sucesso do filme, indicado a dois prêmios Oscar, deu origem à sequência Os Caça-Fantasmas 2 (1989), e a numerosas adaptações para televisão, videogames e quadrinhos.
"É hora de se preparar para a histeria coletiva: em outubro, pela primeira vez em 25 anos, o original e inesquecível Os Caça-Fantasmas terá seu retorno triunfal aos cinemas", diz a página oficial do filme no Facebook, apesar de não dar detalhes sobre a data exata ou o número de salas.
Segundo a imprensa especializada norte-americana, a exibição do original de 1984 poderia ser uma estratégia da Sony/Columbia Pictures para avaliar o interesse da audiência em uma continuação da franquia. Dan Aykroyd confirmou em agosto que o projeto de Os Caça-Fantasmas 3 continua vivo, embora haja rumores de que Bill Murray esteja reticente em repetir seu papel como o doutor Peter Venkman, personagem principal dos filmes.
Dirigida por Ivan Reitman e protagonizada por Bill Murray, Dan Aykroyd, Sigourney Weaver e Harold Ramis, a comédia narra as aventuras de um grupo de parapsicólogos desempregados que abre uma empresa para capturar fantasmas na cidade de Nova York.
O sucesso do filme, indicado a dois prêmios Oscar, deu origem à sequência Os Caça-Fantasmas 2 (1989), e a numerosas adaptações para televisão, videogames e quadrinhos.
"É hora de se preparar para a histeria coletiva: em outubro, pela primeira vez em 25 anos, o original e inesquecível Os Caça-Fantasmas terá seu retorno triunfal aos cinemas", diz a página oficial do filme no Facebook, apesar de não dar detalhes sobre a data exata ou o número de salas.
Segundo a imprensa especializada norte-americana, a exibição do original de 1984 poderia ser uma estratégia da Sony/Columbia Pictures para avaliar o interesse da audiência em uma continuação da franquia. Dan Aykroyd confirmou em agosto que o projeto de Os Caça-Fantasmas 3 continua vivo, embora haja rumores de que Bill Murray esteja reticente em repetir seu papel como o doutor Peter Venkman, personagem principal dos filmes.
15/09/11 - Roubo nas Alturas | Comédia de assalto com Ben Stiller e Eddie Murphy tem trailer, fotos e pôster
Na trama, Ben Stiller vive o administrador de um edifício de luxo, em Nova York. Ele e os outros funcionários tiveram suas aposentadorias roubadas por um golpista de Wall Street (Alan Alda), e descobrem que o bandido de colarinho branco está sendo mantido em prisão domiciliar no mesmo prédio, em seu apartamento na cobertura. O grupo decide então assaltar a cobertura - mas para isso precisam da ajuda de um ladrão de verdade (Murphy).
Téa Leoni, Matthew Broderick, Casey Affleck, Judd Hirsch, Gabourey Sidibe e Michael Peña também estão no elenco. Brett Ratner dirige.
O roteiro já passou pelas mãos de Rawson Marshall Thurber (Com a Bola Toda), Ted Griffin (Onze Homens e Um Segredo), Russell Gewirtz (O Plano Perfeito), Noah Baumbach (A Lula e a Baleia) e teve última versão de Jeff Nathanson, de Prenda-me se for Capaz e que trabalhou com Ratner nos dois últimos A Hora do Rush.
A estreia de Roubo nas Alturas acontece em 4 de novembro nos EUA e 16 de dezembro no Brasil
Téa Leoni, Matthew Broderick, Casey Affleck, Judd Hirsch, Gabourey Sidibe e Michael Peña também estão no elenco. Brett Ratner dirige.
O roteiro já passou pelas mãos de Rawson Marshall Thurber (Com a Bola Toda), Ted Griffin (Onze Homens e Um Segredo), Russell Gewirtz (O Plano Perfeito), Noah Baumbach (A Lula e a Baleia) e teve última versão de Jeff Nathanson, de Prenda-me se for Capaz e que trabalhou com Ratner nos dois últimos A Hora do Rush.
A estreia de Roubo nas Alturas acontece em 4 de novembro nos EUA e 16 de dezembro no Brasil
15/09/11 - Jay and Seth vs. the Apocalypse | Jonah Hill e James Franco ao lado de Seth Rogen e Jay Baruchel
Jay and Seth vs. the Apocalypse, filme que Seth Rogen e Evan Goldberg (escritores de Superbad) tentam tirar do papel há ano, enfim vai começar.
A comédia de ação e horror, inspirada em um curta que ambos realizaram, porém, terá seu título trocado para acomodar dois amigos da dupla de atores/roteiristas: Jonah Hill (Cyrus) e James Franco (Planeta dos Macacos: A Origem). Todos vão interpretar eles mesmos.
Na trama, Seth (Rogen) e Jay (Jay Baruchel, de Menina de Ouro), dois sujeitos normais, precisam encarar nada menos do que o fim do mundo.
As filmagens, dirigidas por Rogen e Goldberg, devem começar em fevereiro de 2012. Assista abaixo ao trailer falso que eles realizaram em 2009:
A comédia de ação e horror, inspirada em um curta que ambos realizaram, porém, terá seu título trocado para acomodar dois amigos da dupla de atores/roteiristas: Jonah Hill (Cyrus) e James Franco (Planeta dos Macacos: A Origem). Todos vão interpretar eles mesmos.
Na trama, Seth (Rogen) e Jay (Jay Baruchel, de Menina de Ouro), dois sujeitos normais, precisam encarar nada menos do que o fim do mundo.
As filmagens, dirigidas por Rogen e Goldberg, devem começar em fevereiro de 2012. Assista abaixo ao trailer falso que eles realizaram em 2009:
09/09/11 - Novo filme do Wolverine vai atrasar ainda mais
Pelo jeito a gente ainda vai demorar para ver a nova aventura do mutante nas telas. Houve a mudança de diretor, o roteiro será reescrito e a filmagem de Os Miseráveis - com Hugh Jackman - deve empurrar o início dos trabalhos para o verão americano de 2012. Ou seja na metade de 2012.
A boa notícia no meio disso tudo é que The Wolverine será algo bem diferente de X-Men Origens: Wolverine, o primeiro solo do herói, de 2009. "Queremos diferenciar um do outro. [O novo longa] é uma história separada. E não tenho ideia de quando vai começar [a ser filmado]. Talvez no verão de 2012. Depende muito da agenda de Hugh Jackman. Quando ele estiver disponível, a gente filma. Ele está fazendo Os Miseráveis e aí terá de vir e treinar [para preparar o físico]. Então, tudo depende dele", disse a produtora Lauren Shuler Donner ao site HitFix. O novo longa será dirigido por James Mangold e terá sua história inspirada em Eu, Wolverine, HQ dos anos 80.
Em outra entrevista, desta vez à revista Total Film, Lauren falou sobre o filme do Deadpool. "Estamos trabalhando para deixar tudo pronto. E aí vai depender do estúdio decidir se vamos adiante ou não. Mas estou bem empolgada. Temos um bom roteiro e um ótimo diretor [Tim Miller]". A produtora comentou ainda se o jeito de mostrar Deadpool no primeiro longa do Wolverine foi errado. "Sim, nós o tratamos de maneira errada e, sim, vamos nos redimir".
Para quem não lembra ou não viu, Deadpool esteve no primeiro filme do Wolverine e foi interpretado por Ryan Reynolds. O personagem foi mostrada de um jeito totalmente diferente daquele que a gente conhece dos quadrinhos. Praticamente apenas o nome era o mesmo. Tudo indica que Reynolds (o Lanterna Verde das telas) deve voltar para este longa solo do herói, mas ainda não há confirmação.
A boa notícia no meio disso tudo é que The Wolverine será algo bem diferente de X-Men Origens: Wolverine, o primeiro solo do herói, de 2009. "Queremos diferenciar um do outro. [O novo longa] é uma história separada. E não tenho ideia de quando vai começar [a ser filmado]. Talvez no verão de 2012. Depende muito da agenda de Hugh Jackman. Quando ele estiver disponível, a gente filma. Ele está fazendo Os Miseráveis e aí terá de vir e treinar [para preparar o físico]. Então, tudo depende dele", disse a produtora Lauren Shuler Donner ao site HitFix. O novo longa será dirigido por James Mangold e terá sua história inspirada em Eu, Wolverine, HQ dos anos 80.
Em outra entrevista, desta vez à revista Total Film, Lauren falou sobre o filme do Deadpool. "Estamos trabalhando para deixar tudo pronto. E aí vai depender do estúdio decidir se vamos adiante ou não. Mas estou bem empolgada. Temos um bom roteiro e um ótimo diretor [Tim Miller]". A produtora comentou ainda se o jeito de mostrar Deadpool no primeiro longa do Wolverine foi errado. "Sim, nós o tratamos de maneira errada e, sim, vamos nos redimir".
Para quem não lembra ou não viu, Deadpool esteve no primeiro filme do Wolverine e foi interpretado por Ryan Reynolds. O personagem foi mostrada de um jeito totalmente diferente daquele que a gente conhece dos quadrinhos. Praticamente apenas o nome era o mesmo. Tudo indica que Reynolds (o Lanterna Verde das telas) deve voltar para este longa solo do herói, mas ainda não há confirmação.
09/09/11 - Último concorrente em Veneza, Texas Killing Fields, de Ami Mann, tem acolhida morna
Foi morna a recepção ao último concorrente ao Leão de Ouro, o policial norte-americano "Texas Killing Fields", de Ami Canaan Mann, filha do multipremiado Michael Mann ("O Informante", "Inimigos Públicos"). Palmas discretas acolheram o filme na sessão para imprensa e indústria desta manhã, cujos assentos vazios, na imensa sala Darsena, já mostraram o início da debandada do Lido. A 68ª edição, cuja premiação será anunciada na noite desta sábado, a partir das 19h (horário local), está chegando ao fim.
Trailer de "Texas Killing Fields"
Na coletiva do filme, no início da tarde, Michael Mann fez o papel protetor que se espera de um produtor que, ainda por cima, é pai da diretora --que assina aqui seu segundo filme (o primeiro foi "Morning", de 2001, fora trabalhos para a televisão). Mann elogiou a filha por ter "imprimido a sua visão" a esta história sombria, ambientada no Texas e baseada em fatos reais, em torno de uma série de assassinatos de adolescentes.
Esta visão, de acordo com o produtor, foi colocada, por exemplo, na ênfase à personagem da menina Anne (a novata Chloe Grace Moretz, com 12 anos nas filmagens). "Ela não era realmente uma personagem tão presente quanto se tornou no filme. Isto foi mérito de Ami, que impôs seu ponto de vista à história", afirmou.
Condição feminina
A procura de um enfoque realista, visível desde as locações, também decorreu da contratação do roteirista Don Ferrarone, que já trabalhara com Mann pai (no filme "Miami Vice") e foi policial no passado. Foi Ferrarone, aliás, quem primeiro topou com a história, ocorrida nos arredores de Texas City. "Nunca tinha ouvido falar de nada parecido. Há uns 10 anos esse caso me assombra", contou o roteirista.
Um dos detalhes colhidos da vida real e usados no filme é um mapa em que os dois detetives (Jeffrey Dean Morgan e Sam Worthington) colam os retratos das vítimas, definindo o território em que os crimes acontecem, um lugar pantanoso e ermo, onde no passado viveu uma tribo tida como canibal. No material de pesquisa do filme, Ami Mann reconheceu entre as vítimas uma garota que estudara com ela no curso secundário.
Trailer de "Texas Killing Fields"
Na coletiva do filme, no início da tarde, Michael Mann fez o papel protetor que se espera de um produtor que, ainda por cima, é pai da diretora --que assina aqui seu segundo filme (o primeiro foi "Morning", de 2001, fora trabalhos para a televisão). Mann elogiou a filha por ter "imprimido a sua visão" a esta história sombria, ambientada no Texas e baseada em fatos reais, em torno de uma série de assassinatos de adolescentes.
Esta visão, de acordo com o produtor, foi colocada, por exemplo, na ênfase à personagem da menina Anne (a novata Chloe Grace Moretz, com 12 anos nas filmagens). "Ela não era realmente uma personagem tão presente quanto se tornou no filme. Isto foi mérito de Ami, que impôs seu ponto de vista à história", afirmou.
Condição feminina
A procura de um enfoque realista, visível desde as locações, também decorreu da contratação do roteirista Don Ferrarone, que já trabalhara com Mann pai (no filme "Miami Vice") e foi policial no passado. Foi Ferrarone, aliás, quem primeiro topou com a história, ocorrida nos arredores de Texas City. "Nunca tinha ouvido falar de nada parecido. Há uns 10 anos esse caso me assombra", contou o roteirista.
Um dos detalhes colhidos da vida real e usados no filme é um mapa em que os dois detetives (Jeffrey Dean Morgan e Sam Worthington) colam os retratos das vítimas, definindo o território em que os crimes acontecem, um lugar pantanoso e ermo, onde no passado viveu uma tribo tida como canibal. No material de pesquisa do filme, Ami Mann reconheceu entre as vítimas uma garota que estudara com ela no curso secundário.
09/09/11 - Tom Hanks ficou nervoso ao convidar Julia Roberts para Larry Crowne - O Amor Está de Volta
Em Larry Crowne –O Amor Está de Volta veremos dois dos maiores nomes de Hollywood lado a lado. Tom Hanks e Julia Roberts são os protagonistas desta comédia romântica que conta com direção e roteiro do próprio Hanks. Em entrevista ao Entertainment Tonight, o ator e diretor contou que a personagem Mercedes Tainot foi criada especificamente para Roberts e que não foi fácil convidar a atriz para participar do filme.
“Ela é tudo, é o expoente máximo. Nós começamos falando ‘que tal Julia Roberts?’, ela era nosso sonho”, contou Hanks, que revelou ter escrito a personagem já pensando especificamente na atriz.
“Não é a ligação mais fácil do mundo”, brincou o ator, relatando como foi este primeiro contato com Roberts sobre o papel. Na época, ela estava na Itália gravando Comer Rezar Amar, então Hanks, encabulado, perguntou se podia mandar o roteiro para que ela o lesse.
Roberts, por sua vez, disse ter ficado lisonjeada com o pedido. “Ele é um ótimo ator e também uma pessoa muito interessante, então o fato dele me querer em um filme que ele ia dirigir me deixou muito lisonjeada”, comentou a atriz na ocasião.No filme, Hanks vive um homem que perde seu emprego por não possuir uma formação escolar e, para redimir este erro de seu passado, decide voltar aos estudos. Porém, ao chegar em sua nova escola, apaixona-se por sua professora (Roberts) e descobre que algo já complicado sempre pode piorar.
“Ela é tudo, é o expoente máximo. Nós começamos falando ‘que tal Julia Roberts?’, ela era nosso sonho”, contou Hanks, que revelou ter escrito a personagem já pensando especificamente na atriz.
“Não é a ligação mais fácil do mundo”, brincou o ator, relatando como foi este primeiro contato com Roberts sobre o papel. Na época, ela estava na Itália gravando Comer Rezar Amar, então Hanks, encabulado, perguntou se podia mandar o roteiro para que ela o lesse.
Roberts, por sua vez, disse ter ficado lisonjeada com o pedido. “Ele é um ótimo ator e também uma pessoa muito interessante, então o fato dele me querer em um filme que ele ia dirigir me deixou muito lisonjeada”, comentou a atriz na ocasião.No filme, Hanks vive um homem que perde seu emprego por não possuir uma formação escolar e, para redimir este erro de seu passado, decide voltar aos estudos. Porém, ao chegar em sua nova escola, apaixona-se por sua professora (Roberts) e descobre que algo já complicado sempre pode piorar.
05/09/11 - Filme italiano fala sobre imigração no Festival de Veneza 2011
VENEZA, Itália (Reuters) - A imigração na Itália é um tema importante no festival de cinema de Veneza deste ano, com vários filmes domésticos assumindo uma visão crítica sobre como as autoridades do país e o povo italiano estão lidando com uma onda crescente de recém-chegados.
A questão não poderia ser mais atual em um ano em que dezenas de milhares de imigrantes ilegais, fugindo dos distúrbios políticos no norte da África e da guerra civil na Líbia, chegaram na Itália e em que outras centenas se afogaram no mar.
"Terraferma" (ou Terra Firme), do diretor Emanuele Crialese, explora como as vidas de um pescador e sua família em uma ilha remota na costa da Sicília é transformada quando ele resgata uma etíope grávida do mar e a esconde em sua casa.
O filme, que está na principal competição do festival, fala de uma história ficcional e não identifica a ilha, mas seu elenco inclui uma ex-imigrante que sobreviveu à perigosa jornada no mar e a história poderia facilmente se passar em Lampedusa - um pedaço de terra italiano que vem suportando o peso dos refugiados da Tunísia e Líbia.
O número de africanos que arriscam suas vidas para cruzar o mar Mediterrâneo em barcos frágeis frequentemente sobrepuja a população de Lampedusa, que é de cerca de 5.000 pessoas, transformando a ilha em um campo de refugiados a céu aberto, onde os imigrantes são deixados por conta própria e os moradores locais se sentem abandonados pelo Estado.
Em "Terraferma", o pescador Ernesto conhece apenas a lei do mar - ele sente uma obrigação moral em ajudar as pessoas em águas turbulentas, não importa o que dizem as autoridades.
Mas alguns parentes não estão tão convencidos. O fluxo de imigrantes ilegais está arruinando a reputação da ilha como paraíso turístico, e a guarda-costeira pune os moradores que não relatam os imigrantes para a polícia tomando seus barcos.
A questão não poderia ser mais atual em um ano em que dezenas de milhares de imigrantes ilegais, fugindo dos distúrbios políticos no norte da África e da guerra civil na Líbia, chegaram na Itália e em que outras centenas se afogaram no mar.
"Terraferma" (ou Terra Firme), do diretor Emanuele Crialese, explora como as vidas de um pescador e sua família em uma ilha remota na costa da Sicília é transformada quando ele resgata uma etíope grávida do mar e a esconde em sua casa.
O filme, que está na principal competição do festival, fala de uma história ficcional e não identifica a ilha, mas seu elenco inclui uma ex-imigrante que sobreviveu à perigosa jornada no mar e a história poderia facilmente se passar em Lampedusa - um pedaço de terra italiano que vem suportando o peso dos refugiados da Tunísia e Líbia.
O número de africanos que arriscam suas vidas para cruzar o mar Mediterrâneo em barcos frágeis frequentemente sobrepuja a população de Lampedusa, que é de cerca de 5.000 pessoas, transformando a ilha em um campo de refugiados a céu aberto, onde os imigrantes são deixados por conta própria e os moradores locais se sentem abandonados pelo Estado.
Em "Terraferma", o pescador Ernesto conhece apenas a lei do mar - ele sente uma obrigação moral em ajudar as pessoas em águas turbulentas, não importa o que dizem as autoridades.
Mas alguns parentes não estão tão convencidos. O fluxo de imigrantes ilegais está arruinando a reputação da ilha como paraíso turístico, e a guarda-costeira pune os moradores que não relatam os imigrantes para a polícia tomando seus barcos.
05/09/11 - Romance clássico de Le Carré é adaptado para o cinema
VENEZA, Itália (Reuters) - O clássico de espionagem "O Espião que Sabia Demais", escrito por John Le Carré em 1974, finalmente foi adaptado para a tela grande, com Gary Oldman no papel de George Smiley, que é encarregado de descobrir a "toupeira" (agente infiltrado) na inteligência britânica.
Assumir esse papel vem com bagagem extra para qualquer ator britânico por causa da interpretação de Alec Guinness do mesmo personagem em uma aclamada série de televisão nos anos 1970.
Le Carré, que aparece brevemente na tela, aconselhou os produtores do filme a escolherem o diretor sueco Tomas Alfredson para adaptar a complicada história de traição para o cinema depois de ver seu filme sobre vampiros "Let the Right One In".
Ele disse que Alfredson conseguiu capturar a essência da sua história em pouco mais de duas horas de duração.
Oldman brilha como o taciturno Smiley, que é afastado da inteligência britânica depois que seu chefe ordena uma operação para recrutar um general húngaro, que acaba muito mal. Mas ele logo volta ao mundo de espiões, agentes duplos, falsidades e perigos quando descobre que os soviéticos infiltraram agentes no serviço de inteligência britânico.
Assumir esse papel vem com bagagem extra para qualquer ator britânico por causa da interpretação de Alec Guinness do mesmo personagem em uma aclamada série de televisão nos anos 1970.
Le Carré, que aparece brevemente na tela, aconselhou os produtores do filme a escolherem o diretor sueco Tomas Alfredson para adaptar a complicada história de traição para o cinema depois de ver seu filme sobre vampiros "Let the Right One In".
Ele disse que Alfredson conseguiu capturar a essência da sua história em pouco mais de duas horas de duração.
Oldman brilha como o taciturno Smiley, que é afastado da inteligência britânica depois que seu chefe ordena uma operação para recrutar um general húngaro, que acaba muito mal. Mas ele logo volta ao mundo de espiões, agentes duplos, falsidades e perigos quando descobre que os soviéticos infiltraram agentes no serviço de inteligência britânico.
05/09/11 - X-Men: Primeira Classe e Planeta dos Macacos: A Origem devem gerar sequências
Ainda não há confirmação oficial por parte da Fox, mas é praticamente garantido que estes dois longas citados ganhem suas continuações. O jornal New York Times publicou uma matéria falando sobre os próximos filmes do Thor, Capitão América e dos Smurfs e também comentou sobre as possibilidades de Primeira Classe e Planeta dos Macacos: A Origem. No texto há uma fala de Tom Rothman, chefão da divisão de filmes da Fox, e ele disse o seguinte: "A lição pra nós é que o diferente e o original [como foi o caso destes dois longas] são sempre mais difíceis e sempre um risco. Ambos os longas tinham material genético vindo de suas franquias e os são muito, muito originais".
X-Men: Primeira Classe custou US$ 160 milhões e arrecadou US$ 352 milhões no mundo todo. Planeta dos Macacos: A Origem gastou US$ 93 milhões para ser produzido e rendeu nas bilheterias US$ 345 milhões. Esses bons números devem garantir as sequências sem muitos problemas.
X-Men: Primeira Classe custou US$ 160 milhões e arrecadou US$ 352 milhões no mundo todo. Planeta dos Macacos: A Origem gastou US$ 93 milhões para ser produzido e rendeu nas bilheterias US$ 345 milhões. Esses bons números devem garantir as sequências sem muitos problemas.
31/08/11 - Taylor Lautner e Dwayne Johnson podem viver Davi e Golias nas telonas
Depois de Darren Aronofsky (Cisne Negro) anunciar que fará uma versão da história de Noé, outro conto bíblico pode estar prestes a chegar às telonas. De acordo com o Twitch, os produtores Marty Bowen e Wyck Godfrey (Querido John) estão trabalhando em uma adaptação cinematográfica da história de Davi e Golias, provisoriamente intitulada Goliath.
Segundo um informante do site, Dwayne Johnson (Velozes e Furiosos 5: Operação Rio) e Taylor Lautner (A Saga Crepúsculo: Eclipse) estão cotados para viver a dupla.
Johnson é o único que está em negociação. Ele conversa com os produtores para viver Golias. Lautner, por sua vez, ainda não foi procurado, mas dada sua familiaridade com Bowen e Godfrey, os mesmos produtores da saga Crepúsculo, é provável que as conversas sejam facilitadas.
O conto original mostra a hstória do pequeno Davi que, indo contra suas próprias limitações físicas, enfrenta o assustador gigante Golias. O diretor Scott Derrickson (O Exorcismo de Emily Rose) esteve atrelado ao projeto, mas sua participação ainda não foi confirmada.
Segundo um informante do site, Dwayne Johnson (Velozes e Furiosos 5: Operação Rio) e Taylor Lautner (A Saga Crepúsculo: Eclipse) estão cotados para viver a dupla.
Johnson é o único que está em negociação. Ele conversa com os produtores para viver Golias. Lautner, por sua vez, ainda não foi procurado, mas dada sua familiaridade com Bowen e Godfrey, os mesmos produtores da saga Crepúsculo, é provável que as conversas sejam facilitadas.
O conto original mostra a hstória do pequeno Davi que, indo contra suas próprias limitações físicas, enfrenta o assustador gigante Golias. O diretor Scott Derrickson (O Exorcismo de Emily Rose) esteve atrelado ao projeto, mas sua participação ainda não foi confirmada.
31/08/11 - VIPs, com Wagner Moura, ganha prêmio de Melhor Filme no festival de Miami
O filme “VIPs”, de Toniko Mello, foi o vencedor de Melhor Filme no Brazilian Film Festival, em Miami. Pelo trabalho no longa, o protagonista Wagner Moura levou o prêmio de Melhor Ator.
O longa “180º” levou dois troféus: Melhor Direção, para Eduardo Vaisman, e Melhor Roteiro, para Claudia Mattos. Olivia Torres foi considerada a Melhor Atriz pelo papel em “Desenrola”, de Rosane Svartman.
Na categoria curta-metragem, “A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho”, de Alessandra Colasanti e Samir Abujamra, foi considerado o Melhor Filme, e o prêmio de Melhor Direção foi para Sergio José de Andrade por “Cachoeira”.
O longa “180º” levou dois troféus: Melhor Direção, para Eduardo Vaisman, e Melhor Roteiro, para Claudia Mattos. Olivia Torres foi considerada a Melhor Atriz pelo papel em “Desenrola”, de Rosane Svartman.
Na categoria curta-metragem, “A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho”, de Alessandra Colasanti e Samir Abujamra, foi considerado o Melhor Filme, e o prêmio de Melhor Direção foi para Sergio José de Andrade por “Cachoeira”.
31/08/11 - Madonna chega a Festival de Veneza para apresentar novo filme
Veneza, 31 AGO (ANSA) - A cantora Madonna chegou hoje ao Festival de Cinema de Veneza, acompanhada de três atores e do produtor Harvey Weinstein de seu filme "W.E.", que será apresentado amanhã.
A produção, a segunda da artista como diretora, está fora da competição do 68º Festival e será exibida para a imprensa às 10h locais (5h no horário de Brasília) desta quinta-feira. Logo depois, Madonna concederá uma coletiva de imprensa sobre o longa. Às 22h locais (17h no horário de Brasília), acontecerá sua projeção oficial na Grande Sala do Festival.
O filme, com 115 minutos de duração, é baseado na história de amor do rei inglês Edward 8º e da norte-americana divorciada Wallis Simpson, que o levou a abdicar do poder em 1936.
Cena de "W.E"., segundo filme dirigido por Madonna
Madonna já tinha dirigido "Filth and Wisdom" (2008), cuja trama se desenvolve em Londres e narra a história de um imigrante ucraniano na busca do sonho de se transformar em uma estrela da música.
A chegada da cantora à Veneza, em um jato particular no aeroporto Marco Polo, veio acompanhada do mistério sobre onde ela se hospedará. Os rumores são de que sua comitiva teria reservado cinco hotéis como forma de desorientar a imprensa e os curiosos.
Um deles seria o exclusivo Cipiriani de la Giudecca, cuja diária chega a 12 mil euros, e no qual George Clooney ficará hospedado. O ator apresenta durante o Festival sua produção "Tudo pelo poder".
A produção, a segunda da artista como diretora, está fora da competição do 68º Festival e será exibida para a imprensa às 10h locais (5h no horário de Brasília) desta quinta-feira. Logo depois, Madonna concederá uma coletiva de imprensa sobre o longa. Às 22h locais (17h no horário de Brasília), acontecerá sua projeção oficial na Grande Sala do Festival.
O filme, com 115 minutos de duração, é baseado na história de amor do rei inglês Edward 8º e da norte-americana divorciada Wallis Simpson, que o levou a abdicar do poder em 1936.
Cena de "W.E"., segundo filme dirigido por Madonna
Madonna já tinha dirigido "Filth and Wisdom" (2008), cuja trama se desenvolve em Londres e narra a história de um imigrante ucraniano na busca do sonho de se transformar em uma estrela da música.
A chegada da cantora à Veneza, em um jato particular no aeroporto Marco Polo, veio acompanhada do mistério sobre onde ela se hospedará. Os rumores são de que sua comitiva teria reservado cinco hotéis como forma de desorientar a imprensa e os curiosos.
Um deles seria o exclusivo Cipiriani de la Giudecca, cuja diária chega a 12 mil euros, e no qual George Clooney ficará hospedado. O ator apresenta durante o Festival sua produção "Tudo pelo poder".
25/08/11 - Olivia Wilde é cotada para substituir Jennifer Garner em comédia
A atriz Olivia Wilde (“Tron 2”) está negociando um papel na comédia "Better Living Through Chemistry" (“Uma Vida Melhor pela Química”, em tradução livre). O papel era de Jennifer Garner (“Idas e Vindas do Amor”), que teve de abandonar o projeto depois de ficar grávida. As informações são da revista americana “Variety”.
O filme conta a história de um farmacêutico de uma pequena cidade que não está feliz em seu casamento sem amor. Ele conhece uma mulher presa a um casamento de fachada e os dois começam um caso. Encorajado pela amante, ele começa a prescrever drogas ilegalmente e os dois planejam assassinar o marido dela para poderem viver seu amor.
Wilde negocia o papel da amante, enquanto o farmacêutico será vivido por Sam Rockwell (“Homem de Ferro 2”). Michelle Monaghan (“Um Parto de Viagem”) é cotada para interpretar a esposa dele e Judi Dench ("Nine") fará a narração do filme.
O filme conta a história de um farmacêutico de uma pequena cidade que não está feliz em seu casamento sem amor. Ele conhece uma mulher presa a um casamento de fachada e os dois começam um caso. Encorajado pela amante, ele começa a prescrever drogas ilegalmente e os dois planejam assassinar o marido dela para poderem viver seu amor.
Wilde negocia o papel da amante, enquanto o farmacêutico será vivido por Sam Rockwell (“Homem de Ferro 2”). Michelle Monaghan (“Um Parto de Viagem”) é cotada para interpretar a esposa dele e Judi Dench ("Nine") fará a narração do filme.
25/08/11 - Natalie Portman negocia volta aos cinemas em Adaline
Após dar à luz ao filho Aleph em junho, a atriz Natalie Portman já negocia seu próximo papel: ela deve estrelar o drama independente "Adaline". As informações são do site Hollywood.
"Adaline" conta a história de uma jovem que, após um acidente, parou de envelhecer. Depois de passar muitos anos sozinha, ela irá conhecer um homem que a fará enfrentar o seguinte dilema: abrir mão da imortalidade e seguir um grande amor ou viver para sempre?
O longa será dirigido por Gabriele Muccino e está previsto para ser lançado em 2012.
"Adaline" conta a história de uma jovem que, após um acidente, parou de envelhecer. Depois de passar muitos anos sozinha, ela irá conhecer um homem que a fará enfrentar o seguinte dilema: abrir mão da imortalidade e seguir um grande amor ou viver para sempre?
O longa será dirigido por Gabriele Muccino e está previsto para ser lançado em 2012.
25/08/11 - Compositor das trilhas sonoras dos filmes de Almodóvar vem ao Festival de Cinema de Paraty
O compositor Alberto Iglesias, responsável por trilhas sonoras de filmes como "Volver" e "Má Educação", de Pedro Almodóvar, virá ao 4º Festival Internacional de Cinema de Paraty. O evento será realizado entre 10 e 15 de novembro.
Iglesias dará palestra no "Paraty Lab", projeto em que serão feitos laboratórios de cinema gratuitos. Para participar, é preciso se inscrever no site www.festivaldecinemadeparaty.com.br a partir do dia 29 de agosto; o festival irá selecionar os interessados. As aulas e laboratórios ocorrerão entre 12 e 14 de novembro.
Vem ao país também Christopher Hampton, que levou Oscar de melhor roteiro adaptado por "Ligações Perigosas".
Além de ter trabalhado com Almodóvar, Iglesias fez trilhas para o recente "Carnage", de Roman Polansky, "O Jardineiro Fiel", de Fernando Meirelles, e para diversos filmes do espanhol Julio Medem, tais como "Lúcia e o Sexo" e "Os Amantes do Círculo Polar".
Iglesias dará palestra no "Paraty Lab", projeto em que serão feitos laboratórios de cinema gratuitos. Para participar, é preciso se inscrever no site www.festivaldecinemadeparaty.com.br a partir do dia 29 de agosto; o festival irá selecionar os interessados. As aulas e laboratórios ocorrerão entre 12 e 14 de novembro.
Vem ao país também Christopher Hampton, que levou Oscar de melhor roteiro adaptado por "Ligações Perigosas".
Além de ter trabalhado com Almodóvar, Iglesias fez trilhas para o recente "Carnage", de Roman Polansky, "O Jardineiro Fiel", de Fernando Meirelles, e para diversos filmes do espanhol Julio Medem, tais como "Lúcia e o Sexo" e "Os Amantes do Círculo Polar".
25/08/11 - Compositor das trilhas sonoras dos filmes de Almodóvar vem ao Festival de Cinema de Paraty
O compositor Alberto Iglesias, responsável por trilhas sonoras de filmes como "Volver" e "Má Educação", de Pedro Almodóvar, virá ao 4º Festival Internacional de Cinema de Paraty. O evento será realizado entre 10 e 15 de novembro.
Iglesias dará palestra no "Paraty Lab", projeto em que serão feitos laboratórios de cinema gratuitos. Para participar, é preciso se inscrever no site www.festivaldecinemadeparaty.com.br a partir do dia 29 de agosto; o festival irá selecionar os interessados. As aulas e laboratórios ocorrerão entre 12 e 14 de novembro.
Vem ao país também Christopher Hampton, que levou Oscar de melhor roteiro adaptado por "Ligações Perigosas".
Além de ter trabalhado com Almodóvar, Iglesias fez trilhas para o recente "Carnage", de Roman Polansky, "O Jardineiro Fiel", de Fernando Meirelles, e para diversos filmes do espanhol Julio Medem, tais como "Lúcia e o Sexo" e "Os Amantes do Círculo Polar".
Iglesias dará palestra no "Paraty Lab", projeto em que serão feitos laboratórios de cinema gratuitos. Para participar, é preciso se inscrever no site www.festivaldecinemadeparaty.com.br a partir do dia 29 de agosto; o festival irá selecionar os interessados. As aulas e laboratórios ocorrerão entre 12 e 14 de novembro.
Vem ao país também Christopher Hampton, que levou Oscar de melhor roteiro adaptado por "Ligações Perigosas".
Além de ter trabalhado com Almodóvar, Iglesias fez trilhas para o recente "Carnage", de Roman Polansky, "O Jardineiro Fiel", de Fernando Meirelles, e para diversos filmes do espanhol Julio Medem, tais como "Lúcia e o Sexo" e "Os Amantes do Círculo Polar".
18/08/11 - Suposta sinopse de Superman: Man of Steel é divulgada
O enredo de Superman: Man of Steel é a causa dos principais debates a respeito do filme atualmente. Como é praxe em produções de Christopher Nolan (A Origem), provavelmente não serão divulgados detalhes do longa até chegarmos próximo à data de lançamento. No entanto, o ComicBookMovie conseguiu um documento de chamada de elenco que possui a suposta primeira sinopse oficial do filme. A Warner ainda não confirmou a veracidade do material.
A sinopse não contém grandes spoilers, mas delineia o principal rumo da trama. Confira:
“No panteão dos super-heróis, Superman é o personagem mais conhecido e reverenciado de todos os tempos. Clark Kent/Kal-El (Henry Cavill) é um jovem jornalista de vinte e poucos anos que se sente alienado por possuir poderes além de imaginação de qualquer um. Trazido à Terra de Krypton, um planeta avançado, há muito tempo, Clark se enfrenta com a pergunta mais cruel – “Por que estou aqui?”. Moldado pelos valores de seus pais adotivos Martha (Diane Lane) e Jonathan Kent (Kevin Costner), Clark logo descobre que ter super habilidades significa fazer decisões muito difíceis. Mas quando o mundo mais precisa de estabilidade, ele é atacado. Serão suas habilidades utilizadas para manter a paz ou então para dividir e conquistar? Clark deve se tornar o herói conhecido como Superman, não só para brilhar como a última esperança da humanidade mas também para proteger aqueles que ama”.
Pelo visto, o Superman não irá apaziguar batalhas na África como se especulava antigamente. Com a confirmação de Michael Shannon como General Zod e Antje Traue como Faora, é provável que o Homem de Aço enfrente os vilões para proteger a Terra e achar o seu lugar neste planeta.
Superman: Man of Steel conta com direção de Zack Snyder (Sucker Punch - Mundo Surreal) e roteiro de David S. Goyer (Batman - O Cavaleiro das Trevas), baseado em história escrita por ele em parceria com Nolan, produtor do longa.
Esta nova versão, protagonizada por Henry Cavill (Tudo Pode Dar Certo), tem ainda no elenco grandes nomes como Russell Crowe (Robin Hood), Julia Osmond (O Curioso Caso de Benjamin Button) e Amy Adams (O Vencedor).
•Ator de Superman diz como tem trabalhado físico para o papel
•Laurence Fishburne será editor do Planeta Diário em Superman
•Julia Ormond deve ser esposa de Russel Crowe em Supeman
•Michael Shannon diz que papel em Superman surgiu do nada
•Eu sempre quis criar um bom homem, disse Diane Lane sobre seu papel em Superman: Man of Steel
A sinopse não contém grandes spoilers, mas delineia o principal rumo da trama. Confira:
“No panteão dos super-heróis, Superman é o personagem mais conhecido e reverenciado de todos os tempos. Clark Kent/Kal-El (Henry Cavill) é um jovem jornalista de vinte e poucos anos que se sente alienado por possuir poderes além de imaginação de qualquer um. Trazido à Terra de Krypton, um planeta avançado, há muito tempo, Clark se enfrenta com a pergunta mais cruel – “Por que estou aqui?”. Moldado pelos valores de seus pais adotivos Martha (Diane Lane) e Jonathan Kent (Kevin Costner), Clark logo descobre que ter super habilidades significa fazer decisões muito difíceis. Mas quando o mundo mais precisa de estabilidade, ele é atacado. Serão suas habilidades utilizadas para manter a paz ou então para dividir e conquistar? Clark deve se tornar o herói conhecido como Superman, não só para brilhar como a última esperança da humanidade mas também para proteger aqueles que ama”.
Pelo visto, o Superman não irá apaziguar batalhas na África como se especulava antigamente. Com a confirmação de Michael Shannon como General Zod e Antje Traue como Faora, é provável que o Homem de Aço enfrente os vilões para proteger a Terra e achar o seu lugar neste planeta.
Superman: Man of Steel conta com direção de Zack Snyder (Sucker Punch - Mundo Surreal) e roteiro de David S. Goyer (Batman - O Cavaleiro das Trevas), baseado em história escrita por ele em parceria com Nolan, produtor do longa.
Esta nova versão, protagonizada por Henry Cavill (Tudo Pode Dar Certo), tem ainda no elenco grandes nomes como Russell Crowe (Robin Hood), Julia Osmond (O Curioso Caso de Benjamin Button) e Amy Adams (O Vencedor).
•Ator de Superman diz como tem trabalhado físico para o papel
•Laurence Fishburne será editor do Planeta Diário em Superman
•Julia Ormond deve ser esposa de Russel Crowe em Supeman
•Michael Shannon diz que papel em Superman surgiu do nada
•Eu sempre quis criar um bom homem, disse Diane Lane sobre seu papel em Superman: Man of Steel
18/08/11 - Vampira desperta e quebra tudo no primeiro trailer de Underworld Awakening
Selena, vivida por Kate Backinsale, desperta depois de 15 anos e volta à ativa na guerra dos vampiros contra os lobisomens. E agora acaba de sair o primeiro trailer do filme dirigido por Måns Mårlind, Björn Stein. É o quarto da saga Underworld. Assista:
O roteiro do quarto longa foi escrito por John Hlavin e teve revisão de J. Michael Straczynski, roteirista de quadrinhos que já trabalhou com o Homem-Aranha. O primeiro longa, Underwold – Anjos da Noite, foi lançado em 2003 e teve direção de Len Wiseman. Ele também comandou a segunda parte em 2006. O terceiro longa, Anjos da Noite 3: A Rebelião, saiu em 2009 e foi dirigido por Patrick Tatopoulos.
A estreia é em 3 de fevereiro de 2012.
O roteiro do quarto longa foi escrito por John Hlavin e teve revisão de J. Michael Straczynski, roteirista de quadrinhos que já trabalhou com o Homem-Aranha. O primeiro longa, Underwold – Anjos da Noite, foi lançado em 2003 e teve direção de Len Wiseman. Ele também comandou a segunda parte em 2006. O terceiro longa, Anjos da Noite 3: A Rebelião, saiu em 2009 e foi dirigido por Patrick Tatopoulos.
A estreia é em 3 de fevereiro de 2012.
18/08/11 - Novo filme do Wolverine já tem data para começar filmagens
A enrolação foi grande, mas parece que agora The Wolverine, novo filme do mutante da Marvel, deve sair. Segundo o The Vancouver Sun, as filmagens começam na cidade de Vancouver, no Canadá, em novembro. A demora para o início dos trabalho aconteceu principalmente por causa da saída de Darren Aronofsky (de O Cisne Negro) da direção, no início do ano. Depois de meses, James Mangold (de Encontro Explosivo) foi contratado. Anteriormente foi divulgado que as filmagens começariam em outubro. os trabalhos em Vancouver vão de novembro a 1 de março de 2012 e acontecerão em locais usados por produções como a Saga Crepúsculo e Supernatural.
The Wolverine tem roteiro de Christopher McQuarrie e não é uma continuação do longa de 2009. A história é completamente independente e não fará referências ao original [o que é bom]. Parte do roteiro acontece no Japão e é inspirado na HQ Eu, Wolverine, de Chris Claremont e Frank Miller que foi lançada originalmente nos anos 80. Hugh Jackman, obviamente, está de volta ao papel principal. Um dos inimigos enfrentados por Wolverine nesse longa será o Samurai de Prata, como o próprio Jackman revelou há algum tempo.
A estreia está prevista para o fim de 2012.
The Wolverine tem roteiro de Christopher McQuarrie e não é uma continuação do longa de 2009. A história é completamente independente e não fará referências ao original [o que é bom]. Parte do roteiro acontece no Japão e é inspirado na HQ Eu, Wolverine, de Chris Claremont e Frank Miller que foi lançada originalmente nos anos 80. Hugh Jackman, obviamente, está de volta ao papel principal. Um dos inimigos enfrentados por Wolverine nesse longa será o Samurai de Prata, como o próprio Jackman revelou há algum tempo.
A estreia está prevista para o fim de 2012.
15/08/11 - Best-seller Só Garotos, da roqueira Patti Smith, deve virar filme
O best-seller da roqueira Patti Smith, "Só Garotos", deve virar filme. Patti está trabalhando ao lado do roteirista John Logan na adaptação da obra literária para o cinema. A colaboração para o projeto foi anunciada nesta segunda-feira (15), reportou o site da "Variety".
O livro fala sobre as dificuldades durante a juventude da roqueira e seu relacionamento com o fotógrafo norte-americano Robert Mapplethorpe.
"Só Garotos" rendeu a Patti Smith o National Book Award em 2010, um dos principais prêmios literários dos EUA.
John Logan ganhou o prêmio de teatro Tony em 2010 pela peça "Red", sobre o pintor Mark Rothko, e é conhecido por roteiros de filmes como "Gladiador" (2000), "O Aviador" (2004) e "O Último Samurai" (2003).
O livro fala sobre as dificuldades durante a juventude da roqueira e seu relacionamento com o fotógrafo norte-americano Robert Mapplethorpe.
"Só Garotos" rendeu a Patti Smith o National Book Award em 2010, um dos principais prêmios literários dos EUA.
John Logan ganhou o prêmio de teatro Tony em 2010 pela peça "Red", sobre o pintor Mark Rothko, e é conhecido por roteiros de filmes como "Gladiador" (2000), "O Aviador" (2004) e "O Último Samurai" (2003).
15/08/11 - DreamWorks cancela filme com Eminem
A DreamWorks cancelou a produção de Southpaw, que traria o rapper Eminem no elenco. As informações são do site da revista musical NME.
De acordo com a MTV News, as gravações estavam programadas para ter início em 2012, mas o estúdio voltou atrás com o projeto.
O motivo do cancelamento não foi confirmado, mas acredita-se que os executivos da DreamWorks estejam preocupados, pois já têm muitos filmes em produção que tratam do mesmo assunto: lutas e boxe.
O longa, sobre um boxeador que deveria superar sua má sorte para voltar a ter sucesso, seria a primeira aparição de Eminem desde 8 Mile - Rua das Ilusões.
O projeto agora será apresentado para outros estúdios.
De acordo com a MTV News, as gravações estavam programadas para ter início em 2012, mas o estúdio voltou atrás com o projeto.
O motivo do cancelamento não foi confirmado, mas acredita-se que os executivos da DreamWorks estejam preocupados, pois já têm muitos filmes em produção que tratam do mesmo assunto: lutas e boxe.
O longa, sobre um boxeador que deveria superar sua má sorte para voltar a ter sucesso, seria a primeira aparição de Eminem desde 8 Mile - Rua das Ilusões.
O projeto agora será apresentado para outros estúdios.
15/08/11 - Yoko Ono publica documentário sobre protesto na cama com John Lennon; assista na íntegra
Yoko Ono disponibilizou na internet o documentário "Bed Peace", filme que dirigiu com John Lennon sobre o protesto dos dois em 1969, quando ficaram deitados na cama por uma semana para promover a paz. Assista abaixo na íntegra, em inglês:
O vídeo de 70 minutos, até então disponível apenas em VHS, ficará no YouTube até o dia 21 de agosto e traz imagens de Lennon e Ono na cama discutindo com jornalistas sobre a paz no mundo.
Em seu site, Yoko Ono escreveu:
"Caros amigos,
Em 1969, John e eu éramos tão ingênuos de pensar que um protesto na cama ajudaria a mudar o mundo. Bom, talvez tenha ajudado. Mas, na ocasião, não sabíamos disso.
Ainda bem que nós o filmamos, porém. O filme é poderoso agora. O que falamos lá atrás poderia ser dito agora.
Na verdade, há coisas que dissemos no filme que pode encorajar e inspirar os ativistas de hoje. Boa sorte a toros nós.
Vamos nos lembrar que a guerra pode acabar se a gente quiser. Cabe a nós e a ninguém mais. John iria querer dizer isso.
O vídeo de 70 minutos, até então disponível apenas em VHS, ficará no YouTube até o dia 21 de agosto e traz imagens de Lennon e Ono na cama discutindo com jornalistas sobre a paz no mundo.
Em seu site, Yoko Ono escreveu:
"Caros amigos,
Em 1969, John e eu éramos tão ingênuos de pensar que um protesto na cama ajudaria a mudar o mundo. Bom, talvez tenha ajudado. Mas, na ocasião, não sabíamos disso.
Ainda bem que nós o filmamos, porém. O filme é poderoso agora. O que falamos lá atrás poderia ser dito agora.
Na verdade, há coisas que dissemos no filme que pode encorajar e inspirar os ativistas de hoje. Boa sorte a toros nós.
Vamos nos lembrar que a guerra pode acabar se a gente quiser. Cabe a nós e a ninguém mais. John iria querer dizer isso.
09/08/11 - Divulgado trailer de Odd Life of Timothy Green, com Jeniffer Garner
A Disney divulgado hoje o trailer do filme de ficção científica Odd Life of Timothy Green.
O longa é dirigido por Peter Hedges (Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada), estrelado por Jeniffer Garner (Idas e Vindas do Amor), Joel Edgerton (A Lenda dos Guardiões) e Ron Livingston (Amor à Distância) e conta a história de um casal que não pode ter filhos e decide enterrar uma caixa com todos os desejos que teriam para o bebê. No dia seguinte, surge uma criança em seu jardim, mas ele não é exatamente como o casal imaginava.
O longa é dirigido por Peter Hedges (Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada), estrelado por Jeniffer Garner (Idas e Vindas do Amor), Joel Edgerton (A Lenda dos Guardiões) e Ron Livingston (Amor à Distância) e conta a história de um casal que não pode ter filhos e decide enterrar uma caixa com todos os desejos que teriam para o bebê. No dia seguinte, surge uma criança em seu jardim, mas ele não é exatamente como o casal imaginava.
09/08/11 - Robert Rodriguez já tem financiamento para Sin City 2
Há muito tempo que se fala sobre a continuação de Sin City, filme de 2005 dirigido por Robert Rodriguez e inspirado na HQ de Frank Miller. Mas a coisa não estava andando muito bem. Agora parece que tudo mudou. Em entrevista ao We Got This Covered, o diretor comentou que já existe a grana para bancar a nova produção. "Sin City 2 está pronto para ser feito, estamos apenas finalizando o roteiro e temos o dinheiro. Temos tudo o que precisamos para começar as filmagens assim que tivermos o texto pronto. E o mesmo vale para Machete 2. Já temos o orçamento e só estamos à espera do roteiro para iniciar as filmagens", disse Rodriguez.
Ainda não há detalhes sobre os atores que estarão na sequência. Segundo informações divulgadas no passado, Sin City 2 terá sua história inspirada em A Dama Fatal, um dos volumes da série de Miller.
Ainda não há detalhes sobre os atores que estarão na sequência. Segundo informações divulgadas no passado, Sin City 2 terá sua história inspirada em A Dama Fatal, um dos volumes da série de Miller.
09/08/11 - Smurfs assume liderança das bilheterias brasileiras em sua estreia
Assim como aconteceu nos Estados Unidos, Os Smurfs também estreou em primeiro lugar nas bilheterias brasileiras. A adaptação cinematográfica das ilustrações de Pierre Culliford arrecadou R$ 10,9 milhões em seu primeiro final de semana e foi o responsável por levar aos cinemas aproximadamente 921 mil pessoas.
A trama do filme é sobre os pequenos duendes azuis que, ao terem sua vila descoberta pelo malvado Gargamel, resolvem fugir e acabam entrando em uma gruta proibida e indo parar no Central Park. Protegidos por um casal de humanos, eles precisam se esconder do vilão animado e encontrar um jeito de voltar para casa.
Em segundo lugar, o longa Capitão América: O Primeiro Vingador faturou R$ 6,5 milhões, com um público de 449 mil. Em seguida, temos o brasileiro Assalto ao Banco Central, com R$ 2 milhões e visto por 185 mil de pessoas na sua terceira semana em cartaz.
Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte II alcançou a marca de terceiro filme mais lucrativo de todos os tempos e continua em excelente colocação no Brasil. Com a quarta posição em sua quarta semana, o último filme da saga do bruxinho arrecadou R$ 2 milhões e teve um público de 118 mil pessoas.
Cilada.com, de José Alvarenga Jr., estreou há cinco semana com a meta de conseguir dois milhões de espectadores e a ultrapassou, com um público total de 2,6 milhões até o momento. No último final de semana, a comédia estrelada por Bruno Mazzeo teve um faturamento de R$ 1,4 milhões.
Confira abaixo a lista de filmes com melhor colocação nas bilheterias brasileiras no último final de semana.
1. Os Smurfs - R$ 10,9 milhões
2. Capitão América: O Primeiro Vingador - R$ 6,5 milhões
3. Assalto ao Banco Central - R$ 2 milhões
4. Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte II - R$ 2 milhões
5. Cilada.com - R$ 1,4 milhões
6. Quero Matar Meu Chefe - R$ 1,2 milhões
7. Não se Preocupe, Nada Vai Dar Certo - R$ 546 mil
8. Os Pinguins do Papai - R$ 338 mil
9. Meia Noite em Paris - R$ 302 mil
10. Melancolia - R$ 214 mil
A trama do filme é sobre os pequenos duendes azuis que, ao terem sua vila descoberta pelo malvado Gargamel, resolvem fugir e acabam entrando em uma gruta proibida e indo parar no Central Park. Protegidos por um casal de humanos, eles precisam se esconder do vilão animado e encontrar um jeito de voltar para casa.
Em segundo lugar, o longa Capitão América: O Primeiro Vingador faturou R$ 6,5 milhões, com um público de 449 mil. Em seguida, temos o brasileiro Assalto ao Banco Central, com R$ 2 milhões e visto por 185 mil de pessoas na sua terceira semana em cartaz.
Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte II alcançou a marca de terceiro filme mais lucrativo de todos os tempos e continua em excelente colocação no Brasil. Com a quarta posição em sua quarta semana, o último filme da saga do bruxinho arrecadou R$ 2 milhões e teve um público de 118 mil pessoas.
Cilada.com, de José Alvarenga Jr., estreou há cinco semana com a meta de conseguir dois milhões de espectadores e a ultrapassou, com um público total de 2,6 milhões até o momento. No último final de semana, a comédia estrelada por Bruno Mazzeo teve um faturamento de R$ 1,4 milhões.
Confira abaixo a lista de filmes com melhor colocação nas bilheterias brasileiras no último final de semana.
1. Os Smurfs - R$ 10,9 milhões
2. Capitão América: O Primeiro Vingador - R$ 6,5 milhões
3. Assalto ao Banco Central - R$ 2 milhões
4. Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte II - R$ 2 milhões
5. Cilada.com - R$ 1,4 milhões
6. Quero Matar Meu Chefe - R$ 1,2 milhões
7. Não se Preocupe, Nada Vai Dar Certo - R$ 546 mil
8. Os Pinguins do Papai - R$ 338 mil
9. Meia Noite em Paris - R$ 302 mil
10. Melancolia - R$ 214 mil
05/08/11 - Dwayne Johnson surge no visual de seu personagem em G.I. Joe 2
A continuação de G.I. Joe vem aí e ainda não tem imagens oficiais. Enquanto isso, Dwayne Johnson, o The Rock, colocou em seu twitter uma foto das filmagen com ele prórpio já no visual do personagem Roadblock. Olha o tamanho da metranca que o sujeito tem nas mãos. No mesmo tweet, Johnson escreveu "encontrei minha arma hoje! Uma M249 SAW. Adivinha quem/o que eu vejo na minha mira?"
O novo filme da saga dos soldados americanos se chama G.I. Joe: Cobra Strikes e no elenco já estão Channing Tatum, Adrianne Palicki, Ray Stevenson, Joseph Mazzello, Ray Park, Arnold Vosloo e Byung-hun Lee. A direção é de Jon M. Chu e as filmagens começam agora em agosto na Louisiana, nos Estados Unidos.
O lançamento acontece em 29 de junho de 2012.
O novo filme da saga dos soldados americanos se chama G.I. Joe: Cobra Strikes e no elenco já estão Channing Tatum, Adrianne Palicki, Ray Stevenson, Joseph Mazzello, Ray Park, Arnold Vosloo e Byung-hun Lee. A direção é de Jon M. Chu e as filmagens começam agora em agosto na Louisiana, nos Estados Unidos.
O lançamento acontece em 29 de junho de 2012.
05/08/11 - Na 5ª edição, Jornada do Cinema Silencioso traz raras produções italianas
Como bem definiu o cineasta português Pedro Costa, existe um nicho de cinefilia que, seja lá ou cá, cultivam filmes e eventos que, em condições normais de temperatura e pressão, transcorreriam despercebidos. Aqui no Brasil, um dos grandes exemplos é a Jornada do Cinema Silencioso, cuja quinta edição começa nesta sexta-feira (5/8) em São Paulo, com exibições gratuitas.
Quem frequenta os corredores e as duas salas da Cinemateca Brasileira já se surpreendeu com a quantidade de pessoas que acompanham as sessões de filmes mudos. Trata-se de um período em que a Cinemateca, criticada pelo subaproveitamento de seu acervo, transpira vida.
Se no ano passado, a Jornada já trouxe um filmaço de Humberto Mauro, Lábios Sem Beijos, de 1930, em 2011 homenageia especialmente a produção do italiano radicado no Brasil Gilberto Rossi, o centenário de nascimento de Georges Mèlies e um recorte interessante na produção gaúcha em 16mm.
Nascido em Livorno, Rossi começou como fotógrafo e veio para São Paulo em 1911, ansioso em aproveitar o primeiro surto desenvolvimentista da metrópole, até então coadjuvante do Rio de Janeiro. A sociedade com Luigi Guerazzi não vingou, e o italiano realizou filmes sob encomenda, cenário que seria alterado ao conhecer José Medina, com o qual criou a Rossi Film, em 1919.
Justamente esse período que a Jornada vai focar, com destaque para Fragmentos da Vida, um drama social moralista que indiretamente mostra a metrópole paulistano engolindo seus moradores. Assim como os outros filmes realizados na parceria Medina/Rossi, serve como curiosidade para acompanhar os registros de uma São Paulo das primeiras décadas do século 20.
Itália à vista
Dentre os 57 filmes e as 22 sessões musicadas ao vivo, o evento também vai lembrar a produção do Rio Grande do Sul rodada em 16mm. Destaque para o interessante suspense Passos na Madrugada, de 1949, que elucida um misterioso crime com um criativo flashback.
Sem dúvidas, porém, que a maior atração da 5ª Jornada do Cinema Silencioso é a produção italiana. Escolhidos por Luca Giuliana, curador do Museo Nazionale del Cinema de Turim, em parceria com Carlos Roberto de Souza, curador da Jornada, ao todo serão 27 filmes produzidos entre 1911 (A Vida das Borboletas) e 1924 (Ver Nápoles e Depois Morrer). Entre eles, o divertido Matrimônio Interplanetário, que imagina o romance com um astrônomo da Terra com a uma moça de Marte. O casamento ocorre na Lua.
Serviço
V Jornada Brasileira de Cinema Silencioso - Entrada gratuita
Quando: 5 a 14 de agosto
Onde: Cinemateca (salas BNDES e Petrobras)
Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino (próx. à estação Vila Mariana do metrô)
Quem frequenta os corredores e as duas salas da Cinemateca Brasileira já se surpreendeu com a quantidade de pessoas que acompanham as sessões de filmes mudos. Trata-se de um período em que a Cinemateca, criticada pelo subaproveitamento de seu acervo, transpira vida.
Se no ano passado, a Jornada já trouxe um filmaço de Humberto Mauro, Lábios Sem Beijos, de 1930, em 2011 homenageia especialmente a produção do italiano radicado no Brasil Gilberto Rossi, o centenário de nascimento de Georges Mèlies e um recorte interessante na produção gaúcha em 16mm.
Nascido em Livorno, Rossi começou como fotógrafo e veio para São Paulo em 1911, ansioso em aproveitar o primeiro surto desenvolvimentista da metrópole, até então coadjuvante do Rio de Janeiro. A sociedade com Luigi Guerazzi não vingou, e o italiano realizou filmes sob encomenda, cenário que seria alterado ao conhecer José Medina, com o qual criou a Rossi Film, em 1919.
Justamente esse período que a Jornada vai focar, com destaque para Fragmentos da Vida, um drama social moralista que indiretamente mostra a metrópole paulistano engolindo seus moradores. Assim como os outros filmes realizados na parceria Medina/Rossi, serve como curiosidade para acompanhar os registros de uma São Paulo das primeiras décadas do século 20.
Itália à vista
Dentre os 57 filmes e as 22 sessões musicadas ao vivo, o evento também vai lembrar a produção do Rio Grande do Sul rodada em 16mm. Destaque para o interessante suspense Passos na Madrugada, de 1949, que elucida um misterioso crime com um criativo flashback.
Sem dúvidas, porém, que a maior atração da 5ª Jornada do Cinema Silencioso é a produção italiana. Escolhidos por Luca Giuliana, curador do Museo Nazionale del Cinema de Turim, em parceria com Carlos Roberto de Souza, curador da Jornada, ao todo serão 27 filmes produzidos entre 1911 (A Vida das Borboletas) e 1924 (Ver Nápoles e Depois Morrer). Entre eles, o divertido Matrimônio Interplanetário, que imagina o romance com um astrônomo da Terra com a uma moça de Marte. O casamento ocorre na Lua.
Serviço
V Jornada Brasileira de Cinema Silencioso - Entrada gratuita
Quando: 5 a 14 de agosto
Onde: Cinemateca (salas BNDES e Petrobras)
Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino (próx. à estação Vila Mariana do metrô)
05/08/11 - Brian Kirk, diretor de Game of Thrones, está em negociações para Thor 2
A Marvel tem planos para realmente fazer a sequência de Thor e pretende começar as filmagens o mais rápido possível. Como foi confirmado anteriormente, o diretor Kenneth Branagh (Um Jogo de Vida ou Morte) não fará a direção desse novo filme e, agora, o estúdio está à procura de outro grande nome para a função.
Segundo o Worst Previews, o diretor Brian Kirk (Cherrybomb) está sendo cotado para o novo longa e está em fase de negociações.
Conhecido por dirigir o seriado Game of Thrones, Kirk foi chamado para o trabalho por ter demonstrado habilidade para manipular grandes conjuntos de atores e enredos complexos em seus projetos. Além da já citada série de TV, ele também dirigiu episódios de Dexter, The Thudors e Boardwalk Empire.
A estreia de Thor 2 está prevista para 26 de julho de 2013.
•Assista o teaser trailer de Os Vingadores
•Sequência de Thor chega aos cinemas em 2013
•Dublê de Os Vingadores sofre acidente no set e quase é escalpelado
Segundo o Worst Previews, o diretor Brian Kirk (Cherrybomb) está sendo cotado para o novo longa e está em fase de negociações.
Conhecido por dirigir o seriado Game of Thrones, Kirk foi chamado para o trabalho por ter demonstrado habilidade para manipular grandes conjuntos de atores e enredos complexos em seus projetos. Além da já citada série de TV, ele também dirigiu episódios de Dexter, The Thudors e Boardwalk Empire.
A estreia de Thor 2 está prevista para 26 de julho de 2013.
•Assista o teaser trailer de Os Vingadores
•Sequência de Thor chega aos cinemas em 2013
•Dublê de Os Vingadores sofre acidente no set e quase é escalpelado
27/07/11 - Diretor de Cowboy Bebop é destaque na abertura do 19º Anima Mundi em SP
O diretor Shinichiro Watanabe, de "Cowboy Bebop", fará palestra nesta quarta-feira (27), às 19h30, no Memorial da América Latina, no 19º Anima Mundi em São Paulo. A mostra, que já passou pelo Rio de Janeiro, traz a SP oficinas, workshops, performances, encontros, fóruns e debates sobre animação nacional e internacional.
De 27 a 31 de julho, 421 filmes de 44 serão exibidos no Memorial da América Latina, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Espaço Unibanco Augusta e no Cine Livraria Cultura.
Além da participação de Shinichiro Watanabe, haverá palestra com o diretor Carlos Saldanha, de "Rio", e com o diretor americano David Daniels. A artista multimídia Miwa Matreyek também apresentará performances. Os filmes também concorrem a prêmios de público e juri; confira a programação das atrações no site oficial do Anima Mundi.
De 27 a 31 de julho, 421 filmes de 44 serão exibidos no Memorial da América Latina, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Espaço Unibanco Augusta e no Cine Livraria Cultura.
Além da participação de Shinichiro Watanabe, haverá palestra com o diretor Carlos Saldanha, de "Rio", e com o diretor americano David Daniels. A artista multimídia Miwa Matreyek também apresentará performances. Os filmes também concorrem a prêmios de público e juri; confira a programação das atrações no site oficial do Anima Mundi.
27/07/11 - Chefão da Marvel fala como será o visual do Hulk em Os Vingadores
Uma das grandes curiosidades - sim, há várias outras - do filme dos Vingadores é como será o Hulk. O personagem apareceu em dois filmes solo anteriores de forma digital e não foi lá muito convincente. E agora o Los Angeles Times conversou com Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, e ele deu mais detalhes sobre o Gigante Verde. "Ele terá o mesmo tamanho que teve em O Incrível Hulk [de 2008] ou talvez seja um pouco menor. Seus músculos não serão tão definidos. Decidimos que ele já é o Hulk há alguns anos e sua psique está mudando. Ele não é tão definido quanto antes. Mas o mais importante é seu rosto. Como já dá para ver na arte conceitual [imagem ao lado] deixa ver - como nenhum outro do passado - o rosto do ator. Você será capaz de enxergar [Mark] Ruffalo lá. Isso foi uma grande revelação para nós. [A imagem] é só uma arte mas dá para notar o estilo de Jack Kirby [desenhista original do personagem], mas também os olhos de Ruffalo e suas bochechas. É ele".
Os Vingadores tem direção de Joss Whedon (de Buffy e Dollhouse) e traz no elenco Chris Evans como Capitão América, Chris Hemsworth como Thor, Robert Downey Jr. no papel de Homem de Ferro, Scarlett Johansson como Viúva Negra, Jeremy Renner no papel de Gavião Arqueiro, Mark Ruffalo vivendo o Hulk, Samuel Jackson como Nick Fury, Cobie Smulders interpretando a agente Maria Hill, Tom Hiddleston no papel de Loki, Clark Gregg vivendo o Agente Coulson e Stellan Skarsgard como Doutor Selvig.
Os Vingadores tem direção de Joss Whedon (de Buffy e Dollhouse) e traz no elenco Chris Evans como Capitão América, Chris Hemsworth como Thor, Robert Downey Jr. no papel de Homem de Ferro, Scarlett Johansson como Viúva Negra, Jeremy Renner no papel de Gavião Arqueiro, Mark Ruffalo vivendo o Hulk, Samuel Jackson como Nick Fury, Cobie Smulders interpretando a agente Maria Hill, Tom Hiddleston no papel de Loki, Clark Gregg vivendo o Agente Coulson e Stellan Skarsgard como Doutor Selvig.
27/07/11 - George Clooney e Ryan Gosling aparecem em primeiro pôster de Ides of March; veja
Os atores George Clooney e Ryan Gosling aparecem em pôster do filme “The Ides of March”, em cartaz que mostra metade do rosto de Gosling, que segura uma revista "Time" dobrada com metade do rosto de Clooney.
George Clooney e Ryan Gosling aparecem em pôster de "The Ides of March"
“The Ides of March” conta os bastidores das eleições nos Estados Unidos, e todas as maquinações em um ambiente propício a acordos questionáveis e a traições. Ryan Gosling interpreta Stephen, um dos assessores que trabalha na campanha do candidato vivido por Clooney. Ele está dividido entre ajudar seu amigo ou partir para a campanha do rival, que promete ser mais bem-sucedida.
Em entrevista ao jornal "USA Today" desta quarta-feira, Clooney disse que se recorda "de estar em um restaurante com [o co-roteirista] Grant [Heslov] quando Obama venceu e nós dois nos demos conta que não poderíamos fazer esse filme naquela hora. Todos estavam tão esperançosos e felizes. Agora, o cinismo voltou, então é a hora", revelou.
"The Ides of March" tem estreia prevista no Brasil para 21 de outubro.
Veja mais
12.07 | 20:23
George Clooney participa de evento da Sony no México
12.07 | 18:33
"Não acho que será bem recebido pelos políticos", diz George Clooney sobre fi...
07.07 | 15:00
Geroge Clooney é fabricante de armas em "Um Homem Misterioso"
06.07 | 10:01
Amigo de George Clooney diz que sabia que namoro com Elisabetta Canalis não i...
George Clooney e Ryan Gosling aparecem em pôster de "The Ides of March"
“The Ides of March” conta os bastidores das eleições nos Estados Unidos, e todas as maquinações em um ambiente propício a acordos questionáveis e a traições. Ryan Gosling interpreta Stephen, um dos assessores que trabalha na campanha do candidato vivido por Clooney. Ele está dividido entre ajudar seu amigo ou partir para a campanha do rival, que promete ser mais bem-sucedida.
Em entrevista ao jornal "USA Today" desta quarta-feira, Clooney disse que se recorda "de estar em um restaurante com [o co-roteirista] Grant [Heslov] quando Obama venceu e nós dois nos demos conta que não poderíamos fazer esse filme naquela hora. Todos estavam tão esperançosos e felizes. Agora, o cinismo voltou, então é a hora", revelou.
"The Ides of March" tem estreia prevista no Brasil para 21 de outubro.
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20/07/11 - John Lussenhop escolhe ator para viver Leatherface
Diretor John Lussenhop (Ladrões) selecionou o novato Dan Yeager, que considera perfeito para interpretar o personagem Leather em The Texas Chainsaw 3D, segundo Worst Previews.
O novo longa da franquia O Massacre da Serra Elétrica pretende seguir a história de onde de filme de 1974 parou. Na trama original, Sally e um grupo de amigos vão investigar a violação do túmulo de seu avô. Ao chegar à fazenda, descobrem uma casa desconhecida com uma família de canibais que usam serras elétricas, martelos e outras armas para matar pessoas.
Após um encontro com o ator, Lussenhop considerou que não poderia ter feito melhor escolha. “Braços grandes de fazendeiro e um rosto pensativo. Ele é calmo, prudente e logo alcançou um acorde ameaçador comigo. Depois de cinco minutos, eu já não podia pensar em mais ninguém para o papel”, explicou o diretor.
O ator Gunnar Hansen (It Came from Trafalgar), que interpretou Leatherface na versão original, fará uma participação especial. Marilyn Burns (O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno) e John Dugan (Adventures Of Gagalmeth, The) também estarão no elenco.
•Leia: Novo Massacre da Serra Elétrica negocia diretor
•Filho de Ozzy produzirá filme de terror com canções de Black Sabbath
•Veja quais são as 25 armas mais impressionantes do cinema
O novo longa da franquia O Massacre da Serra Elétrica pretende seguir a história de onde de filme de 1974 parou. Na trama original, Sally e um grupo de amigos vão investigar a violação do túmulo de seu avô. Ao chegar à fazenda, descobrem uma casa desconhecida com uma família de canibais que usam serras elétricas, martelos e outras armas para matar pessoas.
Após um encontro com o ator, Lussenhop considerou que não poderia ter feito melhor escolha. “Braços grandes de fazendeiro e um rosto pensativo. Ele é calmo, prudente e logo alcançou um acorde ameaçador comigo. Depois de cinco minutos, eu já não podia pensar em mais ninguém para o papel”, explicou o diretor.
O ator Gunnar Hansen (It Came from Trafalgar), que interpretou Leatherface na versão original, fará uma participação especial. Marilyn Burns (O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno) e John Dugan (Adventures Of Gagalmeth, The) também estarão no elenco.
•Leia: Novo Massacre da Serra Elétrica negocia diretor
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20/07/11 - The Darkness, herói da Image, vai virar filme
Ele é um dos principais super-heróis da Image Comics, surgiu em 1996 e agora vai ganhar sua chance no cinema. A Mandeville Filmes, mesma produtora de O Lutador, fechou acordo para transformar os quadrinhos de Marc Silvestri, Garth Ennis e David Wohl num filme. O personagem não está mais tão em alta hoje em dia mas, se souberem fazer, rende um bom longa-metragem.
The Darkness pertence a uma linhagem que é a personificação das trevas. Estamos falando da família Estacado e os poderes passam de pai para filho numa maldição que mata seu hospedeiro antigo e passa para o novo. Esse poder já esteve nos corpos de bandidos, assassinos, ladrões e muitos outros sujeitos maus. Em nossos dias quem leva adiante o fardo é Jackie Estacado, um órfão criado pelos mafiosos da família Franchetti. Aos 21 anos, o poder se manifesta em Jackie e ele passa a ter uma força ilimitada, pode viajar a outras dimensões e controlar os demônios que lá vivem. Mas o rapaz é diferente. Com muito custo, ele passa ter um controle maior sobre seu poder e se transforma num inimigo de sua própria família e com isso a tragédia se abate sobre sua vida. Jackie é melhor de sua linhagem e desafia as forças das trevas. Assim, ele é um herói atormentado.
Ainda não há data de lançamento definida para o filme e nem quem será o diretor.
The Darkness pertence a uma linhagem que é a personificação das trevas. Estamos falando da família Estacado e os poderes passam de pai para filho numa maldição que mata seu hospedeiro antigo e passa para o novo. Esse poder já esteve nos corpos de bandidos, assassinos, ladrões e muitos outros sujeitos maus. Em nossos dias quem leva adiante o fardo é Jackie Estacado, um órfão criado pelos mafiosos da família Franchetti. Aos 21 anos, o poder se manifesta em Jackie e ele passa a ter uma força ilimitada, pode viajar a outras dimensões e controlar os demônios que lá vivem. Mas o rapaz é diferente. Com muito custo, ele passa ter um controle maior sobre seu poder e se transforma num inimigo de sua própria família e com isso a tragédia se abate sobre sua vida. Jackie é melhor de sua linhagem e desafia as forças das trevas. Assim, ele é um herói atormentado.
Ainda não há data de lançamento definida para o filme e nem quem será o diretor.
20/07/11 - Divulgado pôster do filme Tinker, Tailor, Soldier, Spy, com Gary Oldman
Foi divulgado hoje o pôster do filme Tinker, Tailor, Soldier, Spy, que será dirigido por Tomas Alfredson (Deixa Ela Entrar) e estrelado por Gary Oldman (Harry Potter e As Relíquias da Morte Parte II), Tom Hardy (A Origem), Colin Firth (O Discurso do Rei) e Mark Strong (Lanterna Verde).
A trama é baseada no romando de John Le Carre e fala sobre o veterano da espionagem, George Smiley (Oldman), que é obrigado a uma semi-aposentadoria para descobrir um agente soviético dentro do alto escalão da MI6.
O longa tem sua estreia prevista para 18 de novembro nos cinemas americanos.
A trama é baseada no romando de John Le Carre e fala sobre o veterano da espionagem, George Smiley (Oldman), que é obrigado a uma semi-aposentadoria para descobrir um agente soviético dentro do alto escalão da MI6.
O longa tem sua estreia prevista para 18 de novembro nos cinemas americanos.
15/07/11 - Geraldine Chaplin acompanha festival em homenagem a seu pai
A atriz Geraldine Chaplin classificou de "momento histórico" a projeção de O Grande Ditador diante do Portão de Brandemburgo, em Berlim, nesta sexta-feira (15/7), durante um festival dedicado a seu pai, Charles Chaplin.
"É tão simbólico, é incrível pensar que esse filme vai ser projetado ali com, espero, muitíssima gente. Não sei o que quer dizer, mas estou muito contente de estar aqui para vê-lo", afirmou em declarações à Agência EFE.
Hospedada no hotel Adlon, da mesma forma que seu pai em sua segunda visita a Berlim há 80 anos, Geraldine lembrou que já viu o filme em Berlim e a resposta do público foi impressionante.
Durante 24 dias, o público poderá ver os 80 filmes de Chaplin e desfrutar de dez projeções acompanhadas ao vivo pela Nova Orquestra de Câmara de Potsdam, dirigida por Timothy Brock, que desde 2000 se dedica a restaurar, a pedido da família do cineasta, todas as partituras de suas fitas.
Geraldine deve ficar até domingo na capital alemã para ver o máximo de filmes de seu pai. "Vai ser muito interessante, porque ele respondeu estupendamente aos tempos nos quais viveu: duas guerras mundiais, décadas de injustiça social, traição política. Parece que estou falando de hoje", opinou.
Com o pai, Geraldine disse ter mantido uma relação normal: "era um bom pai e na época da rebeldia, com 15 anos, já não nos falávamos, era espantoso. Depois nos reconciliamos e a relação foi muito boa", acrescentou.
Em relação à sua própria carreira, Geraldine afirmou que no ano passado participou de cinco filmes, entre eles Memória de Minhas Putas Tristes, baseado no romance homônimo de Gabriel García Márquez
"É tão simbólico, é incrível pensar que esse filme vai ser projetado ali com, espero, muitíssima gente. Não sei o que quer dizer, mas estou muito contente de estar aqui para vê-lo", afirmou em declarações à Agência EFE.
Hospedada no hotel Adlon, da mesma forma que seu pai em sua segunda visita a Berlim há 80 anos, Geraldine lembrou que já viu o filme em Berlim e a resposta do público foi impressionante.
Durante 24 dias, o público poderá ver os 80 filmes de Chaplin e desfrutar de dez projeções acompanhadas ao vivo pela Nova Orquestra de Câmara de Potsdam, dirigida por Timothy Brock, que desde 2000 se dedica a restaurar, a pedido da família do cineasta, todas as partituras de suas fitas.
Geraldine deve ficar até domingo na capital alemã para ver o máximo de filmes de seu pai. "Vai ser muito interessante, porque ele respondeu estupendamente aos tempos nos quais viveu: duas guerras mundiais, décadas de injustiça social, traição política. Parece que estou falando de hoje", opinou.
Com o pai, Geraldine disse ter mantido uma relação normal: "era um bom pai e na época da rebeldia, com 15 anos, já não nos falávamos, era espantoso. Depois nos reconciliamos e a relação foi muito boa", acrescentou.
Em relação à sua própria carreira, Geraldine afirmou que no ano passado participou de cinco filmes, entre eles Memória de Minhas Putas Tristes, baseado no romance homônimo de Gabriel García Márquez
15/07/11 - Geraldine Chaplin acompanha festival em homenagem a seu pai
A atriz Geraldine Chaplin classificou de "momento histórico" a projeção de O Grande Ditador diante do Portão de Brandemburgo, em Berlim, nesta sexta-feira (15/7), durante um festival dedicado a seu pai, Charles Chaplin.
"É tão simbólico, é incrível pensar que esse filme vai ser projetado ali com, espero, muitíssima gente. Não sei o que quer dizer, mas estou muito contente de estar aqui para vê-lo", afirmou em declarações à Agência EFE.
Hospedada no hotel Adlon, da mesma forma que seu pai em sua segunda visita a Berlim há 80 anos, Geraldine lembrou que já viu o filme em Berlim e a resposta do público foi impressionante.
Durante 24 dias, o público poderá ver os 80 filmes de Chaplin e desfrutar de dez projeções acompanhadas ao vivo pela Nova Orquestra de Câmara de Potsdam, dirigida por Timothy Brock, que desde 2000 se dedica a restaurar, a pedido da família do cineasta, todas as partituras de suas fitas.
Geraldine deve ficar até domingo na capital alemã para ver o máximo de filmes de seu pai. "Vai ser muito interessante, porque ele respondeu estupendamente aos tempos nos quais viveu: duas guerras mundiais, décadas de injustiça social, traição política. Parece que estou falando de hoje", opinou.
Com o pai, Geraldine disse ter mantido uma relação normal: "era um bom pai e na época da rebeldia, com 15 anos, já não nos falávamos, era espantoso. Depois nos reconciliamos e a relação foi muito boa", acrescentou.
Em relação à sua própria carreira, Geraldine afirmou que no ano passado participou de cinco filmes, entre eles Memória de Minhas Putas Tristes, baseado no romance homônimo de Gabriel García Márquez
"É tão simbólico, é incrível pensar que esse filme vai ser projetado ali com, espero, muitíssima gente. Não sei o que quer dizer, mas estou muito contente de estar aqui para vê-lo", afirmou em declarações à Agência EFE.
Hospedada no hotel Adlon, da mesma forma que seu pai em sua segunda visita a Berlim há 80 anos, Geraldine lembrou que já viu o filme em Berlim e a resposta do público foi impressionante.
Durante 24 dias, o público poderá ver os 80 filmes de Chaplin e desfrutar de dez projeções acompanhadas ao vivo pela Nova Orquestra de Câmara de Potsdam, dirigida por Timothy Brock, que desde 2000 se dedica a restaurar, a pedido da família do cineasta, todas as partituras de suas fitas.
Geraldine deve ficar até domingo na capital alemã para ver o máximo de filmes de seu pai. "Vai ser muito interessante, porque ele respondeu estupendamente aos tempos nos quais viveu: duas guerras mundiais, décadas de injustiça social, traição política. Parece que estou falando de hoje", opinou.
Com o pai, Geraldine disse ter mantido uma relação normal: "era um bom pai e na época da rebeldia, com 15 anos, já não nos falávamos, era espantoso. Depois nos reconciliamos e a relação foi muito boa", acrescentou.
Em relação à sua própria carreira, Geraldine afirmou que no ano passado participou de cinco filmes, entre eles Memória de Minhas Putas Tristes, baseado no romance homônimo de Gabriel García Márquez
15/07/11 - Corpos do cineasta Emiliano Ribeiro e de sua mulher serão cremados nesta sexta no Caju
Os corpos do produtor de cinema Emiliano Ribeiro, de 63 anos, e da mulher dele, a redatora Karla Hansen, de 43, serão cremados no cemitério do Caju, na zona norte do Rio, no início da tarde desta sexta-feira. A cremação do corpo de Emiliano ocorrerá às 14 h, e a de Karla às 14h30. A informação foi confirmada pelo setor de agendamento de cremações do cemitério.
Emiliano foi encontrado morto pela família na última terça-feira (12) em sua casa no Itanhangá, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Ao lado do corpo, estava Karla, que estaria grávida. Pelas informações da Polícia Civil e de amigos da família, ela estava agonizante, bem ao lado de Emiliano.
Levada para o hospital municipal Lourenço Jorge, Karla não resistiu e morreu. A polícia suspeita que, ao ver o marido sofrer um suposto infarto, ela entrou em choque e teria tido uma miocardiopatia e um edema pulmonar.
Emiliano foi encontrado morto pela família na última terça-feira (12) em sua casa no Itanhangá, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Ao lado do corpo, estava Karla, que estaria grávida. Pelas informações da Polícia Civil e de amigos da família, ela estava agonizante, bem ao lado de Emiliano.
Levada para o hospital municipal Lourenço Jorge, Karla não resistiu e morreu. A polícia suspeita que, ao ver o marido sofrer um suposto infarto, ela entrou em choque e teria tido uma miocardiopatia e um edema pulmonar.
15/07/11 - Saga de Harry Potter chega ao fim e as lágrimas rolam
Como vimos na primeira parte, há seis meses, Harry (Daniel Radcliffe), Hermione (Emma
Watson) e Ron (Rupert Grint), estão atrás de sete objetos que contém a alma de Voldemort (Ralph Fiennes), as Horcruxes. Encontrando-as, poderão, finalmente, dar um fim ao vilão.
O problema é que elas são praticamente indestrutíveis e estão escondidas, espalhadas pelo mundo mágico. Com o tempo se esgotando, Voldemort ataca Hogwarts para acabar com Harry, o único bruxo que pode destruí-lo. E, assim, se inicia a mais épica, emocionante e brutal batalha da saga.
Veja mais de cem todos do filme
Faça o quiz sobre Harry Potter no cinema
O último filme, dividido em duas partes, não poderia fazer mais jus à serie de Harry Potter. É
extremamente simples mas excepcionalmente bem executado. Os efeitos são incriveis e o 3D
funciona com perfeição.
Muitos são os momentos em que a emoção toma conta dos personagens e da plateia. Pode-se dizer que este último filme é o mais emotivo de todos, com a despedida de seu elenco, amigos e colegas que deram vida a Harry Potter. Isto é claramente visto e sentido no longa. Sem falar na grandiosidade das e nas ações.
Um exemplo é o momento em que os alunos e professores preparam-se para se defender
do ataque de Voldemort. Medo, ansiedade e coragem é o que todos sentem – dentro e fora da telas – neste momento em que os personagens planejam se sacrificar pela escola. Ou a cena em que vemos milhares de seguidores de Voldemort atacando Hogwarts. Ambos são de tirar o fôlego de qualquer fã. E as mortes de personagens, queridos e odiados, causam um carrossel de emoções no espectador.
ELENCO INCRÍVEL
O trio principal está muito bem, todos amadurecidos, tanto como personagens quanto como atores. O Harry Potter hesitante e amedrontado do passada dá lugar a um Harry fortalecido e vingativo. Hermione se mostra mais forte, astuta e sensível. E Ron continua engraçado, trapalhão, mas corajoso e disposto a tudo para salvar seus amigos.
Os personagens secundários também se sobressaem. A Professora McGonagall (Maggie
Smith), que era pouco mais que figurante em filmes anteriores é, agora a líder da revolta
contra as forças malignas. Gina Weasley (Bonnie Wright) aparece em vários momentos
ajudando e deixando clara a sua afeição por Harry. Luna Lovegood (Evanna Lynch),
aconselhando Harry e o levando a uma das horcruxes. Entre esses, o maior destaque fica por conta de Neville Longbottom (Matthew Lewis). De um rapaz tímido e introvertido, ele se torna um dos mais corajosos, a ponto de enfrentar, sozinho, uma horda de centenas de asseclas inimigos. E, numa cena inesquecível, um ato seu o torna um verdadeiro herói e salvador.
Mas é Severo Snape (o magistral Alan Rickman) que tem sua grande e verdadeira importância aqui revelada. Vários segredos são mostrados sobre sua vida, desde a infância até se tornar um bruxo respeitado e temido. Suas amizades, acordos e traições. Suas paixões, frieza e solidão. Talvez seja, nesta última aventura, o melhor personagem de todos. Durante todo o resto da saga ele foi o mais obscuro e incompreendido, mas aqui se revela sua verdadeira faceta, a de homem amargurado pelas circunstâncias em busca de redenção.
FINAL SAUDOSO
Como já foi dito uma vez, quando um ator acredita que o personagem é real, ele toma vida. E, graças ao trabalho do elenco aqui (inclusive de Fiennes, que compõe na série um dos melhores e mais assustadores vilões do cinema), o público passa a acreditar que o mundo de Harry Potter existe de verdade. Sofremos, nos apaixonamos, torcemos, ficamos enraivecidos, e rimos com cada um dos personagens. De que outra forma explicar o choro de uma fã sentada próxima a mim na cabine de imprensa? Ou entender outros, constantemente fungando e assoando o nariz? E, mais importante, como explicar os aplausos dos jornalistas ao final da sessão?
Harry Potter e as Reliquias da Morte, com suas duas partes, merece todos os elogios possíveis, encerrando com maestria as aventuras criadas por J.K. Rowling nas telas. E, com certeza, vai deixar muitas saudades, até para quem não é tão fã do bruxinho, mas gosta de um bom filme.
Este texto é de autoria dos nossos parceiros do Antigravidade
Watson) e Ron (Rupert Grint), estão atrás de sete objetos que contém a alma de Voldemort (Ralph Fiennes), as Horcruxes. Encontrando-as, poderão, finalmente, dar um fim ao vilão.
O problema é que elas são praticamente indestrutíveis e estão escondidas, espalhadas pelo mundo mágico. Com o tempo se esgotando, Voldemort ataca Hogwarts para acabar com Harry, o único bruxo que pode destruí-lo. E, assim, se inicia a mais épica, emocionante e brutal batalha da saga.
Veja mais de cem todos do filme
Faça o quiz sobre Harry Potter no cinema
O último filme, dividido em duas partes, não poderia fazer mais jus à serie de Harry Potter. É
extremamente simples mas excepcionalmente bem executado. Os efeitos são incriveis e o 3D
funciona com perfeição.
Muitos são os momentos em que a emoção toma conta dos personagens e da plateia. Pode-se dizer que este último filme é o mais emotivo de todos, com a despedida de seu elenco, amigos e colegas que deram vida a Harry Potter. Isto é claramente visto e sentido no longa. Sem falar na grandiosidade das e nas ações.
Um exemplo é o momento em que os alunos e professores preparam-se para se defender
do ataque de Voldemort. Medo, ansiedade e coragem é o que todos sentem – dentro e fora da telas – neste momento em que os personagens planejam se sacrificar pela escola. Ou a cena em que vemos milhares de seguidores de Voldemort atacando Hogwarts. Ambos são de tirar o fôlego de qualquer fã. E as mortes de personagens, queridos e odiados, causam um carrossel de emoções no espectador.
ELENCO INCRÍVEL
O trio principal está muito bem, todos amadurecidos, tanto como personagens quanto como atores. O Harry Potter hesitante e amedrontado do passada dá lugar a um Harry fortalecido e vingativo. Hermione se mostra mais forte, astuta e sensível. E Ron continua engraçado, trapalhão, mas corajoso e disposto a tudo para salvar seus amigos.
Os personagens secundários também se sobressaem. A Professora McGonagall (Maggie
Smith), que era pouco mais que figurante em filmes anteriores é, agora a líder da revolta
contra as forças malignas. Gina Weasley (Bonnie Wright) aparece em vários momentos
ajudando e deixando clara a sua afeição por Harry. Luna Lovegood (Evanna Lynch),
aconselhando Harry e o levando a uma das horcruxes. Entre esses, o maior destaque fica por conta de Neville Longbottom (Matthew Lewis). De um rapaz tímido e introvertido, ele se torna um dos mais corajosos, a ponto de enfrentar, sozinho, uma horda de centenas de asseclas inimigos. E, numa cena inesquecível, um ato seu o torna um verdadeiro herói e salvador.
Mas é Severo Snape (o magistral Alan Rickman) que tem sua grande e verdadeira importância aqui revelada. Vários segredos são mostrados sobre sua vida, desde a infância até se tornar um bruxo respeitado e temido. Suas amizades, acordos e traições. Suas paixões, frieza e solidão. Talvez seja, nesta última aventura, o melhor personagem de todos. Durante todo o resto da saga ele foi o mais obscuro e incompreendido, mas aqui se revela sua verdadeira faceta, a de homem amargurado pelas circunstâncias em busca de redenção.
FINAL SAUDOSO
Como já foi dito uma vez, quando um ator acredita que o personagem é real, ele toma vida. E, graças ao trabalho do elenco aqui (inclusive de Fiennes, que compõe na série um dos melhores e mais assustadores vilões do cinema), o público passa a acreditar que o mundo de Harry Potter existe de verdade. Sofremos, nos apaixonamos, torcemos, ficamos enraivecidos, e rimos com cada um dos personagens. De que outra forma explicar o choro de uma fã sentada próxima a mim na cabine de imprensa? Ou entender outros, constantemente fungando e assoando o nariz? E, mais importante, como explicar os aplausos dos jornalistas ao final da sessão?
Harry Potter e as Reliquias da Morte, com suas duas partes, merece todos os elogios possíveis, encerrando com maestria as aventuras criadas por J.K. Rowling nas telas. E, com certeza, vai deixar muitas saudades, até para quem não é tão fã do bruxinho, mas gosta de um bom filme.
Este texto é de autoria dos nossos parceiros do Antigravidade
09/07/11 - Oprah Winfrey é cotada para apresentar Oscar 2012
A rainha da TV americana Oprah Winfrey surgiu como a candidata mais cotada para apresentar a entrega dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o Oscar, em fevereiro de 2012. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (8/6) pelo jornal Chicago Sun-Times.
Citando fontes internas não identificadas, o periódico disse que os organizadores do evento veem na presença da ex-apresentadora uma forma de ampliar o público da cerimônia, a cada ano menor. A Academia, que entrega os prêmios mais importantes do cinema, não deu nenhuma declaração oficial.
Se Oprah realmente apresentar a entrega dos prêmios, será apenas a terceira mulher a fazê-lo sozinha, depois de Whoopi Goldberg - quatro vezes - e Ellen DeGeneres.
Em 2011, a atriz Anne Hathaway foi a mestre de cerimônias ao lado de James Franco, numa tentativa de atrair os espectadores mais jovens. Contudo, a aposta não foi bem-sucedida: apenas 37,6 milhões de norte-americanos assistiram à cerimônia, fazendo da transmissão uma das festas de menor audiência dos últimos dez anos.
Citando fontes internas não identificadas, o periódico disse que os organizadores do evento veem na presença da ex-apresentadora uma forma de ampliar o público da cerimônia, a cada ano menor. A Academia, que entrega os prêmios mais importantes do cinema, não deu nenhuma declaração oficial.
Se Oprah realmente apresentar a entrega dos prêmios, será apenas a terceira mulher a fazê-lo sozinha, depois de Whoopi Goldberg - quatro vezes - e Ellen DeGeneres.
Em 2011, a atriz Anne Hathaway foi a mestre de cerimônias ao lado de James Franco, numa tentativa de atrair os espectadores mais jovens. Contudo, a aposta não foi bem-sucedida: apenas 37,6 milhões de norte-americanos assistiram à cerimônia, fazendo da transmissão uma das festas de menor audiência dos últimos dez anos.
09/07/11 - Versão caseira de "Rio" traz bastidores da produção comandada pelo brasileiro Carlos Saldanha
As temperaturas que Carlos Saldanha encontrou durante sua visita ao Brasil nada tinham a ver com o clima do filme que veio promover. Na manhã em que o diretor de "Rio" falou com a imprensa, os termômetros marcavam cerca de 8ºC em São Paulo.
“Eu adoro vir em julho. Prefiro muito mais que no verão. Quando faz sol, é gostoso. Quando eu venho no verão, já estou no inverno [norte-americano] há algum tempo e sofro um pouquinho no início”, comentou Saldanha, que vive em Hoboken, cidade próxima a Nova York.
Saldanha está no Brasil para lançar o DVD e o Blu-Ray de "Rio", que trazem nos extras uma cena deletada e clipes musicais. A versão em Blu-Ray também apresenta cenas de bastidores e jogos que permitem explorar o Rio de Janeiro e os sons do filme, além de um vídeo sobre a viagem que a equipe de produção fez à Cidade Maravilhosa.
"Depois daquilo, foi uma mudança de 180º. O que parecia meio gringo, meio fora de espaço, começou a ficar um pouco mais coeso, mais autêntico", diz Saldanha sobre a decisão de levar seis membros de sua equipe ao Rio de Janeiro para vivenciar a cidade, ao fim do primeiro ano de produção de "Rio".
O diretor também conta que, ainda durante a produção do filme, já ia separando materiais que poderiam entrar no DVD e Blu-Ray.
Além de falar sobre o DVD e o Blu-Ray de "Rio", Saldanha também comentou seus próximos projetos. "Já estamos trabalhando a possibilidade de uma sequência de Rio e tem vários livros que compramos os direitos pra desenvolver a história. O que está mais avançado é Touro Ferdinando”, diz
"Touro Ferdinando" é um livro infantil do norte-americano Munro Leaf, de 1936, sobre um touro que preferia cheirar flores a participar de touradas. A história já foi adaptada por Walt Disney para um curta de animação, em 1938.
“Eu adoro vir em julho. Prefiro muito mais que no verão. Quando faz sol, é gostoso. Quando eu venho no verão, já estou no inverno [norte-americano] há algum tempo e sofro um pouquinho no início”, comentou Saldanha, que vive em Hoboken, cidade próxima a Nova York.
Saldanha está no Brasil para lançar o DVD e o Blu-Ray de "Rio", que trazem nos extras uma cena deletada e clipes musicais. A versão em Blu-Ray também apresenta cenas de bastidores e jogos que permitem explorar o Rio de Janeiro e os sons do filme, além de um vídeo sobre a viagem que a equipe de produção fez à Cidade Maravilhosa.
"Depois daquilo, foi uma mudança de 180º. O que parecia meio gringo, meio fora de espaço, começou a ficar um pouco mais coeso, mais autêntico", diz Saldanha sobre a decisão de levar seis membros de sua equipe ao Rio de Janeiro para vivenciar a cidade, ao fim do primeiro ano de produção de "Rio".
O diretor também conta que, ainda durante a produção do filme, já ia separando materiais que poderiam entrar no DVD e Blu-Ray.
Além de falar sobre o DVD e o Blu-Ray de "Rio", Saldanha também comentou seus próximos projetos. "Já estamos trabalhando a possibilidade de uma sequência de Rio e tem vários livros que compramos os direitos pra desenvolver a história. O que está mais avançado é Touro Ferdinando”, diz
"Touro Ferdinando" é um livro infantil do norte-americano Munro Leaf, de 1936, sobre um touro que preferia cheirar flores a participar de touradas. A história já foi adaptada por Walt Disney para um curta de animação, em 1938.
09/07/11 - Ator de Dollhouse entra para o elenco do novo filme do Super-Homem
Harry Lennix é o mais novo contratado de Man of Steel, o próximo longa do Super-Homem. Ainda não se sabe detalhes do papel de Lennix, mas ele será um militar de alto escalão chamado General Stanwick. O ator já esteve em Matrix, na série Dollhouse e vários outros.
O filme do Homem de Aço tem Henry Cavill como o Super-Homem, Michael Shannon no papel do vilão General Zod, Amy Adams como Lois Lane, Antje Traue interpreta Faora. Também estão contratados Kevin Costner como Jonathan Kent e Diane Lane como Martha Kent, pais terrestres de Clark Kent e Christopher Meloni. E só falta ser anunciado oficialmente Russell Crowe como Jor-El, pai biológico do Super-Homem. A atriz Julia Ormond foi convidada para ser Lara, mãe biológica do herói. A direção é de Zack Snyder e a produção é de Chistopher Nolan.
As filmagens começam em agosto deste ano. O lançamento é no fim de 2012.
O filme do Homem de Aço tem Henry Cavill como o Super-Homem, Michael Shannon no papel do vilão General Zod, Amy Adams como Lois Lane, Antje Traue interpreta Faora. Também estão contratados Kevin Costner como Jonathan Kent e Diane Lane como Martha Kent, pais terrestres de Clark Kent e Christopher Meloni. E só falta ser anunciado oficialmente Russell Crowe como Jor-El, pai biológico do Super-Homem. A atriz Julia Ormond foi convidada para ser Lara, mãe biológica do herói. A direção é de Zack Snyder e a produção é de Chistopher Nolan.
As filmagens começam em agosto deste ano. O lançamento é no fim de 2012.
04/07/11 - Bruno Mazzeo garante que o filme Cilada.comnão é um episódio esticado do seriado de TV
Quando o ator e roteirista Bruno Mazzeo fala do programa “Cilada”, que teve seis temporadas no canal a cabo Multishow (entre 2005 e 2009), é sempre com carinho. Mas quando ele fala do filme “Cilada.com”, que estreia no país na próxima sexta (8), é com uma tremenda empolgação.
“Tivemos a preocupação de fazer um filme de verdade, cinema mesmo, e não algo que parecesse um episódio esticado. Aí seria falta de consideração com o público”, disse em entrevista ao UOL Cinema.
Ele conta que o filme foi é passo além do que era o programa. “No Multishow sempre tivemos liberdade para tudo. Abordamos assuntos até polêmicos, como clube de swing e Jesus Cristo. Mas no cinema precisamos ultrapassar isso, falamos palavrões, chegamos bem no limite do humor”. Ele comenta que entre as referências cinematográficas para o longa “Cilada.com” estão comédias de sucesso, como “Superbad - É Hoje” e “Se Beber, não Case”.
A direção ficou a cargo de José Alvarenga Jr., que tem em seu currículo filmes como “Divã” e os dois “Os Normais”. “Temos uma parceria de muito tempo. Fizemos várias coisas juntos, como [a série] ‘A Diarista’. Mas ele nunca tinha dirigido um episódio de ‘Cilada’. A entrada dele no filme trouxe um frescor, além da linguagem cinematográfica”, diz Bruno.
Para Mazzeo, “Cilada.com” não é apenas para as pessoas que acompanhavam a série - reprisada até hoje no Multishow e que já teve um quadro no Fantástico. “No programa contávamos ciladas do dia-a-dia, mas, para o filme, precisávamos de uma grande cilada”.
“Tivemos a preocupação de fazer um filme de verdade, cinema mesmo, e não algo que parecesse um episódio esticado. Aí seria falta de consideração com o público”, disse em entrevista ao UOL Cinema.
Ele conta que o filme foi é passo além do que era o programa. “No Multishow sempre tivemos liberdade para tudo. Abordamos assuntos até polêmicos, como clube de swing e Jesus Cristo. Mas no cinema precisamos ultrapassar isso, falamos palavrões, chegamos bem no limite do humor”. Ele comenta que entre as referências cinematográficas para o longa “Cilada.com” estão comédias de sucesso, como “Superbad - É Hoje” e “Se Beber, não Case”.
A direção ficou a cargo de José Alvarenga Jr., que tem em seu currículo filmes como “Divã” e os dois “Os Normais”. “Temos uma parceria de muito tempo. Fizemos várias coisas juntos, como [a série] ‘A Diarista’. Mas ele nunca tinha dirigido um episódio de ‘Cilada’. A entrada dele no filme trouxe um frescor, além da linguagem cinematográfica”, diz Bruno.
Para Mazzeo, “Cilada.com” não é apenas para as pessoas que acompanhavam a série - reprisada até hoje no Multishow e que já teve um quadro no Fantástico. “No programa contávamos ciladas do dia-a-dia, mas, para o filme, precisávamos de uma grande cilada”.
04/07/11 - Transformers fatura US$ 372 milhões no mundo todo
"Transformers - O Lado Oculto da Lua" arrecadou US$ 372 milhões em bilheteria no fim de semana no mundo todo, informa o site Hollywood Reporter.
Veja trailer de "Transformers" e outras 3 estreias
Com essa soma, o filme de ação se tornou a terceira melhor estreia da história do cinema ficando atrás apenas de "Harry Potter e o Enigma do Príncipe" (US$ 394 milhões em 2009) e "Homem-Aranha 3" (US$ 382 milhões em 2007).
O filme ainda será favorecido pelo feriado nos Estados Unidos nesta segunda-feira e deve ultrapassar os US$ 400 milhões no total do fim de semana prolongado.
Divulgação
"Transformers: O Lado Oculto da Lua" deve passar dos US$ 400 milhões em bilheteria após feriado americano
Cerca de 60% do valor arrecadado no fim de semana na América do Norte teve origem das salas de cinema com tecnologia 3D, e no resto do mundo essa proporção chega a 70%.
Outra estreia do fim de semana nos Estados Unidos, a comédia dramática de Tom Hanks e Julia Roberts "Larry Crowne - O Amor Está de Volta", decepcionou ficando apenas em quarto lugar entre as maiores bilheterias do período com US$ 13 milhões.
Veja trailer de "Transformers" e outras 3 estreias
Com essa soma, o filme de ação se tornou a terceira melhor estreia da história do cinema ficando atrás apenas de "Harry Potter e o Enigma do Príncipe" (US$ 394 milhões em 2009) e "Homem-Aranha 3" (US$ 382 milhões em 2007).
O filme ainda será favorecido pelo feriado nos Estados Unidos nesta segunda-feira e deve ultrapassar os US$ 400 milhões no total do fim de semana prolongado.
Divulgação
"Transformers: O Lado Oculto da Lua" deve passar dos US$ 400 milhões em bilheteria após feriado americano
Cerca de 60% do valor arrecadado no fim de semana na América do Norte teve origem das salas de cinema com tecnologia 3D, e no resto do mundo essa proporção chega a 70%.
Outra estreia do fim de semana nos Estados Unidos, a comédia dramática de Tom Hanks e Julia Roberts "Larry Crowne - O Amor Está de Volta", decepcionou ficando apenas em quarto lugar entre as maiores bilheterias do período com US$ 13 milhões.
04/07/11 - Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas arrecada mais de US$ 1 bilhão de bilheteria
A Walt Disney Pictures confirmou neste sábado (02) que o quarto filme da franquia Piratas do Caribe já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em sua bilheteria mundial, desde o seu lançamento em 20 maio. Com esse registro, ele passa a ser o oitavo da história a atingir tal arrecadação.
Em 2006, a Disney já tinha conseguido isso com outro filme da saga. O longa Piratas do Caribe: o Baú da Morte lucrou US$ 1,066 bilhões de dólares em todo o mundo.
Embora a bilheteria norte-americana de Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas tenha ficado atrás dos anteriores da sequência, o desempenho internacional tem se mostrado extraordinário. Ele se tornou o terceiro na lista de melhor bilheteria internacional, ficando atrás apenas de Avatar (US$ 2,78 bilhões) e Titanic (US$ 1,83 bilhões).
A nova trama do pirata Jack Sparrow definiu um novo recorde de velocidade da indústria cinematográfica ao somar US$ 700 milhões em apenas 16 dias de lançamento.
Em 2006, a Disney já tinha conseguido isso com outro filme da saga. O longa Piratas do Caribe: o Baú da Morte lucrou US$ 1,066 bilhões de dólares em todo o mundo.
Embora a bilheteria norte-americana de Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas tenha ficado atrás dos anteriores da sequência, o desempenho internacional tem se mostrado extraordinário. Ele se tornou o terceiro na lista de melhor bilheteria internacional, ficando atrás apenas de Avatar (US$ 2,78 bilhões) e Titanic (US$ 1,83 bilhões).
A nova trama do pirata Jack Sparrow definiu um novo recorde de velocidade da indústria cinematográfica ao somar US$ 700 milhões em apenas 16 dias de lançamento.
28/06/11 - Produção de Two and a Half Men decide matar personagem de Charlie Sheen
O personagem do ator Charlie Sheen (Todo Mundo em Pânico 3) no seriado Two and a Half Men será dado como morto, segundo o TMZ. A medida será tomada para auxiliar a entrada de Ashton Kutcher (Sexo sem Compromisso), seu substituto na série, e para não dar oportunidade de Sheen retornar ao programa.
Entre as possibilidades de morte estudadas, está a do personagem Charlie Harper acelerar seu carro e se jogar com ele de um precipício. O próprio ator passou por pelo menos dois acidentes de carro comentados pela mídia.
Sheen foi demitido do programa após insultar Chuck Lorre, criador e produtor da série. Na época, o astro aparecia de forma recorrente em manchetes de jornal devido a problemas com álcool, drogas e mulheres. O fanfarrão ganhava US$ 2 milhões por episódio quando foi afastado do programa.
Atualmente, Sheen processa a Warner, produtora da série, e o caso é avaliado por um mediador que decidirá se a ação deve ir a julgamento. O salário estimado de Kutcher é de US$ 625 mil por capítulo.
As gravações da nova temporada de Two and a Half Men começam no dia 5 de agosto e o programa deve voltar ao ar em setembro.
•Ashton Kutcher substitui Charlie Sheen em Two and a Half Men
•Veja Charlie Sheen abraçado com policiais e pegando cobra
•Ashton Kutcher e Demi Moore são vaiados no Fashion Week
Entre as possibilidades de morte estudadas, está a do personagem Charlie Harper acelerar seu carro e se jogar com ele de um precipício. O próprio ator passou por pelo menos dois acidentes de carro comentados pela mídia.
Sheen foi demitido do programa após insultar Chuck Lorre, criador e produtor da série. Na época, o astro aparecia de forma recorrente em manchetes de jornal devido a problemas com álcool, drogas e mulheres. O fanfarrão ganhava US$ 2 milhões por episódio quando foi afastado do programa.
Atualmente, Sheen processa a Warner, produtora da série, e o caso é avaliado por um mediador que decidirá se a ação deve ir a julgamento. O salário estimado de Kutcher é de US$ 625 mil por capítulo.
As gravações da nova temporada de Two and a Half Men começam no dia 5 de agosto e o programa deve voltar ao ar em setembro.
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27/06/11 - Convidada para interpretar Dilma Rousseff em filme, Marieta Severo diz que ficou feliz com a lembrança
Marieta Severo foi convidada para interpretar a presidente Dilma Rousseff no cinema. De acordo com a assessoria de imprensa da atriz, o convite foi feito recentemente e Marieta ficou "feliz com a lembrança". “Ela foi convidada, mas ainda não aceitou. Vai ler o roteiro, que ainda não está pronto, e saber quando o filme será rodado. Enfim, precisa avaliar a agenda dela”, disse a assessora de Marieta, por telefone, ao UOL.
O roteiro do filme será baseado no livro “A Primeira Presidenta”, do jornalista Helder Caldeira. Já a produção caberá a Antonio de Assis, que comprou os direitos cinematográficos da obra na semana passada.
O roteiro do filme será baseado no livro “A Primeira Presidenta”, do jornalista Helder Caldeira. Já a produção caberá a Antonio de Assis, que comprou os direitos cinematográficos da obra na semana passada.
27/06/11 - Diretor de Transformers manda carta com instruções sobre 3D para projecionistas
Preocupado com a qualidade de “Transformers - O Lado Oculto da Lua” em 3D exibido nos cinemas, o diretor Michael Bay enviou uma carta para os projecionistas com instruções de como melhorar a qualidade da imagem.
Na carta, Bay diz que a equipe de “Transformers - O Lado Oculto da Lua” trabalhou em diversos processos nunca usados antes para apresentar um conteúdo “mais claro, que melhorem o contraste e que renderiam cores mais vibrantes”.
“É imprescindível que os projecistas utilizem o nível mais alto de claridade especificada para um melhor resultado. (...) Estamos nisso juntos. Seus cinemas investiram muito dinheiro neste equipamento, e nós trabalhamos muito para entregar uma grande experiência. Projecionistas são de grande importância, pois seus conhecimentos definem a experiência da audiência”, disse o diretor na carta.
O diretor já havia enviado uma carta aos executivos das maiores redes de cinema pedindo para que “Transformers 3” fosse exibido no nível mais alto de claridade, que queimariam as lâmpadas mais rápido, mas que ajudaria a fazer o 3D parecer mais claro e afinado, segundo o site Deadline.
Na carta, Bay diz que a equipe de “Transformers - O Lado Oculto da Lua” trabalhou em diversos processos nunca usados antes para apresentar um conteúdo “mais claro, que melhorem o contraste e que renderiam cores mais vibrantes”.
“É imprescindível que os projecistas utilizem o nível mais alto de claridade especificada para um melhor resultado. (...) Estamos nisso juntos. Seus cinemas investiram muito dinheiro neste equipamento, e nós trabalhamos muito para entregar uma grande experiência. Projecionistas são de grande importância, pois seus conhecimentos definem a experiência da audiência”, disse o diretor na carta.
O diretor já havia enviado uma carta aos executivos das maiores redes de cinema pedindo para que “Transformers 3” fosse exibido no nível mais alto de claridade, que queimariam as lâmpadas mais rápido, mas que ajudaria a fazer o 3D parecer mais claro e afinado, segundo o site Deadline.
27/06/11 - Warner Bros. planeja sequência de Lanterna Verde
O filme Lanterna Verde não vem recebendo boas críticas e nem arrecadando o esperado nas bilheterias. Seu orçamento de US$ 200 milhões teve um retorno de apenas US$ 118 milhões em vendas de ingressos mundiais. Mesmo assim, segundo o Worst Previews, a Warner Bros. está planejando uma sequência do longa.
Embora seja pouco provável que ele arrecade mais de US$ 400 milhões, a Warner se mantém otimista e acredita que seja comum o filme ter uma queda de arrecadação na segunda semana para, depois, voltar a crescer.
Mesmo que o longa melhore em sua terceira semana, terá que competir com a grande produção da Paramount, Transformers: O Lado Oculto da Lua, que terá sua estreia nos cinemas esta semana.
Embora seja pouco provável que ele arrecade mais de US$ 400 milhões, a Warner se mantém otimista e acredita que seja comum o filme ter uma queda de arrecadação na segunda semana para, depois, voltar a crescer.
Mesmo que o longa melhore em sua terceira semana, terá que competir com a grande produção da Paramount, Transformers: O Lado Oculto da Lua, que terá sua estreia nos cinemas esta semana.
16/06/11 - Diretor David Mamet diz que produtor Phil Spector não é um assassino e é repreendido
O diretor David Mamet, responsável pelo filme sobre Phil Spector, disse em entrevista ao “Financial Times” que não acha que o produtor musical seja culpado da morte da atriz Lana Clarkson, em 2003.
“Eu não acho que [Spector] seja culpado. Eu realmente acho que há uma dúvida razoável... eles não deveriam tê-lo levado... Se ele fosse um cidadão comum, eles não o teriam indiciado”, disse o diretor.
Os amigos da atriz Lana Clarkson, que foi encontrada morta por tiros na mansão do produtor em 2003, ficaram indignados com as palavras de Mamet e enviaram a ele uma carta.
Segundo o site TMZ, que teve acesso à carta, a maior preocupação do grupo é que “o repugnante, mentiroso, obcecado por armas de fogo e assassino confesso de nossa amiga Lana Clarkson, seja retratado com algum tipo de simpatia”.
“Por favor, abstenha-se de escrever a história com ‘licença criativa’”, continuam na carta os amigos de Clarkson.
Phil Spector está na prisão após ser condenado a 19 anos pelo assassinato de Lana Clarkson, em 2003. O produtor teria atirou na atriz em sua mansão, após tê-la conhecido em uma casa noturna onde ela trabalhava.
“Eu não acho que [Spector] seja culpado. Eu realmente acho que há uma dúvida razoável... eles não deveriam tê-lo levado... Se ele fosse um cidadão comum, eles não o teriam indiciado”, disse o diretor.
Os amigos da atriz Lana Clarkson, que foi encontrada morta por tiros na mansão do produtor em 2003, ficaram indignados com as palavras de Mamet e enviaram a ele uma carta.
Segundo o site TMZ, que teve acesso à carta, a maior preocupação do grupo é que “o repugnante, mentiroso, obcecado por armas de fogo e assassino confesso de nossa amiga Lana Clarkson, seja retratado com algum tipo de simpatia”.
“Por favor, abstenha-se de escrever a história com ‘licença criativa’”, continuam na carta os amigos de Clarkson.
Phil Spector está na prisão após ser condenado a 19 anos pelo assassinato de Lana Clarkson, em 2003. O produtor teria atirou na atriz em sua mansão, após tê-la conhecido em uma casa noturna onde ela trabalhava.
16/06/11 - Análise: Último ato da atriz Zsa Zsa Gabor é marcado por novela familiar
A celebridade de Zsa Zsa Gabor sempre esteve mais ligada à conquista das atenções do que à conquista de papéis em filmes. Mas agora, a cena final da diva doente de 94 anos está sendo roubada por uma novela da vida real de Hollywood, com uma família dividida pela fama, fortuna, fraude e pura esquisitice.
Enquanto a ex-socialite e diva permanece imóvel –incapaz de comer, mal capaz de se comunicar, sem muita consciência de onde está– fervem as tensões entre as duas pessoas mais próximas de Zsa Zsa: seu marido há 25 anos, Frederic Prinz von Anhalt, e sua única filha, Francesca Hilton.
FILMES
Happily Ever After (1993)
The Naked Truth (1993)
Johann Strauss - Der König ohne Krone (1987)
Frankensteins Great Aunt Tillie (1984)
O Que Toda Mulher Tem (1978)
Won Ton Ton: The Dog Who Saved Hollywood (1976)
Up the Front (1972)
Um Marido de Morte (1966)
Picture Mommy Dead (1966)
Uma Vez por Semana (1962)
The Road to Hong Kong (1962)
La contessa azzurra (1960)
For the First Time (1959)
Queen of Outer Space (1958)
A Marca da Maldade (1958)
The Man Who Wouldnt Talk (1958)
The Girl in the Kremlin (1957)
Death of a Scoundrel (1956)
Ball der Nationen (1954)
3 Ring Circus (1954)
Sangre y luces (1954)
Lennemi public n° 1 (1953)
Lili (1953)
The Story of Three Loves (1953)
Moulin Rouge (1952)
Were Not Married! (1952)
Lovely to Look at (1952)
Frederic e Francesca estão em desacordo a respeito de quase tudo ligado a Zsa Zsa. Eles estão brigando a respeito do testamento, cada um o reescrevendo sem dizer ao outro. Estão brigando pela casa dela: Frederic processou Francesca em 2005 por ter refinanciado o imóvel, que ela diz ter feito para proteger os investimentos de sua mãe. Agora, Francesca está contestando o direito de Frederic de vender o lugar.
Eles estão discutindo a respeito da imagem dela: Francesca detesta Frederic por ter publicado fotos de Zsa Zsa trajando camisola hospitalar; ele diz que isso permite que os fãs dela vejam que ela está feliz e não “semimorta”. Eles estão discutindo sobre as visitas a Zsa Zsa: Frederic diz que como Francesca é “louca”, ela só pode vir quando estiver acompanhada por um médico. Francesca diz que há mais de dois meses não é autorizada a ver sua mãe.
E a bizarra batalha do ele disse, ela disse, prossegue, com Frederic falando abertamente à imprensa, com Francesca tipicamente fugindo da imprensa, com mulher que foi pioneira da arte de ser famosa por ser famosa permanecendo impotente entre eles.
Quase semanalmente, Frederic alerta a imprensa sobre outra crise médica de Zsa Zsa Gabor: uma fratura na bacia, uma perna amputada devido a uma gangrena, outra perna quase amputada, coágulos, infecções, pneumonia. Na semana passada, ela foi submetida a uma cirurgia para reposicionamento de seu tubo de alimentação. Desde meados do ano passado, Zsa Zsa já deu entrada no Centro Médico da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, quase duas dúzias de vezes.
E há as notícias do próprio Frederic: em 2007, ele declarou que poderia ser o pai do bebê de Anna Nicole Smith, depois da morte dela na Flórida. O teste de DNA provou que não. Posteriormente naquele ano, ele chamou a polícia para comunicar que tinha sido roubado, e os policiais encontraram o senhor de 67 anos nu em seu Rolls-Royce. No final daquele ano, Frederic entrou brevemente na disputa pelo governo da Califórnia. Ele também diz que está considerando concorrer para prefeito de Los Angeles em 2013.
Frederic, que alega ser um príncipe alemão, agora diz que deseja ter um bebê com uma doadora de óvulo e uma mãe de aluguel, porque após a morte de sua esposa, “eu ficarei muito solitário”.
O príncipe também quer vender a ampla mansão em Bel-Air de Zsa Zsa por US$ 15 milhões e leiloar a vasta coleção dela de antiguidades e roupas de grife, às vezes divulgando as vendas planejadas em meio aos boletins médicos de sua esposa.
“Minha esposa, mesmo quando está em casa, não sabe onde ela está”, ele diz. “Ela não sabe se está no hospital ou em casa, de modo que não faz nenhum sentido manter a casa.”
Francesca diz que Frederic não tem direito de vender a casa. Ele alega ter uma procuração para cuidar dos negócios de Zsa Zsa e que o acordo pré-nupcial, assinado pelo casal em 1986, mostra que a mansão pertence apenas a Zsa Zsa Gabor.
A atriz Zsa Zsa Gabor deixa tribunal de Beverly Hills (13/7/1989)
Frederic insiste que tudo o que ele faz é no melhor interesse de sua esposa e que o atendimento a ela e o bem-estar dela são suas prioridades. Ele diz que está constantemente ao lado dela e é frequentemente a única pessoa em que ela confia.
Ele conheceu Zsa Zsa em 1984, enquanto estava em férias em Los Angeles, vindo da Alemanha. Na época com 40 anos, ele se hospedou no Beverly Hilton e saiu à procura de uma verdadeira festa de Hollywood. Ele encontrou uma na propriedade do escritor Sidney Sheldon.
“Eu não tinha um convite e forcei a entrada”, ele recorda.
Trajando um uniforme real, ele alugou um Rolls-Royce conversível, pagou US$ 100 para dois estudantes universitários posarem como seus guarda-costas e entrou na festa como penetra. Lá dentro, ele se apresentou como duque da Saxônia e Zsa Zsa se encantou imediatamente. Vinte e sete anos mais velha do que ele, ela o transformou em seu amante. Ele vinha com frequência da Alemanha para vê-la e, após dois anos, durante uma reunião com um assessor de imprensa, ficou determinado que eles se casariam em 14 de agosto de 1986.
Frederic contou a história recentemente, durante uma longa entrevista para “The Associated Press” em um popular restaurante na Sunset Strip. Vestindo uma camisa justa, jeans Diesel e um anel de casamento e relógio de diamantes, ele chegou com um agente de relações públicas e escolheu uma mesa no pátio, ao lado da calçada.
Francesca Hilton –cujo pai foi Conrad Hilton, o fundador do hotel e segundo marido de Zsa Zsa Gabor– se recusou a falar com a “AP” para este artigo, dizendo que não queria perpetuar a publicidade de Frederic. Em vez disso, ela enviou seu agente de relações públicas, Edward Lozzi, que falou cuidadosamente sobre Zsa Zsa e Francesca, mulheres que ele conhece há mais de 30 anos. Na metade da entrevista, Francesca ligou para ele em seu celular e ele a persuadiu a falar brevemente com esta repórter pelo telefone.
“Minha esposa, mesmo quando está em casa, não sabe onde ela está. Ela não sabe se está no hospital ou em casa, de modo que não faz nenhum sentido manter a casa
Francesca diz que ela e sua mãe sempre foram muito próximas, conversando pelo telefone “10 vezes por dia”. Zsa Zsa apoiou suas várias carreiras, quando Francesca trabalhou com fotografia, abriu sua própria agência publicitária e subiu aos palcos como humorista.
“Foi ele que tentou nos separar”, diz Francesca sobre Frederic. “Eu não sei por que ele me odeia.”
Uma coisa em que os dois concordam é que seus problemas começaram em 2002, após um acidente de automóvel que deixou Zsa Zsa paralisada e presa a uma cadeira de rodas. Ela se tornou dependente dos cuidados de Frederic, e ele e Francesca começaram a entrar em atrito.
Francesca diz por meio de Lozzi que após o acidente, Frederic começou a afastá-la e a se comportar estranhamente. Frederic diz que Francesca simplesmente se sente ameaçada por seu relacionamento com Zsa Zsa.
“Ela sabia que minha esposa dependia de mim e isso é perigoso”, ele diz, acrescentando que ele acha que Francesca considera sua mãe “o seguro de vida (dela)”.
Lozzi diz que Francesca, 64 anos, quer apenas ver sua mãe. Ela também deseja uma confirmação independente de que Zsa Zsa está recebendo os cuidados que Frederic alega que ela está recebendo.
Foi ele que tentou nos separar. Eu não sei por que ele me odeia
Frederic tem cuidado de Zsa Zsa e sido seu porta-voz desde que ela fraturou a bacia em julho do ano passado. O agente de relações públicas de Zsa Zsa, John Blanchette, frequentemente encaminha os pedidos da imprensa referentes à sua cliente diretamente para Frederic.
Frederic diz que sua persistência é o que tem mantido Zsa Zsa viva.
“Se eu tivesse seguido as ordens dos médicos, ela já teria morrido, porque eles me perguntam todo dia: ‘Quão longe você deseja ir? O que você quer fazer? Você não acha que 94 anos já é uma boa idade?” ele diz. “Eu disse: ‘Não. Eu quero o máximo’.”
Francesca diz que quando telefona para Frederic para perguntar sobre sua mãe, ele a xinga e bate o telefone.
“Eu não sei por que ele não me diz quando ela está no hospital, para que eu possa vê-la”, ela diz. “Isso não é certo. É a minha mãe. Ele não é dono dela.”
Lozzi diz que Francesca soube por meio de um repórter a respeito da mais recente hospitalização de Zsa Zsa.
Um agente de relações públicas veterano de Hollywood, Michael Levine, que representou Barbra Streisand e Michael Jackson, diz que o drama que cerca Zsa Zsa em seus últimos dias é “uma tempestade perfeita de disfunção”.
“Não há um bom final. A vida inteira dessa mulher ficará marcada por este episódio”, ele diz. “Antes havia um estigma contra fazer coisas consideradas impróprias ou vergonhosas. Atualmente não há estigma. Vale tudo. É como se estivéssemos vivendo um reality show de televisão na vida real, em tempo real.”
Enquanto a ex-socialite e diva permanece imóvel –incapaz de comer, mal capaz de se comunicar, sem muita consciência de onde está– fervem as tensões entre as duas pessoas mais próximas de Zsa Zsa: seu marido há 25 anos, Frederic Prinz von Anhalt, e sua única filha, Francesca Hilton.
FILMES
Happily Ever After (1993)
The Naked Truth (1993)
Johann Strauss - Der König ohne Krone (1987)
Frankensteins Great Aunt Tillie (1984)
O Que Toda Mulher Tem (1978)
Won Ton Ton: The Dog Who Saved Hollywood (1976)
Up the Front (1972)
Um Marido de Morte (1966)
Picture Mommy Dead (1966)
Uma Vez por Semana (1962)
The Road to Hong Kong (1962)
La contessa azzurra (1960)
For the First Time (1959)
Queen of Outer Space (1958)
A Marca da Maldade (1958)
The Man Who Wouldnt Talk (1958)
The Girl in the Kremlin (1957)
Death of a Scoundrel (1956)
Ball der Nationen (1954)
3 Ring Circus (1954)
Sangre y luces (1954)
Lennemi public n° 1 (1953)
Lili (1953)
The Story of Three Loves (1953)
Moulin Rouge (1952)
Were Not Married! (1952)
Lovely to Look at (1952)
Frederic e Francesca estão em desacordo a respeito de quase tudo ligado a Zsa Zsa. Eles estão brigando a respeito do testamento, cada um o reescrevendo sem dizer ao outro. Estão brigando pela casa dela: Frederic processou Francesca em 2005 por ter refinanciado o imóvel, que ela diz ter feito para proteger os investimentos de sua mãe. Agora, Francesca está contestando o direito de Frederic de vender o lugar.
Eles estão discutindo a respeito da imagem dela: Francesca detesta Frederic por ter publicado fotos de Zsa Zsa trajando camisola hospitalar; ele diz que isso permite que os fãs dela vejam que ela está feliz e não “semimorta”. Eles estão discutindo sobre as visitas a Zsa Zsa: Frederic diz que como Francesca é “louca”, ela só pode vir quando estiver acompanhada por um médico. Francesca diz que há mais de dois meses não é autorizada a ver sua mãe.
E a bizarra batalha do ele disse, ela disse, prossegue, com Frederic falando abertamente à imprensa, com Francesca tipicamente fugindo da imprensa, com mulher que foi pioneira da arte de ser famosa por ser famosa permanecendo impotente entre eles.
Quase semanalmente, Frederic alerta a imprensa sobre outra crise médica de Zsa Zsa Gabor: uma fratura na bacia, uma perna amputada devido a uma gangrena, outra perna quase amputada, coágulos, infecções, pneumonia. Na semana passada, ela foi submetida a uma cirurgia para reposicionamento de seu tubo de alimentação. Desde meados do ano passado, Zsa Zsa já deu entrada no Centro Médico da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, quase duas dúzias de vezes.
E há as notícias do próprio Frederic: em 2007, ele declarou que poderia ser o pai do bebê de Anna Nicole Smith, depois da morte dela na Flórida. O teste de DNA provou que não. Posteriormente naquele ano, ele chamou a polícia para comunicar que tinha sido roubado, e os policiais encontraram o senhor de 67 anos nu em seu Rolls-Royce. No final daquele ano, Frederic entrou brevemente na disputa pelo governo da Califórnia. Ele também diz que está considerando concorrer para prefeito de Los Angeles em 2013.
Frederic, que alega ser um príncipe alemão, agora diz que deseja ter um bebê com uma doadora de óvulo e uma mãe de aluguel, porque após a morte de sua esposa, “eu ficarei muito solitário”.
O príncipe também quer vender a ampla mansão em Bel-Air de Zsa Zsa por US$ 15 milhões e leiloar a vasta coleção dela de antiguidades e roupas de grife, às vezes divulgando as vendas planejadas em meio aos boletins médicos de sua esposa.
“Minha esposa, mesmo quando está em casa, não sabe onde ela está”, ele diz. “Ela não sabe se está no hospital ou em casa, de modo que não faz nenhum sentido manter a casa.”
Francesca diz que Frederic não tem direito de vender a casa. Ele alega ter uma procuração para cuidar dos negócios de Zsa Zsa e que o acordo pré-nupcial, assinado pelo casal em 1986, mostra que a mansão pertence apenas a Zsa Zsa Gabor.
A atriz Zsa Zsa Gabor deixa tribunal de Beverly Hills (13/7/1989)
Frederic insiste que tudo o que ele faz é no melhor interesse de sua esposa e que o atendimento a ela e o bem-estar dela são suas prioridades. Ele diz que está constantemente ao lado dela e é frequentemente a única pessoa em que ela confia.
Ele conheceu Zsa Zsa em 1984, enquanto estava em férias em Los Angeles, vindo da Alemanha. Na época com 40 anos, ele se hospedou no Beverly Hilton e saiu à procura de uma verdadeira festa de Hollywood. Ele encontrou uma na propriedade do escritor Sidney Sheldon.
“Eu não tinha um convite e forcei a entrada”, ele recorda.
Trajando um uniforme real, ele alugou um Rolls-Royce conversível, pagou US$ 100 para dois estudantes universitários posarem como seus guarda-costas e entrou na festa como penetra. Lá dentro, ele se apresentou como duque da Saxônia e Zsa Zsa se encantou imediatamente. Vinte e sete anos mais velha do que ele, ela o transformou em seu amante. Ele vinha com frequência da Alemanha para vê-la e, após dois anos, durante uma reunião com um assessor de imprensa, ficou determinado que eles se casariam em 14 de agosto de 1986.
Frederic contou a história recentemente, durante uma longa entrevista para “The Associated Press” em um popular restaurante na Sunset Strip. Vestindo uma camisa justa, jeans Diesel e um anel de casamento e relógio de diamantes, ele chegou com um agente de relações públicas e escolheu uma mesa no pátio, ao lado da calçada.
Francesca Hilton –cujo pai foi Conrad Hilton, o fundador do hotel e segundo marido de Zsa Zsa Gabor– se recusou a falar com a “AP” para este artigo, dizendo que não queria perpetuar a publicidade de Frederic. Em vez disso, ela enviou seu agente de relações públicas, Edward Lozzi, que falou cuidadosamente sobre Zsa Zsa e Francesca, mulheres que ele conhece há mais de 30 anos. Na metade da entrevista, Francesca ligou para ele em seu celular e ele a persuadiu a falar brevemente com esta repórter pelo telefone.
“Minha esposa, mesmo quando está em casa, não sabe onde ela está. Ela não sabe se está no hospital ou em casa, de modo que não faz nenhum sentido manter a casa
Francesca diz que ela e sua mãe sempre foram muito próximas, conversando pelo telefone “10 vezes por dia”. Zsa Zsa apoiou suas várias carreiras, quando Francesca trabalhou com fotografia, abriu sua própria agência publicitária e subiu aos palcos como humorista.
“Foi ele que tentou nos separar”, diz Francesca sobre Frederic. “Eu não sei por que ele me odeia.”
Uma coisa em que os dois concordam é que seus problemas começaram em 2002, após um acidente de automóvel que deixou Zsa Zsa paralisada e presa a uma cadeira de rodas. Ela se tornou dependente dos cuidados de Frederic, e ele e Francesca começaram a entrar em atrito.
Francesca diz por meio de Lozzi que após o acidente, Frederic começou a afastá-la e a se comportar estranhamente. Frederic diz que Francesca simplesmente se sente ameaçada por seu relacionamento com Zsa Zsa.
“Ela sabia que minha esposa dependia de mim e isso é perigoso”, ele diz, acrescentando que ele acha que Francesca considera sua mãe “o seguro de vida (dela)”.
Lozzi diz que Francesca, 64 anos, quer apenas ver sua mãe. Ela também deseja uma confirmação independente de que Zsa Zsa está recebendo os cuidados que Frederic alega que ela está recebendo.
Foi ele que tentou nos separar. Eu não sei por que ele me odeia
Frederic tem cuidado de Zsa Zsa e sido seu porta-voz desde que ela fraturou a bacia em julho do ano passado. O agente de relações públicas de Zsa Zsa, John Blanchette, frequentemente encaminha os pedidos da imprensa referentes à sua cliente diretamente para Frederic.
Frederic diz que sua persistência é o que tem mantido Zsa Zsa viva.
“Se eu tivesse seguido as ordens dos médicos, ela já teria morrido, porque eles me perguntam todo dia: ‘Quão longe você deseja ir? O que você quer fazer? Você não acha que 94 anos já é uma boa idade?” ele diz. “Eu disse: ‘Não. Eu quero o máximo’.”
Francesca diz que quando telefona para Frederic para perguntar sobre sua mãe, ele a xinga e bate o telefone.
“Eu não sei por que ele não me diz quando ela está no hospital, para que eu possa vê-la”, ela diz. “Isso não é certo. É a minha mãe. Ele não é dono dela.”
Lozzi diz que Francesca soube por meio de um repórter a respeito da mais recente hospitalização de Zsa Zsa.
Um agente de relações públicas veterano de Hollywood, Michael Levine, que representou Barbra Streisand e Michael Jackson, diz que o drama que cerca Zsa Zsa em seus últimos dias é “uma tempestade perfeita de disfunção”.
“Não há um bom final. A vida inteira dessa mulher ficará marcada por este episódio”, ele diz. “Antes havia um estigma contra fazer coisas consideradas impróprias ou vergonhosas. Atualmente não há estigma. Vale tudo. É como se estivéssemos vivendo um reality show de televisão na vida real, em tempo real.”
16/06/11 - Festival de Los Angeles começa hoje com Tropa 2, Lanterna Verde e Curtindo a Vida Adoidado na programação
O LA Film Fest começa hoje (16) com uma programação bem eclética, como a noite de abertura evidencia.
Às 19h30 (hora local) será exibido “Bernie”, filme de Richard Linklater (“Antes do Amanhecer”) estrelado por Jack Black e Shirley MacLaine. Depois, às 22h30, é hora do blockbuster “Lanterna Verde” ter sua sessão de gala no evento.
Após a noite de abertura, a programação segue com ecletismo. Desde filmes de festival, como o sul-coreano “Come Rain, Come Shine”, até animações infantis, como “O Ursinho Pooh”.
Para os brasileiros, há três filmes que merecem atenção. O fenômeno de bilheterias “Tropa de Elite 2” será exibido para a plateia norte-americana durante o evento. Além dele, há também o documentário inglês “Senna” sobre o tricampeão de Fórmula 1 e o curta nacional “Ensolarado”.
Às 19h30 (hora local) será exibido “Bernie”, filme de Richard Linklater (“Antes do Amanhecer”) estrelado por Jack Black e Shirley MacLaine. Depois, às 22h30, é hora do blockbuster “Lanterna Verde” ter sua sessão de gala no evento.
Após a noite de abertura, a programação segue com ecletismo. Desde filmes de festival, como o sul-coreano “Come Rain, Come Shine”, até animações infantis, como “O Ursinho Pooh”.
Para os brasileiros, há três filmes que merecem atenção. O fenômeno de bilheterias “Tropa de Elite 2” será exibido para a plateia norte-americana durante o evento. Além dele, há também o documentário inglês “Senna” sobre o tricampeão de Fórmula 1 e o curta nacional “Ensolarado”.
07/06/11 - Robert Zemeckis confirmado em Flight; Denzel Washington pode estrelar
O diretor Robert Zemeckis (Os Fantasmas de Scrooge) estará por trás das câmeras na produção Flight, segundo o L.A. Times. O ator Denzel Washington (Incontrolável) está na fase final de negociações para protagonizar o drama. As gravações do longa começam no segundo semestre.
O filme mostra a história do piloto Whip Whitaker (papel de Denzel) que consegue pousar um avião, cheio de passageiros, que estava prestes a sofrer um acidente fatal. Ele é consagrado como herói por todos, que acham que foram salvos por sua habilidade para driblar problemas técnicos. No entanto, após uma investigação sobre as causas do incidente, começa a ficar claro que ele estava voando sob efeito de drogas e álcool. Ainda assim, o homem é encorajado a continuar posando como celebridade enquanto a companhia de aviação tenta abafar as evidências negativas do caso.
Este será o primeiro longa live-action que Zemeckis filma desde Náufrago, de 2000. Desde então, ele fez as animações O Expresso Polar, A Lenda de Beowulf e Os Fantasmas de Scrooge.
O filme mostra a história do piloto Whip Whitaker (papel de Denzel) que consegue pousar um avião, cheio de passageiros, que estava prestes a sofrer um acidente fatal. Ele é consagrado como herói por todos, que acham que foram salvos por sua habilidade para driblar problemas técnicos. No entanto, após uma investigação sobre as causas do incidente, começa a ficar claro que ele estava voando sob efeito de drogas e álcool. Ainda assim, o homem é encorajado a continuar posando como celebridade enquanto a companhia de aviação tenta abafar as evidências negativas do caso.
Este será o primeiro longa live-action que Zemeckis filma desde Náufrago, de 2000. Desde então, ele fez as animações O Expresso Polar, A Lenda de Beowulf e Os Fantasmas de Scrooge.
07/06/11 - X-Men: Primeira Classe lidera bilheterias brasileiras
Foi por pouco, mas X-Men: Primeira Classe atingiu o topo do ranking brasileiro em sua estreia. Ele superou Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, levando mais de 594 mil pessoas às salas para prestigiar novamente os mutantes da Marvel. No filme, que rendeu R$ 6,3 milhões em três dias, Professor Xavier e Magneto começam a recrutar jovens superpoderosos que dariam origem à equipe X-Men.
O quarto filme da franquia Piratas do Caribe também teve bom desempenho em sua terceira semana em cartaz, quase alcançando a renda de X-Men: Primeira Classe devido às diversas salas que exibem o filme em 3D. A comédia Se Beber, Não Case! Parte II ficou em terceiro lugar e já passou a marca de um milhão de espectadores no Brasil em sua segunda semana.
O filme Estamos Juntos, de Toni Venturi (Rita Cadillac, a Lady do Povo), estreou na oitava posição, sendo a única produção nacional entre os dez primeiros do ranking brasileiro. O documentário Quebrando o Tabu, que aborda a descriminalização da maconha, ficou em 13º lugar.
A animação Rio continua sendo um dos longas favoritos do público brasileiro após nove semanas em cartaz, permanecendo em 136 salas e acumulando 6,3 milhões de espectadores.
O quarto filme da franquia Piratas do Caribe também teve bom desempenho em sua terceira semana em cartaz, quase alcançando a renda de X-Men: Primeira Classe devido às diversas salas que exibem o filme em 3D. A comédia Se Beber, Não Case! Parte II ficou em terceiro lugar e já passou a marca de um milhão de espectadores no Brasil em sua segunda semana.
O filme Estamos Juntos, de Toni Venturi (Rita Cadillac, a Lady do Povo), estreou na oitava posição, sendo a única produção nacional entre os dez primeiros do ranking brasileiro. O documentário Quebrando o Tabu, que aborda a descriminalização da maconha, ficou em 13º lugar.
A animação Rio continua sendo um dos longas favoritos do público brasileiro após nove semanas em cartaz, permanecendo em 136 salas e acumulando 6,3 milhões de espectadores.
07/06/11 - Kristen Stewart brigou com Robert Pattinson após ele beijar Taylor Lautner
O tão falado beijo que Robert Pattinson deu em Taylor Lauter no MTV Movie Awards no domingo (5) causou uma briga entre o protagonista da saga “Crepúsculo” e a namorada Kristen Stewart.
Pattinson e Stewart levaram o prêmio de melhor beijo pelo terceiro ano seguido pelos filmes da saga “Crepúsculo”. Eles se recusaram nas duas primeiras vezes a recriar a cena ao vivo, mas dessa vez Stewart parecia disposta a dar o beijo. Entretanto, Pattison estava com outra idéia em mente, deixando a parceira no palco e correndo em direção a Taylor Lautner e dando-lhe um beijão.
Tudo parecia bem quando eles saíram do palco. Mas segundo o “Mirror”, Stewart deu uma bronca em Pattinson por recusar-se a beijá-la e por deixá-la sozinha no palco.
“Você me fez ficar que nem uma idiota lá fora!”, teria dito a atriz nos bastidores.
Quando o ator tentou se explicar, ela deixou-o falando sozinho. “Nem se incomode [em explicar]”, disse a Bella da saga antes de sair.
Ainda de acordo com o Mirror, ele foi atrás dela, discutiram por três minutos, e então fizeram as pazes, como se nada tivesse acontecido.
Kristen Stewart e Robert Pattinson protagonizam a saga “Crepúsculo” ao lado do ator Taylor Lautner, que também concorreu ao prêmio de melhor beijo ao lado de Stewart.
Pattinson e Stewart levaram o prêmio de melhor beijo pelo terceiro ano seguido pelos filmes da saga “Crepúsculo”. Eles se recusaram nas duas primeiras vezes a recriar a cena ao vivo, mas dessa vez Stewart parecia disposta a dar o beijo. Entretanto, Pattison estava com outra idéia em mente, deixando a parceira no palco e correndo em direção a Taylor Lautner e dando-lhe um beijão.
Tudo parecia bem quando eles saíram do palco. Mas segundo o “Mirror”, Stewart deu uma bronca em Pattinson por recusar-se a beijá-la e por deixá-la sozinha no palco.
“Você me fez ficar que nem uma idiota lá fora!”, teria dito a atriz nos bastidores.
Quando o ator tentou se explicar, ela deixou-o falando sozinho. “Nem se incomode [em explicar]”, disse a Bella da saga antes de sair.
Ainda de acordo com o Mirror, ele foi atrás dela, discutiram por três minutos, e então fizeram as pazes, como se nada tivesse acontecido.
Kristen Stewart e Robert Pattinson protagonizam a saga “Crepúsculo” ao lado do ator Taylor Lautner, que também concorreu ao prêmio de melhor beijo ao lado de Stewart.
01/06/11 - Tropa de Elite 2 papa o Grande Prêmio
Peguei por acaso, no Canal Brasil, a cerimônia do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Décima edição.
Algumas homenagens interessantes: Norma Bengell, Remo Usai, Luis Carlos Barreto. Salvo que este quase recontou a história da humanidade. Achei boa a parte pessoal (namoro e casamento, iniciação ao cinema, etc.).
A ideologia (nacionalismo às antigas) podia ter ficado de fora. A horas tantas aquilo virou comício, praticamente.
A premiação obedeceu à ordem do dia: Tropa de Elite 2 ganhou tudo que podia ganhar. Significa que os eleitores (os membros da Academia de Cinema Brasileiro ou algo assim) estão, hoje, perfeitamente alinhados à idéia de um cinema em que o sucesso é o começo e o fim.
Entendo: um desejo louco de estar perto do público. Não é de todo injusto.
E Tropa é, digamos, um filme hoje indiscutível. Não vou nem argumentar: não se discute com 11 ou 12 milhões de bilhetes vendidos.
No entanto, a seleção geral, com exceção dos documentários, ia praticamente em linha direta nessa direção. Chico Xavier, Lula, Nosso Lar… É a idéia de “cinema indústria” que se celebrou ali.
Estamos num desses delírios triunfais a que o cinema brasileiro se entrega de tempos em tempos.
A cerimônia sub-hollywoodiana não deixa dúvidas a esse respeito.
Não sou contra certo cerimonial nas entregas de prêmio. Fazem parte do jogo.
Mas, caramba, já que é para ser assim pelo menos contrate uma pequena orquestra, ou faça uma sonoplastia honesta. Colocar um par de músicos desengonçados no palco não ajuda nada. (Melhor nem falar da apresentação musical no fim da festa).
Outra: se é para transmitir pela TV precisa fazer uma luz de TV. Dava a impressão de que as pessoas iam receber o prêmio numa boate de chanchada dos anos 50.
Se é para ser indústria, por favor, comportem-se como tal.
Em poucas palavras: está mais do que na hora de reabilitar o Prêmio Jairo Ferreira, da velha ala dos dissidentes dessa geléia industrial.
Outro espetáculo
Esperei para ver se algum especialista tocava no assunto, mas não encontrei nada.
Bem: o jogo Barcelona vs. Manchester United foi, como se sabe, um baile do time de Messi.
Nesse jogo belíssimo, o time inglês correu atrás da bola o tempo todo, mais parecia um jogo de João Bobo.
No entanto, se se for ver, o número de faltas foi mínimo. E a maior parte delas acho que foi feita por um jogador sul-americano por nome Valencia.
É muito diferente do que se passa aqui: quando se perde a bola, aqui, a primeira providência é passar a perna no adversário, dar uma canelada, coisa assim.
Não há noção de dignidade. A menor. Devia ser algo a ser pensado em algum nível (dos níveis oficiais sabe-se que não se pode esperar nada).
O Manchester perdia a bola e saía correndo atrás, sem brutalidade. O jogo não parava. O juiz não marcava falta a cada vez que um chegava perto de outro, como aqui.
Hoje em dia esse papo de país do futebol não está com nada. Nossos jogos são horríveis. Não por falta de jogadores, mas por falta de dignidade. São noções que vêm de cima.
Algumas homenagens interessantes: Norma Bengell, Remo Usai, Luis Carlos Barreto. Salvo que este quase recontou a história da humanidade. Achei boa a parte pessoal (namoro e casamento, iniciação ao cinema, etc.).
A ideologia (nacionalismo às antigas) podia ter ficado de fora. A horas tantas aquilo virou comício, praticamente.
A premiação obedeceu à ordem do dia: Tropa de Elite 2 ganhou tudo que podia ganhar. Significa que os eleitores (os membros da Academia de Cinema Brasileiro ou algo assim) estão, hoje, perfeitamente alinhados à idéia de um cinema em que o sucesso é o começo e o fim.
Entendo: um desejo louco de estar perto do público. Não é de todo injusto.
E Tropa é, digamos, um filme hoje indiscutível. Não vou nem argumentar: não se discute com 11 ou 12 milhões de bilhetes vendidos.
No entanto, a seleção geral, com exceção dos documentários, ia praticamente em linha direta nessa direção. Chico Xavier, Lula, Nosso Lar… É a idéia de “cinema indústria” que se celebrou ali.
Estamos num desses delírios triunfais a que o cinema brasileiro se entrega de tempos em tempos.
A cerimônia sub-hollywoodiana não deixa dúvidas a esse respeito.
Não sou contra certo cerimonial nas entregas de prêmio. Fazem parte do jogo.
Mas, caramba, já que é para ser assim pelo menos contrate uma pequena orquestra, ou faça uma sonoplastia honesta. Colocar um par de músicos desengonçados no palco não ajuda nada. (Melhor nem falar da apresentação musical no fim da festa).
Outra: se é para transmitir pela TV precisa fazer uma luz de TV. Dava a impressão de que as pessoas iam receber o prêmio numa boate de chanchada dos anos 50.
Se é para ser indústria, por favor, comportem-se como tal.
Em poucas palavras: está mais do que na hora de reabilitar o Prêmio Jairo Ferreira, da velha ala dos dissidentes dessa geléia industrial.
Outro espetáculo
Esperei para ver se algum especialista tocava no assunto, mas não encontrei nada.
Bem: o jogo Barcelona vs. Manchester United foi, como se sabe, um baile do time de Messi.
Nesse jogo belíssimo, o time inglês correu atrás da bola o tempo todo, mais parecia um jogo de João Bobo.
No entanto, se se for ver, o número de faltas foi mínimo. E a maior parte delas acho que foi feita por um jogador sul-americano por nome Valencia.
É muito diferente do que se passa aqui: quando se perde a bola, aqui, a primeira providência é passar a perna no adversário, dar uma canelada, coisa assim.
Não há noção de dignidade. A menor. Devia ser algo a ser pensado em algum nível (dos níveis oficiais sabe-se que não se pode esperar nada).
O Manchester perdia a bola e saía correndo atrás, sem brutalidade. O jogo não parava. O juiz não marcava falta a cada vez que um chegava perto de outro, como aqui.
Hoje em dia esse papo de país do futebol não está com nada. Nossos jogos são horríveis. Não por falta de jogadores, mas por falta de dignidade. São noções que vêm de cima.
01/06/11 - Alec Baldwin de cabelo comprido e barba em Rock of Ages; veja foto
O diretor Adam Shankman postou no Twitter uma foto dos atores Russell Brand e Alec Baldwin nos bastidores das filmagens de “Rock of Ages”.
“Primeira foto! Première mundial! Russell e Alec fazendo da minha vida um paraíso #rockofagesmovie”, escreveu Shankman no microblog.
De cabelo comprido e barba por fazer, Alec Baldwin não lembra em nada seu visual na série “30 Rock”.
No longa, Russell Brand interpreta Lonnie, um fã que segue a banda The Bourbon, liderada por Dennis, personagem de Alec Baldwin.
Tom Cruise, Catherine Zeta-Jones, Paul Giamatti, Malin Akerman, Bryan Cranston e Mary J.Blige também estão no elenco do filme, que tem estréia prevista para junho de 2012.
“Primeira foto! Première mundial! Russell e Alec fazendo da minha vida um paraíso #rockofagesmovie”, escreveu Shankman no microblog.
De cabelo comprido e barba por fazer, Alec Baldwin não lembra em nada seu visual na série “30 Rock”.
No longa, Russell Brand interpreta Lonnie, um fã que segue a banda The Bourbon, liderada por Dennis, personagem de Alec Baldwin.
Tom Cruise, Catherine Zeta-Jones, Paul Giamatti, Malin Akerman, Bryan Cranston e Mary J.Blige também estão no elenco do filme, que tem estréia prevista para junho de 2012.
01/06/11 - Reese Witherspoon vai receber prêmio por conjunto da obra no MTV Movie Awards
A atriz Reese Whiterspoon vai receber um prêmio pelo conjunto da obra no MTV Movie Awards, que acontece neste domingo (5).
A categoria chamada Generation premia atores que participaram de filmes importantes para a geração MTV. Stephen Friedman, presidente da emissora, disse que Whiterspoon é "uma das atrizes mais versáteis e completas de sua geração".
A categoria chamada Generation premia atores que participaram de filmes importantes para a geração MTV. Stephen Friedman, presidente da emissora, disse que Whiterspoon é "uma das atrizes mais versáteis e completas de sua geração".
27/05/11 - Site divulga possível segundo vilão de Os Vingadores
O site Latino Review afirmou, baseado em fontes próximas à produção de Os Vingadores, que Thanos pode ser o segundo grande vilão do filme . O personagem, que ainda não apareceu no cinema, é um dos seres mais fortes do universo Marvel, principalmente enquanto possui a Manopla do Infinito, uma luva de imenso poder que, segundo o site, aparece rapidamente na câmara de Odin em Thor.
O longa , que já está em produção, confirmou Lóki como seu principal vilão. Ele pretende usar o cubo cósmico, outro artefato muito forte que aparece em Thor, para permitir que os Skrulls, raça alienígena belicosa, invadam a Terra. A ameaça só poderá ser contida com a união de heróis como Hulk, Capitão América, Homem de Ferro, Thor, entre outros.
A adição de Thanos à história não foi confirmada pela Marvel. A produção tem estreia prevista para 4 de maio de 2012.
Confira a seguir as imagens de Thanos e da Manopla do Infinito, como foi mostrada na última Comic Con, em San Diego:
•Suposto roteiro de Os Vingadores é vendido nas ruas de Los Angeles
•Roteiro de Os Vingadores pode ter vazado via Samuel L. Jackson
•Confira a primeira foto do set de Os Vingadores
O longa , que já está em produção, confirmou Lóki como seu principal vilão. Ele pretende usar o cubo cósmico, outro artefato muito forte que aparece em Thor, para permitir que os Skrulls, raça alienígena belicosa, invadam a Terra. A ameaça só poderá ser contida com a união de heróis como Hulk, Capitão América, Homem de Ferro, Thor, entre outros.
A adição de Thanos à história não foi confirmada pela Marvel. A produção tem estreia prevista para 4 de maio de 2012.
Confira a seguir as imagens de Thanos e da Manopla do Infinito, como foi mostrada na última Comic Con, em San Diego:
•Suposto roteiro de Os Vingadores é vendido nas ruas de Los Angeles
•Roteiro de Os Vingadores pode ter vazado via Samuel L. Jackson
•Confira a primeira foto do set de Os Vingadores
27/05/11 - John Cho está no elenco do remake de O Vingador do Futuro
O ator de "Star Trek" John Cho entrou para o elenco o remake de "O Vingador do Futuro" (Total Recall), filme de 1990 com Arnold Schwarzenegger. Cho vai interpretar McClane, um representante de vendas da empresa de viagens virtuais que desafia o personagem de Colin Farrell, Quaid, a implantar memórias fantásticas em seu cérebro.
O longa de ficção científica começa a ser filmado na próxima segunda-feira (30) em Toronto, no Canadá.
Kate Beckinsale e Jessica Biel interpretarão, de acordo com os sites Hollywood Reporter e Collider.com, a mulher e a revolucionária namorada de Quaid, respectivamente. Bryan Cranston foi escalado para viver o vilão futurista, interpretado por Ronny Cox na versão original.
O longa de ficção científica começa a ser filmado na próxima segunda-feira (30) em Toronto, no Canadá.
Kate Beckinsale e Jessica Biel interpretarão, de acordo com os sites Hollywood Reporter e Collider.com, a mulher e a revolucionária namorada de Quaid, respectivamente. Bryan Cranston foi escalado para viver o vilão futurista, interpretado por Ronny Cox na versão original.
27/05/11 - Festival de cultura britânica tem filmes do Monty Python e show do Gang of Four em SP
Em sua 15ª edição, o Cultura Inglesa Festival começa nesta sexta-feira (27) em São Paulo com atrações de cinema, música, dança, teatro e exposições. Destacam-se na programação deste ano uma mostra retrospectiva de filmes do grupo de humor Monty Python e show ao ar livre e gratuito do Gang of Four, banda de pós-punk britânica formada no fim da década de 1970.
Ver em tamanho maiorVeja 10 destaques do 15º Cultura Inglesa FestivalFoto 7 de 10 - Mostra retrospectiva de filmes do Monty Python exibe clássicos do grupo de humor britânico, como "Em Busca do Cálice Sagrado" (foto) -- dia 29/5, às 20h30, no Cine Livraria da Cultura; dias 31/5 e 6/6, às 20h, no Centro Brasileiro Britânico -- e "A Vida de Brian" -- dia 28/5, às 20h30, no Cine Livraria da Cultura; dias 31/5 e 6/6, às 16h, no Centro Brasileiro Britânico DivulgaçãoA programação musical conta ainda com o ex-vocalista do The Rascals Miles Keane e DJ sets de Glen Matlock, baixista e integrante da formação original do Sex Pistols, e do produtor Alan McGee, descobridor de bandas como Jesus and Mary Chain, Oasis e Libertines. McGee participa também de debate sobre a cena musical britânica, tudo entre esta sexta e sábado.
Na arte, destacam-se uma exposição com ilustrações da história da ficção científica britânica, na estação Paraíso do Metrô, e a mostra "Um e Outro Silêncio", de Maurício Ianês, que consiste em uma instalação com frases de peça de Samuel Beckett, refletindo sobre a comunicação e os ruídos nas relações humanas.
A ficção científica aparece novamente em filmes que ganham exibição também na estação Paraíso, como "Frankenstein" (1931) e "2001 - Uma Odisséia no Espaço" (1968). Além disso, o autor Robert Shearman, roteirista da série "Dr. Who", participa de bate-papo e sessão de autógrafos na tarde deste sábado na Livraria Cultura.
A programação teatral, como em anos anteriores, tem peças adultas e infantis de autores britânicos. "O Contrato" é texto de Mike Barlett, premiado dramaturgo britânico, sobre os limites das relações e a fronteira entre o público e o privado. Já a infantil "O Mistério no Expresso do Oriente" é inspirada em livro de Agatha Christie, "O Assassinato no Expresso do Oriente".
Com exceção das apresentações de DJs em clubes noturnos, a programação do festival é gratuita.
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Ver em tamanho maiorVeja 10 destaques do 15º Cultura Inglesa FestivalFoto 7 de 10 - Mostra retrospectiva de filmes do Monty Python exibe clássicos do grupo de humor britânico, como "Em Busca do Cálice Sagrado" (foto) -- dia 29/5, às 20h30, no Cine Livraria da Cultura; dias 31/5 e 6/6, às 20h, no Centro Brasileiro Britânico -- e "A Vida de Brian" -- dia 28/5, às 20h30, no Cine Livraria da Cultura; dias 31/5 e 6/6, às 16h, no Centro Brasileiro Britânico DivulgaçãoA programação musical conta ainda com o ex-vocalista do The Rascals Miles Keane e DJ sets de Glen Matlock, baixista e integrante da formação original do Sex Pistols, e do produtor Alan McGee, descobridor de bandas como Jesus and Mary Chain, Oasis e Libertines. McGee participa também de debate sobre a cena musical britânica, tudo entre esta sexta e sábado.
Na arte, destacam-se uma exposição com ilustrações da história da ficção científica britânica, na estação Paraíso do Metrô, e a mostra "Um e Outro Silêncio", de Maurício Ianês, que consiste em uma instalação com frases de peça de Samuel Beckett, refletindo sobre a comunicação e os ruídos nas relações humanas.
A ficção científica aparece novamente em filmes que ganham exibição também na estação Paraíso, como "Frankenstein" (1931) e "2001 - Uma Odisséia no Espaço" (1968). Além disso, o autor Robert Shearman, roteirista da série "Dr. Who", participa de bate-papo e sessão de autógrafos na tarde deste sábado na Livraria Cultura.
A programação teatral, como em anos anteriores, tem peças adultas e infantis de autores britânicos. "O Contrato" é texto de Mike Barlett, premiado dramaturgo britânico, sobre os limites das relações e a fronteira entre o público e o privado. Já a infantil "O Mistério no Expresso do Oriente" é inspirada em livro de Agatha Christie, "O Assassinato no Expresso do Oriente".
Com exceção das apresentações de DJs em clubes noturnos, a programação do festival é gratuita.
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23/05/11 - Novo Piratas do Caribe faz melhor estreia internacional da história
A aventura Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas fez uma excelente estreia nos Estados Unidos, mas chamou mais atenção pelos recordes que atingiu globalmente. O longa tornou-se não só a quarta melhor estreia mundial da história, com US$ 346,4 milhões, mas também a melhor estreia internacional (de um filme fora de seu país) da história, conseguindo US$ 256,4 milhões fora dos Estados Unidos.
Thor, líder na semana passada, caiu para a terceira posição, mas continua bem próximo de alcançar seu orçamento (US$ 150 milhões) apenas com seu rendimento nas salas norte-americanas. A comédia Bridesmaids ficou em segundo lugar, confirmando seu surpreendente bom desempenho nas bilheterias. Rio é o grande destaque de longevidade, ainda atraindo boa parte do público após seis semanas em cartaz.
A grande decepção da semana ficou por conta de Meia Noite em Paris, de Woody Allen, que foi completamente ofuscado pela estreia do novo Piratas do Caribe e não conseguiu entrar no ranking e nem sequer render um milhão. O filme, cujo orçamento foi de US$ 30 milhões, arrecadou pífios US$ 579 mil.
Confira a seguir as dez melhores bilheterias do fim de semana nos Estados Unidos:
1. Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas - US$ 90,1 milhões
2. Bridesmaids - US$ 21 milhões
3. Thor - US$ 15,5 milhões
4. Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio - US$ 10,6 milhões
5. Rio - US$ 4,65 milhões
6. Padre - US$ 4,6 milhões
7. Jumping the Broom - US$ 3,7 milhões
8. O Noivo da Minha Melhor Amiga - US$ 3,4 milhões
9. Água para Elefantes - US$ 2,1 milhões
10. Tyler Perrys Madeas Big Happy Family - US$ 990 mil
Thor, líder na semana passada, caiu para a terceira posição, mas continua bem próximo de alcançar seu orçamento (US$ 150 milhões) apenas com seu rendimento nas salas norte-americanas. A comédia Bridesmaids ficou em segundo lugar, confirmando seu surpreendente bom desempenho nas bilheterias. Rio é o grande destaque de longevidade, ainda atraindo boa parte do público após seis semanas em cartaz.
A grande decepção da semana ficou por conta de Meia Noite em Paris, de Woody Allen, que foi completamente ofuscado pela estreia do novo Piratas do Caribe e não conseguiu entrar no ranking e nem sequer render um milhão. O filme, cujo orçamento foi de US$ 30 milhões, arrecadou pífios US$ 579 mil.
Confira a seguir as dez melhores bilheterias do fim de semana nos Estados Unidos:
1. Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas - US$ 90,1 milhões
2. Bridesmaids - US$ 21 milhões
3. Thor - US$ 15,5 milhões
4. Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio - US$ 10,6 milhões
5. Rio - US$ 4,65 milhões
6. Padre - US$ 4,6 milhões
7. Jumping the Broom - US$ 3,7 milhões
8. O Noivo da Minha Melhor Amiga - US$ 3,4 milhões
9. Água para Elefantes - US$ 2,1 milhões
10. Tyler Perrys Madeas Big Happy Family - US$ 990 mil
23/05/11 - Metrópolis Refundada retoma passos da recuperação de clássico de Fritz Lang
Um capítulo dessa história já foi escrito quando a versão integral de Metrópolis foi exibida na Mostra de São Paulo em outubro de 2010. Mas como um dos filmes mais mutilados da História, que viu gerações serem privadas da chance de assistir o que Fritz Lang concebera em 1927, foi recuperado?
Quem responde a pergunta é o documentário Metrópolis Refundada, que será exibido nesta segunda-feira (23/5), às 19h, no canal TCM. Dirigida a quatro mãos, a produção argentina à qual o Cineclick teve acesso, conta diversas histórias desconhecidas mesmo para quem acompanhou o processo de restauração.
Há quase dois anos, entrevistei, por e-mail, Anke Wilkening, chefe de restauração da Fundação Friederich Murnau, que prometeu: “A estrutura vai mudar radicalmente, especialmente o entendimento dos três personagens coadjuvantes”. A alemã tinha razão: quando a Mostra organizou a linda projeção no gramado do Parque do Ibirapuera, com acompanhamento da Orquestra Jazz Sinfônica para mais de 10 mil pessoas esparramadas, um capítulo se completava. Finalmente uma das primeiras e melhores ficções científicas fazia sentido.
Em 2008, foram encontrados rolos em 16mm com os 30 minutos perdidos da versão original, lançada em 20 de janeiro de 1927, mas retirada de cartaz quatro meses depois. Era o começo de uma novela com enredo digno de produção da Televisa. Porém, como lembra Metrópolis Refundada, o final feliz demorou a chegar.
Quando a diretora do Museu de Cinema de Buenos Aires, Paula Félix-Didier, e o historiador Fernando Martin Peña, comunicaram aos diretores da Fundação Friederich Murnau do descobrimento das partes perdidas, os alemães não acreditaram. Afinal, vários alarmes falsos bateram à porta nos últimos vinte anos, por que este seria verdadeiro? Foi precisa a mediação do restaurador espanhol Luciano Berriatua para que os argentinos fossem levados a sério.
Clássico de Fritz Lang é considerado uma das maiores ficções científicas da história do cinema
Não vou entrar em detalhes na saga entre descobrimento dos rolos e exibição da versão integral para não estragar a surpresa de Metrópolis Refundada. Mas dois causos merecem ser citados como anedotas que explicam muitas coisas. Para os mercados internacionais, além dos cortes e montagem serem diferentes (por exemplo, a cópia americana se concentra no subtexto romântico), um plano era registrado por diversas câmeras. Ou seja, na versão alemã, Freder, o cruel senhor de Metrópolis, poderia aparecer em uma determinada angulação diferente da argentina.
A segunda anedota é a tradução das cartelas de um filme mudo. Como lembra Paula Félix-Didier, o texto original recebeu uma adaptação dedicada especialmente para o castelhano falado na Argentina. Acreditem, a mudança é sensível!
Por se tratar de uma produção com clara vocação para exibição na TV, não há grandes arroubos no documentário. Mas não faz mal: bem montado, o filme se esconde e abre alas para a força do tema e a importância dos protagonistas desta história.
Sem contar que o quarteto da direção – Evangelina Loguercio, Diego Panich, Laura Tusi e Sebastián Yablón – conseguiram dar um clima gostoso ao filme, de história com final feliz. Você nem vai perceber, mas, quando Metrópolis Refundada terminar, um sorriso vai relutar em desgrudar do seu
Quem responde a pergunta é o documentário Metrópolis Refundada, que será exibido nesta segunda-feira (23/5), às 19h, no canal TCM. Dirigida a quatro mãos, a produção argentina à qual o Cineclick teve acesso, conta diversas histórias desconhecidas mesmo para quem acompanhou o processo de restauração.
Há quase dois anos, entrevistei, por e-mail, Anke Wilkening, chefe de restauração da Fundação Friederich Murnau, que prometeu: “A estrutura vai mudar radicalmente, especialmente o entendimento dos três personagens coadjuvantes”. A alemã tinha razão: quando a Mostra organizou a linda projeção no gramado do Parque do Ibirapuera, com acompanhamento da Orquestra Jazz Sinfônica para mais de 10 mil pessoas esparramadas, um capítulo se completava. Finalmente uma das primeiras e melhores ficções científicas fazia sentido.
Em 2008, foram encontrados rolos em 16mm com os 30 minutos perdidos da versão original, lançada em 20 de janeiro de 1927, mas retirada de cartaz quatro meses depois. Era o começo de uma novela com enredo digno de produção da Televisa. Porém, como lembra Metrópolis Refundada, o final feliz demorou a chegar.
Quando a diretora do Museu de Cinema de Buenos Aires, Paula Félix-Didier, e o historiador Fernando Martin Peña, comunicaram aos diretores da Fundação Friederich Murnau do descobrimento das partes perdidas, os alemães não acreditaram. Afinal, vários alarmes falsos bateram à porta nos últimos vinte anos, por que este seria verdadeiro? Foi precisa a mediação do restaurador espanhol Luciano Berriatua para que os argentinos fossem levados a sério.
Clássico de Fritz Lang é considerado uma das maiores ficções científicas da história do cinema
Não vou entrar em detalhes na saga entre descobrimento dos rolos e exibição da versão integral para não estragar a surpresa de Metrópolis Refundada. Mas dois causos merecem ser citados como anedotas que explicam muitas coisas. Para os mercados internacionais, além dos cortes e montagem serem diferentes (por exemplo, a cópia americana se concentra no subtexto romântico), um plano era registrado por diversas câmeras. Ou seja, na versão alemã, Freder, o cruel senhor de Metrópolis, poderia aparecer em uma determinada angulação diferente da argentina.
A segunda anedota é a tradução das cartelas de um filme mudo. Como lembra Paula Félix-Didier, o texto original recebeu uma adaptação dedicada especialmente para o castelhano falado na Argentina. Acreditem, a mudança é sensível!
Por se tratar de uma produção com clara vocação para exibição na TV, não há grandes arroubos no documentário. Mas não faz mal: bem montado, o filme se esconde e abre alas para a força do tema e a importância dos protagonistas desta história.
Sem contar que o quarteto da direção – Evangelina Loguercio, Diego Panich, Laura Tusi e Sebastián Yablón – conseguiram dar um clima gostoso ao filme, de história com final feliz. Você nem vai perceber, mas, quando Metrópolis Refundada terminar, um sorriso vai relutar em desgrudar do seu
23/05/11 - Não sou um bom improvisador, diz o Mr. Chow de Se Beber, Não Case! Parte II
Apesar de ter despertado a atenção no final dos anos 1990 como comediante de stand up e iniciado a carreira no The Improv, lendário clube que acolheu humoristas norte-americanos, Ken Jeong, o Mr. Chow de Se Beber, Não Case! Parte II, não se considera muito talentoso em improvisar.
“Eu realmente acho que não sou um bom improvisador. O segredo é conhecer o personagem”, contou o ator por telefone em entrevista ao Cineclick. “A chave é me sentir naquela zona de domínio do personagem e pronto para tirar coisas dele”.
Kendrick Kang-Joh Jeong tem uma história peculiar que não parecia indicar um futuro na comédia, muito menos papeis cinematográficos em Se Beber, Não Case! ou Segurando as Pontas. Filho de imigrantes coreanos, tocou violino na adolescência, ganhou o prêmio de Jovem do Ano da cidade de Greensboro. Foi parar na Universidade da Carolina do Norte e se tornou médico, terminando a residência em 1995.
Às portas de se dedicar a curar os pacientes com a medicina, Dr. Ken decidiu fazer seus espectadores rirem. O ator e comediante diz que usa cada experiência de vida quando vive um personagem. Um exemplo é Ligeiramente Grávidos. “A principal razão para saltar improvisações no set foi o fato de eu conhecer a rotina de um médico”. Jeong aparece em uma cena mal humorado e dando conselhos atípicos aos personagens de Katherine Heigl e Seth Rogen.
No roteiro, seu personagem, Dr. Kuni, era um pouco diferente. “Estava escrito que ele era mais malvado, mas eu decidi dar outro tom, de um cara que apenas teve um dia ruim”. O resultado, nas palavras do ator: “você sabe, esse filme mudou minha vida e redefiniu meu olhar para o ator”.
“Eu realmente acho que não sou um bom improvisador. O segredo é conhecer o personagem”, contou o ator por telefone em entrevista ao Cineclick. “A chave é me sentir naquela zona de domínio do personagem e pronto para tirar coisas dele”.
Kendrick Kang-Joh Jeong tem uma história peculiar que não parecia indicar um futuro na comédia, muito menos papeis cinematográficos em Se Beber, Não Case! ou Segurando as Pontas. Filho de imigrantes coreanos, tocou violino na adolescência, ganhou o prêmio de Jovem do Ano da cidade de Greensboro. Foi parar na Universidade da Carolina do Norte e se tornou médico, terminando a residência em 1995.
Às portas de se dedicar a curar os pacientes com a medicina, Dr. Ken decidiu fazer seus espectadores rirem. O ator e comediante diz que usa cada experiência de vida quando vive um personagem. Um exemplo é Ligeiramente Grávidos. “A principal razão para saltar improvisações no set foi o fato de eu conhecer a rotina de um médico”. Jeong aparece em uma cena mal humorado e dando conselhos atípicos aos personagens de Katherine Heigl e Seth Rogen.
No roteiro, seu personagem, Dr. Kuni, era um pouco diferente. “Estava escrito que ele era mais malvado, mas eu decidi dar outro tom, de um cara que apenas teve um dia ruim”. O resultado, nas palavras do ator: “você sabe, esse filme mudou minha vida e redefiniu meu olhar para o ator”.
17/05/11 - Karim Ainouz apresenta em Cannes filme baseado em canção de Chico Buarque
CANNES, França, 17 Mai 2011 (AFP) -O diretor Karim Ainouz apresentou nesta terça-feira o filme "O abismo prateado", a história de uma separação amorosa inspirada na canção "Olhos nos olhos", de Chico Buarque, na Quinzena dos Realizadores, mostra paralela do Festival de Cannes.
Violeta, interpretada por uma sensual Alessandra Negrini, é uma dentista moradora do Rio de Janeiro, casada e mãe de um menino de 15 anos. O casal parece viver bem no novo apartamento que acabou de comprar e a paixão parece estar acesa, uma vez que o filme começa com uma tórrida cena de amor.
No entanto, pouco tempo depois um "terremoto" abala a vida de Violeta, quando seu marido, interpretado por Otto Jr, lhe envia de Porto Alegre uma mensagem dizendo: "Meu amor, já não te amo mais. Sinto que estou sufocado ao teu lado e vou embora para a Patagônia".
O filme conta as 24 horas que se seguem na vida de Violeta, sua peregrinação, seu desespero, seu desejo de partir imediatamente até Porto Alegre para buscar o marido.
A roteirista Beatriz Bracher disse que o filme "não pretende explicar as razões psicológicas da separação. Ele começa com uma forte cena de amor para que logo seja sentida a ausência do homem", explicou.
Já Karim Ainouz falou da canção de Chico Buarque que o inspirou a pensar na história.
"Uma certa noite, quando eu estava num trecho de Copacabana onde o mar bate muito forte e a onda já levou muita gente, notei esse perigo, o abismo", explicou.
"A separação para ela é como um terremoto e a canção é a partida do processo. Talvez dentro de algum tempo, quem sabe daqui a uns 10 anos, será melhor. A personagem da qual trata Olhos nos olhos também é uma mulher abandonada", analisa.
"Chico Buarque é um dos maiores compositores do Brasil. Muitas de suas músicas têm a ver com o Rio de Janeiro, onde há esse forte contraste entre a natureza e a civilização. Queria que o Rio fosse como um personagem, como um espelho da personagem de Violeta", considerou.
"Venho do Nordeste do Brasil, onde existe uma estrutura matriarcal muito forte, uma vez que muitos homens abandonam suas mulheres. Queria falar dos maridos que se vão. Este me parece ser um tema muito importante para as mulheres brasileiras", acrescentou.
Na sua solidão, Violeta se encontra com um jovem pai e sua filha, abandonados pela mulher. "Isso a faz sair de dentro de si mesma e se dar conta de que outras pessoas vivem a mesma situação que ela", afirma o diretor.
Alessandra Negrini disse que "a separação ocorre após uma ligação telefônica, só se escuta a voz, enquanto a canção de Chico Buarque entoa algo como se voltar e olhar nos meus olhos, verá que terei rejuvenescido".
"O importante para mim era entrar nesse estado de espírito da mulher abandonada, onde não há um enredo, tudo se dá através da emoção, do sentimento", afirmou a atriz.
Numa das cenas do filme, vê-se Violeta dançando sozinha em uma boate ao som da música "Maniac", da trilha sonora de Flashdance.
"Esta música acessa a memória, é uma música muito importante para a nosaa geração. E quando Violeta a escuta, entra como que em um transe, como se acessasse uma época de 15 anos atrás, da última vez em que foi a uma boate", disse Ainouz.
Violeta, interpretada por uma sensual Alessandra Negrini, é uma dentista moradora do Rio de Janeiro, casada e mãe de um menino de 15 anos. O casal parece viver bem no novo apartamento que acabou de comprar e a paixão parece estar acesa, uma vez que o filme começa com uma tórrida cena de amor.
No entanto, pouco tempo depois um "terremoto" abala a vida de Violeta, quando seu marido, interpretado por Otto Jr, lhe envia de Porto Alegre uma mensagem dizendo: "Meu amor, já não te amo mais. Sinto que estou sufocado ao teu lado e vou embora para a Patagônia".
O filme conta as 24 horas que se seguem na vida de Violeta, sua peregrinação, seu desespero, seu desejo de partir imediatamente até Porto Alegre para buscar o marido.
A roteirista Beatriz Bracher disse que o filme "não pretende explicar as razões psicológicas da separação. Ele começa com uma forte cena de amor para que logo seja sentida a ausência do homem", explicou.
Já Karim Ainouz falou da canção de Chico Buarque que o inspirou a pensar na história.
"Uma certa noite, quando eu estava num trecho de Copacabana onde o mar bate muito forte e a onda já levou muita gente, notei esse perigo, o abismo", explicou.
"A separação para ela é como um terremoto e a canção é a partida do processo. Talvez dentro de algum tempo, quem sabe daqui a uns 10 anos, será melhor. A personagem da qual trata Olhos nos olhos também é uma mulher abandonada", analisa.
"Chico Buarque é um dos maiores compositores do Brasil. Muitas de suas músicas têm a ver com o Rio de Janeiro, onde há esse forte contraste entre a natureza e a civilização. Queria que o Rio fosse como um personagem, como um espelho da personagem de Violeta", considerou.
"Venho do Nordeste do Brasil, onde existe uma estrutura matriarcal muito forte, uma vez que muitos homens abandonam suas mulheres. Queria falar dos maridos que se vão. Este me parece ser um tema muito importante para as mulheres brasileiras", acrescentou.
Na sua solidão, Violeta se encontra com um jovem pai e sua filha, abandonados pela mulher. "Isso a faz sair de dentro de si mesma e se dar conta de que outras pessoas vivem a mesma situação que ela", afirma o diretor.
Alessandra Negrini disse que "a separação ocorre após uma ligação telefônica, só se escuta a voz, enquanto a canção de Chico Buarque entoa algo como se voltar e olhar nos meus olhos, verá que terei rejuvenescido".
"O importante para mim era entrar nesse estado de espírito da mulher abandonada, onde não há um enredo, tudo se dá através da emoção, do sentimento", afirmou a atriz.
Numa das cenas do filme, vê-se Violeta dançando sozinha em uma boate ao som da música "Maniac", da trilha sonora de Flashdance.
"Esta música acessa a memória, é uma música muito importante para a nosaa geração. E quando Violeta a escuta, entra como que em um transe, como se acessasse uma época de 15 anos atrás, da última vez em que foi a uma boate", disse Ainouz.
17/05/11 - Mel Gibson influenciou na má bilheteria, diz Jodie Foster sobre Um Novo Despertar
Falando muito rápido, alternando inglês e um francês perfeito, Jodie Foster chegou empolgada a Cannes para divulgar seu terceiro filme como diretora, “Um Novo Despertar” (The Beaver), estrelado por Mel Gibson, que estreia dia 27 no Brasil.
No último dia 6, o filme estreou nos EUA em apenas 22 salas. Foi um grande fracasso de bilheteria – custou US$ 19 milhões e rendeu apenas US$ 107 mil. “Mel influenciou na má bilheteria”, admitiu Jodie. “Mas não me preocupei com a vida pessoal dele. Mel sempre foi o primeiro na minha lista para o papel”.
Desde julho do ano passado, o ator é acusado de agredir sua ex-namorada, Oksana Gregorieva. Em março, ele decidiu se entregar à polícia para ser fichado e interrogado – na mesma noite em que “Um Novo Despertar” estreava num festival de cinema americano.
Pelo mesmo motivo, Gibson não participou da coletiva de imprensa. Segundo a produção do filme, ele tinha compromissos em Los Angeles, mas chegará a tempo para a sessão de gala na noite desta terça. “Mel virá sim. Ele não vai falar, mas virá”, admitiu Jodie, sorrindo.
No último dia 6, o filme estreou nos EUA em apenas 22 salas. Foi um grande fracasso de bilheteria – custou US$ 19 milhões e rendeu apenas US$ 107 mil. “Mel influenciou na má bilheteria”, admitiu Jodie. “Mas não me preocupei com a vida pessoal dele. Mel sempre foi o primeiro na minha lista para o papel”.
Desde julho do ano passado, o ator é acusado de agredir sua ex-namorada, Oksana Gregorieva. Em março, ele decidiu se entregar à polícia para ser fichado e interrogado – na mesma noite em que “Um Novo Despertar” estreava num festival de cinema americano.
Pelo mesmo motivo, Gibson não participou da coletiva de imprensa. Segundo a produção do filme, ele tinha compromissos em Los Angeles, mas chegará a tempo para a sessão de gala na noite desta terça. “Mel virá sim. Ele não vai falar, mas virá”, admitiu Jodie, sorrindo.
17/05/11 - Filme de Angelina Jolie sobre Bósnia estreia em dezembro nos EUA
LOS ANGELES, EUA - O primeiro trabalho como diretora de Angelina Jolie, um controverso filme durante a guerra da Bósnia, já tem um nome e uma data de estreia.
"In the Land of Blood and Honey" estreará nos Estados Unidos em 23 de dezembro, disseram os produtores em comunicado na segunda-feira, ainda a tempo de ser considerado para concorrer ao Oscar.
"O filme é específico sobre a guerra da Bósnia, mas também é universal", disse Jolie em comunicado. "Quis contar uma história de como as relações e os comportamentos humanos são profundamente afetados quando se vive dentro de uma guerra."
Jolie, que também escreveu o roteiro, descreveu no ano passado o filme como uma história de amor entre um homem sérvio e uma mulher bósnia na véspera do conflito de 1992 a 1995 nos Bálcãs, no qual 100 mil pessoas morreram.
Mas o filme causou controvérsia na Bósnia com algumas mulheres vítimas de violência sexual, que se mostraram contrárias a alguns detalhes da trama, e com autoridades bósnias, que cancelaram a permissão de filmagem. Como resultado, algumas cenas previstas para serem rodadas em Sarajevo foram feitas em Budapeste, na Hungria.
Jolie pediu ao povo da Bósnia que não julgue o filme antes de assistir à versão completa. "In the Land of Blood and Honey" tem elenco local e foi rodado em inglês e servo-croata.
"In the Land of Blood and Honey" estreará nos Estados Unidos em 23 de dezembro, disseram os produtores em comunicado na segunda-feira, ainda a tempo de ser considerado para concorrer ao Oscar.
"O filme é específico sobre a guerra da Bósnia, mas também é universal", disse Jolie em comunicado. "Quis contar uma história de como as relações e os comportamentos humanos são profundamente afetados quando se vive dentro de uma guerra."
Jolie, que também escreveu o roteiro, descreveu no ano passado o filme como uma história de amor entre um homem sérvio e uma mulher bósnia na véspera do conflito de 1992 a 1995 nos Bálcãs, no qual 100 mil pessoas morreram.
Mas o filme causou controvérsia na Bósnia com algumas mulheres vítimas de violência sexual, que se mostraram contrárias a alguns detalhes da trama, e com autoridades bósnias, que cancelaram a permissão de filmagem. Como resultado, algumas cenas previstas para serem rodadas em Sarajevo foram feitas em Budapeste, na Hungria.
Jolie pediu ao povo da Bósnia que não julgue o filme antes de assistir à versão completa. "In the Land of Blood and Honey" tem elenco local e foi rodado em inglês e servo-croata.
17/05/11 - Filme de Angelina Jolie sobre Bósnia estreia em dezembro nos EUA
LOS ANGELES, EUA - O primeiro trabalho como diretora de Angelina Jolie, um controverso filme durante a guerra da Bósnia, já tem um nome e uma data de estreia.
"In the Land of Blood and Honey" estreará nos Estados Unidos em 23 de dezembro, disseram os produtores em comunicado na segunda-feira, ainda a tempo de ser considerado para concorrer ao Oscar.
"O filme é específico sobre a guerra da Bósnia, mas também é universal", disse Jolie em comunicado. "Quis contar uma história de como as relações e os comportamentos humanos são profundamente afetados quando se vive dentro de uma guerra."
Jolie, que também escreveu o roteiro, descreveu no ano passado o filme como uma história de amor entre um homem sérvio e uma mulher bósnia na véspera do conflito de 1992 a 1995 nos Bálcãs, no qual 100 mil pessoas morreram.
Mas o filme causou controvérsia na Bósnia com algumas mulheres vítimas de violência sexual, que se mostraram contrárias a alguns detalhes da trama, e com autoridades bósnias, que cancelaram a permissão de filmagem. Como resultado, algumas cenas previstas para serem rodadas em Sarajevo foram feitas em Budapeste, na Hungria.
Jolie pediu ao povo da Bósnia que não julgue o filme antes de assistir à versão completa. "In the Land of Blood and Honey" tem elenco local e foi rodado em inglês e servo-croata.
"In the Land of Blood and Honey" estreará nos Estados Unidos em 23 de dezembro, disseram os produtores em comunicado na segunda-feira, ainda a tempo de ser considerado para concorrer ao Oscar.
"O filme é específico sobre a guerra da Bósnia, mas também é universal", disse Jolie em comunicado. "Quis contar uma história de como as relações e os comportamentos humanos são profundamente afetados quando se vive dentro de uma guerra."
Jolie, que também escreveu o roteiro, descreveu no ano passado o filme como uma história de amor entre um homem sérvio e uma mulher bósnia na véspera do conflito de 1992 a 1995 nos Bálcãs, no qual 100 mil pessoas morreram.
Mas o filme causou controvérsia na Bósnia com algumas mulheres vítimas de violência sexual, que se mostraram contrárias a alguns detalhes da trama, e com autoridades bósnias, que cancelaram a permissão de filmagem. Como resultado, algumas cenas previstas para serem rodadas em Sarajevo foram feitas em Budapeste, na Hungria.
Jolie pediu ao povo da Bósnia que não julgue o filme antes de assistir à versão completa. "In the Land of Blood and Honey" tem elenco local e foi rodado em inglês e servo-croata.
11/05/11 - México leva a Cannes filme sobre miss envolvida no tráfico
MÉXICO - O filme mexicano "Miss Bala" compete no Festival de Cinema de Cannes ao prêmio da categoria Um Certo Olhar com a história de uma jovem mexicana que sonha em se tornar miss, mas se vê envolvida contra sua vontade no tráfico de drogas.
Dirigida pelo mexicano Gerardo Naranjo, a obra foi inspirada no caso de Laura Zúñiga Huízar, ex-Miss Sinaloa (estado do México), que em 2008 foi presa junto a sete traficantes e, posteriormente, libertada por falta de provas.
"É uma história incrível, que agradou muito em Cannes, pois trata de um tema mais pessoal e humanizado sobre Laura, mas sobre toda a parte do retrato do submundo do crime que atualmente transformou os espaços públicos do México", explicou em entrevista coletiva o produtor do filme, Pablo Cruz.
A intenção de "Miss Bala" é "criar consciência sobre o que está acontecendo no México", destacou Cruz.
O filme, cuja protagonista Laura é interpretada pela modelo profissional Stéphanie Sigman, foi gravado durante seis semanas em território mexicano, particularmente na cidade de Tijuana (norte) e no estado de Aguascalientes (centro). "Miss Bala" foi produzido pelo estúdio Canana, dos atores Diego Luna e Gael García Bernal, em colaboração com a Fox International Productions.
A 64ª edição do Festival de Cannes será realizada entre os dias 11 e 22 de maio
Dirigida pelo mexicano Gerardo Naranjo, a obra foi inspirada no caso de Laura Zúñiga Huízar, ex-Miss Sinaloa (estado do México), que em 2008 foi presa junto a sete traficantes e, posteriormente, libertada por falta de provas.
"É uma história incrível, que agradou muito em Cannes, pois trata de um tema mais pessoal e humanizado sobre Laura, mas sobre toda a parte do retrato do submundo do crime que atualmente transformou os espaços públicos do México", explicou em entrevista coletiva o produtor do filme, Pablo Cruz.
A intenção de "Miss Bala" é "criar consciência sobre o que está acontecendo no México", destacou Cruz.
O filme, cuja protagonista Laura é interpretada pela modelo profissional Stéphanie Sigman, foi gravado durante seis semanas em território mexicano, particularmente na cidade de Tijuana (norte) e no estado de Aguascalientes (centro). "Miss Bala" foi produzido pelo estúdio Canana, dos atores Diego Luna e Gael García Bernal, em colaboração com a Fox International Productions.
A 64ª edição do Festival de Cannes será realizada entre os dias 11 e 22 de maio
11/05/11 - Sarkozy não verá filme sobre sua vida política para proteger sua saúde mental
PARIS, França - O presidente da França, Nicolas Sarkozy, não vai assistir ao filme "La Conquête" na qual Xavier Durringer narra a ascensão ao poder do chefe do Estado francês porque quer proteger sua própria "saúde mental".
Em entrevista publicada nesta quarta-feira pela revista "Télérama", Sarkozy argumentou que "narcisismo demais o deixa louco", para justificar por que vai evitar ver o filme.
"Em geral não leio o que escrevem sobre mim porque nunca fico muito satisfeito", admite Sarkozy.
O presidente francês diz que tem o "princípio" de "respeitar a liberdade de criação" e por isso não se opôs a que "La Conquête" (A conquista, em livre tradução) seja exibida no Festival de Cannes em 18 de maio nem exigiu uma avaliação prévia do filme para "controlar o que aborda".
Na entrevista, Sarkozy se define como um cinéfilo de gosto eclético e garante assistir "entre 150 e 180 filmes por ano", embora não fez referência ao filme de Woody Allen "Meia Noite em Paris" no qual participa sua esposa, Carla Bruni, e que será o primeiro a ser exibido nesta quarta-feira no Festival de Cannes, sem a presença da primeira-dama.
Em entrevista publicada nesta quarta-feira pela revista "Télérama", Sarkozy argumentou que "narcisismo demais o deixa louco", para justificar por que vai evitar ver o filme.
"Em geral não leio o que escrevem sobre mim porque nunca fico muito satisfeito", admite Sarkozy.
O presidente francês diz que tem o "princípio" de "respeitar a liberdade de criação" e por isso não se opôs a que "La Conquête" (A conquista, em livre tradução) seja exibida no Festival de Cannes em 18 de maio nem exigiu uma avaliação prévia do filme para "controlar o que aborda".
Na entrevista, Sarkozy se define como um cinéfilo de gosto eclético e garante assistir "entre 150 e 180 filmes por ano", embora não fez referência ao filme de Woody Allen "Meia Noite em Paris" no qual participa sua esposa, Carla Bruni, e que será o primeiro a ser exibido nesta quarta-feira no Festival de Cannes, sem a presença da primeira-dama.
11/05/11 - É como tirar férias, diz Robert De Niro sobre a presidência do júri em Cannes
Todo ano rola um certo constrangimento na entrevista coletiva do júri em Cannes. Os jornalistas querem saber que tipo de filme o júri pretende premiar, quais os tipos de filmes que os jurados preferem, mas eles não podem falar quase nada antes de assistir aos filmes.
Se há três anos, como presidente do Júri, Sean Penn assumiu que daria valor aos filmes mais políticos, neste ano o presidente Robert de Niro foi quase lacônico. "Ver 20 filmes em 10 dias é uma coisa que eu não costumo fazer. Será como férias pra mim", declarou.
Logo depois, um repórter engraçadinho pediu para ele responder duas perguntas inspiradas nas falas de seus filmes: "Are you talking to me?" (você está falando comigo?), de "Táxi Driver" (1976), e "did you fuck my wife?" (você transou com a minha esposa?), de "Touro Indomável" (1980). "Acho que não", cortou De Niro.
Membro do júri, Uma Thurman lembrou de quando Quentin Tarantino, alucinado com sua Palma de Ouro nas mãos por "Pulp Fiction" (1994), disse que só havia uma lista melhor que a dos vencedores da Palma em Cannes: a lista daqueles que nunca ganharam a Palma. Poupado pelas perguntas da imprensa, Jude Law limitou-se a dizer que é uma grande honra estar no júri com aqueles colegas.
Verão com Bergman
Sobre os critérios que vão nortear a escolha do júri, a melhor resposta veio do francês Olivier Assayas, diretor de "Horas de Verão" e "Carlos": "Os grandes filmes impõem seus próprios padrões. Cabe a nós nos adaptarmos a esses novos padrões que eles vão impor".
A escritora Linn Ullmann, filha de Liv Ullmann e Ingmar Bergman, lembrou que o pai a fazia ver dois filmes por dia durante o verão quando era criança. "Ele me dizia: essa é a sua educação", lembrou.
O chadiano Mahamat Saleh-Haroun disse que o Prêmio do Júri no ano passado por seu filme "Um Homem que Grita" o ajudou a abrir em janeiro a única sala de cinema no Chade e a aprovar um imposto sobre as ligações telefônicas para financiar a produção de filmes no país. A criação da primeira escola de cinema local está prevista para 2013.
Se há três anos, como presidente do Júri, Sean Penn assumiu que daria valor aos filmes mais políticos, neste ano o presidente Robert de Niro foi quase lacônico. "Ver 20 filmes em 10 dias é uma coisa que eu não costumo fazer. Será como férias pra mim", declarou.
Logo depois, um repórter engraçadinho pediu para ele responder duas perguntas inspiradas nas falas de seus filmes: "Are you talking to me?" (você está falando comigo?), de "Táxi Driver" (1976), e "did you fuck my wife?" (você transou com a minha esposa?), de "Touro Indomável" (1980). "Acho que não", cortou De Niro.
Membro do júri, Uma Thurman lembrou de quando Quentin Tarantino, alucinado com sua Palma de Ouro nas mãos por "Pulp Fiction" (1994), disse que só havia uma lista melhor que a dos vencedores da Palma em Cannes: a lista daqueles que nunca ganharam a Palma. Poupado pelas perguntas da imprensa, Jude Law limitou-se a dizer que é uma grande honra estar no júri com aqueles colegas.
Verão com Bergman
Sobre os critérios que vão nortear a escolha do júri, a melhor resposta veio do francês Olivier Assayas, diretor de "Horas de Verão" e "Carlos": "Os grandes filmes impõem seus próprios padrões. Cabe a nós nos adaptarmos a esses novos padrões que eles vão impor".
A escritora Linn Ullmann, filha de Liv Ullmann e Ingmar Bergman, lembrou que o pai a fazia ver dois filmes por dia durante o verão quando era criança. "Ele me dizia: essa é a sua educação", lembrou.
O chadiano Mahamat Saleh-Haroun disse que o Prêmio do Júri no ano passado por seu filme "Um Homem que Grita" o ajudou a abrir em janeiro a única sala de cinema no Chade e a aprovar um imposto sobre as ligações telefônicas para financiar a produção de filmes no país. A criação da primeira escola de cinema local está prevista para 2013.
09/05/11 - Thor e Velozes e Furiosos 5 impulsionam bilheterias dos EUA
LOS ANGELES (Reuters) - O Deus do Trovão reinou nas bilheterias norte-americanas com o lançamento de "Thor", o último super-herói dos quadrinhos da Marvel a chegar à telona.
De acordo com estimativas divulgadas no domingo, a adaptação em 3D da história em quadrinhos da Marvel vendeu 66 milhões de dólares em ingressos nos três primeiros dias de lançamento nos Estados Unidos e no Canadá, confirmando as previsões da indústria.
O filme se classificou como o segundo maior lançamento do ano, uma semana depois de "Velozes e Furiosos 5 " estabelecer um novo recorde, com 86 milhões de dólares.
Internacionalmente, os filmes trocaram de lugar, com "Velozes e Furiosos 5" arrecadando 87 milhões dólares durante o fim de semana e "Thor" 46 milhões de dólares.
Os dois filmes de ação são a principal tentativa de recuperação de Hollywood, em um ano sombrio que viu uma queda de 14 por cento nas bilheterias dos Estados Unidos.
A indústria ainda espera ganhar mais terreno nas próximas semanas com sequências de "Piratas do Caribe", "Se Beber Não Case"e "Kung Fu Panda."
"Thor," com o australiano Chris Hemsworth no papel principal, foi dirigido por Kenneth Branagh, ator e cineasta britânico conhecido por seu trabalho com a obra de Shakespeare.
Mas o lançamento de 66 milhões dólares ficou muito aquém de outros filmes da Marvel, como "Homem Aranha" em 2002 (115 milhões de dólares) e "Homem de Ferro" em 2008 (99 milhões).
"Velozes e Furiosos 5" caiu para a segunda posição com 32,5 milhões de dólares, chegando a um total de 140 milhões de dólares nos Estados Unidos. Ele substituiu a animação "Rango" (120 milhões de dólares) como o maior lançamento do ano até agora.
Seu total internacional subiu para 185 milhões de dólares, à frente de "Thor," com 176 milhões. Já o maior lançamento internacional até agora neste ano é a animação "Rio," com 292 milhões dólares em apenas um mês.
De acordo com estimativas divulgadas no domingo, a adaptação em 3D da história em quadrinhos da Marvel vendeu 66 milhões de dólares em ingressos nos três primeiros dias de lançamento nos Estados Unidos e no Canadá, confirmando as previsões da indústria.
O filme se classificou como o segundo maior lançamento do ano, uma semana depois de "Velozes e Furiosos 5 " estabelecer um novo recorde, com 86 milhões de dólares.
Internacionalmente, os filmes trocaram de lugar, com "Velozes e Furiosos 5" arrecadando 87 milhões dólares durante o fim de semana e "Thor" 46 milhões de dólares.
Os dois filmes de ação são a principal tentativa de recuperação de Hollywood, em um ano sombrio que viu uma queda de 14 por cento nas bilheterias dos Estados Unidos.
A indústria ainda espera ganhar mais terreno nas próximas semanas com sequências de "Piratas do Caribe", "Se Beber Não Case"e "Kung Fu Panda."
"Thor," com o australiano Chris Hemsworth no papel principal, foi dirigido por Kenneth Branagh, ator e cineasta britânico conhecido por seu trabalho com a obra de Shakespeare.
Mas o lançamento de 66 milhões dólares ficou muito aquém de outros filmes da Marvel, como "Homem Aranha" em 2002 (115 milhões de dólares) e "Homem de Ferro" em 2008 (99 milhões).
"Velozes e Furiosos 5" caiu para a segunda posição com 32,5 milhões de dólares, chegando a um total de 140 milhões de dólares nos Estados Unidos. Ele substituiu a animação "Rango" (120 milhões de dólares) como o maior lançamento do ano até agora.
Seu total internacional subiu para 185 milhões de dólares, à frente de "Thor," com 176 milhões. Já o maior lançamento internacional até agora neste ano é a animação "Rio," com 292 milhões dólares em apenas um mês.
09/05/11 - Cannes chega a 64ª edição com mais estrelas e próxima de Hollywood
Paris - O Festival de Cannes abre na próxima quarta-feira sua 64ª edição com mais estrelas no tapete vermelho que no ano passado, uma competição que promete, graças aos produtores consagrados, mimos ao cinema americano e certos olhares ao cinema comprometido e político.
A lista dos 20 filmes que competirão pela Palma de Ouro inclui nomes como dos diretores Pedro Almodóvar, Lars von Trier, Nanni Moretti, Paolo Sorrentino, Aki Kaurismäki, Terrence Malick e os Irmãos Dardenne, sobre quem recai o papel de manterem a alta qualidade do que é considerado melhor festival de cinema do mundo.
Pelo tapete vermelho passarão estrelas como Brad Pitt e Angelina Jolie, Sean Penn, Penélope Cruz e Johnny Depp, Catherine Deneuve, Mel Gibson, Robert de Niro, Faye Dunaway, Antonio Banderas, Jodie Foster e Kirsten Dunst.
De 11 a 22 de maio, Cannes tem talvez este ano o desafio, não só de despertar a curiosidade pelos famosos e suas supostas excentricidades, mas de confirmar que é um festival para assistir filmes que marcam tendência e também são lucrativos.
Mas o evento mima novamente os americanos inaugurando em 11 de maio com o filme de Woody Allen, "Meia-noite em Paris", sem esquecer que pelo tapete vermelho desfilarão algumas das estrelas mais importantes do cinema americano, além da homenagem na festa de AmFar, a organização de luta contra a aids, a Elisabeth Taylor, falecida em março passado.
Para a competição nas apostas de favoritos figuram Almodóvar com "A pele que habito" (com Banderas no elenco), Malick com "A árvore da vida" (com Pitt e Penn), Von Trier com "Melancolia" (Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg e John Hurt) e Moretti com "Habemus papam" (Michel Piccoli no papel de papa).
Mas Cannes também exibirá filmes para cinéfilos, fora do circuito comercial: as obras-primas de Julia Leigh, "Sleeping beauty" e de Markus Schleinzer, "Michael".
Na seção "Um Certo Olhar" serão exibidos o último trabalho de Gus van Sant ("Restless") e as poucas presenças latino-americanas: "Bonsái", do chileno Cristián Jiménez; "Miss Bala", do mexicano Gerardo Naranjo, produzida por Gael García Bernal e Diego Luna, e "Trabalhar cansa", dos brasileiros Juliana Rojas e Marco Dutra.
Cannes anunciou neste fim de semana a exibição de duas obras produzidas de maneira praticamente "clandestina" por dois diretores iranianos, com os quais o festiva é solidário pelas duras circunstâncias pessoais e de trabalho em seu país: "Be Omid-e Didar (Goodbye)", de Mohammad Rasoulov, dentro da seção "Um Certo Olhar", e "In Film Nist (Isto não é um filme, em livre tradução)", de Jafar Panahi e Mojtaba Mirtahmasb.
A lista dos 20 filmes que competirão pela Palma de Ouro inclui nomes como dos diretores Pedro Almodóvar, Lars von Trier, Nanni Moretti, Paolo Sorrentino, Aki Kaurismäki, Terrence Malick e os Irmãos Dardenne, sobre quem recai o papel de manterem a alta qualidade do que é considerado melhor festival de cinema do mundo.
Pelo tapete vermelho passarão estrelas como Brad Pitt e Angelina Jolie, Sean Penn, Penélope Cruz e Johnny Depp, Catherine Deneuve, Mel Gibson, Robert de Niro, Faye Dunaway, Antonio Banderas, Jodie Foster e Kirsten Dunst.
De 11 a 22 de maio, Cannes tem talvez este ano o desafio, não só de despertar a curiosidade pelos famosos e suas supostas excentricidades, mas de confirmar que é um festival para assistir filmes que marcam tendência e também são lucrativos.
Mas o evento mima novamente os americanos inaugurando em 11 de maio com o filme de Woody Allen, "Meia-noite em Paris", sem esquecer que pelo tapete vermelho desfilarão algumas das estrelas mais importantes do cinema americano, além da homenagem na festa de AmFar, a organização de luta contra a aids, a Elisabeth Taylor, falecida em março passado.
Para a competição nas apostas de favoritos figuram Almodóvar com "A pele que habito" (com Banderas no elenco), Malick com "A árvore da vida" (com Pitt e Penn), Von Trier com "Melancolia" (Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg e John Hurt) e Moretti com "Habemus papam" (Michel Piccoli no papel de papa).
Mas Cannes também exibirá filmes para cinéfilos, fora do circuito comercial: as obras-primas de Julia Leigh, "Sleeping beauty" e de Markus Schleinzer, "Michael".
Na seção "Um Certo Olhar" serão exibidos o último trabalho de Gus van Sant ("Restless") e as poucas presenças latino-americanas: "Bonsái", do chileno Cristián Jiménez; "Miss Bala", do mexicano Gerardo Naranjo, produzida por Gael García Bernal e Diego Luna, e "Trabalhar cansa", dos brasileiros Juliana Rojas e Marco Dutra.
Cannes anunciou neste fim de semana a exibição de duas obras produzidas de maneira praticamente "clandestina" por dois diretores iranianos, com os quais o festiva é solidário pelas duras circunstâncias pessoais e de trabalho em seu país: "Be Omid-e Didar (Goodbye)", de Mohammad Rasoulov, dentro da seção "Um Certo Olhar", e "In Film Nist (Isto não é um filme, em livre tradução)", de Jafar Panahi e Mojtaba Mirtahmasb.
09/05/11 - Com tapete preto, Piratas do Caribe: On Stranger Tides faz pré-estreia na Disney
Anaheim (Califórnia, EUA.) - O quarto filme da saga "Piratas do Caribe: On Stranger Tides" foi apresentado no sábado (7) à noite no parque Disneylândia de Anaheim, no sul da Califórnia, onde por algumas horas o Mickey Mouse foi substituído por caveiras, bandeiras piratas e grupos de equilibristas com tapa-olho e pernas de paus.
Ao invés do tradicional tapete vermelho, um preto estava no lugar honrando o filme ao longo de um quilômetro da avenida principal que leva ao castelo da Bela Adormecida. Nos papeis principais Johnny Deep, como capitão Jack Sparrow e a espanhola Penélope Cruz.
Uma novidade nesta edição é a participação de Óscar Janeada, ator espanhol de filmes como "Camarón" e que vai interpretar em breve Mario Moreno "Cantinflas" no cinema, quem personificou no filme a determinação da Espanha em tempos da prospecção da América.
Jaenada adiantou que fará parte da trama de um quinto filme da saga que está ainda em fase de roteiro.
Entre os convidados presentes à pré-estreia estavam Eva Longoria, Andy Garcia, Steven Tyler, Lorenzo Lamas e o "rolling stone" Keith Richards, quem repete o pai de Jack Sparrow (Johnny Depp).
Ao invés do tradicional tapete vermelho, um preto estava no lugar honrando o filme ao longo de um quilômetro da avenida principal que leva ao castelo da Bela Adormecida. Nos papeis principais Johnny Deep, como capitão Jack Sparrow e a espanhola Penélope Cruz.
Uma novidade nesta edição é a participação de Óscar Janeada, ator espanhol de filmes como "Camarón" e que vai interpretar em breve Mario Moreno "Cantinflas" no cinema, quem personificou no filme a determinação da Espanha em tempos da prospecção da América.
Jaenada adiantou que fará parte da trama de um quinto filme da saga que está ainda em fase de roteiro.
Entre os convidados presentes à pré-estreia estavam Eva Longoria, Andy Garcia, Steven Tyler, Lorenzo Lamas e o "rolling stone" Keith Richards, quem repete o pai de Jack Sparrow (Johnny Depp).
06/05/11 - George Clooney chega aos 50 com lugar garantido entre galãs de Hollywood
O último galã clássico de Hollywood, George Clooney, chega aos 50 anos nesta sexta-feira com planos de continuar seus projetos como ator, convencendo como diretor e sensibilizando sobre a situação no Sudão.
Nem os cabelos brancos muito menos a idade diminuíram seus traços sedutores que ficaram famosos no personagem do doutor Doug Ross da série "ER" ("Plantão Médico"), papel que o levou à fama desde o primeiro capítulo, transmitido em 1994.
Seu sorriso, junto com o papel de sedutor, garantiu uma popularidade tardia para o ator, que já passava da faixa dos 30, após ter percorrido outras séries de pouca audiência e filmes do estilo de "O Retorno dos Tomates Assassinos". Certamente não previam que Clooney se transformaria em uma das maiores estrelas hollywoodianas da atualidade.
Da televisão, o ator nascido em Kentucky em 1961, soube escolher o momento para voltar ao cinema pela porta da frente, com projetos populares a princípio e de mais qualidade uma vez estabelecido no mercado.
George Clooney em cena do filme "Um Drink no Inferno", de Robert Rodriguez (1997)
A sangrenta história de vampiros de "Um Drink no Inferno" (1996), de Robert Rodríguez, lhe permitiu protagonizar um retorno impactante ao cinema, para seguir em projetos de mais destaque como "Batman & Robin" (1997) e "O Pacificador" (1997), ao lado da sua amiga Nicole Kidman.
O ator já passou por um casamento, com Talia Balsam (de 1989 a 1993), e por diversos relacionamentos. Com sua atual namorada, a italiana Elisabetta Canalis, com quem está junto desde 2009, o ator parece ter encontrado uma estabilidade, para o azar de milhões de fãs que acompanham sua carreira desde "ER" até sua parceria com os diretores Steven Soderbergh ("Irresistível Paixão" e a saga "Onze Homens e Um Segredo"), os irmãos Coen ("E Aí Meu Irmão, Cadê Você?" e "Queime Depois de Ler") ou suas incursões no cinema político ("Syriana - A Indústria do Petróleo", pelo qual conquistou seu único Oscar, e "Conduta de Risco").
George Clooney no set de "Boa Noite e Boa Sorte"
Quando se trata de George Clooney, não se pode esquecer também sua faceta como diretor, com a qual colecionou excelentes críticas, como "Boa Noite e Boa Sorte", filme pelo qual recebeu seis indicações ao Oscar e, seu compromisso como ativista em favor da população civil do Sudão.
Tal faceta completa a imagem quase perfeita de Clooney: de galã educado e comprometido com temas sociais, favorecido por um físico e um sorriso espetacular.
"Estou tranquilo com o processo de envelhecer porque é melhor que a outra opção, que é estar morto", disse com ironia em uma ocasião.
Assim, George Clooney não terá nenhum problema em entrar para o grupo dos cinquentões, etapa já alcançada por atores como Colin Firth, Antonio Banderas, Sean Penn e Hugh Grant e, que em 2012, contará com nada mais nada menos que Tom Cruise.
Nem os cabelos brancos muito menos a idade diminuíram seus traços sedutores que ficaram famosos no personagem do doutor Doug Ross da série "ER" ("Plantão Médico"), papel que o levou à fama desde o primeiro capítulo, transmitido em 1994.
Seu sorriso, junto com o papel de sedutor, garantiu uma popularidade tardia para o ator, que já passava da faixa dos 30, após ter percorrido outras séries de pouca audiência e filmes do estilo de "O Retorno dos Tomates Assassinos". Certamente não previam que Clooney se transformaria em uma das maiores estrelas hollywoodianas da atualidade.
Da televisão, o ator nascido em Kentucky em 1961, soube escolher o momento para voltar ao cinema pela porta da frente, com projetos populares a princípio e de mais qualidade uma vez estabelecido no mercado.
George Clooney em cena do filme "Um Drink no Inferno", de Robert Rodriguez (1997)
A sangrenta história de vampiros de "Um Drink no Inferno" (1996), de Robert Rodríguez, lhe permitiu protagonizar um retorno impactante ao cinema, para seguir em projetos de mais destaque como "Batman & Robin" (1997) e "O Pacificador" (1997), ao lado da sua amiga Nicole Kidman.
O ator já passou por um casamento, com Talia Balsam (de 1989 a 1993), e por diversos relacionamentos. Com sua atual namorada, a italiana Elisabetta Canalis, com quem está junto desde 2009, o ator parece ter encontrado uma estabilidade, para o azar de milhões de fãs que acompanham sua carreira desde "ER" até sua parceria com os diretores Steven Soderbergh ("Irresistível Paixão" e a saga "Onze Homens e Um Segredo"), os irmãos Coen ("E Aí Meu Irmão, Cadê Você?" e "Queime Depois de Ler") ou suas incursões no cinema político ("Syriana - A Indústria do Petróleo", pelo qual conquistou seu único Oscar, e "Conduta de Risco").
George Clooney no set de "Boa Noite e Boa Sorte"
Quando se trata de George Clooney, não se pode esquecer também sua faceta como diretor, com a qual colecionou excelentes críticas, como "Boa Noite e Boa Sorte", filme pelo qual recebeu seis indicações ao Oscar e, seu compromisso como ativista em favor da população civil do Sudão.
Tal faceta completa a imagem quase perfeita de Clooney: de galã educado e comprometido com temas sociais, favorecido por um físico e um sorriso espetacular.
"Estou tranquilo com o processo de envelhecer porque é melhor que a outra opção, que é estar morto", disse com ironia em uma ocasião.
Assim, George Clooney não terá nenhum problema em entrar para o grupo dos cinquentões, etapa já alcançada por atores como Colin Firth, Antonio Banderas, Sean Penn e Hugh Grant e, que em 2012, contará com nada mais nada menos que Tom Cruise.
06/05/11 - Tommy Lee Jones e Joseph Gordon-Levitt negociam para entrar no elenco de Lincoln, de Steven Spielberg
John Ford falou sobre a juventude de Abraham Lincoln em "A Mocidade de Lincoln". Steven Spielberg quer agora mostrar a maturidade do emblemático presidente americano em "Lincoln", que será produzido pela DreamWorks e deve ser rodado ainda este ano no estado norte-americano da Virginia. O lançamento está previsto para 2012. As informações foram publicadas pela revista Hollywood Reporter.
Confirmados no elenco, por ora, apenas Daniel Day-Lewis no papel do 16º presidente americano e Sally Field como a mulher dele, Mary Todd. O filme terá como referência o livro "Team of Rivals, de Doris Kearns Goodwin, adaptado por Tony Kushner. E centrará foco na abolição da escravatura e na consequente Guerra Civil que se seguiu.
Tommy Lee Jones e Joseph Gordon-Levitt também anunciaram que estão em negociações para entrar no elenco. Isso significa que faltam ser definidos os valores do contrato. Jones fará o papel de Thadeus Stevens, o congressista republicano da Pensilvânia que ajudou a abolir a escavatura nos Estados Unidos. E Levitt será Robert Todd Lincoln, o filho mais velho do presidente.
Além de Jones e Levitt, estão em negociações para integrar o elenco: Hal Hoolbrook, James Spader, Tim Blake Nelson, Bruce McGill e Joseph Cross. David Costabile, Byron Jennings, Dakin Matthews, Boris McGiver, Gloria Rueben, Jeremy Strong e David Warshofsky seguem na mesma situação.
Confirmados no elenco, por ora, apenas Daniel Day-Lewis no papel do 16º presidente americano e Sally Field como a mulher dele, Mary Todd. O filme terá como referência o livro "Team of Rivals, de Doris Kearns Goodwin, adaptado por Tony Kushner. E centrará foco na abolição da escravatura e na consequente Guerra Civil que se seguiu.
Tommy Lee Jones e Joseph Gordon-Levitt também anunciaram que estão em negociações para entrar no elenco. Isso significa que faltam ser definidos os valores do contrato. Jones fará o papel de Thadeus Stevens, o congressista republicano da Pensilvânia que ajudou a abolir a escavatura nos Estados Unidos. E Levitt será Robert Todd Lincoln, o filho mais velho do presidente.
Além de Jones e Levitt, estão em negociações para integrar o elenco: Hal Hoolbrook, James Spader, Tim Blake Nelson, Bruce McGill e Joseph Cross. David Costabile, Byron Jennings, Dakin Matthews, Boris McGiver, Gloria Rueben, Jeremy Strong e David Warshofsky seguem na mesma situação.
06/05/11 - Dira Paes conviveu com sem-tetos para criar sua personagem em Estamos Juntos
Depois de duas novelas, Dira Paes volta agora ao seu habitat natural: o cinema. Depois de sessão adiada por causa de previsão de chuva, nesta quinta (05) ela apresenta no Cine PE o filme "Estamos Juntos", de Toni Venturi, no qual faz Leonora, a líder de um grupo de sem-teto no centro de São Paulo com o qual se envolve a protagonista, a médica Carmem (Leandra Leal).
Para viver Leonora, Dira conheceu os prédios ocupados no centro de São Paulo e se inspirou em dona Nete (Ivanete de Araújo), líder do MSTC (Movimento Sem-Teto do Centro de São Paulo).
"Existem centenas de prédios desocupados no centro e um déficit de 15 mil moradores. A Nete costuma dizer que, nesses lugares, os ratos e baratas vivem melhor que ser humano. Essas pessoas perderam tudo, a maioria é de mulheres que criam seus filhos sozinhas. Elas não são invasoras, fazem ocupação social. O movimento é organizado, nos prédios não é permitido o consumo de drogas ou bebida, não há lixo no chão, e quem desobedece as regras é expulso. Não são marginais, só querem ver seus filhos estudando, comendo e dormindo", contou.
TRAILER DO FILME "ESTAMOS JUNTOS"
Dira visitou um prédio na praça Mauá, no centro de São Paulo, e se misturou com os ocupantes para ser apenas mais um deles. "Eu tinha que olhá-los no olho e fazê-los perceber que não sou melhor que eles só por ser atriz de televisão. Esse é um dos maiores desafios de um ator, o de contracenar com o real".
Poço maligno
Com 25 longas no currículo, Dira exibiu no festival seu primeiro trabalho num curta - o paraense “Matinta”, de Fernando Segtowick, no qual interpreta uma mulher possuída por Matinta, uma entidade maligna.
Ainda este ano, Dira aparece numa participação afetiva em "A Febre do Rato", novo filme de Cláudio Assis (de "Amarelo Manga" e "Baixio das Bestas"). Seu marido, Pablo Baião, é um dos diretores de fotografia do filme.
"Apareço com meu filho Inácio numa cena bonitinha, logo no começo do filme, perto de um pocinho. Mas estou preocupada... Como continua o filme? Deve acontecer cada coisa naquele pocinho!", brinca.
Outra participação é como uma das mulheres do caminhoneiro vivido por João Miguel em "À Beira do Caminho", filme inspirado nas músicas de Roberto Carlos dirigido por Breno Silveira (com o qual já trabalhou em "2 Filhos de Francisco").
Para viver Leonora, Dira conheceu os prédios ocupados no centro de São Paulo e se inspirou em dona Nete (Ivanete de Araújo), líder do MSTC (Movimento Sem-Teto do Centro de São Paulo).
"Existem centenas de prédios desocupados no centro e um déficit de 15 mil moradores. A Nete costuma dizer que, nesses lugares, os ratos e baratas vivem melhor que ser humano. Essas pessoas perderam tudo, a maioria é de mulheres que criam seus filhos sozinhas. Elas não são invasoras, fazem ocupação social. O movimento é organizado, nos prédios não é permitido o consumo de drogas ou bebida, não há lixo no chão, e quem desobedece as regras é expulso. Não são marginais, só querem ver seus filhos estudando, comendo e dormindo", contou.
TRAILER DO FILME "ESTAMOS JUNTOS"
Dira visitou um prédio na praça Mauá, no centro de São Paulo, e se misturou com os ocupantes para ser apenas mais um deles. "Eu tinha que olhá-los no olho e fazê-los perceber que não sou melhor que eles só por ser atriz de televisão. Esse é um dos maiores desafios de um ator, o de contracenar com o real".
Poço maligno
Com 25 longas no currículo, Dira exibiu no festival seu primeiro trabalho num curta - o paraense “Matinta”, de Fernando Segtowick, no qual interpreta uma mulher possuída por Matinta, uma entidade maligna.
Ainda este ano, Dira aparece numa participação afetiva em "A Febre do Rato", novo filme de Cláudio Assis (de "Amarelo Manga" e "Baixio das Bestas"). Seu marido, Pablo Baião, é um dos diretores de fotografia do filme.
"Apareço com meu filho Inácio numa cena bonitinha, logo no começo do filme, perto de um pocinho. Mas estou preocupada... Como continua o filme? Deve acontecer cada coisa naquele pocinho!", brinca.
Outra participação é como uma das mulheres do caminhoneiro vivido por João Miguel em "À Beira do Caminho", filme inspirado nas músicas de Roberto Carlos dirigido por Breno Silveira (com o qual já trabalhou em "2 Filhos de Francisco").
29/04/11 - Tom Felton, o Draco Malfoy de Harry Potter, revela detalhes sobre seu papel em "Rise of the Planet of the Apes
Em entrevista à emissora de televisão americana MTV, o ator britânico Tom Felton, o Draco Malfoy da franquia "Harry Potter", falou pela primeira vez sobre seu personagem em "Rise of the Planet of the Apes". O filme é o reinício da franquia que estreou no fim dos anos 60, com "O planeta dos Macacos", que trazia Charlton Heston no papel do protagonista.
Dirigido por Rupert Wyatt, "Rise of the Planet of the Apes" traz James Franco no papel de Will, cientista que faz experimentos genéticos com macacos. Sua pesquisa faz com que os animais tenham uma maior inteligência e tornem-se uma ameaça para a humanidade. O elenco traz ainda Freida Pinto, Andy Serkis, Brian Cox e John Lithgow.
Eis o que revela Felton à emissora sobre seu personagem: "Quando César [Andy Serkis], nosso macaco protagonista, fica grande demais para o personagem de James Franco cuidar dele, eles têm que colocá-lo a uma instalação. Brian Cox, que interpreta meu pai, é o dono, e eu trabalho lá. Não preciso dizer que deveria cuidar dos macacos, mas não faço esse trabalho muito bem. Não me entendo bem com eles e nem sou tão amistoso com os bichos. Sou do tipo que instiga a revolta de César contra os humanos. Antes disso, ele só conhecia o personagem de James Franco. Ele achava que todos os seres humanos iam ser simpáticos e agradáveis. É por meio do meu pai e meu personagem que ele aprende os perigos da humanidade e quão ruim realmente somos."
Dirigido por Rupert Wyatt, "Rise of the Planet of the Apes" traz James Franco no papel de Will, cientista que faz experimentos genéticos com macacos. Sua pesquisa faz com que os animais tenham uma maior inteligência e tornem-se uma ameaça para a humanidade. O elenco traz ainda Freida Pinto, Andy Serkis, Brian Cox e John Lithgow.
Eis o que revela Felton à emissora sobre seu personagem: "Quando César [Andy Serkis], nosso macaco protagonista, fica grande demais para o personagem de James Franco cuidar dele, eles têm que colocá-lo a uma instalação. Brian Cox, que interpreta meu pai, é o dono, e eu trabalho lá. Não preciso dizer que deveria cuidar dos macacos, mas não faço esse trabalho muito bem. Não me entendo bem com eles e nem sou tão amistoso com os bichos. Sou do tipo que instiga a revolta de César contra os humanos. Antes disso, ele só conhecia o personagem de James Franco. Ele achava que todos os seres humanos iam ser simpáticos e agradáveis. É por meio do meu pai e meu personagem que ele aprende os perigos da humanidade e quão ruim realmente somos."
29/04/11 - Sir Ben Kingsley vai estar em The Dictator ao lado de Sacha Baron Cohen
Sir Ben Kingsley está mais ativo do que nunca. Ele vai repetir a parceria com Sacha Baron Cohen, com quem contracenou no inédito "Hugo Cabret", em "The Dictator", que está sendo produzida pela Paramount. As informações são da revista Variety.
A direção ficará a cargo de Larry Charles ("Borat" e "Bruno"), a partir de um roteiro de Alec Berg, Jeff Schaffer, Dave Mandel e Dan Mazer.
A trama gira em torno de um heróico ditador que arrisca sua vida para garantir que a democracia jamais chegue ao país que ele tanto ama oprimir. Cohen vai interpretar tanto o bode expiatório quanto um caudilho estrangeiro deposto que se perde ao visitar os Estados Unidos.
Kingsley vai interpretar um dos dois personagens do Oriente Médio que são fundamentais na trama, com Jason Mantzoukas em negociações para interpretar o outro papel. Anna Faris, Kristen Wiig e Gillian Jacobs estão concorrendo ao papel de protagonista, uma funcionária de supermercado.
A direção ficará a cargo de Larry Charles ("Borat" e "Bruno"), a partir de um roteiro de Alec Berg, Jeff Schaffer, Dave Mandel e Dan Mazer.
A trama gira em torno de um heróico ditador que arrisca sua vida para garantir que a democracia jamais chegue ao país que ele tanto ama oprimir. Cohen vai interpretar tanto o bode expiatório quanto um caudilho estrangeiro deposto que se perde ao visitar os Estados Unidos.
Kingsley vai interpretar um dos dois personagens do Oriente Médio que são fundamentais na trama, com Jason Mantzoukas em negociações para interpretar o outro papel. Anna Faris, Kristen Wiig e Gillian Jacobs estão concorrendo ao papel de protagonista, uma funcionária de supermercado.
29/04/11 - Em Água para Elefantes, paquiderme rouba cena de Pattinson e Witherspoon
Em "Monstros", um dos melhores filmes sobre circo e a condição humana, as criaturas do título têm uma frase-pronta toda vez que chega um novo companheiro: "Nós o aceitamos como um de nós".
SAIBA MAIS
Ficha de "Água para Elefantes"
Estreias da semana
Em "Água para Elefantes", filme soporífero baseado em romance de mesmo nome, o elenco do circo não recebe Robert Pattinson (o eterno Edward Cullen de "Crepúsculo") com uma frase tão encorajadora. Ainda assim, ele encontra conforto nos braços de uma bela amazona e na tromba de uma elefanta.
Escrito por Richard LaGravenese a partir do romance de Sara Gruen, e dirigido por Francis Lawrence (que tem em seu currículo "Eu Sou a Lenda", "Constantine" e vídeos de Jennifer Lopez e Britney Spears), as possíveis qualidades e os visíveis defeitos de "Água para Elefantes" residem no mesmo ponto: a vontade de ser um cinemão à moda antiga.
Em "Água para Elefantes" tudo é arrumadinho. Tanto nas imagens, quanto na narrativa, não há uma vírgula fora do lugar. Seus personagens são rasos, estão mais para tipos do que seres humanos e a história de amor é previsível e monótona. Por isso, sobra para uma elefanta gigantesca, Rosie, brilhar em cena. E ela consegue.
TRAILER DO FILME ÁGUA PARA ELEFANTES
A história é contada por Jacob (Robert Pattinson), décadas após de ter abandonado a escola de medicina veterinária depois da morte dos pais, juntando-se a um circo itinerante. Nessas cenas, ele é interpretado pelo veterano Hal Holbrook. Mas nos flashbacks, ou seja, na maior parte do filme, é Pattinson, tentando livrar-se do estigma do vampiro de "Crepúsculo", quem assume o personagem.
Ao chegar ao circo, Jacob ganha a confiança do dono, August (Christopher Waltz, de "Bastardos Inglórios"), mas também se apaixona pela mulher dele, Marlena (Reese Whiterspoon), a grande estrela dos espetáculos, uma amazona cujo maior talento é montar seu cavalo sem sela.
A amizade entre Jacob e Rosie desenha-se aos poucos, mais forte e mais interessante do que o romance - especialmente porque Pattinson tem mais química com a elefanta do que com a atriz, cuja personagem é um tanto apagada, sem muitas nuances.
Mas Lawrence nem sempre se dá conta disso e conduz a narrativa entre o trabalho no circo e a paixão morna dos protagonistas. Nem Waltz, cujo talento - especialmente para vilões - ficou demonstrado em "Bastardos Inglórios", é capaz de superar as limitações do seu personagem ou da direção.
A trama passa-se na época da Grande Depressão, o que garante uma direção de arte atrativa, assinada pelo veterano Jack Fisk, que foi capaz de criar um circo, cujo colorido e brilho nem sempre escondem a melancolia dos tempos de dificuldade financeira. Nada disso consegue compensar os acontecimentos mal explicados do filme, como seu clímax envolvendo uma fuga em massa.
A narração monotônica na voz de Pattinson e o pudor do filme para contar a história como merece transformam "Água para Elefantes" num passatempo desprovido de charme ou interesse.
Lawrence podia ter transformado Rosie no centro da trama - aproveitando assim o carisma do animal - da mesma forma que há quase 80 anos Tod Browning acreditou nos seus monstros e deixou que o filme fosse deles - o que, até hoje, é algo memorável.
(Alysson Oliveira, do Cineweb)
SAIBA MAIS
Ficha de "Água para Elefantes"
Estreias da semana
Em "Água para Elefantes", filme soporífero baseado em romance de mesmo nome, o elenco do circo não recebe Robert Pattinson (o eterno Edward Cullen de "Crepúsculo") com uma frase tão encorajadora. Ainda assim, ele encontra conforto nos braços de uma bela amazona e na tromba de uma elefanta.
Escrito por Richard LaGravenese a partir do romance de Sara Gruen, e dirigido por Francis Lawrence (que tem em seu currículo "Eu Sou a Lenda", "Constantine" e vídeos de Jennifer Lopez e Britney Spears), as possíveis qualidades e os visíveis defeitos de "Água para Elefantes" residem no mesmo ponto: a vontade de ser um cinemão à moda antiga.
Em "Água para Elefantes" tudo é arrumadinho. Tanto nas imagens, quanto na narrativa, não há uma vírgula fora do lugar. Seus personagens são rasos, estão mais para tipos do que seres humanos e a história de amor é previsível e monótona. Por isso, sobra para uma elefanta gigantesca, Rosie, brilhar em cena. E ela consegue.
TRAILER DO FILME ÁGUA PARA ELEFANTES
A história é contada por Jacob (Robert Pattinson), décadas após de ter abandonado a escola de medicina veterinária depois da morte dos pais, juntando-se a um circo itinerante. Nessas cenas, ele é interpretado pelo veterano Hal Holbrook. Mas nos flashbacks, ou seja, na maior parte do filme, é Pattinson, tentando livrar-se do estigma do vampiro de "Crepúsculo", quem assume o personagem.
Ao chegar ao circo, Jacob ganha a confiança do dono, August (Christopher Waltz, de "Bastardos Inglórios"), mas também se apaixona pela mulher dele, Marlena (Reese Whiterspoon), a grande estrela dos espetáculos, uma amazona cujo maior talento é montar seu cavalo sem sela.
A amizade entre Jacob e Rosie desenha-se aos poucos, mais forte e mais interessante do que o romance - especialmente porque Pattinson tem mais química com a elefanta do que com a atriz, cuja personagem é um tanto apagada, sem muitas nuances.
Mas Lawrence nem sempre se dá conta disso e conduz a narrativa entre o trabalho no circo e a paixão morna dos protagonistas. Nem Waltz, cujo talento - especialmente para vilões - ficou demonstrado em "Bastardos Inglórios", é capaz de superar as limitações do seu personagem ou da direção.
A trama passa-se na época da Grande Depressão, o que garante uma direção de arte atrativa, assinada pelo veterano Jack Fisk, que foi capaz de criar um circo, cujo colorido e brilho nem sempre escondem a melancolia dos tempos de dificuldade financeira. Nada disso consegue compensar os acontecimentos mal explicados do filme, como seu clímax envolvendo uma fuga em massa.
A narração monotônica na voz de Pattinson e o pudor do filme para contar a história como merece transformam "Água para Elefantes" num passatempo desprovido de charme ou interesse.
Lawrence podia ter transformado Rosie no centro da trama - aproveitando assim o carisma do animal - da mesma forma que há quase 80 anos Tod Browning acreditou nos seus monstros e deixou que o filme fosse deles - o que, até hoje, é algo memorável.
(Alysson Oliveira, do Cineweb)
11/04/11 - Animação Rio lidera bilheterias mundiais
LOS ANGELES - "Rio", a animação em 3D sobre as aventuras de uma arara brasileira, decolou nas bilheterias mundiais, arrecadando cerca de 55 milhões de dólares em seu final de semana de estreia, disse a distribuidora no domingo.
Antes de sua estreia na América do Norte na sexta-feira, o lançamento da 20th Century Fox entrou em cartaz em 72 países, ficando em primeiro lugar em quase todos eles.
Entre as maiores vendas estavam a Rússia (10,4 milhões de dólares) e, naturalmente, o Brasil (8,3 milhões de dólares), onde foi a maior estreia da história para uma animação.
TRAILER DO FILME RIO
O desenho conta a história de Blu, uma arara azul (na voz de Jesse Eisenberg, de "A Rede Social"), que retorna ao Brasil depois de uma vida mimada como um animal de estimação nos Estados Unidos.
O filme foi dirigido por Carlos Saldanha, diretor nascido no Rio de Janeiro, responsável pela trilogia "A Era do Gelo". "Rio" foi produzido pelos estúdios Blue Sky e distribuído pela Fox.
Os filmes de animação também reinaram nos Estados Unidos e no Canadá, onde o filme com temática de Páscoa "Hop" ficou em primeiro lugar pelo segundo final de semana, arrecadando 21,7 milhões de dólares entre sexta-feira e domingo, totalizando 68,2 milhões de dólares em 10 dias.
O filme foi produzido pela Illumination Entertainment, empresa de animação que produziu o sucesso do ano passado "Meu Malvado Favorito", e distribuído pela Universal Pictures, unidade da NBC Universal, da Comcast Corp.
(Reportagem de Dean Goodman)
Antes de sua estreia na América do Norte na sexta-feira, o lançamento da 20th Century Fox entrou em cartaz em 72 países, ficando em primeiro lugar em quase todos eles.
Entre as maiores vendas estavam a Rússia (10,4 milhões de dólares) e, naturalmente, o Brasil (8,3 milhões de dólares), onde foi a maior estreia da história para uma animação.
TRAILER DO FILME RIO
O desenho conta a história de Blu, uma arara azul (na voz de Jesse Eisenberg, de "A Rede Social"), que retorna ao Brasil depois de uma vida mimada como um animal de estimação nos Estados Unidos.
O filme foi dirigido por Carlos Saldanha, diretor nascido no Rio de Janeiro, responsável pela trilogia "A Era do Gelo". "Rio" foi produzido pelos estúdios Blue Sky e distribuído pela Fox.
Os filmes de animação também reinaram nos Estados Unidos e no Canadá, onde o filme com temática de Páscoa "Hop" ficou em primeiro lugar pelo segundo final de semana, arrecadando 21,7 milhões de dólares entre sexta-feira e domingo, totalizando 68,2 milhões de dólares em 10 dias.
O filme foi produzido pela Illumination Entertainment, empresa de animação que produziu o sucesso do ano passado "Meu Malvado Favorito", e distribuído pela Universal Pictures, unidade da NBC Universal, da Comcast Corp.
(Reportagem de Dean Goodman)
11/04/11 - Alien adolescente é protagonista da ação Eu Sou o Número Quatro
"Eu Sou o Número Quatro", filme da DreamWorks que estreia nesta sexta (15), tem todos os ingredientes para se tornar uma febre entre o público jovem. Tem história de ETs, casal de protagonistas bonitinhos, muitas explosões, efeitos especiais a rodo, um cãozinho simpático e até o nerd-melhor-amigo. A trama, dirigida por D.J. Caruso, porém, peca pela velocidade. Tudo acontece rápido demais nos 109 minutos do longa e não precisaria ser assim.
Várias passagens interessantes do livro homônimo de Pittacus Lore (pseudônimo de James Frey e Jonie Hughes), que deu origem à trama, e que explicam um pouco mais dos anseios e angústias do Número Quatro, ficaram de fora do roteiro, o que torna a história muito simplista. Nada, é claro, que não possa ser corrigido com algumas sequências - sejam elas em outros filmes, numa série televisiva ou em qualquer outra mídia - porque, acredite, "Eu Sou o Número Quatro" não vai parar na primeira produção.
John Smith (Alex Pettyfer, que fez o papel título de "A Fera", com Vanessa Hudgens) é um adolescente como qualquer outro, exceto pelo fato de que é um dos poucos remanescentes do planeta Lorien, destruído quando ele ainda era um bebê. Seus pais, assim como todo o povo do lugar, foram mortos quando os mogadorianos invadiram e dizimaram seu planeta. Nove crianças, cada uma com um guardião, foram enviadas para a Terra, mas a raça que devastou Lorien continua a caçá-los (e se no meio disso precisarem destruir o nosso planeta, pelo qual têm desprezo completo, sem problemas).
TRAILER DO FILME EU SOU O NÚMERO QUATRO
VEJA UM TRECHO DE EU SOU O NÚMERO QUATRO
Para ter tempo de crescer e desenvolver seus poderes (chamados Legados), o garoto e Henri (Timothy Olyphant), seu guardião, se passam por pai e filho e estão constantemente mudando de cidade, ao menor sinal de que podem ser rastreados (o que no século 21 quer dizer aparecer em uma foto do Facebook ou em um vídeo no Youtube).
Assim, depois de sentir na pele (literalmente) que o Número 3 havia sido morto (embora o filme não explique, os exilados só podem ser assassinados na ordem por conta de um encanto de proteção lançado neles antes de saírem de Lorien), o garoto segue, com seu responsável, para Paradise, em Ohio. Lá, cansado de se esconder, ele se envolve com Sarah (Dianna Agron, a Quinn de "Glee") e se interessa pelas histórias aparentemente malucas de Sam (Callan McAuliffe), um nerd cujo pai sumiu quando procurava por óvnis na região.
Não demora para que John chame a atenção na cidade (o ex-namorado de Sarah arma uma emboscada para que o garoto vire saco de pancada, mas obviamente o tiro sai pela culatra), fazendo com que os mogadorianos se aproximem cada vez mais. E é aí que tudo fica demasiadamente rápido.
O alien passa a ter ampla consciência de seus poderes e nem questiona quando seu cão tem atitudes suspeitas, ou quando recebe uma ajuda inesperada. Toda a maturidade que ele não aparentou ter no filme todo de repente toma conta do personagem em questão de cinco minutos de projeção, por coincidência, os mesmo minutos em que fica claro que a produção é de Michael Bay.
Efeitos especiais a parte, "Eu Sou o Número Quatro" traz diversas tiradas divertidas (principalmente com Sam) e deixa o espectador com o desejo real de saber quê rumo a trama vai tomar.
Várias passagens interessantes do livro homônimo de Pittacus Lore (pseudônimo de James Frey e Jonie Hughes), que deu origem à trama, e que explicam um pouco mais dos anseios e angústias do Número Quatro, ficaram de fora do roteiro, o que torna a história muito simplista. Nada, é claro, que não possa ser corrigido com algumas sequências - sejam elas em outros filmes, numa série televisiva ou em qualquer outra mídia - porque, acredite, "Eu Sou o Número Quatro" não vai parar na primeira produção.
John Smith (Alex Pettyfer, que fez o papel título de "A Fera", com Vanessa Hudgens) é um adolescente como qualquer outro, exceto pelo fato de que é um dos poucos remanescentes do planeta Lorien, destruído quando ele ainda era um bebê. Seus pais, assim como todo o povo do lugar, foram mortos quando os mogadorianos invadiram e dizimaram seu planeta. Nove crianças, cada uma com um guardião, foram enviadas para a Terra, mas a raça que devastou Lorien continua a caçá-los (e se no meio disso precisarem destruir o nosso planeta, pelo qual têm desprezo completo, sem problemas).
TRAILER DO FILME EU SOU O NÚMERO QUATRO
VEJA UM TRECHO DE EU SOU O NÚMERO QUATRO
Para ter tempo de crescer e desenvolver seus poderes (chamados Legados), o garoto e Henri (Timothy Olyphant), seu guardião, se passam por pai e filho e estão constantemente mudando de cidade, ao menor sinal de que podem ser rastreados (o que no século 21 quer dizer aparecer em uma foto do Facebook ou em um vídeo no Youtube).
Assim, depois de sentir na pele (literalmente) que o Número 3 havia sido morto (embora o filme não explique, os exilados só podem ser assassinados na ordem por conta de um encanto de proteção lançado neles antes de saírem de Lorien), o garoto segue, com seu responsável, para Paradise, em Ohio. Lá, cansado de se esconder, ele se envolve com Sarah (Dianna Agron, a Quinn de "Glee") e se interessa pelas histórias aparentemente malucas de Sam (Callan McAuliffe), um nerd cujo pai sumiu quando procurava por óvnis na região.
Não demora para que John chame a atenção na cidade (o ex-namorado de Sarah arma uma emboscada para que o garoto vire saco de pancada, mas obviamente o tiro sai pela culatra), fazendo com que os mogadorianos se aproximem cada vez mais. E é aí que tudo fica demasiadamente rápido.
O alien passa a ter ampla consciência de seus poderes e nem questiona quando seu cão tem atitudes suspeitas, ou quando recebe uma ajuda inesperada. Toda a maturidade que ele não aparentou ter no filme todo de repente toma conta do personagem em questão de cinco minutos de projeção, por coincidência, os mesmo minutos em que fica claro que a produção é de Michael Bay.
Efeitos especiais a parte, "Eu Sou o Número Quatro" traz diversas tiradas divertidas (principalmente com Sam) e deixa o espectador com o desejo real de saber quê rumo a trama vai tomar.
11/04/11 - Zod será o vilão do novo filme do Super-Homem
Depois de muitas especulações e desmentidos por parte da produção, finalmente acontece a confirmação. A Warner acaba de anunciar que o ator Michael Shannon (de Jonah Hex e Vício Frenético) será o vilão General Zod no novo filme do Super-Homem e que, por enquanto, tem o nome de Man of Steel. “Zod não é apenas um dos mais formidáveis inimigos do Super-Homem, mas também é o mais significativo porque tem vislumbres do Homem de Aço que ninguém mais tem. Michael é um grande ator que pode mostrar tanto a inteligência quando a maldade do personagem, o que faz dele o ator perfeito para o papel”, disse o diretor Zack Snyder em comunicado oficial.
O General Zod já apareceu no cinema em Superman 2, de 1980, e foi vivido por Terence Stamp. É um kryptoniano que vai atrás do Homem de Aço em busca de vingança. Mas ele surgiu nas HQs e quando o planeta natal do Homem de Aço ainda existia ele tentou tomar o poder. Por isso, foi condenado a viver na Zona Fantasma. Desde seu surgimento, em 1961, sua história foi modificada, principalmente após a saga Crise nas Infinitas Terras.
As filmagens da nova aventura do Homem de Aço devem começar em agosto. O roteiro é de David Goyer e Christopher Nolan, que também é o produtor. A direção é do já citado Zack Snyder (de 300, Watchmen e Sucker Punch). No elenco já estão Henry Cavill como Super-Homem/Clark Kent, Kevin Costner como Jonathan Kent, Diane Lane como Martha Kent e, Amy Adams como Lois Lane.
A estreia acontece em 2012.
Abaixo você vê Zod no cinema e uma de suas versões nos quadrinhos.
O General Zod já apareceu no cinema em Superman 2, de 1980, e foi vivido por Terence Stamp. É um kryptoniano que vai atrás do Homem de Aço em busca de vingança. Mas ele surgiu nas HQs e quando o planeta natal do Homem de Aço ainda existia ele tentou tomar o poder. Por isso, foi condenado a viver na Zona Fantasma. Desde seu surgimento, em 1961, sua história foi modificada, principalmente após a saga Crise nas Infinitas Terras.
As filmagens da nova aventura do Homem de Aço devem começar em agosto. O roteiro é de David Goyer e Christopher Nolan, que também é o produtor. A direção é do já citado Zack Snyder (de 300, Watchmen e Sucker Punch). No elenco já estão Henry Cavill como Super-Homem/Clark Kent, Kevin Costner como Jonathan Kent, Diane Lane como Martha Kent e, Amy Adams como Lois Lane.
A estreia acontece em 2012.
Abaixo você vê Zod no cinema e uma de suas versões nos quadrinhos.
06/04/11 - Clichês turísticos cariocas chegam aos cinemas na animação Rio
RIO DE JANEIRO - O filme de animação "Rio", uma milionária produção da 20th Century Fox que na próxima sexta-feira estreia em 150 países, levará às telas de cinema de todo o mundo as paisagens cariocas que ganharam fama em cartões-postais e guias de viajantes.
Dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, o longa-metragem narra as aventuras de Blu, uma arara azul que chega ao Rio de Janeiro para conhecer Jade (Jewel na versão original), a última fêmea de sua espécie, com a qual percorre os pontos turísticos da cidade.
A produção, considerada uma grande campanha turística, será exibida em mil salas de cinema do Brasil e seus criadores calculam que cerca de 160 milhões de pessoas de todo o mundo verão as maravilhas paisagísticas do Rio de Janeiro.
Em seu desejo de levar ao exterior uma imagem positiva e exótica da cidade, Saldanha reproduziu um esplendoroso e colorido Sambódromo, onde as duas araras chegam até a desfilar em uma escola de samba. O cineasta, diretor da trilogia "A Era do Gelo", também não esqueceu de outras duas marcas da cidade: o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.
TRAILER DO FILME RIO
Estudantes do Complexo do Alemão assistem ao filme "Rio"
Apresentação do filme "Rio" reúne estrelas de Hollywood
"Espero que os espectadores, brasileiros ou não, possam sentir, ao ver o filme, um pouco do orgulho e da paixão que eu sinto por ter nascido aqui", disse Saldanha a um grupo de jornalistas no Rio.
O futebol, com um jogo de grande rivalidade entre Brasil e Argentina, e a praia de Ipanema, lugar de encontro de cariocas e turistas, são outros dois elementos característicos presentes na animação.
Com este longa-metragem, rodado em 3D, o Rio de Janeiro é mostrado em seus clichês para ser projetado no exterior, o que foi na contramão da recomendação de especialistas, que aconselham um afastamento da fórmula samba, futebol e carnaval para diversificar o turismo.
Por trás de "Rio" existe uma grande campanha de promoção que incluiu um anúncio do filme na final da Super Bowl, o evento esportivo mais importante dos Estados Unidos que a cada ano atrai uma audiência que supera os 100 milhões de espectadores. Por essa peça publicitária de 30 segundos, a produtora desembolsou US$ 3 milhões, segundo cálculos da imprensa.
Sob a direção do compositor Sérgio Mendes, o elenco musical do filme conta com Carlinhos Brown, o britânico Taio Cruz e o cantor Will.I.am, do grupo americano Black Eyed Peas.
Para dublar alguns dos personagens, "Rio" também recorreu aos atores Anne Hathaway, Jesse Eisenberg e Jamie Foxx, três nomes conhecidas de Hollywood, que no mês passado vieram ao Rio de Janeiro para apresentar o longa-metragem.
A origem da popularidade de Blu está em uma estratégia da Prefeitura do Rio de Janeiro, que financiou parte de uma grande campanha publicitária que incluiu, entre outras ações, a exibição de vários trailers do filme em um enorme tela que foi instalada na fachada do Copacabana Palace. Até o prefeito Eduardo Paes contribuiu para o êxito da arara ao indicá-la como "o novo símbolo da cidade".
Segundo cálculos da Riotur, a empresa municipal de turismo, as campanhas promocionais do filme alcançaram um número próximo aos dois bilhões de pessoas no mundo todo, em uma tentativa de projetar uma imagem idílica do Rio de Janeiro, cidade-sede da Copa do Mundo 2014 e sede das Olimpíadas de 2016.
Para o presidente da RioFilme, Sérgio Sá Leitão, o filme "é
Dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, o longa-metragem narra as aventuras de Blu, uma arara azul que chega ao Rio de Janeiro para conhecer Jade (Jewel na versão original), a última fêmea de sua espécie, com a qual percorre os pontos turísticos da cidade.
A produção, considerada uma grande campanha turística, será exibida em mil salas de cinema do Brasil e seus criadores calculam que cerca de 160 milhões de pessoas de todo o mundo verão as maravilhas paisagísticas do Rio de Janeiro.
Em seu desejo de levar ao exterior uma imagem positiva e exótica da cidade, Saldanha reproduziu um esplendoroso e colorido Sambódromo, onde as duas araras chegam até a desfilar em uma escola de samba. O cineasta, diretor da trilogia "A Era do Gelo", também não esqueceu de outras duas marcas da cidade: o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.
TRAILER DO FILME RIO
Estudantes do Complexo do Alemão assistem ao filme "Rio"
Apresentação do filme "Rio" reúne estrelas de Hollywood
"Espero que os espectadores, brasileiros ou não, possam sentir, ao ver o filme, um pouco do orgulho e da paixão que eu sinto por ter nascido aqui", disse Saldanha a um grupo de jornalistas no Rio.
O futebol, com um jogo de grande rivalidade entre Brasil e Argentina, e a praia de Ipanema, lugar de encontro de cariocas e turistas, são outros dois elementos característicos presentes na animação.
Com este longa-metragem, rodado em 3D, o Rio de Janeiro é mostrado em seus clichês para ser projetado no exterior, o que foi na contramão da recomendação de especialistas, que aconselham um afastamento da fórmula samba, futebol e carnaval para diversificar o turismo.
Por trás de "Rio" existe uma grande campanha de promoção que incluiu um anúncio do filme na final da Super Bowl, o evento esportivo mais importante dos Estados Unidos que a cada ano atrai uma audiência que supera os 100 milhões de espectadores. Por essa peça publicitária de 30 segundos, a produtora desembolsou US$ 3 milhões, segundo cálculos da imprensa.
Sob a direção do compositor Sérgio Mendes, o elenco musical do filme conta com Carlinhos Brown, o britânico Taio Cruz e o cantor Will.I.am, do grupo americano Black Eyed Peas.
Para dublar alguns dos personagens, "Rio" também recorreu aos atores Anne Hathaway, Jesse Eisenberg e Jamie Foxx, três nomes conhecidas de Hollywood, que no mês passado vieram ao Rio de Janeiro para apresentar o longa-metragem.
A origem da popularidade de Blu está em uma estratégia da Prefeitura do Rio de Janeiro, que financiou parte de uma grande campanha publicitária que incluiu, entre outras ações, a exibição de vários trailers do filme em um enorme tela que foi instalada na fachada do Copacabana Palace. Até o prefeito Eduardo Paes contribuiu para o êxito da arara ao indicá-la como "o novo símbolo da cidade".
Segundo cálculos da Riotur, a empresa municipal de turismo, as campanhas promocionais do filme alcançaram um número próximo aos dois bilhões de pessoas no mundo todo, em uma tentativa de projetar uma imagem idílica do Rio de Janeiro, cidade-sede da Copa do Mundo 2014 e sede das Olimpíadas de 2016.
Para o presidente da RioFilme, Sérgio Sá Leitão, o filme "é
06/04/11 - Clichês turísticos cariocas chegam aos cinemas na animação Rio
RIO DE JANEIRO - O filme de animação "Rio", uma milionária produção da 20th Century Fox que na próxima sexta-feira estreia em 150 países, levará às telas de cinema de todo o mundo as paisagens cariocas que ganharam fama em cartões-postais e guias de viajantes.
Dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, o longa-metragem narra as aventuras de Blu, uma arara azul que chega ao Rio de Janeiro para conhecer Jade (Jewel na versão original), a última fêmea de sua espécie, com a qual percorre os pontos turísticos da cidade.
A produção, considerada uma grande campanha turística, será exibida em mil salas de cinema do Brasil e seus criadores calculam que cerca de 160 milhões de pessoas de todo o mundo verão as maravilhas paisagísticas do Rio de Janeiro.
Em seu desejo de levar ao exterior uma imagem positiva e exótica da cidade, Saldanha reproduziu um esplendoroso e colorido Sambódromo, onde as duas araras chegam até a desfilar em uma escola de samba. O cineasta, diretor da trilogia "A Era do Gelo", também não esqueceu de outras duas marcas da cidade: o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.
TRAILER DO FILME RIO
Estudantes do Complexo do Alemão assistem ao filme "Rio"
Apresentação do filme "Rio" reúne estrelas de Hollywood
"Espero que os espectadores, brasileiros ou não, possam sentir, ao ver o filme, um pouco do orgulho e da paixão que eu sinto por ter nascido aqui", disse Saldanha a um grupo de jornalistas no Rio.
O futebol, com um jogo de grande rivalidade entre Brasil e Argentina, e a praia de Ipanema, lugar de encontro de cariocas e turistas, são outros dois elementos característicos presentes na animação.
Com este longa-metragem, rodado em 3D, o Rio de Janeiro é mostrado em seus clichês para ser projetado no exterior, o que foi na contramão da recomendação de especialistas, que aconselham um afastamento da fórmula samba, futebol e carnaval para diversificar o turismo.
Por trás de "Rio" existe uma grande campanha de promoção que incluiu um anúncio do filme na final da Super Bowl, o evento esportivo mais importante dos Estados Unidos que a cada ano atrai uma audiência que supera os 100 milhões de espectadores. Por essa peça publicitária de 30 segundos, a produtora desembolsou US$ 3 milhões, segundo cálculos da imprensa.
Sob a direção do compositor Sérgio Mendes, o elenco musical do filme conta com Carlinhos Brown, o britânico Taio Cruz e o cantor Will.I.am, do grupo americano Black Eyed Peas.
Para dublar alguns dos personagens, "Rio" também recorreu aos atores Anne Hathaway, Jesse Eisenberg e Jamie Foxx, três nomes conhecidas de Hollywood, que no mês passado vieram ao Rio de Janeiro para apresentar o longa-metragem.
A origem da popularidade de Blu está em uma estratégia da Prefeitura do Rio de Janeiro, que financiou parte de uma grande campanha publicitária que incluiu, entre outras ações, a exibição de vários trailers do filme em um enorme tela que foi instalada na fachada do Copacabana Palace. Até o prefeito Eduardo Paes contribuiu para o êxito da arara ao indicá-la como "o novo símbolo da cidade".
Segundo cálculos da Riotur, a empresa municipal de turismo, as campanhas promocionais do filme alcançaram um número próximo aos dois bilhões de pessoas no mundo todo, em uma tentativa de projetar uma imagem idílica do Rio de Janeiro, cidade-sede da Copa do Mundo 2014 e sede das Olimpíadas de 2016.
Para o presidente da RioFilme, Sérgio Sá Leitão, o filme "é
Dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, o longa-metragem narra as aventuras de Blu, uma arara azul que chega ao Rio de Janeiro para conhecer Jade (Jewel na versão original), a última fêmea de sua espécie, com a qual percorre os pontos turísticos da cidade.
A produção, considerada uma grande campanha turística, será exibida em mil salas de cinema do Brasil e seus criadores calculam que cerca de 160 milhões de pessoas de todo o mundo verão as maravilhas paisagísticas do Rio de Janeiro.
Em seu desejo de levar ao exterior uma imagem positiva e exótica da cidade, Saldanha reproduziu um esplendoroso e colorido Sambódromo, onde as duas araras chegam até a desfilar em uma escola de samba. O cineasta, diretor da trilogia "A Era do Gelo", também não esqueceu de outras duas marcas da cidade: o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.
TRAILER DO FILME RIO
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Apresentação do filme "Rio" reúne estrelas de Hollywood
"Espero que os espectadores, brasileiros ou não, possam sentir, ao ver o filme, um pouco do orgulho e da paixão que eu sinto por ter nascido aqui", disse Saldanha a um grupo de jornalistas no Rio.
O futebol, com um jogo de grande rivalidade entre Brasil e Argentina, e a praia de Ipanema, lugar de encontro de cariocas e turistas, são outros dois elementos característicos presentes na animação.
Com este longa-metragem, rodado em 3D, o Rio de Janeiro é mostrado em seus clichês para ser projetado no exterior, o que foi na contramão da recomendação de especialistas, que aconselham um afastamento da fórmula samba, futebol e carnaval para diversificar o turismo.
Por trás de "Rio" existe uma grande campanha de promoção que incluiu um anúncio do filme na final da Super Bowl, o evento esportivo mais importante dos Estados Unidos que a cada ano atrai uma audiência que supera os 100 milhões de espectadores. Por essa peça publicitária de 30 segundos, a produtora desembolsou US$ 3 milhões, segundo cálculos da imprensa.
Sob a direção do compositor Sérgio Mendes, o elenco musical do filme conta com Carlinhos Brown, o britânico Taio Cruz e o cantor Will.I.am, do grupo americano Black Eyed Peas.
Para dublar alguns dos personagens, "Rio" também recorreu aos atores Anne Hathaway, Jesse Eisenberg e Jamie Foxx, três nomes conhecidas de Hollywood, que no mês passado vieram ao Rio de Janeiro para apresentar o longa-metragem.
A origem da popularidade de Blu está em uma estratégia da Prefeitura do Rio de Janeiro, que financiou parte de uma grande campanha publicitária que incluiu, entre outras ações, a exibição de vários trailers do filme em um enorme tela que foi instalada na fachada do Copacabana Palace. Até o prefeito Eduardo Paes contribuiu para o êxito da arara ao indicá-la como "o novo símbolo da cidade".
Segundo cálculos da Riotur, a empresa municipal de turismo, as campanhas promocionais do filme alcançaram um número próximo aos dois bilhões de pessoas no mundo todo, em uma tentativa de projetar uma imagem idílica do Rio de Janeiro, cidade-sede da Copa do Mundo 2014 e sede das Olimpíadas de 2016.
Para o presidente da RioFilme, Sérgio Sá Leitão, o filme "é
06/04/11 - Uso de redes sociais estará presente em Pânico 4, diz o diretor Wes Craven
O mundo em geral, e o mundo dos filmes de horror em particular, mudou muito na última década. Todavia, o lendário cineasta de horror, Wes Craven, está de volta com “Pânico 4” , que o reúne com David Arquette, Neve Campbell e Courteney Cox, os astros/sobreviventes da trilogia “Pânico” original, lançada em 1996, retomada em 1997 e cujo último episódio saiu em 2000. O quarto filme da franquia estreia em 15 de abril nas telas brasileiras.
“Uma das maiores mudanças foi a ascensão das redes sociais”, diz Craven. “Os garotos estão se comunicando por mensagens de texto, tweets, e-mails e Facebook. Tudo gira em torno da Internet. Isso faz parte do que está acontecendo no mundo agora, que ainda não estava em plena força quando ‘Pânico 3’ saiu, e é algo que ‘Pânico 4’ trata. Além dos celulares, é claro. Esse aspecto de nossa cultura está muito presente no filme. O YouTube é outro exemplo –qualquer garoto pode fazer filmes e colocá-lo no YouTube. E (...) Justin Bieber.”
“E eu também diria que os filmes de horror mudaram muito. Foi uma década muito pesada (...) o que passou a ser chamado de ‘tortura pornô’. Eu não gosto de usar esse termo, mas foram muitos filmes sobre tortura, tormento ou pessoas sofrendo grande dor. E também tivemos muitas meninas fantasmas ou, como diz um personagem de ‘Pânico 4’, muitas refilmagens americanas ruins de histórias de fantasma japonesas.”
“Essas foram as coisas que se desenvolveram na última década”, diz o homem por trás de “Aniversário Macabro” (1972), “Quadrilha de Sádicos” (1977), “A Hora do Pesadelo” (1984) e muito mais. “E isso sem contar o número enorme de refilmagens e sequências, mas especialmente refilmagens, que agora são parte integrante da indústria cinematográfica.”
A personagem Sidney Prescott (Neve Campbell) em dois momentos da franquia Pânico: à esquerda, no primeiro filme, de 1996; à direita, segura uma faca na quarta sequência, de 2011
Sidney está de volta
Com lançamento previsto para 15 de abril, “Pânico 4” revisita a bucólica Woodsboro, onde Sidney (Campbell) – que sobreviveu por pouco aos três primeiros ataques do assassino Ghostface– chega à cidade em uma turnê de divulgação de livro. Dewey Riley (Arquette) ainda é o xerife e está casado com a ex-repórter intrépida Gale Weathers (Cox). Não demora muito para o assassino Ghostface atacar de novo, colocando em risco Sidney, Dewey e Gale, assim como uma nova leva de vítimas potenciais (Rory Culkin, Erik Knudsen, Hayden Panettiere, Emma Roberts).
“Eu acho que é basicamente isso, assim como o Gênesis é sobre o dilúvio”, diz Craven, confirmando a trama durante um telefonema de seu escritório em Los Angeles. “Mas o diabo está nos detalhes. Eu não vou preencher muitas lacunas, porque isso fica para as pessoas descobrirem quando assistirem ao filme. Até agora nós evitamos a divulgação de surpresas e que o roteiro vazasse na Internet, o que experimentamos nos ‘Pânicos’ anteriores.”
“Mas com certeza é sobre o retorno de Sidney à sua cidade natal, um lugar que ela tem evitado há muito tempo por causa dos fantasmas que existem lá. É sobre seu relacionamento com sua prima (Roberts), que é filha da irmã de sua mãe. Dewey e Gale estão casados e vivendo em Woodsboro. Quando Sid retorna, uma série de assassinatos tem início...”
Ver em tamanho maiorPânico 4Foto 2 de 8 - Courtney Cox aparece em cena do filme, que mostra o assassino com a famosa máscara usada na franquia Mais DivulgaçãoVirgens morrem?
“Sim, virgens morrem”, diz Craven rindo. “Essa é apenas uma observação dos filmes feitos nos últimos 10 anos, especialmente os recentes. Há um avanço do cinismo, ou uma ruptura dos clichês, de que a inocência não garante que você sobreviverá como, digamos, ocorreu com Nancy em ‘A Hora do Pesadelo’. Sid sobreviveu aos três primeiros ‘Pânico’ por causa de um estilo de vida muito austero, mas isso não garante a sobrevivência no final deste filme.”
“Em geral, sem uso de mão pesada, é uma declaração de que todos estamos suscetíveis à violência na vida, não importa no que você acredite ou qual seja seu sistema moral. Basta estar no lugar errado na hora errada, às vezes, ou alguém botar os olhos em você, ou mesmo alguém se incomodar com sua inocência, transformando você em alvo, porque o mal odeia a inocência.”
Universo conhecido
TRAILER DO FILME PÂNICO 4
Ele apreciou voltar ao universo de “Pânico”, acrescenta Craven. O elenco jovem o energizou e ele adorou trabalhar de novo com Arquette, Campbell e Cox, assim como com o roteirista/produtor Kevin Williamson e o chefão da Dimension Films, Bob Weinstein.
Anos atrás, Craven aproveitou “Pânico 2” para ter a oportunidade de dirigir o drama “Música do Coração” (1999), estrelado por Meryl Streep e com um elenco que contava com Angela Bassett e Gloria Estefan. “Pânico 4” foi concebido para lançar uma segunda trilogia. Se a fórmula mantiver o sucesso, Craven espera transformar “Pânico 5” em outro projeto de sonho que não envolva horror?
“Bem, eu acho que deveria ter feito essa proposta antes de assinar para este filme. Mas se eles forem bem, talvez aconteça de novo. O filme que virou ‘Música do Coração’ foi um atrativo oferecido pelos irmãos Weinstein quando me ofereceram um contrato de três filmes. Foram ‘Pânico 2’ e ‘3’ e aquele que viria a ser ‘Música do Coração’.”
“Veja, eu sempre amei fazer outros tipos de filme, mas também extraí algumas duras lições de ‘Música do Coração’. Foi o segundo filme mais bem cotado dentre os produzidos pelos Weinstein, mas tivemos dificuldade em atrair o público ao cinema, especialmente por causa do meu nome.”
Tradução: George El Khouri Andolfato
Veja também Pânico 4 , 0 29862, 0 ou4cinema
•
14/03/2011
Wes Craven faz as pazes com Pânico 4 e pode criar nova trilogia •01/07/2010
Wes Craven roda "Pânico 4" com sangue novo
“Uma das maiores mudanças foi a ascensão das redes sociais”, diz Craven. “Os garotos estão se comunicando por mensagens de texto, tweets, e-mails e Facebook. Tudo gira em torno da Internet. Isso faz parte do que está acontecendo no mundo agora, que ainda não estava em plena força quando ‘Pânico 3’ saiu, e é algo que ‘Pânico 4’ trata. Além dos celulares, é claro. Esse aspecto de nossa cultura está muito presente no filme. O YouTube é outro exemplo –qualquer garoto pode fazer filmes e colocá-lo no YouTube. E (...) Justin Bieber.”
“E eu também diria que os filmes de horror mudaram muito. Foi uma década muito pesada (...) o que passou a ser chamado de ‘tortura pornô’. Eu não gosto de usar esse termo, mas foram muitos filmes sobre tortura, tormento ou pessoas sofrendo grande dor. E também tivemos muitas meninas fantasmas ou, como diz um personagem de ‘Pânico 4’, muitas refilmagens americanas ruins de histórias de fantasma japonesas.”
“Essas foram as coisas que se desenvolveram na última década”, diz o homem por trás de “Aniversário Macabro” (1972), “Quadrilha de Sádicos” (1977), “A Hora do Pesadelo” (1984) e muito mais. “E isso sem contar o número enorme de refilmagens e sequências, mas especialmente refilmagens, que agora são parte integrante da indústria cinematográfica.”
A personagem Sidney Prescott (Neve Campbell) em dois momentos da franquia Pânico: à esquerda, no primeiro filme, de 1996; à direita, segura uma faca na quarta sequência, de 2011
Sidney está de volta
Com lançamento previsto para 15 de abril, “Pânico 4” revisita a bucólica Woodsboro, onde Sidney (Campbell) – que sobreviveu por pouco aos três primeiros ataques do assassino Ghostface– chega à cidade em uma turnê de divulgação de livro. Dewey Riley (Arquette) ainda é o xerife e está casado com a ex-repórter intrépida Gale Weathers (Cox). Não demora muito para o assassino Ghostface atacar de novo, colocando em risco Sidney, Dewey e Gale, assim como uma nova leva de vítimas potenciais (Rory Culkin, Erik Knudsen, Hayden Panettiere, Emma Roberts).
“Eu acho que é basicamente isso, assim como o Gênesis é sobre o dilúvio”, diz Craven, confirmando a trama durante um telefonema de seu escritório em Los Angeles. “Mas o diabo está nos detalhes. Eu não vou preencher muitas lacunas, porque isso fica para as pessoas descobrirem quando assistirem ao filme. Até agora nós evitamos a divulgação de surpresas e que o roteiro vazasse na Internet, o que experimentamos nos ‘Pânicos’ anteriores.”
“Mas com certeza é sobre o retorno de Sidney à sua cidade natal, um lugar que ela tem evitado há muito tempo por causa dos fantasmas que existem lá. É sobre seu relacionamento com sua prima (Roberts), que é filha da irmã de sua mãe. Dewey e Gale estão casados e vivendo em Woodsboro. Quando Sid retorna, uma série de assassinatos tem início...”
Ver em tamanho maiorPânico 4Foto 2 de 8 - Courtney Cox aparece em cena do filme, que mostra o assassino com a famosa máscara usada na franquia Mais DivulgaçãoVirgens morrem?
“Sim, virgens morrem”, diz Craven rindo. “Essa é apenas uma observação dos filmes feitos nos últimos 10 anos, especialmente os recentes. Há um avanço do cinismo, ou uma ruptura dos clichês, de que a inocência não garante que você sobreviverá como, digamos, ocorreu com Nancy em ‘A Hora do Pesadelo’. Sid sobreviveu aos três primeiros ‘Pânico’ por causa de um estilo de vida muito austero, mas isso não garante a sobrevivência no final deste filme.”
“Em geral, sem uso de mão pesada, é uma declaração de que todos estamos suscetíveis à violência na vida, não importa no que você acredite ou qual seja seu sistema moral. Basta estar no lugar errado na hora errada, às vezes, ou alguém botar os olhos em você, ou mesmo alguém se incomodar com sua inocência, transformando você em alvo, porque o mal odeia a inocência.”
Universo conhecido
TRAILER DO FILME PÂNICO 4
Ele apreciou voltar ao universo de “Pânico”, acrescenta Craven. O elenco jovem o energizou e ele adorou trabalhar de novo com Arquette, Campbell e Cox, assim como com o roteirista/produtor Kevin Williamson e o chefão da Dimension Films, Bob Weinstein.
Anos atrás, Craven aproveitou “Pânico 2” para ter a oportunidade de dirigir o drama “Música do Coração” (1999), estrelado por Meryl Streep e com um elenco que contava com Angela Bassett e Gloria Estefan. “Pânico 4” foi concebido para lançar uma segunda trilogia. Se a fórmula mantiver o sucesso, Craven espera transformar “Pânico 5” em outro projeto de sonho que não envolva horror?
“Bem, eu acho que deveria ter feito essa proposta antes de assinar para este filme. Mas se eles forem bem, talvez aconteça de novo. O filme que virou ‘Música do Coração’ foi um atrativo oferecido pelos irmãos Weinstein quando me ofereceram um contrato de três filmes. Foram ‘Pânico 2’ e ‘3’ e aquele que viria a ser ‘Música do Coração’.”
“Veja, eu sempre amei fazer outros tipos de filme, mas também extraí algumas duras lições de ‘Música do Coração’. Foi o segundo filme mais bem cotado dentre os produzidos pelos Weinstein, mas tivemos dificuldade em atrair o público ao cinema, especialmente por causa do meu nome.”
Tradução: George El Khouri Andolfato
Veja também Pânico 4 , 0 29862, 0 ou4cinema
•
14/03/2011
Wes Craven faz as pazes com Pânico 4 e pode criar nova trilogia •01/07/2010
Wes Craven roda "Pânico 4" com sangue novo
06/04/11 - Emotivos e interessantes, documentários brasileiros contam histórias sobre samba e choro
Dois documentários brasileiros, participantes da série "O Estado das Coisas", dentro do É Tudo Verdade, mapeiam o panorama musical brasileiro de forma diferente, com resultados desiguais em suas estruturas internas, mas sempre emotivos e interessantes.
"As Batidas do Samba", de Bebeto Abrantes, parte de um grupo de músicos para realizar uma impressionante reflexão sobre a evolução do samba desde o começo do século 20, passando por subgêneros como o samba-enredo e pelas mudanças no andamento e no comportamento dos músicos.
Cena do filme Seu Cavaco, Dom Bandolim e o Choro de Mestre Duduta na Rainha da Borborema", de Riccardo Migliore e Thaíse Carvalho
"Seu Cavaco, Dom Bandolim e o Choro de Mestre Duduta na Rainha da Borborema", de Riccardo Migliore e Thaíse Carvalho, faz um caminho ligeiramente diferente. Parte de um músico, José Ribeiro da Silva, o Mestre Duduta do título, para entender o choro de Campina Grande, na Paraíba, por meio da arte de seu principal músico, que também era criador de instrumentos, e de seus familiares.
São 50 minutos que registram esse músico que abre sua casa, aos domingos, para quem quiser escutar sua música, ou tocar junto com ele. Uma ode ao poder da música de unir as pessoas e deflagrar sentimentos. O grande mérito de "As Batidas do Samba", de Bebeto Abrantes, é que nos sentimos como se estivéssemos realmente conversando com os sambistas, aprendendo com eles os macetes do samba, suas histórias, as curiosidades de cada instrumento e as evoluções nas batidas e andamentos.
Em diversos momentos parecemos estar nas rodas de samba, saboreando a mesma cerveja, compartilhando do mesmo espírito, recebendo o bom humor desses músicos. Em outros, nos sentimos numa aula particular, com os músicos destilando seus conhecimentos de forma didática e agradável.
Em um dos diversos trechos de uma longa e prolífica entrevista com o baterista Wilson das Neves, em que mostra algumas diferenças na batida dos sambas ao longo dos anos, ele diz que cada música tem sua história, que diz o ritmo que ela quer, o andamento, como ela deve ser cantada, e que música é algo muito sério, é a voz da alma. Tocante depoimento que resume a fascinação por traz dessa arte de tamanho apelo popular, e resume a simpatia dos músicos que acompanhamos durante os 82 minutos de duração.
LEIA MAIS
Diretor brasileiro usa imagens raras de Santos Dumont em dois filmes exibidos no É Tudo Verdade
O maior problema do filme é o comportamento da câmera, que realiza alguns movimentos desajeitados (daqueles que alguns fazem para que percebamos que a câmera está na mão). Não se trata de pedir sempre a câmera fixa, mas de clamar por um cuidado maior para que essa moda de câmera boba e embriagada seja logo ultrapassada e voltem a filmar as coisas como uma pessoa as vê.
Não são em todos os momentos que esse problema pode ser percebido. Tendemos até a relevá-lo conforme a música vai nos conquistando. Mas é um senão dentro de uma obra que tem tamanhas qualidades e atrações para quem gosta de samba. Poderia ter sido evitado. Faria bem ao filme.
A câmera em "Seu Cavaco, Dom Bandolim e o Choro de Mestre Duduta na Rainha da Borborema" se comporta de maneira mais clássica, privilegiando as pessoas, não a vontade de se filiar ao lugar comum mais pernicioso do cinema contemporâneo (documentário ou não). E a música, como no outro filme, é de uma incrível excelência.
Com suas diferenças e características, contudo, ambos os trabalhos são dignos de elogios, ainda mais se considerarmos o panorama das atuais leis de incentivo, que privilegiam os aspectos burocráticos no lugar dos artísticos.
Clique no nome do filme para saber as datas e horários de As Batidas do Samba" e "Seu Cavaco, Dom Bandolim e o Choro de Mestre Duduta na Rainha da Borborema", com informações do site oficial.
"As Batidas do Samba", de Bebeto Abrantes, parte de um grupo de músicos para realizar uma impressionante reflexão sobre a evolução do samba desde o começo do século 20, passando por subgêneros como o samba-enredo e pelas mudanças no andamento e no comportamento dos músicos.
Cena do filme Seu Cavaco, Dom Bandolim e o Choro de Mestre Duduta na Rainha da Borborema", de Riccardo Migliore e Thaíse Carvalho
"Seu Cavaco, Dom Bandolim e o Choro de Mestre Duduta na Rainha da Borborema", de Riccardo Migliore e Thaíse Carvalho, faz um caminho ligeiramente diferente. Parte de um músico, José Ribeiro da Silva, o Mestre Duduta do título, para entender o choro de Campina Grande, na Paraíba, por meio da arte de seu principal músico, que também era criador de instrumentos, e de seus familiares.
São 50 minutos que registram esse músico que abre sua casa, aos domingos, para quem quiser escutar sua música, ou tocar junto com ele. Uma ode ao poder da música de unir as pessoas e deflagrar sentimentos. O grande mérito de "As Batidas do Samba", de Bebeto Abrantes, é que nos sentimos como se estivéssemos realmente conversando com os sambistas, aprendendo com eles os macetes do samba, suas histórias, as curiosidades de cada instrumento e as evoluções nas batidas e andamentos.
Em diversos momentos parecemos estar nas rodas de samba, saboreando a mesma cerveja, compartilhando do mesmo espírito, recebendo o bom humor desses músicos. Em outros, nos sentimos numa aula particular, com os músicos destilando seus conhecimentos de forma didática e agradável.
Em um dos diversos trechos de uma longa e prolífica entrevista com o baterista Wilson das Neves, em que mostra algumas diferenças na batida dos sambas ao longo dos anos, ele diz que cada música tem sua história, que diz o ritmo que ela quer, o andamento, como ela deve ser cantada, e que música é algo muito sério, é a voz da alma. Tocante depoimento que resume a fascinação por traz dessa arte de tamanho apelo popular, e resume a simpatia dos músicos que acompanhamos durante os 82 minutos de duração.
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O maior problema do filme é o comportamento da câmera, que realiza alguns movimentos desajeitados (daqueles que alguns fazem para que percebamos que a câmera está na mão). Não se trata de pedir sempre a câmera fixa, mas de clamar por um cuidado maior para que essa moda de câmera boba e embriagada seja logo ultrapassada e voltem a filmar as coisas como uma pessoa as vê.
Não são em todos os momentos que esse problema pode ser percebido. Tendemos até a relevá-lo conforme a música vai nos conquistando. Mas é um senão dentro de uma obra que tem tamanhas qualidades e atrações para quem gosta de samba. Poderia ter sido evitado. Faria bem ao filme.
A câmera em "Seu Cavaco, Dom Bandolim e o Choro de Mestre Duduta na Rainha da Borborema" se comporta de maneira mais clássica, privilegiando as pessoas, não a vontade de se filiar ao lugar comum mais pernicioso do cinema contemporâneo (documentário ou não). E a música, como no outro filme, é de uma incrível excelência.
Com suas diferenças e características, contudo, ambos os trabalhos são dignos de elogios, ainda mais se considerarmos o panorama das atuais leis de incentivo, que privilegiam os aspectos burocráticos no lugar dos artísticos.
Clique no nome do filme para saber as datas e horários de As Batidas do Samba" e "Seu Cavaco, Dom Bandolim e o Choro de Mestre Duduta na Rainha da Borborema", com informações do site oficial.
02/04/11 - Bradley Cooper diz que drogas e conselhos do pai ajudaram a fazer Sem Limites
Na comédia "Se Beber, Não Case!", tudo desanda para os personagens em Las Vegas por causa de uma droga dissolvida em seus drinques. Em "Sem Limites", filme em cartaz que traz o mesmo ator Bradley Cooper, tudo também começa por causa de uma droga. Mas, desta vez, a vida do protagonista muda para melhor.
De fato, drogas, para Cooper, não é novidade. O ator de olhos azuis, um dos solteiros mais cobiçados de Hollywood, diz sem pudores que já tomou muitas na vida, numa entrevista à Folha, num quarto de hotel em Los Angeles.
"Sem dúvida, definitivamente experimentei uma boa quantidade de drogas no começo [da adolescência] até tarde.... Foi parte da minha vida", disse o ator de 36 anos. "Mas uma parte que está no passado, claro."
"Digamos que posso entender bem este personagem", continuou. "Não que eu tenha achado uma droga como esta do filme. Mas sabia como interpretar esse cara."
No filme, Cooper faz um escritor em crise que acabou de perder a namorada. Ele descobre uma superdroga que potencializa sua capacidade cerebral e o faz não só escrever excelentes livros mas também o deixa extremamente inteligente.
O diretor é Neil Burger ("O Ilusionista") e o elenco conta também com Robert De Niro, no papel de um homem bilionário, dono de inúmeras companhias. Os dois cruzam caminho quando o personagem de Cooper deixa a literatura para se aventurar no mercado de ações.
Na época da entrevista, em fevereiro, o ator ainda namorava a atriz Renee Zellweger e revistas de fofocas especulavam sobre um possível noivado. Mas o anel que ele usava na mão direita não tinha nada a ver com casamento.
"Este anel era do meu pai", disse Cooper, cujo pai havia morrido semanas antes, aos 71 anos. "Ele trabalhou no Merrill Lynch, era corretor de ações. Eu sempre ia ao seu trabalho, cheguei a ficar obcecado com isto."
"Conversávamos sempre sobre meus filmes. Falamos sobre coisas do roteiro, jargões do mercado, se estava tudo certo, se tinha algo melhor que poderia falar. Ele me ajudou bastante."
Apesar de ter uma boa presença nos cinemas hoje, Cooper começou tarde na carreira e pela televisão. Sua estreia aconteceu numa ponta num episódio do seriado "Sex and the City", em 1999, e ele também fez "Alias" e "Nip/Tuck".
Apesar disso, não considera uma boa opção voltar a fazer TV. "Não funciona direito com minha natureza. Não gosto de ter um trabalho das 9h às 17h, sabe?", disse. "Sou um nômade, gosto de viajar, começar coisas, terminar e começar outra de novo. E na TV não tem fim."
Depois de "Sem Limites", seu próximo trabalho será lançar a sequência de "Se Beber, Não Case!", comédia de 2009 que bateu recordes de bilheteria. O filme está agendado para estrear no Brasil no final de maio.
De fato, drogas, para Cooper, não é novidade. O ator de olhos azuis, um dos solteiros mais cobiçados de Hollywood, diz sem pudores que já tomou muitas na vida, numa entrevista à Folha, num quarto de hotel em Los Angeles.
"Sem dúvida, definitivamente experimentei uma boa quantidade de drogas no começo [da adolescência] até tarde.... Foi parte da minha vida", disse o ator de 36 anos. "Mas uma parte que está no passado, claro."
"Digamos que posso entender bem este personagem", continuou. "Não que eu tenha achado uma droga como esta do filme. Mas sabia como interpretar esse cara."
No filme, Cooper faz um escritor em crise que acabou de perder a namorada. Ele descobre uma superdroga que potencializa sua capacidade cerebral e o faz não só escrever excelentes livros mas também o deixa extremamente inteligente.
O diretor é Neil Burger ("O Ilusionista") e o elenco conta também com Robert De Niro, no papel de um homem bilionário, dono de inúmeras companhias. Os dois cruzam caminho quando o personagem de Cooper deixa a literatura para se aventurar no mercado de ações.
Na época da entrevista, em fevereiro, o ator ainda namorava a atriz Renee Zellweger e revistas de fofocas especulavam sobre um possível noivado. Mas o anel que ele usava na mão direita não tinha nada a ver com casamento.
"Este anel era do meu pai", disse Cooper, cujo pai havia morrido semanas antes, aos 71 anos. "Ele trabalhou no Merrill Lynch, era corretor de ações. Eu sempre ia ao seu trabalho, cheguei a ficar obcecado com isto."
"Conversávamos sempre sobre meus filmes. Falamos sobre coisas do roteiro, jargões do mercado, se estava tudo certo, se tinha algo melhor que poderia falar. Ele me ajudou bastante."
Apesar de ter uma boa presença nos cinemas hoje, Cooper começou tarde na carreira e pela televisão. Sua estreia aconteceu numa ponta num episódio do seriado "Sex and the City", em 1999, e ele também fez "Alias" e "Nip/Tuck".
Apesar disso, não considera uma boa opção voltar a fazer TV. "Não funciona direito com minha natureza. Não gosto de ter um trabalho das 9h às 17h, sabe?", disse. "Sou um nômade, gosto de viajar, começar coisas, terminar e começar outra de novo. E na TV não tem fim."
Depois de "Sem Limites", seu próximo trabalho será lançar a sequência de "Se Beber, Não Case!", comédia de 2009 que bateu recordes de bilheteria. O filme está agendado para estrear no Brasil no final de maio.
02/04/11 - James Franco atribui desempenho ruim no Oscar à falta de energia
LOS ANGELES, EUA - Críticos desancaram James Franco por um trabalho fraco como co-apresentador da cerimônia do Oscar, com alguns dizendo que ele aparentava estar chapado sobre o palco. Mas na quinta-feira o ator disse que a razão de seu desempenho foi falta de energia, e não drogas.
Franco, que apresentou a cerimônia de entrega dos prêmios mais importantes do cinema mundial em fevereiro, ao lado da atriz Anne Hathaway, disse ao apresentador David Letterman que refletiu sobre as críticas negativas e as especulações de que teria estado sob o efeito de maconha e que pensava saber a razão disso.
"Adoro Anne Hathaway, mas ela é tão cheia de energia. Acho que até o Diabo da Tasmânia pareceria chapado se estivesse ao lado de Anne Hathaway. Ela tem muita energia", disse Franco no programa "Late Show with David Letterman". Letterman concordou que Hathaway é "muito animada, muito efervescente", segundo uma transcrição divulgada pelo programa.
Franco respondeu: "Ainda não assisti à fita do Oscar. Acho que talvez estivesse com a energia baixa. Honestamente, eu disse minhas falas do melhor jeito que consegui."
James Franco, 32 anos, é conhecido principalmente por seus papéis dramáticos em filmes como "127 Horas", pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar este ano, mas também já atuou em filmes que tratam de maconha, como "Segurando as Pontas".
Franco, que apresentou a cerimônia de entrega dos prêmios mais importantes do cinema mundial em fevereiro, ao lado da atriz Anne Hathaway, disse ao apresentador David Letterman que refletiu sobre as críticas negativas e as especulações de que teria estado sob o efeito de maconha e que pensava saber a razão disso.
"Adoro Anne Hathaway, mas ela é tão cheia de energia. Acho que até o Diabo da Tasmânia pareceria chapado se estivesse ao lado de Anne Hathaway. Ela tem muita energia", disse Franco no programa "Late Show with David Letterman". Letterman concordou que Hathaway é "muito animada, muito efervescente", segundo uma transcrição divulgada pelo programa.
Franco respondeu: "Ainda não assisti à fita do Oscar. Acho que talvez estivesse com a energia baixa. Honestamente, eu disse minhas falas do melhor jeito que consegui."
James Franco, 32 anos, é conhecido principalmente por seus papéis dramáticos em filmes como "127 Horas", pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar este ano, mas também já atuou em filmes que tratam de maconha, como "Segurando as Pontas".
02/04/11 - James Franco atribui desempenho ruim no Oscar à falta de energia
LOS ANGELES, EUA - Críticos desancaram James Franco por um trabalho fraco como co-apresentador da cerimônia do Oscar, com alguns dizendo que ele aparentava estar chapado sobre o palco. Mas na quinta-feira o ator disse que a razão de seu desempenho foi falta de energia, e não drogas.
Franco, que apresentou a cerimônia de entrega dos prêmios mais importantes do cinema mundial em fevereiro, ao lado da atriz Anne Hathaway, disse ao apresentador David Letterman que refletiu sobre as críticas negativas e as especulações de que teria estado sob o efeito de maconha e que pensava saber a razão disso.
"Adoro Anne Hathaway, mas ela é tão cheia de energia. Acho que até o Diabo da Tasmânia pareceria chapado se estivesse ao lado de Anne Hathaway. Ela tem muita energia", disse Franco no programa "Late Show with David Letterman". Letterman concordou que Hathaway é "muito animada, muito efervescente", segundo uma transcrição divulgada pelo programa.
Franco respondeu: "Ainda não assisti à fita do Oscar. Acho que talvez estivesse com a energia baixa. Honestamente, eu disse minhas falas do melhor jeito que consegui."
James Franco, 32 anos, é conhecido principalmente por seus papéis dramáticos em filmes como "127 Horas", pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar este ano, mas também já atuou em filmes que tratam de maconha, como "Segurando as Pontas".
Franco, que apresentou a cerimônia de entrega dos prêmios mais importantes do cinema mundial em fevereiro, ao lado da atriz Anne Hathaway, disse ao apresentador David Letterman que refletiu sobre as críticas negativas e as especulações de que teria estado sob o efeito de maconha e que pensava saber a razão disso.
"Adoro Anne Hathaway, mas ela é tão cheia de energia. Acho que até o Diabo da Tasmânia pareceria chapado se estivesse ao lado de Anne Hathaway. Ela tem muita energia", disse Franco no programa "Late Show with David Letterman". Letterman concordou que Hathaway é "muito animada, muito efervescente", segundo uma transcrição divulgada pelo programa.
Franco respondeu: "Ainda não assisti à fita do Oscar. Acho que talvez estivesse com a energia baixa. Honestamente, eu disse minhas falas do melhor jeito que consegui."
James Franco, 32 anos, é conhecido principalmente por seus papéis dramáticos em filmes como "127 Horas", pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar este ano, mas também já atuou em filmes que tratam de maconha, como "Segurando as Pontas".
02/04/11 - Steve Carell pode passar fim do mundo ao lado de Keira Knightley
O novo longa de Steve Carell (Uma Noite Fora de Série) mostrará o mundo chegando a seu fim e o ator começou a busca por uma companhia para este fatídico acontecimento. Segundo o Deadline, o ator irá protagonizar Seeking A Friend For The End of The World, filme que busca agora uma atriz para um dos papeis principais. De acordo com o site norte-americano, o ator manifestou interesse em que Keira Knightley (A Duquesa) assumisse a personagem.
A trama se passa numa época em que a humanidade convive com o fato de que um asteroide irá destruir o mundo. No desespero, a mulher do personagem de Carell acaba o abandonando.
Então, ele parte, acompanhado de sua vizinha (Knightley), em uma viagem para encontrar sua ex-namorada do colégio, que manifestou desejo em ficar com ele. A aventura acaba despertando um inesperado amor entre o personagem e sua companheira de viagem.
Apesar do filme tratar de um assunto sério e tenso como o fim do mundo, o Deadline afirma que o longa terá “um tom cômico e romântico”.
Seeking A Friend For The End of The World será escrito e dirigido por Lorene Scafaria (roteirista de Nick & Norah - Uma Noite de Música) e ainda não tem previsão de lançamento.
•Veja entrevistas exclusivas com elenco de Agente 86, filme protagonizado por Steve Carrell
•Colin Farrell quer trabalhar de novo com Keira Knightley
•Keira Knightley dublará Sininho em novo Peter Pan
A trama se passa numa época em que a humanidade convive com o fato de que um asteroide irá destruir o mundo. No desespero, a mulher do personagem de Carell acaba o abandonando.
Então, ele parte, acompanhado de sua vizinha (Knightley), em uma viagem para encontrar sua ex-namorada do colégio, que manifestou desejo em ficar com ele. A aventura acaba despertando um inesperado amor entre o personagem e sua companheira de viagem.
Apesar do filme tratar de um assunto sério e tenso como o fim do mundo, o Deadline afirma que o longa terá “um tom cômico e romântico”.
Seeking A Friend For The End of The World será escrito e dirigido por Lorene Scafaria (roteirista de Nick & Norah - Uma Noite de Música) e ainda não tem previsão de lançamento.
•Veja entrevistas exclusivas com elenco de Agente 86, filme protagonizado por Steve Carrell
•Colin Farrell quer trabalhar de novo com Keira Knightley
•Keira Knightley dublará Sininho em novo Peter Pan
31/03/11 - As Mães de Chico Xavier resume filmes sobre o médium
"As Mães de Chico Xavier", que chega aos cinemas de todo o Brasil, marca o encerramento do ano de centenário do nascimento do médium.
Esse longa, de certa maneira, faz uma síntese dos três filmes relacionados com Chico Xavier lançados nos últimos meses: "Chico Xavier", a biografia assinada por Daniel Filho; "Nosso Lar", adaptação do livro homônimo; e "As Cartas Psicografadas de Chico Xavier", documentário sobre comunicação entre vivos e mortos.
Ao centro de "As Mães de Chico Xavier" estão três mulheres com dilemas que envolvem a vida e o além. Ruth (Via Negromonte, de "Chico Xavier") é casada com Mário (Herson Capri), produtor de televisão, cujo filho, Raul (Daniel Dias) está envolvido com drogas. O casamento de Elisa (Vanessa Gerbelli, de "Sem Controle") está em crise, e ela deposita toda sua esperança no filho pequeno (Gabriel Pontes). E Lara (Tainá Muller, de "Cão sem Dono") descobre-se grávida de seu namorado (Gustavo Falcão), que ganhou uma bolsa de estudos na Espanha. Ela cogita fazer um aborto.
Como na estrutura dos filmes do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu ("21 Gramas"), as três histórias correm em paralelo até convergirem na figura do médium que, novamente, é interpretado por Nelson Xavier.
O roteiro, assinado por Emmanuel Nogueira e Glauber Filho, que também dirige o longa com Halder Gomes, é baseado no livro "Por trás do Véu de Ísis", do jornalista Marcel Souto Maior. Caio Blat interpreta Karl, um repórter de televisão que é uma espécie de alterego de Souto Maior. Trabalhando com Mário, o rapaz é incumbido de entrevistar Chico Xavier, e comprovar a veracidade das cartas.
A entrevista virá em boa hora para juntar as três histórias. Há poucas dúvidas no personagem de Blat, que aceita as mensagens como verídicas e se impressiona com o médium.
O elo entre as três tramas, mais do que o médium e a comunicação pós-morte, é a temática da maternidade. Ruth acha que falhou ao criar seu filho. Artista plástica, tenta superar suas frustrações pintando quadros. Elisa se transforma em mãe em tempo integral. Negligenciada pelo marido (Joelson Medeiros), ela encontra no filho a única razão para passar os seus dias. Já Lara tem dúvidas se nasceu para ser mãe. Esse questionamento, aliás, rende a única boa cena do filme, envolvendo as duas personagens, já perto do final.
"As Mães de Chico Xavier" é um filme de mensagens, uma espécie de propaganda nada sutil de doutrinas e julgamentos morais, como demonstra um letreiro final, que avisa: "Esse filme é dedicado às vítimas do aborto provocado".
Esse longa, de certa maneira, faz uma síntese dos três filmes relacionados com Chico Xavier lançados nos últimos meses: "Chico Xavier", a biografia assinada por Daniel Filho; "Nosso Lar", adaptação do livro homônimo; e "As Cartas Psicografadas de Chico Xavier", documentário sobre comunicação entre vivos e mortos.
Ao centro de "As Mães de Chico Xavier" estão três mulheres com dilemas que envolvem a vida e o além. Ruth (Via Negromonte, de "Chico Xavier") é casada com Mário (Herson Capri), produtor de televisão, cujo filho, Raul (Daniel Dias) está envolvido com drogas. O casamento de Elisa (Vanessa Gerbelli, de "Sem Controle") está em crise, e ela deposita toda sua esperança no filho pequeno (Gabriel Pontes). E Lara (Tainá Muller, de "Cão sem Dono") descobre-se grávida de seu namorado (Gustavo Falcão), que ganhou uma bolsa de estudos na Espanha. Ela cogita fazer um aborto.
Como na estrutura dos filmes do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu ("21 Gramas"), as três histórias correm em paralelo até convergirem na figura do médium que, novamente, é interpretado por Nelson Xavier.
O roteiro, assinado por Emmanuel Nogueira e Glauber Filho, que também dirige o longa com Halder Gomes, é baseado no livro "Por trás do Véu de Ísis", do jornalista Marcel Souto Maior. Caio Blat interpreta Karl, um repórter de televisão que é uma espécie de alterego de Souto Maior. Trabalhando com Mário, o rapaz é incumbido de entrevistar Chico Xavier, e comprovar a veracidade das cartas.
A entrevista virá em boa hora para juntar as três histórias. Há poucas dúvidas no personagem de Blat, que aceita as mensagens como verídicas e se impressiona com o médium.
O elo entre as três tramas, mais do que o médium e a comunicação pós-morte, é a temática da maternidade. Ruth acha que falhou ao criar seu filho. Artista plástica, tenta superar suas frustrações pintando quadros. Elisa se transforma em mãe em tempo integral. Negligenciada pelo marido (Joelson Medeiros), ela encontra no filho a única razão para passar os seus dias. Já Lara tem dúvidas se nasceu para ser mãe. Esse questionamento, aliás, rende a única boa cena do filme, envolvendo as duas personagens, já perto do final.
"As Mães de Chico Xavier" é um filme de mensagens, uma espécie de propaganda nada sutil de doutrinas e julgamentos morais, como demonstra um letreiro final, que avisa: "Esse filme é dedicado às vítimas do aborto provocado".
31/03/11 - Fúria sobre Rodas traz Cage contra força sobrenatural
O ditado "o diabo não é tão feio quanto se pinta" parece ter sido criado por um espectador do filme "Fúria Sobre Rodas", o novo equívoco cometido por Nicolas Cage, que circula em cópias convencionais e 3D a partir de sexta-feira.
O ator empresta seu carisma e prestígio para dar vida a um projeto do diretor Patrick Lussier. E novamente a história tem lances sobrenaturais, como em "Caça às Bruxas", o filme anterior de Cage.
Não é preciso nem estar muito atento à tela para perceber de imediato que o anjo das trevas está envolvido na trama e poderá até dar uma mãozinha ao protagonista que luta, justamente, contra uma seita satânica.
O filme começa com uma cena violenta de ação, com um grupo de gente mal-encarada sendo perseguido por Nicolas Cage, no papel de John Milton (não por acaso o nome do poeta inglês do século 17, autor do clássico "O Paraíso Perdido"). Esse primeiro combate é vencido com muita destruição, membros decepados, explosões e incêndios por Milton, que quer arrancar das vítimas o paradeiro de uma criança sequestrada, em poder de membros de uma seita misteriosa, que pretende sacrificar o bebê para trazer o reinado de satã à Terra.
Ao contrário do poeta, o Milton encarnado por Cage é um homem de pouquíssimas palavras e nenhuma rima. Um pouco mais desse mistério será conhecido com a entrada em cena de Piper (Amber Heard), uma garçonete que vê sua vida virar de pernas para o ar no momento em que concordou em dar carona a Milton, sem saber o risco que passaria a correr.
Ao mesmo tempo em que busca encontrar os raptores do bebê, Milton também é perseguido por membros da seita, que o julgavam morto num confronto anterior. Ele está bem vivo, como comprova o estrago que faz com sua artilharia pesada.
Mas há algo de estranho em suas ações, em seu comportamento. O clima começa a ganhar contornos sobrenaturais com a chegada de outro personagem, que se apresenta como Contador (William Fichtner), que também está no encalço de Milton, mas por outros motivos. É a presença enigmática do Contador que alimenta o pouco de mistério necessário para que a plateia permaneça bravamente em suas cadeiras a partir da metade final do filme.
A parceira feminina não acrescenta muito à história, a não ser para comprovar o velho clichê da mocinha que deve ficar longe da confusão, mas acaba se deixando capturar e obrigando o mocinho a soltar suas armas para que ela não seja morta. Era assim no velho Oeste e continua assim nos roteiros tão pouco imaginativos de Hollywood hoje. O filme foi um estrondoso fracasso de bilheteria nos Estados Unidos e, por conta disso, talvez não ganhe uma sequência, como a cena final parece indicar.
O ator empresta seu carisma e prestígio para dar vida a um projeto do diretor Patrick Lussier. E novamente a história tem lances sobrenaturais, como em "Caça às Bruxas", o filme anterior de Cage.
Não é preciso nem estar muito atento à tela para perceber de imediato que o anjo das trevas está envolvido na trama e poderá até dar uma mãozinha ao protagonista que luta, justamente, contra uma seita satânica.
O filme começa com uma cena violenta de ação, com um grupo de gente mal-encarada sendo perseguido por Nicolas Cage, no papel de John Milton (não por acaso o nome do poeta inglês do século 17, autor do clássico "O Paraíso Perdido"). Esse primeiro combate é vencido com muita destruição, membros decepados, explosões e incêndios por Milton, que quer arrancar das vítimas o paradeiro de uma criança sequestrada, em poder de membros de uma seita misteriosa, que pretende sacrificar o bebê para trazer o reinado de satã à Terra.
Ao contrário do poeta, o Milton encarnado por Cage é um homem de pouquíssimas palavras e nenhuma rima. Um pouco mais desse mistério será conhecido com a entrada em cena de Piper (Amber Heard), uma garçonete que vê sua vida virar de pernas para o ar no momento em que concordou em dar carona a Milton, sem saber o risco que passaria a correr.
Ao mesmo tempo em que busca encontrar os raptores do bebê, Milton também é perseguido por membros da seita, que o julgavam morto num confronto anterior. Ele está bem vivo, como comprova o estrago que faz com sua artilharia pesada.
Mas há algo de estranho em suas ações, em seu comportamento. O clima começa a ganhar contornos sobrenaturais com a chegada de outro personagem, que se apresenta como Contador (William Fichtner), que também está no encalço de Milton, mas por outros motivos. É a presença enigmática do Contador que alimenta o pouco de mistério necessário para que a plateia permaneça bravamente em suas cadeiras a partir da metade final do filme.
A parceira feminina não acrescenta muito à história, a não ser para comprovar o velho clichê da mocinha que deve ficar longe da confusão, mas acaba se deixando capturar e obrigando o mocinho a soltar suas armas para que ela não seja morta. Era assim no velho Oeste e continua assim nos roteiros tão pouco imaginativos de Hollywood hoje. O filme foi um estrondoso fracasso de bilheteria nos Estados Unidos e, por conta disso, talvez não ganhe uma sequência, como a cena final parece indicar.
31/03/11 - Ashton Kutcher será versão mais velha de Justin Bieber em novo filme
31/03/2011 12h05 • Redação
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Enviar por e-mailNome: E-mail: Comentário: Descrição do Erro Justin Bieber
Justin Bieber vai voltar aos cinemas, desta vez em uma obra de ficção. Segundo o site 24 Frames, ele vai fazer um filme com Ashton Kutcher e, o mais bizarro, ambos serão o mesmo personagem.
Isso deve acontecer porque em What Would Kenny Do? Bieber será um adolescente que encontra um holograma que garante ser sua versão adulta e que o ajuda a resolver seus problemas na escola e as questões típicas da idade. Mas o roteiro prevê ainda que a versão adulta fará uma viagem no tempo e vai encontrar sua versão mais jovem.
O texto foi escrito por Chris Baldi, mas como tinha um conteúdo considerado X-Rated, foi adaptado por Scott Neustadter (500 Dias Com Ela) para se adequar ao público de Bieber.
Ainda não há um diretor definido, mas a produção do filme, realizado pela Sony, estará a cargos das produtoras Katalyst Entertainment, de Ashton Kutcher, e Overbrook Entertainment, de Will Smith. Ainda não há previsão de lançamento.
PARA VER FOTOS DE JUSTIN BIEBER EM SEU PRIMEIRO FILME, NEVER SAY NEVER, CLIQUE AQUI
PARA VER FOTOS DE JUSTIN BIEBER EM C.S.I. – CRIME SCENE INVESTIGATION, CLIQUE AQUI
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Isso deve acontecer porque em What Would Kenny Do? Bieber será um adolescente que encontra um holograma que garante ser sua versão adulta e que o ajuda a resolver seus problemas na escola e as questões típicas da idade. Mas o roteiro prevê ainda que a versão adulta fará uma viagem no tempo e vai encontrar sua versão mais jovem.
O texto foi escrito por Chris Baldi, mas como tinha um conteúdo considerado X-Rated, foi adaptado por Scott Neustadter (500 Dias Com Ela) para se adequar ao público de Bieber.
Ainda não há um diretor definido, mas a produção do filme, realizado pela Sony, estará a cargos das produtoras Katalyst Entertainment, de Ashton Kutcher, e Overbrook Entertainment, de Will Smith. Ainda não há previsão de lançamento.
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29/03/11 - Helen Mirren imortaliza mãos, pés e pulseira na Calçada da Fama de Hollywood
LOS ANGELES, EUA - A atriz britânica Helen Mirren foi homenageada nesta segunda-feira na Calçada da Fama, em Hollywood, onde imortalizou a marca de suas mãos e pés no cimento, em um ato no qual esteve acompanhada por sua família e pelo ator Russell Brand.
A atriz gravou sua assinatura e a forma de suas mãos e de seus pés na entrada do Teatro Chinês, assim como já fizeram estrelas do cinema como Marilyn Monroe, Sophia Loren, Natalie Wood e Rita Hayworth.
"Houve três momentos realmente de triunfo na minha vida: o primeiro foi ser nomeada Dama do Império Britânico, o segundo foi ganhar um Oscar, mas o terceiro é ter minhas mãos e meus pés diante do Teatro Chinês. Agora estou orgulhosa de dizer que sou uma das muitas damas de Hollywood Boulevard", afirmou a atriz em seu discurso.
O ator Russell Brand, protagonista do novo filme de Mirren, "Arthur", foi o encarregado de apresentar a atriz que levou para casa a estatueta pela produção "A Rainha" (2006).
A britânica, de 65 anos, compareceu à cerimônia acompanhada de vários familiares, entre eles seu marido, o diretor Taylor Hackford ("Ray", 2004).
"Nunca em minha vida pensei que isto aconteceria comigo. Estive vivendo e trabalhando aqui por bastante tempo e nunca me vi como uma estrela do cinema. Ver-me honrada desta forma, junto a estes ícones incríveis do cinema americano, é fantástico", comentou Mirren em declarações à Agência Efe.
Curiosamente, a pulseira que a atriz usava caiu sobre o cimento fresco e sua marca, em vez de ser eliminada, foi deixada para a posteridade.
"Vim aqui há 30 anos e vi estas assinaturas pela primeira vez. Em 30, 60 ou 100 anos, as pessoas seguirão vindo aqui e pensarão sobre a história de Hollywood. Agora eu sou parte de isso", disse Mirren.
A atriz gravou sua assinatura e a forma de suas mãos e de seus pés na entrada do Teatro Chinês, assim como já fizeram estrelas do cinema como Marilyn Monroe, Sophia Loren, Natalie Wood e Rita Hayworth.
"Houve três momentos realmente de triunfo na minha vida: o primeiro foi ser nomeada Dama do Império Britânico, o segundo foi ganhar um Oscar, mas o terceiro é ter minhas mãos e meus pés diante do Teatro Chinês. Agora estou orgulhosa de dizer que sou uma das muitas damas de Hollywood Boulevard", afirmou a atriz em seu discurso.
O ator Russell Brand, protagonista do novo filme de Mirren, "Arthur", foi o encarregado de apresentar a atriz que levou para casa a estatueta pela produção "A Rainha" (2006).
A britânica, de 65 anos, compareceu à cerimônia acompanhada de vários familiares, entre eles seu marido, o diretor Taylor Hackford ("Ray", 2004).
"Nunca em minha vida pensei que isto aconteceria comigo. Estive vivendo e trabalhando aqui por bastante tempo e nunca me vi como uma estrela do cinema. Ver-me honrada desta forma, junto a estes ícones incríveis do cinema americano, é fantástico", comentou Mirren em declarações à Agência Efe.
Curiosamente, a pulseira que a atriz usava caiu sobre o cimento fresco e sua marca, em vez de ser eliminada, foi deixada para a posteridade.
"Vim aqui há 30 anos e vi estas assinaturas pela primeira vez. Em 30, 60 ou 100 anos, as pessoas seguirão vindo aqui e pensarão sobre a história de Hollywood. Agora eu sou parte de isso", disse Mirren.
29/03/11 - Não conseguia parar de ler, diz Jake Gyllenhaal sobre o roteiro de Contra o Tempo
Como tantos outros projetos, tudo começou com um pitch: depois de seis anos nas trincheiras do "filme-direto-para-DVD", escrevendo duas continuações para o ficção-científica de terror "Species- A Experiência", o roteirista Ben Ripley ousou oferecer ao experiente produtor Mark Gordon ("O Resgate do Soldado Ryan", "O Mensageiro", "O Dia Depois de Amanhã", "Velocidade Máxima" e dezenas de séries de TV) um argumento.
"E se viajar no tempo fosse possível, hoje, mas apenas por alguns minutos?", Gordon recorda. "Achei a ideia absolutamente fascinante. Não porque fosse viagem no tempo - isso já vimos antes. Mas porque abordava o que parece lógico: que já temos a teoria necessária para fazer isso e que, quando de fato acontecer, provavelmente não seremos capazes de nos movermos por longos períodos de tempo, mas por alguns minutos. E com certeza as forças armadas e de inteligência estariam envolvidas no processo".
Juntos, Gordon e Ripley trabalharam no roteiro do que viria a ser "Contra o Tempo" (estreia em 1º de abril nos EUA e em 13 de maio no Brasil), e um nome imediatamente ocorreu ao produtor como candidato ideal para viver o protagonista, um capitão do exército norte-americano envolvido num programa secreto de manipulação do tempo: Jake Gyllenhaal, com quem Gordon trabalhara em "O Dia Depois de Amanhã". "Fiquei imediatamente impressionado, não conseguia parar de ler", Gyllenhaal conta. "Nas primeiras 10 páginas eu não tinha a menor ideia do que estava acontecendo".
O que está acontecendo, como os espectadores descobrirão, é uma tentativa de capturar um terrorista através de viagem no tempo: a consciência do capitão vivido por Gyllenhaal sendo transferida para o corpo do passageiro de um trem a caminho de Chicago, oito minutos antes da explosão da bomba que matou todos a bordo. Sua missão: identificar o responsável e descobrir seu modo de ação a tempo de impedir um segundo ataque.
"E se viajar no tempo fosse possível, hoje, mas apenas por alguns minutos?", Gordon recorda. "Achei a ideia absolutamente fascinante. Não porque fosse viagem no tempo - isso já vimos antes. Mas porque abordava o que parece lógico: que já temos a teoria necessária para fazer isso e que, quando de fato acontecer, provavelmente não seremos capazes de nos movermos por longos períodos de tempo, mas por alguns minutos. E com certeza as forças armadas e de inteligência estariam envolvidas no processo".
Juntos, Gordon e Ripley trabalharam no roteiro do que viria a ser "Contra o Tempo" (estreia em 1º de abril nos EUA e em 13 de maio no Brasil), e um nome imediatamente ocorreu ao produtor como candidato ideal para viver o protagonista, um capitão do exército norte-americano envolvido num programa secreto de manipulação do tempo: Jake Gyllenhaal, com quem Gordon trabalhara em "O Dia Depois de Amanhã". "Fiquei imediatamente impressionado, não conseguia parar de ler", Gyllenhaal conta. "Nas primeiras 10 páginas eu não tinha a menor ideia do que estava acontecendo".
O que está acontecendo, como os espectadores descobrirão, é uma tentativa de capturar um terrorista através de viagem no tempo: a consciência do capitão vivido por Gyllenhaal sendo transferida para o corpo do passageiro de um trem a caminho de Chicago, oito minutos antes da explosão da bomba que matou todos a bordo. Sua missão: identificar o responsável e descobrir seu modo de ação a tempo de impedir um segundo ataque.
29/03/11 - Ator Moritz Bleibtreu colocou um ponto final em 360 como se me desse um presente, diz Fernando Meirelles
Em entrevista concedida em fevereiro deste ano, Fernando Meirelles mencionou a importância dos atores para um trabalho como "360", seu novo filme. "É um filme para atores e eu adoro vê-los e fazê-los trabalhar. Quando há papéis onde os personagens estão cercados por ação ou dentro de uma trama cabulosa, é mais fácil enganar. Neste caso, um filme sobre pequenas nuances dos nossos sentimentos, acho que dependo muito mais de performances brilhantes”, disse na ocasião.
Pouco tempo depois, Meirelles reforça seu interesse por interpretação em texto escrito em Londres, durante as filmagens de "360", publicado com exclusividade por UOL Cinema. Nele, o diretor comenta como foi trabalhar com o alemão Moritz Bleibtreu, ator pouco conhecido no Brasil, que trabalhou em filmes como "Corra, Lola, Corra" (1998) e "Munique" (2005). Ao descrever a forma de atuar de Bleibtreu, Meirelles destaca as sutilezas com as quais o diretor se depara durante filmagens, sobretudo quando se tem um elenco internacional, como acontece em "360", que mistura atores ingleses (Rachel Weisz e Jude Law), brasileiros (Maria Flor e Juliano Cazarré), além de um galês (Anthony Hopkins), um francês (Jamel Debouzze) e, claro, o alemão. Na situação mencionada - justamente durante a cena final da produção - o resultado foi feliz e serviu como "um presente" ao diretor. Leia o texto abaixo, escrito em 26 de março, na íntegra.
"Dirigir este filme não será muito diferente de dirigir um táxi, já percebi. A cada dia embarca um novo passageiro com um destino diferente.
Segunda-feira foi a vez do ator alemão Moritz Bleibtreu entrar no barco. Fui encontrá-lo em seu hotel depois do nosso primeiro dia de filmagem. Conexão instantânea. Em 10 segundos estávamos falando do seu personagem e sobre atuação. Tenho enorme interesse em saber qual estrada cada ator pega para entregar sua encomenda. Gosto do assunto não só para saber como tocá-los, mas também pelo prazer de observar quão maleável e flexível pode ser a mente humana.
Caminhos absolutamente opostos podem levar a um mesmo lugar. Apesar de ter um passado selvagem, Moritz é alemão e tem método, mas não o Method - este ele desconsidera. Seu caminho é outro: primeiro procura ter cada palavra dos seus diálogos completamente decorada a ponto de não precisar pensar nelas na hora em que a câmera estiver rodando. No set gasta um tempo prestando atenção e estudando cada movimento que fará, garantindo ao montador a possibilidade de cortá-lo em qualquer sílaba sem risco de ter um garfo ainda na boca ou uma virada de cabeça que não estará no take seguinte. Como uma máquina bem regulada, com tudo que ele precisa dizer ou fazer no piloto automático, ele pode esquecer sua própria atuação, prestar atenção no que o ator com quem está contracenando está dizendo e, assim, viver a experiência que está escrita no roteiro. De fato, nós não pensamos em nossas expressões, intonação ou sentimentos ao falar e interagir. É esse desprendimento que ele busca ao tentar automatizar e assim poder esquecer o que tem que fazer.
Pouco tempo depois, Meirelles reforça seu interesse por interpretação em texto escrito em Londres, durante as filmagens de "360", publicado com exclusividade por UOL Cinema. Nele, o diretor comenta como foi trabalhar com o alemão Moritz Bleibtreu, ator pouco conhecido no Brasil, que trabalhou em filmes como "Corra, Lola, Corra" (1998) e "Munique" (2005). Ao descrever a forma de atuar de Bleibtreu, Meirelles destaca as sutilezas com as quais o diretor se depara durante filmagens, sobretudo quando se tem um elenco internacional, como acontece em "360", que mistura atores ingleses (Rachel Weisz e Jude Law), brasileiros (Maria Flor e Juliano Cazarré), além de um galês (Anthony Hopkins), um francês (Jamel Debouzze) e, claro, o alemão. Na situação mencionada - justamente durante a cena final da produção - o resultado foi feliz e serviu como "um presente" ao diretor. Leia o texto abaixo, escrito em 26 de março, na íntegra.
"Dirigir este filme não será muito diferente de dirigir um táxi, já percebi. A cada dia embarca um novo passageiro com um destino diferente.
Segunda-feira foi a vez do ator alemão Moritz Bleibtreu entrar no barco. Fui encontrá-lo em seu hotel depois do nosso primeiro dia de filmagem. Conexão instantânea. Em 10 segundos estávamos falando do seu personagem e sobre atuação. Tenho enorme interesse em saber qual estrada cada ator pega para entregar sua encomenda. Gosto do assunto não só para saber como tocá-los, mas também pelo prazer de observar quão maleável e flexível pode ser a mente humana.
Caminhos absolutamente opostos podem levar a um mesmo lugar. Apesar de ter um passado selvagem, Moritz é alemão e tem método, mas não o Method - este ele desconsidera. Seu caminho é outro: primeiro procura ter cada palavra dos seus diálogos completamente decorada a ponto de não precisar pensar nelas na hora em que a câmera estiver rodando. No set gasta um tempo prestando atenção e estudando cada movimento que fará, garantindo ao montador a possibilidade de cortá-lo em qualquer sílaba sem risco de ter um garfo ainda na boca ou uma virada de cabeça que não estará no take seguinte. Como uma máquina bem regulada, com tudo que ele precisa dizer ou fazer no piloto automático, ele pode esquecer sua própria atuação, prestar atenção no que o ator com quem está contracenando está dizendo e, assim, viver a experiência que está escrita no roteiro. De fato, nós não pensamos em nossas expressões, intonação ou sentimentos ao falar e interagir. É esse desprendimento que ele busca ao tentar automatizar e assim poder esquecer o que tem que fazer.
21/03/11 - Justin Bieber ultrapassa Michael Jacksons This is It em bilheteria nos EUA
Mostrando os bastidores do que seria a última turnê de Michael Jackson, This Is It possuía o recorde de documentário musical na bilheteria norte-americana. Agora, de acordo com o Hollywood Reporter, os valores alcançados pelo longa foram superados por Justin Bieber: Never Say Never, documentário que aborda a sensação teen canadense.
Bieber conseguiu esta marca no último domingo (20/3), quando seu filme arrecadou a quantia total de US$ 72,2 milhões de dólares nos cinemas dos Estados Unidos, superando o recorde de US$ 72,1 milhões do documentário sobre o rei do pop.
Internacionalmente, os números são diferentes. This Is It ainda é líder, com um expressivo valor de US$ 189,1 milhões arrecadados ao redor do mundo, contra US$ 10,8 milhões do jovem cantor.
De acordo com os executivos da Paramount, o valor máximo que Justin Bieber: Never Say Never deve conseguir é de US$ 20 milhões internacionalmente, um número interessante para este tipo de produção, levando em conta o fato de que outros documentários de artistas como Hannah Montana e Jonas Brothers não arrecadaram mais que US$ 6 milhões nas bilheterias mundiais.
•DVD de Michael Jacksons This is It está cheio de extras
•Galeria de fotos: veja 20 imagens do filme do Rei do Pop
•Canções de Michael Jackson foram muito usadas no cinema
•Diretor de Justin Bieber assume comando de G.I. Joe 2
•Nos EUA, filme de Justin Bieber terá 40 minutos de novas imagens
•Justin Bieber aparece em coletiva de Johnny Depp
•Sem Grammy e em segundo lugar nas telas. Será que Bieber está perdendo fôlego?
Bieber conseguiu esta marca no último domingo (20/3), quando seu filme arrecadou a quantia total de US$ 72,2 milhões de dólares nos cinemas dos Estados Unidos, superando o recorde de US$ 72,1 milhões do documentário sobre o rei do pop.
Internacionalmente, os números são diferentes. This Is It ainda é líder, com um expressivo valor de US$ 189,1 milhões arrecadados ao redor do mundo, contra US$ 10,8 milhões do jovem cantor.
De acordo com os executivos da Paramount, o valor máximo que Justin Bieber: Never Say Never deve conseguir é de US$ 20 milhões internacionalmente, um número interessante para este tipo de produção, levando em conta o fato de que outros documentários de artistas como Hannah Montana e Jonas Brothers não arrecadaram mais que US$ 6 milhões nas bilheterias mundiais.
•DVD de Michael Jacksons This is It está cheio de extras
•Galeria de fotos: veja 20 imagens do filme do Rei do Pop
•Canções de Michael Jackson foram muito usadas no cinema
•Diretor de Justin Bieber assume comando de G.I. Joe 2
•Nos EUA, filme de Justin Bieber terá 40 minutos de novas imagens
•Justin Bieber aparece em coletiva de Johnny Depp
•Sem Grammy e em segundo lugar nas telas. Será que Bieber está perdendo fôlego?
21/03/11 - Rango, Paul: os novos meta-heróis da tela
Um dos efeitos colaterais da longa vida do cinema é sua capacidade para gerar seu meta – não apenas filmes sobre fazer filmes ( Cantando na Chuva, Oito e meio, Noite Americana, Um Realizador em Apuros, entre muitos outros), as filmes sobre a narrativa cinematigráfica e seu mais de um século criando iconografia em nossas mentes.
É interessante ver, esta semana, dois filmes assim batalhando pela bilheteria, aqui nos EUA : Rango, que está em cartaz também no Brasil, e Paul, que estreou aqui neste final de semana (em breve teremos mais um, Sucker Punch mas…. Oops, não posso dizer nada, embargo até sexta feira).
São criaturas diferentes, esses dois, mas ligados pelo umbigo à mesma nave-mãe: o cinema, criador de narrativas nos nossos sonhos. Rango, que mencionei aqui no outro post, é um longo e delicioso bilhete de amor ao western em suas diferentes versões e vertentes.
O western é, possivelmente, o mais moral de todos os gêneros cinematográficos : é sobre bem e mal em estado puro, na ausência de distrações de uma paisagem intocada, na qual os anteparos da civilização ainda não foram estabelecidos. Sozinhos (e livres) num ambiente sem os recursos da lei e dos acordos sociais, homens e mulheres precisam recorrer unicamente a suas próprias bússolas morais para definir seu comportamento e estabelecer suas escolhas. “Bem” e “mal” tornam-se simples e claras forquilhas na estrada, sem as ambiguidades da civilização.
Rango adiciona mais uma camada de simplificação ao seu meta-comentário transformando seus personagens em bichos – os animais do deserto, saindo do pano de fundo de tantos dramas humanos e ganhando sua própria voz. Como Ésopo, La Fontaine e Monteiro Lobato sempre souberam, bichos são a redução mais eficiente para compreendermos a nós mesmos – e é isso que Gore Verbinski faz, com grande sensibilidade, cuidado e humor, usando cada pedaço da alegoria do western: o xerife relutante e o duelo na rua principal de Matar ou Morrer, as imensas paisagens da filmografia de John Ford, o herói sem nome (duas vezes – o próprio Rango, camaleão sem nenhum caráter como Macunaíma, não tem nome enquanto é bicho de estimação) do cinema de Sergio Leone, o bando de renegados e a câmera lenta de Sam Peckinpah. É lindo e delicioso de se ver, e peço a todo mundo que não amou Rango de cara que considere uma segunda oportunidade.
Paul é uma criatura ligeiramente diferente. Apesar de ter sido dirigido por Greg Mottola (Superbad, Adventureland), ele é obra da dupla Simon Pegg/Nick Frost, que escrveu o roteiro, interpreta os papéis principais e, assim,completa sua trilogia de revisões do cinema: terror com Shaun of th Dead, policial com Hot Fuzz e, agora, com Paul, sci-fi.
Há uma camada dupla de revisão no olhar de Pegg-Frost: ingleses, ambos, eles olham não apenas para o cinema, mas especificamente para o cinema de massa produzido nos EUA. São esses clichês, esses códigos, essas invenções que a dupla gosta de subverter – e subvertendo, homenagear.
Em Paul, Pegg-Frost acrescentam mais um elemento: eles agora estão nos EUA, seus personagens em peregrinação nerd da Comic Con em San Diego à Area 51 de Nevada a bordo do que imagem ser a quintessencia do sonho americano on the road- um trailer gigantesco abarrotado de junk food. Em pouco tempo o verdadeiro ET que encontram no caminho (dublado à perfeição por Seth Rogen) se torna menos alienígeno que os nativos da América, seus estranhos hábitos alimentares, costumes peculiares e bizarras crenças. Ver a “exotização” da cultura norte-americana, tão propensa a transformar em “exótico” o que está além de suas fronteiras, é um dos muitos prazeres de Paul.
Os demais são contar quantas referências ao cinema de fantasia Pegg e Frost conseguiram empilhar nos compactos 104 minutos do filme, de Steven Spielberg a James Cameron, Contatos Imediatos a Guerra nas Estrelas, Deliverance e, é claro, ET. Nem todos os momentos são igualmente felizes, e nem todas as participações especiais são tão geniais quanto a de Jane Lynch e Sigourney Weaver, mas esta viagem hilária, mágica e misteriosa totalmente vale a pena.
É interessante ver, esta semana, dois filmes assim batalhando pela bilheteria, aqui nos EUA : Rango, que está em cartaz também no Brasil, e Paul, que estreou aqui neste final de semana (em breve teremos mais um, Sucker Punch mas…. Oops, não posso dizer nada, embargo até sexta feira).
São criaturas diferentes, esses dois, mas ligados pelo umbigo à mesma nave-mãe: o cinema, criador de narrativas nos nossos sonhos. Rango, que mencionei aqui no outro post, é um longo e delicioso bilhete de amor ao western em suas diferentes versões e vertentes.
O western é, possivelmente, o mais moral de todos os gêneros cinematográficos : é sobre bem e mal em estado puro, na ausência de distrações de uma paisagem intocada, na qual os anteparos da civilização ainda não foram estabelecidos. Sozinhos (e livres) num ambiente sem os recursos da lei e dos acordos sociais, homens e mulheres precisam recorrer unicamente a suas próprias bússolas morais para definir seu comportamento e estabelecer suas escolhas. “Bem” e “mal” tornam-se simples e claras forquilhas na estrada, sem as ambiguidades da civilização.
Rango adiciona mais uma camada de simplificação ao seu meta-comentário transformando seus personagens em bichos – os animais do deserto, saindo do pano de fundo de tantos dramas humanos e ganhando sua própria voz. Como Ésopo, La Fontaine e Monteiro Lobato sempre souberam, bichos são a redução mais eficiente para compreendermos a nós mesmos – e é isso que Gore Verbinski faz, com grande sensibilidade, cuidado e humor, usando cada pedaço da alegoria do western: o xerife relutante e o duelo na rua principal de Matar ou Morrer, as imensas paisagens da filmografia de John Ford, o herói sem nome (duas vezes – o próprio Rango, camaleão sem nenhum caráter como Macunaíma, não tem nome enquanto é bicho de estimação) do cinema de Sergio Leone, o bando de renegados e a câmera lenta de Sam Peckinpah. É lindo e delicioso de se ver, e peço a todo mundo que não amou Rango de cara que considere uma segunda oportunidade.
Paul é uma criatura ligeiramente diferente. Apesar de ter sido dirigido por Greg Mottola (Superbad, Adventureland), ele é obra da dupla Simon Pegg/Nick Frost, que escrveu o roteiro, interpreta os papéis principais e, assim,completa sua trilogia de revisões do cinema: terror com Shaun of th Dead, policial com Hot Fuzz e, agora, com Paul, sci-fi.
Há uma camada dupla de revisão no olhar de Pegg-Frost: ingleses, ambos, eles olham não apenas para o cinema, mas especificamente para o cinema de massa produzido nos EUA. São esses clichês, esses códigos, essas invenções que a dupla gosta de subverter – e subvertendo, homenagear.
Em Paul, Pegg-Frost acrescentam mais um elemento: eles agora estão nos EUA, seus personagens em peregrinação nerd da Comic Con em San Diego à Area 51 de Nevada a bordo do que imagem ser a quintessencia do sonho americano on the road- um trailer gigantesco abarrotado de junk food. Em pouco tempo o verdadeiro ET que encontram no caminho (dublado à perfeição por Seth Rogen) se torna menos alienígeno que os nativos da América, seus estranhos hábitos alimentares, costumes peculiares e bizarras crenças. Ver a “exotização” da cultura norte-americana, tão propensa a transformar em “exótico” o que está além de suas fronteiras, é um dos muitos prazeres de Paul.
Os demais são contar quantas referências ao cinema de fantasia Pegg e Frost conseguiram empilhar nos compactos 104 minutos do filme, de Steven Spielberg a James Cameron, Contatos Imediatos a Guerra nas Estrelas, Deliverance e, é claro, ET. Nem todos os momentos são igualmente felizes, e nem todas as participações especiais são tão geniais quanto a de Jane Lynch e Sigourney Weaver, mas esta viagem hilária, mágica e misteriosa totalmente vale a pena.
21/03/11 - Carros 2: Roteirista acusa Pixar de plágio e tenta impedir lançamento
O material de Carros 2 divulgado pela Pixar até agora parece ter agradado muitos fãs, mas um homem na Inglaterra não está nada feliz com o sucesso da franquia. Segundo o Hollywood Reporter, o roteirista britânico Jake Mandeville-Anthony entrou com um processo contra a Pixar, alegando que o roteiro de Carros - e sua sequência - é largamente baseado em trabalho realizado por ele na década de 90.
De acordo com o relato, Mandeville escreveu um projeto intitulado Carros, que consistia em uma primeira versão do roteiro, 46 animações das descrições dos carros, desenhos de dez dos principais veículos, além de um plano de marketing e merchandising. O roteirista apresentou sua obra a Jim Morris, na época executivo da Lucasfilm, em 1993. Segundo Mendeville, Morris se juntou à Pixar em 2005, tornando-se gerente do local, e teria levado seu roteiro junto e o transformado no sucesso que se tornou a agora franquia Carros.
Este caso foi aberto na Inglaterra, mas segue indefinido. Agora, o roteirista levou sua causa à corte norte-americana, pedindo ainda que Carros 2 não seja lançado no país.
Ao fazer o pedido para a corte dos Estados Unidos, Mandeville apontou diversas semelhanças entre seu roteiro e o de Carros. Ambos possuem um personagem chamado Stanley, baseado em um Ford modelo T; um protagonista baseado em na marca Aston Martin; um caminhão quebrado; médicos como figuras de autoridade; veículos italianos e até mesmo ricos carros de negócios que já tiveram seus momentos de glória.
Caso não tenha seu lançamento atrasado, Carros 2 chega ao Brasil no dia 24 de junho de 2011.
•Veja o primeiro clipe do novo curta de Toy Story, que será exibido junto a Carros 2
•Transformers 3 e Carros 2 lançam spots televisivos durante Daytona 500
•Carros famosos do cinema serão leiloados no eBay
•Veja novas imagens e vídeo de Carros 2
De acordo com o relato, Mandeville escreveu um projeto intitulado Carros, que consistia em uma primeira versão do roteiro, 46 animações das descrições dos carros, desenhos de dez dos principais veículos, além de um plano de marketing e merchandising. O roteirista apresentou sua obra a Jim Morris, na época executivo da Lucasfilm, em 1993. Segundo Mendeville, Morris se juntou à Pixar em 2005, tornando-se gerente do local, e teria levado seu roteiro junto e o transformado no sucesso que se tornou a agora franquia Carros.
Este caso foi aberto na Inglaterra, mas segue indefinido. Agora, o roteirista levou sua causa à corte norte-americana, pedindo ainda que Carros 2 não seja lançado no país.
Ao fazer o pedido para a corte dos Estados Unidos, Mandeville apontou diversas semelhanças entre seu roteiro e o de Carros. Ambos possuem um personagem chamado Stanley, baseado em um Ford modelo T; um protagonista baseado em na marca Aston Martin; um caminhão quebrado; médicos como figuras de autoridade; veículos italianos e até mesmo ricos carros de negócios que já tiveram seus momentos de glória.
Caso não tenha seu lançamento atrasado, Carros 2 chega ao Brasil no dia 24 de junho de 2011.
•Veja o primeiro clipe do novo curta de Toy Story, que será exibido junto a Carros 2
•Transformers 3 e Carros 2 lançam spots televisivos durante Daytona 500
•Carros famosos do cinema serão leiloados no eBay
•Veja novas imagens e vídeo de Carros 2
19/03/11 - Kevin Costner será pai adotivo do Super-Homem no novo filme
LOS ANGELES, EUA - O ator Kevin Costner fechou um acordo com a Warner Brothers e a Legendary Pictures para interpretar o pai adotivo do Super-Homem no novo filme do personagem que será dirigido por Zack Snyder ("300"), segundo informou nesta sexta-feira o site do The Hollywood Reporter.
Costner interpretará Jonathan Kent, marido de Martha Kent (Diane Lane), um casal que na história original do super-herói das histórias em quadrinhos encontra o menino galático e o cria como se fosse seu próprio filho.
Em paralelo, o ator Henry Cavill ("The Tudors") fará a nova versão cinematográfica do Super-Homem. O papel de Costner foi interpretado anteriormente por Glenn Ford no primeiro filme do personagem, "Super-Homem" (1978), no qual Marlon Brando viveu o pai biológico.
Costner interpretará Jonathan Kent, marido de Martha Kent (Diane Lane), um casal que na história original do super-herói das histórias em quadrinhos encontra o menino galático e o cria como se fosse seu próprio filho.
Em paralelo, o ator Henry Cavill ("The Tudors") fará a nova versão cinematográfica do Super-Homem. O papel de Costner foi interpretado anteriormente por Glenn Ford no primeiro filme do personagem, "Super-Homem" (1978), no qual Marlon Brando viveu o pai biológico.
19/03/11 - José Padilha confirma que dirigirá nova versão de Robocop
SÃO PAULO - O cineasta brasileiro José Padilha confirmou que dirigirá a nova versão do filme "Robocop", após fechar um acordo com os estúdios MGM de Hollywood, segundo informou nesta sexta-feira a imprensa digital.
O diretor da saga "Tropa de Elite", a maior bilheteira das produções brasileiras, anunciou através de uma mensagem de e-mail enviado ao portal "G1" que o acordo com a MGM "está fechado", sem dar mais detalhes.
De acordo com a imprensa especializada nos Estados Unidos, a MGM tinha também Robert Rodríguez e David Slade como candidatos para dirigir a nova versão do "Robocop".
A história do famoso policial cibernético que combate o crime no futuro contou com três filmes nos anos 1980 e 1990 e, posteriormente, da tentativa de uma série de televisão que não teve sucesso nos EUA.
Antes dos estúdios MGM passar por problemas financeiros em 2010, a produtora tinha um projeto para uma nova versão do "Robocop" com o diretor Darren Aronofsky, que foi cancelado.
O diretor da saga "Tropa de Elite", a maior bilheteira das produções brasileiras, anunciou através de uma mensagem de e-mail enviado ao portal "G1" que o acordo com a MGM "está fechado", sem dar mais detalhes.
De acordo com a imprensa especializada nos Estados Unidos, a MGM tinha também Robert Rodríguez e David Slade como candidatos para dirigir a nova versão do "Robocop".
A história do famoso policial cibernético que combate o crime no futuro contou com três filmes nos anos 1980 e 1990 e, posteriormente, da tentativa de uma série de televisão que não teve sucesso nos EUA.
Antes dos estúdios MGM passar por problemas financeiros em 2010, a produtora tinha um projeto para uma nova versão do "Robocop" com o diretor Darren Aronofsky, que foi cancelado.
19/03/11 - José Padilha confirma que dirigirá nova versão de Robocop
SÃO PAULO - O cineasta brasileiro José Padilha confirmou que dirigirá a nova versão do filme "Robocop", após fechar um acordo com os estúdios MGM de Hollywood, segundo informou nesta sexta-feira a imprensa digital.
O diretor da saga "Tropa de Elite", a maior bilheteira das produções brasileiras, anunciou através de uma mensagem de e-mail enviado ao portal "G1" que o acordo com a MGM "está fechado", sem dar mais detalhes.
De acordo com a imprensa especializada nos Estados Unidos, a MGM tinha também Robert Rodríguez e David Slade como candidatos para dirigir a nova versão do "Robocop".
A história do famoso policial cibernético que combate o crime no futuro contou com três filmes nos anos 1980 e 1990 e, posteriormente, da tentativa de uma série de televisão que não teve sucesso nos EUA.
Antes dos estúdios MGM passar por problemas financeiros em 2010, a produtora tinha um projeto para uma nova versão do "Robocop" com o diretor Darren Aronofsky, que foi cancelado.
O diretor da saga "Tropa de Elite", a maior bilheteira das produções brasileiras, anunciou através de uma mensagem de e-mail enviado ao portal "G1" que o acordo com a MGM "está fechado", sem dar mais detalhes.
De acordo com a imprensa especializada nos Estados Unidos, a MGM tinha também Robert Rodríguez e David Slade como candidatos para dirigir a nova versão do "Robocop".
A história do famoso policial cibernético que combate o crime no futuro contou com três filmes nos anos 1980 e 1990 e, posteriormente, da tentativa de uma série de televisão que não teve sucesso nos EUA.
Antes dos estúdios MGM passar por problemas financeiros em 2010, a produtora tinha um projeto para uma nova versão do "Robocop" com o diretor Darren Aronofsky, que foi cancelado.
19/03/11 - Nicolas Cage defende Nova York com magia em O Aprendiz de Feiticeiro
Depois de "A Lenda do Tesouro Perdido" e de sua continuação, Nicolas Cage volta à ação e aventura com "O Aprendiz de Feiticeiro", que chega esta semana às lojas em Blu-ray e DVD.
Na trama, ele é Balthazar Blake, um feiticeiro cujo mestre fora Merlin e hoje vive em Manhattan. Em busca de alguém a quem possa passar seu conhecimento, vê potencial em um garoto de 10 anos que entra em sua loja.
Divulgação
Nicolas Cage como o feiticeiro Balthazar do filme "O Aprendiz de Feiticeiro"
Para descobrir se o menino, Dave, possuiu poderes ocultos ele precisa fazer um teste, colocando um anel em seu dedo. Assustado com a confusão que se arma na loja de antiguidades, ele foge apavorado.
Anos mais tarde, já na faculdade, Dave reencontra Blake e seu arqui-inimigo Horvath. Mesmo contra sua vontade, o jovem desengonçado é recrutado como aprendiz do feiticeiro que encontrou na infância.
Enquanto desenvolve seus poderes, Dave ajuda Blake a proteger a cidade de Horvath, com quem mantém uma luta constante. Neste processo também descobre os motivos da briga e tenta conquistar a sua paixão de infância.
Na trama, ele é Balthazar Blake, um feiticeiro cujo mestre fora Merlin e hoje vive em Manhattan. Em busca de alguém a quem possa passar seu conhecimento, vê potencial em um garoto de 10 anos que entra em sua loja.
Divulgação
Nicolas Cage como o feiticeiro Balthazar do filme "O Aprendiz de Feiticeiro"
Para descobrir se o menino, Dave, possuiu poderes ocultos ele precisa fazer um teste, colocando um anel em seu dedo. Assustado com a confusão que se arma na loja de antiguidades, ele foge apavorado.
Anos mais tarde, já na faculdade, Dave reencontra Blake e seu arqui-inimigo Horvath. Mesmo contra sua vontade, o jovem desengonçado é recrutado como aprendiz do feiticeiro que encontrou na infância.
Enquanto desenvolve seus poderes, Dave ajuda Blake a proteger a cidade de Horvath, com quem mantém uma luta constante. Neste processo também descobre os motivos da briga e tenta conquistar a sua paixão de infância.
14/03/11 - Bambi, clássico da Disney lançado em 1942, ganha versão restaurada em DVD e Blu-Ray
Os primeiros trabalhos para transformar o romance de Felix Salten em um longa animado começaram em 1936 pela equipe chefiada pessoalmente por Walt Disney. Após trabalho meticuloso, o filme foi lançado em 1942 e se tornou um clássico. Décadas depois, a animação ganha DVD e Blu-Ray com imagens restauradas por um time de especialistas, com lançamento nas lojas previsto para 16 de março.
Andreas é um animador experiente nas produções da casa, sendo responsável pela animação de personagens como Scar ("O Rei Leão"), Jafar ("Aladdin") e Gaston ("A Bela e a Fera"). Em entrevista por telefone ao UOL Cinema, o profissional alemão descreveu como foi o trabalho, que incluia análise dos negativos originais e das cópias em alta definição. "No momento de pintar as partes problemáticas, pudemos olhar para as artes originais e conseguir fazer um bom trabalho", afirmou.
O filme foi restaurado, mas os fãs não precisam se preocupar com as vozes dos personagens. A dublagem original foi mantida e a afeição com as vozes pode ser relembrada. O respeito com o legado de "Bambi" foi uma constante na concepção dessa nova roupagem da animação. "O desafio foi ser autêntico com a parte artística", reflete Andreas. "A gente não podia mudar as coisas. Felizmente tínhamos ilustrações originais no arquivo para ajudar no restauro. Também tivemos sorte de que alguns artistas que trabalharam em "Bambi" ainda estão vivos e pudemos consultar esses centenários".
Extras
Além do filme, há dois extras no pacote. O primeiro dela é praticamente um produto à parte: um documentário de mais de 90 minutos de duração que narra o processo de concepção e produção de "Bambi".
Transcrições das reuniões de Walt Disney com sua equipe foram utilizadas para encenar (apenas com vozes) como funcionavam aqueles encontros. Para os amantes de cinema, as preocupações com detalhes são impressionantes, desde aspectos do roteiro até a escolha dos animadores corretos para cada personagem.
Com isso, é como se tivéssemos o privilégio de estar presentes quando importantes decisões foram tomadas, como a forma que seria retratada a emotiva morte da mãe de Bambi. Entre momentos de discussões encenadas da equipe há inserções com entrevistas de profissionais da área e especialistas.
Se esse vídeo é dirigido a um público mais velho, há um extra educativo para as crianças. Em "Enciclopédia Disney" os espectadores das novas gerações aprendem como são os animais reais que inspiraram os personagens de "Bambi".
A forma como esta animação consegue emocionar pessoas de todas as épocas e idades foi destacada por Andreas Deja. "Acabei de voltar de uma sessão de "Bambi" em Chicago, com uma plateia infantil. Recebemos muitos comentários positivos delas, que nunca tinham assistido ao filme", disse.
Andreas é um animador experiente nas produções da casa, sendo responsável pela animação de personagens como Scar ("O Rei Leão"), Jafar ("Aladdin") e Gaston ("A Bela e a Fera"). Em entrevista por telefone ao UOL Cinema, o profissional alemão descreveu como foi o trabalho, que incluia análise dos negativos originais e das cópias em alta definição. "No momento de pintar as partes problemáticas, pudemos olhar para as artes originais e conseguir fazer um bom trabalho", afirmou.
O filme foi restaurado, mas os fãs não precisam se preocupar com as vozes dos personagens. A dublagem original foi mantida e a afeição com as vozes pode ser relembrada. O respeito com o legado de "Bambi" foi uma constante na concepção dessa nova roupagem da animação. "O desafio foi ser autêntico com a parte artística", reflete Andreas. "A gente não podia mudar as coisas. Felizmente tínhamos ilustrações originais no arquivo para ajudar no restauro. Também tivemos sorte de que alguns artistas que trabalharam em "Bambi" ainda estão vivos e pudemos consultar esses centenários".
Extras
Além do filme, há dois extras no pacote. O primeiro dela é praticamente um produto à parte: um documentário de mais de 90 minutos de duração que narra o processo de concepção e produção de "Bambi".
Transcrições das reuniões de Walt Disney com sua equipe foram utilizadas para encenar (apenas com vozes) como funcionavam aqueles encontros. Para os amantes de cinema, as preocupações com detalhes são impressionantes, desde aspectos do roteiro até a escolha dos animadores corretos para cada personagem.
Com isso, é como se tivéssemos o privilégio de estar presentes quando importantes decisões foram tomadas, como a forma que seria retratada a emotiva morte da mãe de Bambi. Entre momentos de discussões encenadas da equipe há inserções com entrevistas de profissionais da área e especialistas.
Se esse vídeo é dirigido a um público mais velho, há um extra educativo para as crianças. Em "Enciclopédia Disney" os espectadores das novas gerações aprendem como são os animais reais que inspiraram os personagens de "Bambi".
A forma como esta animação consegue emocionar pessoas de todas as épocas e idades foi destacada por Andreas Deja. "Acabei de voltar de uma sessão de "Bambi" em Chicago, com uma plateia infantil. Recebemos muitos comentários positivos delas, que nunca tinham assistido ao filme", disse.
14/03/11 - Após críticas, novo filme de Megan Fox sairá direto em DVD
"Passion Play", escrito e dirigido por Mitch Glazer, vai ser lançado direto em DVD.
A informação é do jornal britânico "The Sun".
De acordo com a publicação, a decisão ocorreu após críticas recebidas no Festival Internacional de Cinema de Toronto.
Ao ser exibido durante o evento, o drama provocou risos involuntários e diversas pessoas abandonaram a sessão.
O filme é o terceiro trabalho de Megan Fox, 24, depois que ela deixou a franquia "Transformers".
Os dois primeiros, "Garota Infernal" e "Jonah Hex", patinaram nas bilheterias.
Divulgação
Os atores Megan Fox e Mickey Rourke (ao fundo) em "Passion Play", que será lançado diretamente em DVD
A informação é do jornal britânico "The Sun".
De acordo com a publicação, a decisão ocorreu após críticas recebidas no Festival Internacional de Cinema de Toronto.
Ao ser exibido durante o evento, o drama provocou risos involuntários e diversas pessoas abandonaram a sessão.
O filme é o terceiro trabalho de Megan Fox, 24, depois que ela deixou a franquia "Transformers".
Os dois primeiros, "Garota Infernal" e "Jonah Hex", patinaram nas bilheterias.
Divulgação
Os atores Megan Fox e Mickey Rourke (ao fundo) em "Passion Play", que será lançado diretamente em DVD
14/03/11 - Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles lidera bilheteria nos EUA
LOS ANGELES - O filme de invasão alienígena "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles" garantiu a supremacia no cinema norte-americano neste final de semana, captando US$ 36 milhões em uma marcha para o primeiro lugar das bilheterias.
O filme, que fala de um grupo de fuzileiros navais norte-americanos em defesa da cidade contra seres sobrenaturais, atingiu a expectativa máxima do seu distribuidor, a Sony Pictures, de acordo com estimativas do estúdio neste domingo (13).
"Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles" - ou "Battle: Los Angeles" - também estreou em 33 mercados fora dos EUA, onde arrecadou US$ 16,7 milhões. Com isso, a cifra global alcançou cerca de US$ 53 milhões.
(Reportagem por Bob Tourtellotte)
O filme, que fala de um grupo de fuzileiros navais norte-americanos em defesa da cidade contra seres sobrenaturais, atingiu a expectativa máxima do seu distribuidor, a Sony Pictures, de acordo com estimativas do estúdio neste domingo (13).
"Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles" - ou "Battle: Los Angeles" - também estreou em 33 mercados fora dos EUA, onde arrecadou US$ 16,7 milhões. Com isso, a cifra global alcançou cerca de US$ 53 milhões.
(Reportagem por Bob Tourtellotte)
10/03/11 - Anthony Hopkins é cotado para ser vilão em Bond 23
O próximo filme da franquia 007 pode contar com Anthony Hopkins (O Ritual) como vilão, segundo o The Sun.
Uma fonte ligada à produção disse: "O único empecilho para a contratação de Hopkins é a quantidade de produções pelas quais ele está sendo sondado. Há uma boa possibilidade do personagem se tornar um vilão para vários filmes, como Blofeld foi no passado."
Javier Bardem (Biutiful) também passou por negociações para ser vilão no filme e deu declarações a respeito, mas não chegou a ser confirmado, existindo a possibilidade dos dois estarem na produção. Daniel Craig (Um Ato de Liberdade) e Judi Dench (Nine) estão confirmados no longa, a ser dirigido por Sam Mendes (Foi Apenas um Sonho).
Bond 23 tem estreia prevista para 9 de novembro de 2012.
•Ralph Fiennes também está negociando um papel no filme
•Sean Connery rejeitou a festa de 50 anos de James Bond
•Rachel Weisz pode ser a bond girl em Bond 23
Uma fonte ligada à produção disse: "O único empecilho para a contratação de Hopkins é a quantidade de produções pelas quais ele está sendo sondado. Há uma boa possibilidade do personagem se tornar um vilão para vários filmes, como Blofeld foi no passado."
Javier Bardem (Biutiful) também passou por negociações para ser vilão no filme e deu declarações a respeito, mas não chegou a ser confirmado, existindo a possibilidade dos dois estarem na produção. Daniel Craig (Um Ato de Liberdade) e Judi Dench (Nine) estão confirmados no longa, a ser dirigido por Sam Mendes (Foi Apenas um Sonho).
Bond 23 tem estreia prevista para 9 de novembro de 2012.
•Ralph Fiennes também está negociando um papel no filme
•Sean Connery rejeitou a festa de 50 anos de James Bond
•Rachel Weisz pode ser a bond girl em Bond 23
10/03/11 - Corpos Celestes é romance com toques de astronomia
Corpos Celestes" é uma espécie de óvni no cinema brasileiro - e isso é um elogio. Numa época em que a mesmice destinada ao consumo em massa tende a imperar, o filme dirigido por Fernando Severo e Marcos Jorge ("Estômago") tenta fazer algo diferente, ser criativo. Se consegue sempre, é outra questão.
Roteirizado pelos diretores em parceria com Carlos Eduardo Magalhães e Mário Lopes, "Corpos Celestes" parte de dois argumentos para curtas de Jorge, cujo filme anteriormente lançado,"Estômago", conquistou um merecido status de cult com seu humor negro e atores talentosos. Aqui, porém, trabalhando com seu parceiro e amigo Severo, o diretor vai por outra vertente: um filme intimista de tons existencialistas, que transita do drama à fantasia.
Ao centro estão dois momentos da vida de Francisco - interpretado pelo estreante Rodrigo Cornelsen, na infância; e Dalton Vigh, quando adulto. A frase "a criança é o pai do homem", tornada célebre por Machado de Assis, serve perfeitamente neste caso, uma vez que, na segunda parte, com o personagem já crescido, reverberam momentos e ações de sua infância. Foi nessa fase que ele entrou em contato com a astronomia, ao conhecer um norte-americano que morava na sua cidadezinha, interpretado por Antar Rohit.
Os corpos celestes do título funcionam tanto como metáforas, quanto como símbolos. Há a imensidão do céu, a grandeza da vida, a distância entre as estrelas e planetas, o abismo emocional entre Francisco e sua família, a ausência de amigos.
O filme, no entanto, nunca carrega as tintas, não colocando excessiva ênfase em suas metáforas. Ao contrário, a trama vai se abrindo de forma sutil. Embora nem sempre tudo funcione a contento, o lirismo da primeira parte - que parece dialogar diretamente com o antigo cinema italiano - é redentor. Assim como o visual, repleto de efeitos especiais que nunca parecem exagerados ou artificiais.
Na segunda parte, quando Francisco mora na cidade grande e é um astrônomo conceituado, fica em evidência o distanciamento emocional do personagem. Ele praticamente não tem amigos, trabalha muito e fala pouco. Essa situação apenas muda quando está com sua amada, Diana (Carolina Holanda), uma prostituta de bom coração, como é comum quando a profissão é retratada no cinema.
A jornada de Francisco vai no sentido de tentar entender a si mesmo, seu lugar no mundo e aceitar aquilo que a vida lhe oferece. Essa tarefa, no entanto, se mostra mais difícil do que desvendar os mistérios do céu, das constelações e das galáxias. Uma coisa, porém, é certa: nada é definitivo, tanto na imensidão do universo, quanto na vida. Afinal, até Plutão foi rebaixado, que por muito tempo foi um planeta.
Roteirizado pelos diretores em parceria com Carlos Eduardo Magalhães e Mário Lopes, "Corpos Celestes" parte de dois argumentos para curtas de Jorge, cujo filme anteriormente lançado,"Estômago", conquistou um merecido status de cult com seu humor negro e atores talentosos. Aqui, porém, trabalhando com seu parceiro e amigo Severo, o diretor vai por outra vertente: um filme intimista de tons existencialistas, que transita do drama à fantasia.
Ao centro estão dois momentos da vida de Francisco - interpretado pelo estreante Rodrigo Cornelsen, na infância; e Dalton Vigh, quando adulto. A frase "a criança é o pai do homem", tornada célebre por Machado de Assis, serve perfeitamente neste caso, uma vez que, na segunda parte, com o personagem já crescido, reverberam momentos e ações de sua infância. Foi nessa fase que ele entrou em contato com a astronomia, ao conhecer um norte-americano que morava na sua cidadezinha, interpretado por Antar Rohit.
Os corpos celestes do título funcionam tanto como metáforas, quanto como símbolos. Há a imensidão do céu, a grandeza da vida, a distância entre as estrelas e planetas, o abismo emocional entre Francisco e sua família, a ausência de amigos.
O filme, no entanto, nunca carrega as tintas, não colocando excessiva ênfase em suas metáforas. Ao contrário, a trama vai se abrindo de forma sutil. Embora nem sempre tudo funcione a contento, o lirismo da primeira parte - que parece dialogar diretamente com o antigo cinema italiano - é redentor. Assim como o visual, repleto de efeitos especiais que nunca parecem exagerados ou artificiais.
Na segunda parte, quando Francisco mora na cidade grande e é um astrônomo conceituado, fica em evidência o distanciamento emocional do personagem. Ele praticamente não tem amigos, trabalha muito e fala pouco. Essa situação apenas muda quando está com sua amada, Diana (Carolina Holanda), uma prostituta de bom coração, como é comum quando a profissão é retratada no cinema.
A jornada de Francisco vai no sentido de tentar entender a si mesmo, seu lugar no mundo e aceitar aquilo que a vida lhe oferece. Essa tarefa, no entanto, se mostra mais difícil do que desvendar os mistérios do céu, das constelações e das galáxias. Uma coisa, porém, é certa: nada é definitivo, tanto na imensidão do universo, quanto na vida. Afinal, até Plutão foi rebaixado, que por muito tempo foi um planeta.
10/03/11 - Vencedor do Oscar de filme estrangeiro, Em um Mundo Melhor conta história moralizante
Ganhador do Oscar e do Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira, o dinamarquês "Em um Mundo Melhor", de Susanne Bier, se insere na tradição dos premiados nessa categoria: pouco reflete sobre o cinema fora dos Estados Unidos, mas muito ressoa junto aos interesses dos norte-americanos.
Temas como bullying, sentimento de culpa europeu diante do 3º Mundo e famílias problemáticas agradam bem ao gosto dos votantes da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas, que deixam de lado filmes de maior valor artístico, como o argentino "Abutres" e o tailandês "Tio Boonmee, que Pode Recordar Suas Vidas Passadas", este último ganhador da Palma de Ouro em Cannes 2010.
A diretora dinamarquesa Susanne Bier ("Depois do Casamento") volta à sua terra natal depois de uma fraca incursão no cinema norte-americano com "Coisas que Perdemos pelo Caminho" (2007). Seu novo trabalho, cujo roteiro é assinado pelo seu colaborador frequente Anders Thomas Jensen, cruza a história de duas famílias consumidas pela culpa e o distanciamento. O longa estreia em São Paulo e Rio de Janeiro.
TRAILER DO FILME EM UM MUNDO MELHOR
"Em um Mundo Melhor" faz um paralelo entre dois países: Dinamarca e Quênia. Anton (o sueco Mikael Persbrandt) é um médico que viaja frequentemente à África para cuidar de mulheres que foram brutalmente atacadas por um chefão local. Em casa, ele tenta recuperar o amor de sua mulher, Marianne (Trine Dyrholm), e a confiança do filho, Elias (Markus Rygaard).
A outra família é a de Claus (Ulrich Thomsen), viúvo e pai omisso que volta da Inglaterra para a Dinamarca com o filho pequeno, Christian (William Johnk Nielsen), depois da morte da mãe do menino. A vida dos dois garotos vão se cruzar quando Elias é humilhado por outro menino na escola e Christian decide tomar as dores. A reação é violenta e inesperada, surpreendendo especialmente o pai. O menino revela-se um garoto vingativo, cujo comportamento coloca em risco a vida não apenas do amigo, mas também de desconhecidos.
O retorno de Anton para casa o aproxima do filho, que passa a ver as atitudes do pai com outros olhos - especialmente influenciado pelas tendências do novo amigo. Elias e Christian passam a resolver qualquer tipo de problema usando violência. No Quênia, há um paralelo das ações do médico e das crianças. Mais tarde, Anton terá a chance de acertar as contas com o chefão da aldeia local, quando este precisa de sua ajuda.
Susanne e seu roteirista armam uma história moralizante cujo questionamento maior é: devemos oferecer a outra face para o inimigo? A resposta, como é de se esperar, não é simples e envolve muita discussão - mas o filme é um tanto simplista em sua resolução, exagerando nas manipulações emocionais e narrativas. A ideia vendida por "Em um Mundo Melhor" é que as pessoas retribuirão, tanto o bem, quanto mal, na mesma moeda. Então, por que não fazer apenas o bem? Num mundo ideal, isso seria perfeito - mas o nosso está muito longe disso.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
Veja também Em um Mundo Melhor , 0 49824, 0 ou4cinemanoneTamanho da letralabelstrueVencedor do Oscar de filme estrangeiro, "Em um Mundo Melhor" conta história moralizante 10/03/2011ReutersfalseUOL Últimas Notícias1@UOLCinema #UOL
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Temas como bullying, sentimento de culpa europeu diante do 3º Mundo e famílias problemáticas agradam bem ao gosto dos votantes da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas, que deixam de lado filmes de maior valor artístico, como o argentino "Abutres" e o tailandês "Tio Boonmee, que Pode Recordar Suas Vidas Passadas", este último ganhador da Palma de Ouro em Cannes 2010.
A diretora dinamarquesa Susanne Bier ("Depois do Casamento") volta à sua terra natal depois de uma fraca incursão no cinema norte-americano com "Coisas que Perdemos pelo Caminho" (2007). Seu novo trabalho, cujo roteiro é assinado pelo seu colaborador frequente Anders Thomas Jensen, cruza a história de duas famílias consumidas pela culpa e o distanciamento. O longa estreia em São Paulo e Rio de Janeiro.
TRAILER DO FILME EM UM MUNDO MELHOR
"Em um Mundo Melhor" faz um paralelo entre dois países: Dinamarca e Quênia. Anton (o sueco Mikael Persbrandt) é um médico que viaja frequentemente à África para cuidar de mulheres que foram brutalmente atacadas por um chefão local. Em casa, ele tenta recuperar o amor de sua mulher, Marianne (Trine Dyrholm), e a confiança do filho, Elias (Markus Rygaard).
A outra família é a de Claus (Ulrich Thomsen), viúvo e pai omisso que volta da Inglaterra para a Dinamarca com o filho pequeno, Christian (William Johnk Nielsen), depois da morte da mãe do menino. A vida dos dois garotos vão se cruzar quando Elias é humilhado por outro menino na escola e Christian decide tomar as dores. A reação é violenta e inesperada, surpreendendo especialmente o pai. O menino revela-se um garoto vingativo, cujo comportamento coloca em risco a vida não apenas do amigo, mas também de desconhecidos.
O retorno de Anton para casa o aproxima do filho, que passa a ver as atitudes do pai com outros olhos - especialmente influenciado pelas tendências do novo amigo. Elias e Christian passam a resolver qualquer tipo de problema usando violência. No Quênia, há um paralelo das ações do médico e das crianças. Mais tarde, Anton terá a chance de acertar as contas com o chefão da aldeia local, quando este precisa de sua ajuda.
Susanne e seu roteirista armam uma história moralizante cujo questionamento maior é: devemos oferecer a outra face para o inimigo? A resposta, como é de se esperar, não é simples e envolve muita discussão - mas o filme é um tanto simplista em sua resolução, exagerando nas manipulações emocionais e narrativas. A ideia vendida por "Em um Mundo Melhor" é que as pessoas retribuirão, tanto o bem, quanto mal, na mesma moeda. Então, por que não fazer apenas o bem? Num mundo ideal, isso seria perfeito - mas o nosso está muito longe disso.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
Veja também Em um Mundo Melhor , 0 49824, 0 ou4cinemanoneTamanho da letralabelstrueVencedor do Oscar de filme estrangeiro, "Em um Mundo Melhor" conta história moralizante 10/03/2011ReutersfalseUOL Últimas Notícias1@UOLCinema #UOL
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03/03/11 - Filme chileno Post Mortem vence o Festival de Cinema de Cartagena
CARTAGENA, Colômbia - O filme "Post Mortem", do chileno Pablo Larraín, uma coprodução de México e Alemanha, venceu nesta quarta-feira o prêmio Índia Catalina dado ao melhor filme da concorrência oficial do 51º Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias.
"Post Mortem" conta a história de Mario Cornejo, que trabalha no necrotério da cidade de Santiago e enfrenta a personalidade introvertida e a apatia política de sua namorada nos dias de comoção depois do golpe militar, em setembro de 1973.
A produção venceu outros 11 filmes de nove países diferentes para ficar com a láurea. O prêmio de melhor diretor foi oferecido aos peruanos Daniel Vega e Diego Vega por seu trabalho em "Octubre".
O mexicano Gabino Rodríguez foi escolhido o melhor ator por sua interpretação em "Asalto al cine"; enquanto o prêmio de melhor atriz foi dado a Claudia Celedón por "Gatos Viejos", uma coprodução de Chile e Estados Unidos.
O Índia Catalina de melhor roteiro foi para Natalia Smirnoff por "Rompecabezas", uma produção argentina em parceria com a França.
"Post Mortem" conta a história de Mario Cornejo, que trabalha no necrotério da cidade de Santiago e enfrenta a personalidade introvertida e a apatia política de sua namorada nos dias de comoção depois do golpe militar, em setembro de 1973.
A produção venceu outros 11 filmes de nove países diferentes para ficar com a láurea. O prêmio de melhor diretor foi oferecido aos peruanos Daniel Vega e Diego Vega por seu trabalho em "Octubre".
O mexicano Gabino Rodríguez foi escolhido o melhor ator por sua interpretação em "Asalto al cine"; enquanto o prêmio de melhor atriz foi dado a Claudia Celedón por "Gatos Viejos", uma coprodução de Chile e Estados Unidos.
O Índia Catalina de melhor roteiro foi para Natalia Smirnoff por "Rompecabezas", uma produção argentina em parceria com a França.
03/03/11 - Batman e Mulher-Gato vão se unir no novo filme
O site Latino Review, através de uma de suas fontes, soltou algumas informações interessantes sobre The Dark Knight Rises, próximo filme do Homem-Morcego. Segundo o informante, ainda não dá para saber como será a Mulher-Gato no início do longa, mas no final ela não será uma vilã e sim uma aliada do Batman. A fonte do L.R também conta que os dois se unem para enfrentar Talia Al Ghul e Bane. Ela é filha do vilão Ra`s Al Ghul, que apareceu em Batman Begins. Além disso, Bane, grande inimigo do Homem-Morcego nas HQs, é o interesse amoroso de Tália. E não acabou: Joseph Gordon-Levitt, ator cogitado há algumas semanas como possível nova contratação para o elenco, deve interpretar também um vilão. O informante não soube dizer ainda quem ele vai interpretar, mas uma possibilidade é o Máscara Negra, chefão do crime em Gotham City.
>>Blade Runner terá novos filmes e série de TV
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Todas estas informações são extra-oficiais e o diretor Christopher Nolan continua com a boca fechada em relação à história.
The Dark Knight Rises tem Christian Bale novamente como Batman/Bruce Wayne, Michael Caine vive Alfred, Gary Oldman volta no papel de comissário Gordon, Morgan Freeman interpreta Lucius Fox, Tom Hardy será Bane e Anne Hathaway é Selina Kyle.
A estreia acontece em 22 de julho de 2012.
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Todas estas informações são extra-oficiais e o diretor Christopher Nolan continua com a boca fechada em relação à história.
The Dark Knight Rises tem Christian Bale novamente como Batman/Bruce Wayne, Michael Caine vive Alfred, Gary Oldman volta no papel de comissário Gordon, Morgan Freeman interpreta Lucius Fox, Tom Hardy será Bane e Anne Hathaway é Selina Kyle.
A estreia acontece em 22 de julho de 2012.
03/03/11 - OSCAR 2011: Colin Firth esquece estatueta em banheiro de festa
A noite de comemoração pelo Oscar de Melhor Ator parece ter sido bem agitada para Colin Firth, que recebeu a estatueta por sua atuação em O Discurso do Rei. Feliz com a conquista, o ator chegou a esquecer a cobiçada estatueta no banheiro de uma das festas da qual participou depois da premiação, informou o jornal inglês The Mirror. Por sorte, um funcionário do local encontrou o troféu e devolveu ao dono.
Durante a festa, Firth disse ser difícil explicar o quanto ganhar o prêmio foi maravilhoso. Depois de dançar e comemorar muito na pista de dança, o ator fez uma última parada na festa privada do produtor Harvey Weinstein.
O Discurso do Rei foi o grande vencedor do Oscar 2011, levando os prêmios de Melhor Filme, Melhor Ator, Diretor e Roteiro Original.
Durante a festa, Firth disse ser difícil explicar o quanto ganhar o prêmio foi maravilhoso. Depois de dançar e comemorar muito na pista de dança, o ator fez uma última parada na festa privada do produtor Harvey Weinstein.
O Discurso do Rei foi o grande vencedor do Oscar 2011, levando os prêmios de Melhor Filme, Melhor Ator, Diretor e Roteiro Original.
28/02/11 - Tom Cruise vai cantar em filme de metaleiros
O ator Tom Cruise, 48, irá interpretar a estrela ficcional do heavy metal Stacee Jaxx em "Rock of Ages", a adaptação do musical da Broadway homônimo.
A informação foi confirmada pelo diretor do filme, Adam Shankman, ao E! News durante o Oscar neste domingo.
"Ele já está fazendo aulas de canto", disse Shankman. "Ele canta! É um milagre", brincou.
No musical, o personagem de Cruise cantava "Wanted Dead or Alive", do Bon Jovi.
Ahmed Jadallah/Reut
A informação foi confirmada pelo diretor do filme, Adam Shankman, ao E! News durante o Oscar neste domingo.
"Ele já está fazendo aulas de canto", disse Shankman. "Ele canta! É um milagre", brincou.
No musical, o personagem de Cruise cantava "Wanted Dead or Alive", do Bon Jovi.
Ahmed Jadallah/Reut
28/02/11 - Derrota de Lixo Extraordinário provoca choro no Rio
Não foi agora, mas a nossa comunidade teve visibilidade", disse, em clima de luto, o líder comunitário do Jardim Gramacho Alexandre Freitas, conhecido como Gordin. Ao lado dele, oito irmãos do catador Tião e a Bateria Cem por Cento aguardavam, em cima do palco, o resultado da categoria melhor documentário do Oscar.
A estrutura foi montada na principal praça do bairro, em Duque de Caxias, que fica próxima ao lixão que serviu de cenário para o filme "Lixo Extraordinário".
Quando, em Los Angeles, foi anunciado o prêmio para "Trabalho Interno", amigos e parentes não esconderam o choro. Mas a bateria continuou tocando para que o evento não acabasse em lágrimas. "A festa continua", disse Freitas.
Cerca de três mil pessoas compareceram ao evento idealizado por Tião, personagem do filme, que estava em Los Angeles na cerimônia.
Fernanda Ezabella/Folhapress
Tião em hotel de Los Angeles alguns dias antes da entrega do Oscar
A praça apinhada de botecos ganhou um palco com telão e cadeiras. Mas, desde o princípio da festa, o clima na plateia, formada por catadores, parentes e moradores da região, era morno.
O evento começou por volta das 19h, e teve apresentação de bandas de funk, pagode e a exibição de "Lixo Extraordinário. O público começou assistindo ao filme atento, mas, no final, bocejava nos trechos em inglês, quando era preciso prestar atenção nas legendas.
Uma mensagem gravada por Tião dias antes foi exibida no telão para injetar ânimo na torcida:. "Estou de smoking, vou pisar no tapete vermelho, mas em cada momento estarei pensando em vocês. O Oscar é nosso".
A mais emocionada era sua mãe, Dona Gerusa, que chegou a passar mal e foi amparada por amigos.
Apresar da derrota, a presença de Tião entre os astros de Hollywood foi, por si, considerada uma vitória para a comunidade.
"Tudo o que ele fez foi para mostrar a nosso pai até onde poderia chegar. E ele estivesse vivo veria que o Tião é um vencedor", disse Carla Simone dos Santos, 37, irmã do catador.
A estrutura foi montada na principal praça do bairro, em Duque de Caxias, que fica próxima ao lixão que serviu de cenário para o filme "Lixo Extraordinário".
Quando, em Los Angeles, foi anunciado o prêmio para "Trabalho Interno", amigos e parentes não esconderam o choro. Mas a bateria continuou tocando para que o evento não acabasse em lágrimas. "A festa continua", disse Freitas.
Cerca de três mil pessoas compareceram ao evento idealizado por Tião, personagem do filme, que estava em Los Angeles na cerimônia.
Fernanda Ezabella/Folhapress
Tião em hotel de Los Angeles alguns dias antes da entrega do Oscar
A praça apinhada de botecos ganhou um palco com telão e cadeiras. Mas, desde o princípio da festa, o clima na plateia, formada por catadores, parentes e moradores da região, era morno.
O evento começou por volta das 19h, e teve apresentação de bandas de funk, pagode e a exibição de "Lixo Extraordinário. O público começou assistindo ao filme atento, mas, no final, bocejava nos trechos em inglês, quando era preciso prestar atenção nas legendas.
Uma mensagem gravada por Tião dias antes foi exibida no telão para injetar ânimo na torcida:. "Estou de smoking, vou pisar no tapete vermelho, mas em cada momento estarei pensando em vocês. O Oscar é nosso".
A mais emocionada era sua mãe, Dona Gerusa, que chegou a passar mal e foi amparada por amigos.
Apresar da derrota, a presença de Tião entre os astros de Hollywood foi, por si, considerada uma vitória para a comunidade.
"Tudo o que ele fez foi para mostrar a nosso pai até onde poderia chegar. E ele estivesse vivo veria que o Tião é um vencedor", disse Carla Simone dos Santos, 37, irmã do catador.
28/02/11 - Lista completa dos indicados e vencedores
Melhor filme
Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
A Rede Social
Minhas Mães e meu Pai
Toy Story 3
127 Horas
Bravura Indômita
Inverno da Alma
Melhor diretor
Darren Aronovsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
Tom Hooper – O Discurso do Rei – VENCEDOR
David O. Russell – O Vencedor
Joel e Ethan Coen – Bravura Indômita
Melhor ator
Jesse Eisenberg – A Rede Social
Colin Firth – O Discurso do Rei – VENCEDOR
James Franco – 127 Horas
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Javier Bardem – Biutiful
Melhor atriz
Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Natalie Portman – Cisne Negro – VENCEDORA
Michelle Williams – Blue Valentine
Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai
Melhor ator coadjuvante
Christian Bale – O Vencedor – VENCEDOR
Jeremy Renner – Atração Perigosa
Geoffrey Rush – O Discurso do Rei
John Hawkes – Inverno da Alma
Mark Ruffalo – Minhas Mães e meu Pai
Melhor atriz coadjuvante
Amy Adams – O Vencedor
Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
Jacki Weaver – Animal Kingdom
Melissa Leo – O Vencedor – VENCEDORA
Hailee Steinfeld – Bravura Indômita
Melhor longa animado
Como Treinar o Seu Dragão
O Mágico
Toy Story 3 – VENCEDOR
Melhor filme em lingua estrangeira
Biutiful
Fora-da-Lei
Dente Canino
Incendies
Em um Mundo Melhor – VENCEDOR
Melhor direção de arte
Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
A Origem
O Discurso do Rei
Bravura Indômita
Melhor fotografia
Cisne Negro
A Origem – VENCEDOR
O Discurso do Rei
A Rede Social
Bravura Indômita
Melhor figurino
Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
I am Love
O Discurso do Rei
The Tempest
Bravura Indômita
Melhor montagem
Cisne Negro
O Vencedor
O Discurso do Rei
A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas
Melhor documentário
Lixo Extraordinário
Exit Through the Gift Shop
Trabalho Interno – VENCEDOR
Gasland
Restrepo
Melhor documentário em curta-metragem
Killing in the Name
Poster Girl
Strangers no More – VENCEDOR
Sun Come Up
The Warriors of Qiugang
Melhor trilha sonora
Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
John Powell – Como Treinar o seu Dragão
A.R. Rahman – 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social – VENCEDORES
Hans Zimmer – A Origem
Melhor canção original
“Coming Home” – Country Strong
“I See the Light” – Enrolados
“If I Rise” – 127 Horas
We Belong Together – Toy Story 3 – VENCEDOR
Melhor Maquiagem
O Lobisomem – VENCEDOR
Caminho da Liberdade
Minha Versão para o Amor
Melhor Curta-metragem de animação
Day & Night
The Gruffalo
Let’s Pollute
The Lost Thing – VENCEDOR
Madagascar, Carnet de Voyage
Melhor Curta-metragem
The Confession
The Crush
God of Love – VENCEDOR
Na Wewe
Wish 143
Melhor Edição de som
A Origem – VENCEDOR
Toy Story 3
Tron – O Legado
Bravura Indômita
Incontrolável
Melhor Mixagem de som
A Origem – VENCEDOR
Bravura Indômita
O Discurso do Rei
A Rede Social
Salt
Melhor Efeitos especiais
Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
Além da Vida
A Origem – VENCEDOR
Homem de Ferro 2
Melhor Roteiro adaptado
A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas
Toy Story 3
Bravura Indômita
Inverno da Alma
Melhor Roteiro original
Minhas Mães e meu Pai
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
O Vencedor
Another Year
TOTAL DE ESTATUETAS DADAS:
O DISCURSO DO REI – 4
A ORIGEM – 4
A REDE SOCIAL – 3
O VENCEDOR – 2
ALICE – 2
Toy Story 3 - 2
CISNE NEGRO – 1
Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
A Rede Social
Minhas Mães e meu Pai
Toy Story 3
127 Horas
Bravura Indômita
Inverno da Alma
Melhor diretor
Darren Aronovsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
Tom Hooper – O Discurso do Rei – VENCEDOR
David O. Russell – O Vencedor
Joel e Ethan Coen – Bravura Indômita
Melhor ator
Jesse Eisenberg – A Rede Social
Colin Firth – O Discurso do Rei – VENCEDOR
James Franco – 127 Horas
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Javier Bardem – Biutiful
Melhor atriz
Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Natalie Portman – Cisne Negro – VENCEDORA
Michelle Williams – Blue Valentine
Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai
Melhor ator coadjuvante
Christian Bale – O Vencedor – VENCEDOR
Jeremy Renner – Atração Perigosa
Geoffrey Rush – O Discurso do Rei
John Hawkes – Inverno da Alma
Mark Ruffalo – Minhas Mães e meu Pai
Melhor atriz coadjuvante
Amy Adams – O Vencedor
Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
Jacki Weaver – Animal Kingdom
Melissa Leo – O Vencedor – VENCEDORA
Hailee Steinfeld – Bravura Indômita
Melhor longa animado
Como Treinar o Seu Dragão
O Mágico
Toy Story 3 – VENCEDOR
Melhor filme em lingua estrangeira
Biutiful
Fora-da-Lei
Dente Canino
Incendies
Em um Mundo Melhor – VENCEDOR
Melhor direção de arte
Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
A Origem
O Discurso do Rei
Bravura Indômita
Melhor fotografia
Cisne Negro
A Origem – VENCEDOR
O Discurso do Rei
A Rede Social
Bravura Indômita
Melhor figurino
Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
I am Love
O Discurso do Rei
The Tempest
Bravura Indômita
Melhor montagem
Cisne Negro
O Vencedor
O Discurso do Rei
A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas
Melhor documentário
Lixo Extraordinário
Exit Through the Gift Shop
Trabalho Interno – VENCEDOR
Gasland
Restrepo
Melhor documentário em curta-metragem
Killing in the Name
Poster Girl
Strangers no More – VENCEDOR
Sun Come Up
The Warriors of Qiugang
Melhor trilha sonora
Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
John Powell – Como Treinar o seu Dragão
A.R. Rahman – 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social – VENCEDORES
Hans Zimmer – A Origem
Melhor canção original
“Coming Home” – Country Strong
“I See the Light” – Enrolados
“If I Rise” – 127 Horas
We Belong Together – Toy Story 3 – VENCEDOR
Melhor Maquiagem
O Lobisomem – VENCEDOR
Caminho da Liberdade
Minha Versão para o Amor
Melhor Curta-metragem de animação
Day & Night
The Gruffalo
Let’s Pollute
The Lost Thing – VENCEDOR
Madagascar, Carnet de Voyage
Melhor Curta-metragem
The Confession
The Crush
God of Love – VENCEDOR
Na Wewe
Wish 143
Melhor Edição de som
A Origem – VENCEDOR
Toy Story 3
Tron – O Legado
Bravura Indômita
Incontrolável
Melhor Mixagem de som
A Origem – VENCEDOR
Bravura Indômita
O Discurso do Rei
A Rede Social
Salt
Melhor Efeitos especiais
Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
Além da Vida
A Origem – VENCEDOR
Homem de Ferro 2
Melhor Roteiro adaptado
A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas
Toy Story 3
Bravura Indômita
Inverno da Alma
Melhor Roteiro original
Minhas Mães e meu Pai
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
O Vencedor
Another Year
TOTAL DE ESTATUETAS DADAS:
O DISCURSO DO REI – 4
A ORIGEM – 4
A REDE SOCIAL – 3
O VENCEDOR – 2
ALICE – 2
Toy Story 3 - 2
CISNE NEGRO – 1
24/02/11 - Semana do Oscar, dias 2 e 3: a sorte está sendo lacrada
O Oscar 2011 já está decidido, mas apenas os contadores da PriceWaterhouseCooper sabem disso. Os votos fecharam ontem à tarde e foram encaminhados imediatamente à contadoria . Quando você estiver lendo este post os resultados já terão sido apurados, e os vencedores, estabelecidos _ agora é a hora de preparar os cartões fatais, colocá-los nos envelopes e lacrá-los.
Antes que vocês perguntem: as estatuetas não recebem os nomes vencedores nesta etapa. Em números muito maiores que o necessário – por garantia- as estatuetas ficam nos bastidores do Kodak, com placas em branco. Depois da entrega, elas são enviadas para a gravação dos nomes e devolvidas aos vencedores.
Nas últimas 48 horas da disputa Christopher Hitchens, que não tolera bobagens, massacrou O Discurso do Rei por sua “memória seletiva” na reconstituição dos fatos em torno do reinado de Jorge VI e seu pai. Jorge V; Annette Bening deu entrevistas para praticamente todos os programas de TV; Harvey Weinstein correu com Colin Firth para cima e para baixo de todas as festas, recepções e eventos, e explorou ao máximo o endosso da família real ao Discurso; Lucy Walker, diretora de Lixo Extraordinário, deu uma entrevista na qual não consegui achar a palavra “Brasil”; e o divulgador de Geefwee Boedoe, diretor do curta Let’s Pollute, desfechou emails dizendo que o filme era o “Davi diante do Golias da Pixar” – o favorito Day and Night (isso nunca dá certo…)
Teddy Newton, diretor de Day and Night, na recepção da Academia
Isso apenas no campo “estratégia”. No setor “produção”, a Academia abriu as portas para festejar os curtas de animação indicados; o tapete vermelho começou a ser instalado na entrada do Kodak; Anne Hathaway e James Franco ensaiaram um tributo a Nos Tempos da Brilhantina; e soube-se o por que de não haver prévia dos cenários, como é costumeiro – os produtores Bruce Cohen e Don Mirscher optaram por um cenário minimalista, praticamente nu, que será alterado exclusivamente através de projeções. “Será um cenário virtual, que vai nos possibilitar levar a plateia a diversos momentos da história do cinema”, disse Cohen.
O que também não vai acontecer: vários indicados anteriores apresentando prêmios e falando sobre os indicados do ano; e longas montagens de clipes, como aquele tributo aos filmes de terror do ano passado. O que voltou: “o Oscar vai para…” e interpretação integral de todas as canções indicadas.
Esta noite, os documentaristas serão homenageados. Vamos ver o que vai rolar…
Antes que vocês perguntem: as estatuetas não recebem os nomes vencedores nesta etapa. Em números muito maiores que o necessário – por garantia- as estatuetas ficam nos bastidores do Kodak, com placas em branco. Depois da entrega, elas são enviadas para a gravação dos nomes e devolvidas aos vencedores.
Nas últimas 48 horas da disputa Christopher Hitchens, que não tolera bobagens, massacrou O Discurso do Rei por sua “memória seletiva” na reconstituição dos fatos em torno do reinado de Jorge VI e seu pai. Jorge V; Annette Bening deu entrevistas para praticamente todos os programas de TV; Harvey Weinstein correu com Colin Firth para cima e para baixo de todas as festas, recepções e eventos, e explorou ao máximo o endosso da família real ao Discurso; Lucy Walker, diretora de Lixo Extraordinário, deu uma entrevista na qual não consegui achar a palavra “Brasil”; e o divulgador de Geefwee Boedoe, diretor do curta Let’s Pollute, desfechou emails dizendo que o filme era o “Davi diante do Golias da Pixar” – o favorito Day and Night (isso nunca dá certo…)
Teddy Newton, diretor de Day and Night, na recepção da Academia
Isso apenas no campo “estratégia”. No setor “produção”, a Academia abriu as portas para festejar os curtas de animação indicados; o tapete vermelho começou a ser instalado na entrada do Kodak; Anne Hathaway e James Franco ensaiaram um tributo a Nos Tempos da Brilhantina; e soube-se o por que de não haver prévia dos cenários, como é costumeiro – os produtores Bruce Cohen e Don Mirscher optaram por um cenário minimalista, praticamente nu, que será alterado exclusivamente através de projeções. “Será um cenário virtual, que vai nos possibilitar levar a plateia a diversos momentos da história do cinema”, disse Cohen.
O que também não vai acontecer: vários indicados anteriores apresentando prêmios e falando sobre os indicados do ano; e longas montagens de clipes, como aquele tributo aos filmes de terror do ano passado. O que voltou: “o Oscar vai para…” e interpretação integral de todas as canções indicadas.
Esta noite, os documentaristas serão homenageados. Vamos ver o que vai rolar…
24/02/11 - Com participação de Whoopi Goldberg, evento em Nova York expõe estatuetas do Oscar
Nova York - A cidade de Nova York se uniu nesta quarta-feira aos preparativos para o Oscar com uma exposição na qual se pode ver as estatuetas que serão entregues ao melhor ator e à melhor atriz. Os prêmios permanecerão na estação Grand Central, no coração de Manhattan, até 27 de fevereiro, quando serão levadas ao Teatro Kodak de Los Angeles para a cerimônia do Oscar.
O evento contou com a presença da atriz Whoopi Goldberg, que ganhou uma estatueta por "Ghost - Do Outro Lado da Vida" (1990) e foi indicada por seu papel em "A Cor Púrpura" (1985). Os que visitam a exposição poderão ser fotografados segurando uma estatueta idêntica às que serão entregues no Teatro Kodak, por isso que Whoopi encorajou os presentes "a tocar no Oscar, sentir seu peso e fazer seu próprio discurso de agradecimento".
A atriz foi fotografada com algumas crianças e mostrou a eles como segurar a estatueta. Ela afirmou que o público poderá tirar fotografias com a estatueta que será adquirido pelo melhor ator - que nesta edição pode ser entregue a Javier Bardem, Jeff Bridges, Jesse Eisenberg, Colin Firth e James Franco - e pela melhor atriz - prêmio que será disputado por Annette Bening, Nicole Kidman, Jennifer Lawrence, Natalie Portman e Michelle Williams.
Outro dos atrativos do evento é a estatueta de melhor filme que o diretor Billy Wilder ganhou por "Se Meu apartamento Falasse", em 1960.
Na 83ª edição dos prêmios Oscar, o drama "O Discurso do Rei" dominou as indicações e concorre a 12 estatuetas, incluindo melhor filme, diretor e ator (Colin Firth).
O evento contou com a presença da atriz Whoopi Goldberg, que ganhou uma estatueta por "Ghost - Do Outro Lado da Vida" (1990) e foi indicada por seu papel em "A Cor Púrpura" (1985). Os que visitam a exposição poderão ser fotografados segurando uma estatueta idêntica às que serão entregues no Teatro Kodak, por isso que Whoopi encorajou os presentes "a tocar no Oscar, sentir seu peso e fazer seu próprio discurso de agradecimento".
A atriz foi fotografada com algumas crianças e mostrou a eles como segurar a estatueta. Ela afirmou que o público poderá tirar fotografias com a estatueta que será adquirido pelo melhor ator - que nesta edição pode ser entregue a Javier Bardem, Jeff Bridges, Jesse Eisenberg, Colin Firth e James Franco - e pela melhor atriz - prêmio que será disputado por Annette Bening, Nicole Kidman, Jennifer Lawrence, Natalie Portman e Michelle Williams.
Outro dos atrativos do evento é a estatueta de melhor filme que o diretor Billy Wilder ganhou por "Se Meu apartamento Falasse", em 1960.
Na 83ª edição dos prêmios Oscar, o drama "O Discurso do Rei" dominou as indicações e concorre a 12 estatuetas, incluindo melhor filme, diretor e ator (Colin Firth).
24/02/11 - Woody Allen tocará na inauguração de centro cultural de Niemeyer na Espanha
AVILÊS, Espanha - O cineasta americano Woody Allen ("Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos") tocará com seu grupo de jazz em 25 de março no Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer de Avilês, no Principado das Astúrias (norte da Espanha), que será inaugurado oficialmente no fim de semana.
O anúncio foi feito na noite desta quarta-feira pelo diretor da Fundação Oscar Niemeyer, que antecipou que a cúpula do centro acolherá na próxima segunda-feira uma conferência do ex-presidente do Governo Felipe González.
O concerto de Woody Allen, que já esteve várias vezes em Avilês, fará parte dos eventos de inauguração do espaço criado por Niemeyer. Segundo o arquiteto, a obra de Avilês é a mais importante de todas as que realizou na Europa.
Em 15 de dezembro se deu a abertura da cúpula, com a conferência inaugural de um programa das Nações Unidas, mas o centro estará em pleno funcionamento a partir de 25 de março.
O anúncio foi feito na noite desta quarta-feira pelo diretor da Fundação Oscar Niemeyer, que antecipou que a cúpula do centro acolherá na próxima segunda-feira uma conferência do ex-presidente do Governo Felipe González.
O concerto de Woody Allen, que já esteve várias vezes em Avilês, fará parte dos eventos de inauguração do espaço criado por Niemeyer. Segundo o arquiteto, a obra de Avilês é a mais importante de todas as que realizou na Europa.
Em 15 de dezembro se deu a abertura da cúpula, com a conferência inaugural de um programa das Nações Unidas, mas o centro estará em pleno funcionamento a partir de 25 de março.
18/02/11 - Guillermo del Toro produzirá nova versão de Pinóquio
Los Angeles (EUA.) - O cineasta mexicano Guillermo del Toro produzirá uma nova adaptação para o cinema do clássico "Pinóquio", levado às telas pela Disney em 1940, informou nesta quinta-feira o site "Deadline.com".
O "Pinóquio" de Del Toro será um longa-metragem de animação em 3D realizado em formato "stop motion", similar ao utilizado em "O Fantástico Sr. Raposo", "Coraline e o Mundo Secreto" ou "A Noiva Cadáver", que tomará como modelo estético o livro de ilustrações de Gris Grimly, baseado na história original de Carlo Collodi.
Grimly codirigirá o filme junto com Mark Gustafson, diretor de animação de "O Fantástico Sr. Raposo".
Del Toro e Matthew Robbins estabeleceram o argumento do filme, que contará com roteiro de Robbins ("Mimzy - A Chave do Universo", "Dont Be Afraid of the Dark") e que o mexicano produzirá junto com a The Jim Henson Company e a empresa francesa Pathé.
Fiel a seu estilo, o cineasta afirmou que sua versão de "Pinóquio" terá um ar mais melancólico que o filme da Disney, e será destinado a espectadores a partir de 10 anos.
"Tem que haver escuridão em qualquer conto de fadas, algo que os irmãos Grimm, Hans Christian Andersen e Walt Disney compreenderam. Muita gente se esquece do quão perturbadores são as melhores filmes da Disney", disse Del Toro.
Veja também ou4noneTamanho da letralabelstrueGuillermo del Toro produzirá nova versão de "Pinóquio" 17/02/2011EFEfalseUOL Últimas Notícias1@UOLCinema #UOL
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O "Pinóquio" de Del Toro será um longa-metragem de animação em 3D realizado em formato "stop motion", similar ao utilizado em "O Fantástico Sr. Raposo", "Coraline e o Mundo Secreto" ou "A Noiva Cadáver", que tomará como modelo estético o livro de ilustrações de Gris Grimly, baseado na história original de Carlo Collodi.
Grimly codirigirá o filme junto com Mark Gustafson, diretor de animação de "O Fantástico Sr. Raposo".
Del Toro e Matthew Robbins estabeleceram o argumento do filme, que contará com roteiro de Robbins ("Mimzy - A Chave do Universo", "Dont Be Afraid of the Dark") e que o mexicano produzirá junto com a The Jim Henson Company e a empresa francesa Pathé.
Fiel a seu estilo, o cineasta afirmou que sua versão de "Pinóquio" terá um ar mais melancólico que o filme da Disney, e será destinado a espectadores a partir de 10 anos.
"Tem que haver escuridão em qualquer conto de fadas, algo que os irmãos Grimm, Hans Christian Andersen e Walt Disney compreenderam. Muita gente se esquece do quão perturbadores são as melhores filmes da Disney", disse Del Toro.
Veja também ou4noneTamanho da letralabelstrueGuillermo del Toro produzirá nova versão de "Pinóquio" 17/02/2011EFEfalseUOL Últimas Notícias1@UOLCinema #UOL
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18/02/11 - Filme sobre Albânia embola disputa no Festival de Berlim
Quando o festival de Berlim parecia estar se acalmando, com a programação em sua reta final, eis que surge um filmaço na tela do Berlinale Palast.
"The Forgiveness of Blood", exibido hoje cedo numa sessão para a imprensa, foi aplaudido ao fim da projeção. Era a boa surpresa guardada pelos organizadores da mostra competitiva.
O filme dirigido pelo norte-americano Joshua Marston, que fez o longa-metragem "Maria Cheia de Graça" (2004) e dirigiu episódios de séries como "A Sete Palmos" e "Lei e Ordem", é um épico rural e intimista.
Divulgação
Cena de "The Forgiveness of Blood", filme exibido nesta sexta-feira no Festival de Berlim
A história se passa numa Albânia marcada por tradições rígidas. Cruéis. A disputa por um pedaço de terra, que inclui o direito de ir e vir, está na origem da trama protagonizada pela família dos adolescentes Nik e Rudina.
Após um assassinato, os homens da família são condenados, pela família rival, a nunca mais sair de casa. Seu destino é o confinamento.
"Isso não acontece mais na Albânia, mas é algo que deixou marcas profundas", afirmou o diretor, há pouco, numa entrevista coletiva.
"Eu não quis fazer um filme sobre o perdão, mas sobre o embate entre a tradição e a modernidade, sobre o conflito de gerações. Para mim, a cena mais simbólica disso é aquela em que vemos o menino em casa, jogando vídeo-game. E então descobrimos que ele está ali porque não pode sair", disse.
Questionado, pelo repórter do UOL, sobre a similaridade temática entre seu filme e "Abril Despedaçado", de Walter Salles, Marston disse que não apenas conhece o filme, como conversou com o cineasta brasileiro sobre o assunto.
"Eu gosto muito do filme dele", pontuou. "Mas, apesar de tratarem do mesmo assunto, são, estilisticamente, muito diferentes."
"The Forgiveness of Blood", exibido hoje cedo numa sessão para a imprensa, foi aplaudido ao fim da projeção. Era a boa surpresa guardada pelos organizadores da mostra competitiva.
O filme dirigido pelo norte-americano Joshua Marston, que fez o longa-metragem "Maria Cheia de Graça" (2004) e dirigiu episódios de séries como "A Sete Palmos" e "Lei e Ordem", é um épico rural e intimista.
Divulgação
Cena de "The Forgiveness of Blood", filme exibido nesta sexta-feira no Festival de Berlim
A história se passa numa Albânia marcada por tradições rígidas. Cruéis. A disputa por um pedaço de terra, que inclui o direito de ir e vir, está na origem da trama protagonizada pela família dos adolescentes Nik e Rudina.
Após um assassinato, os homens da família são condenados, pela família rival, a nunca mais sair de casa. Seu destino é o confinamento.
"Isso não acontece mais na Albânia, mas é algo que deixou marcas profundas", afirmou o diretor, há pouco, numa entrevista coletiva.
"Eu não quis fazer um filme sobre o perdão, mas sobre o embate entre a tradição e a modernidade, sobre o conflito de gerações. Para mim, a cena mais simbólica disso é aquela em que vemos o menino em casa, jogando vídeo-game. E então descobrimos que ele está ali porque não pode sair", disse.
Questionado, pelo repórter do UOL, sobre a similaridade temática entre seu filme e "Abril Despedaçado", de Walter Salles, Marston disse que não apenas conhece o filme, como conversou com o cineasta brasileiro sobre o assunto.
"Eu gosto muito do filme dele", pontuou. "Mas, apesar de tratarem do mesmo assunto, são, estilisticamente, muito diferentes."
18/02/11 - Liam Neeson perde a identidade no suspenseDesconhecido, exibido no Festival de Berlim
As ruas geladas de Berlim são cenários para o suspense “Desconhecido”, estrelado por Liam Neeson, no papel de um médico americano em viagem que perde sua identidade após um acidente de carro e deixa de ser reconhecido por todos, incluindo a própria mulher. “Gostei muito do roteiro porque me levou de volta àquelas histórias hitchcockianas”, falou Neeson a jornalistas em Los Angeles, nos EUA. “É aquele filme que você fica tentando imaginar, descobrir. Eu mesmo não previ o final". O filme está na programação do Festival de Berlim deste ano, com exibição nesta sexta-feira (18), fora de competição.
TRAILER LEGENDADO DE DESCONHECIDO
Sob direção do espanhol Jaume Collet-Serra (“A Órfã”), "Desconhecido" também traz no elenco a atriz January Jones. “Você não sabe se ela é boa ou não, se pode confiar, se simpatiza ou não. Se ela passou por uma lavagem cerebral ou se está sendo chantageada”, contou Jones, sobre sua personagem. “Ou mesmo sabe se ela existiu!”, completou.
Para Collet-Serra, o clima da capital alemã ajuda a criar a atmosfera do filme. “Apesar de não ter mais o muro, de ter sido uma cidade dividida no passado, Berlim ainda guarda algumas cicatrizes. É uma cidade linda no verão, mas bem ameaçadora no inverno”, comentou o diretor. “Arquitetonicamente, é um lugar que ainda tenta achar sua identidade. E isso realmente reflete o tema do filme, o que o personagem está passando.”
Para ajudar o médico perdido em Berlim, perseguido por assassinos em todos os cantos da cidade, foram escalados dois atores europeus: o suíço Bruno Ganz (“A Queda– As Últimas Horas de Hitler”) e a alemã Diane Kruger (“Bastardos Inglórios”). Ganz, que ficou marcado pelo papel do líder nazista, faz agora um ex-agente da Stasi, a polícia secreta da extinta República Democrática Alemã (RDA). Entediado com a vida, ele faz bicos de detetive e cruza com o caminho de Dr. Martin. Já Kruger é a taxista que dirigia o médico na hora do acidente, fazendo o carro atravessar uma ponte e mergulhar num rio. Apesar disso, ela salva a vida do médico diversas vezes ao longo do filme.
TRAILER LEGENDADO DE DESCONHECIDO
Sob direção do espanhol Jaume Collet-Serra (“A Órfã”), "Desconhecido" também traz no elenco a atriz January Jones. “Você não sabe se ela é boa ou não, se pode confiar, se simpatiza ou não. Se ela passou por uma lavagem cerebral ou se está sendo chantageada”, contou Jones, sobre sua personagem. “Ou mesmo sabe se ela existiu!”, completou.
Para Collet-Serra, o clima da capital alemã ajuda a criar a atmosfera do filme. “Apesar de não ter mais o muro, de ter sido uma cidade dividida no passado, Berlim ainda guarda algumas cicatrizes. É uma cidade linda no verão, mas bem ameaçadora no inverno”, comentou o diretor. “Arquitetonicamente, é um lugar que ainda tenta achar sua identidade. E isso realmente reflete o tema do filme, o que o personagem está passando.”
Para ajudar o médico perdido em Berlim, perseguido por assassinos em todos os cantos da cidade, foram escalados dois atores europeus: o suíço Bruno Ganz (“A Queda– As Últimas Horas de Hitler”) e a alemã Diane Kruger (“Bastardos Inglórios”). Ganz, que ficou marcado pelo papel do líder nazista, faz agora um ex-agente da Stasi, a polícia secreta da extinta República Democrática Alemã (RDA). Entediado com a vida, ele faz bicos de detetive e cruza com o caminho de Dr. Martin. Já Kruger é a taxista que dirigia o médico na hora do acidente, fazendo o carro atravessar uma ponte e mergulhar num rio. Apesar disso, ela salva a vida do médico diversas vezes ao longo do filme.
17/02/11 - Em 127 Horas, Boyle narra drama real de aventureiro
É necessário fazer uma distinção entre a história do verdadeiro Aron Ralston e aquela mostrada em "127 Horas", de Danny Boyle, que estreia em circuito nacional e concorre a 6 Oscars - entre eles, melhor filme e ator (James Franco).
O sujeito real é aquele que ficou 127 horas com o braço preso entre duas rochas, num cânion, em Utah, e teve de amputá-lo sozinho para conseguir sobreviver. Uma história que, em 2003, saiu em jornais do mundo todo e, mais tarde, virou um livro de memórias.
Engenheiro por formação, e aventureiro por natureza, Ralston (Franco) passa o final de semana escalando montanhas. Poucos incidentes cruzam o seu caminho: um par de garotas - interpretadas por Kate Mara e Amber Tamblyn - que têm pouca experiência e também estão explorando a mesma região. O filme se ocupa delas por pouco tempo. Os três se divertem numa piscina natural dentro de uma caverna, mas depois o protagonista segue sozinho.
Minutos mais tarde, cai numa fenda e uma rocha desliza por cima dele, prendendo seu braço. Começam então suas 127 horas de agonia. Para retratar isso, Boyle se vale de alguns malabarismos e muita pirotecnia, tentando segurar 90 minutos de um homem contra a natureza. Para criar o filme, o diretor tinha material em que se apoiar - o vídeo-diário que o próprio Ralston manteve naqueles dias, além do próprio sobrevivente para contar a sua história.
Essa é uma trama que beira o existencialismo - o toque de aventura se esvai logo no começo. É a história de um homem no limite que não pode fazer outra coisa para matar o tempo a não ser pensar em sua vida, lembrando-se da infância e dos pais (Treat Williams e Kate Burton).
Mas Boyle é um diretor dado a modernices que não se contenta em narrar. É preciso dividir a tela em três, usar imagens aceleradas e outros rebuscamentos que, no fim, só diluem a força que a narrativa tem a oferecer. Flashbacks ecoam pela mente de um Ralston quase agonizante que, entre uma tentativa e outra de se libertar, pensa na família, nos amigos e em tudo que está perdendo, preso entre duas rochas.
Há dois anos, Boyle ganhou o Oscar de direção com "Quem Quer Ser um Milionário?" - outra história de um jovem que triunfa contra as adversidades graças ao amor. Sim, porque por mais que esteja enterrado nas entrelinhas, há um componente estranho de romance aqui. Afinal, o protagonista só toma as medidas mais drásticas depois de uma premonição sobre seu futuro caso consiga escapar dali.
O inglês Boyle estreou no cinema em 1994 com "Cova Rasa", um filme com uma história bizarra sobre amizade, traições e sangue - quase um conto macabro. Depois veio, em 1996, "Trainspotting", um filme que ajudou a sedimentar sua reputação de cineasta indie, de talento e gosto pela subversão - tanto temática quanto narrativa.
Mas, em mais de 15 anos de carreira, o diretor caiu num conformismo, rendendo-se a fórmulas fáceis - como "Quem Quer Ser um Milionário?" e "Caiu do Céu" - até veículos para grandes astros - Leonardo Di Caprio, no auge, logo após "Titanic", com "A Praia". De uma forma ou de outra, Boyle nunca mais esteve à altura do seu começo promissor.
É inegável que há um certo sadismo num filme em que transforma em um espetáculo visual uma amputação a sangue frio. É bem verdade que Boyle não espetaculariza o clímax, mas, nem por isso evita a grandiloquência - especialmente com a trilha de A.R. Rahman - quando finalmente decide transformar Ralston numa espécie de herói involuntário, que passa a valorizar a vida depois de ter chegado perto da morte.
O sujeito real é aquele que ficou 127 horas com o braço preso entre duas rochas, num cânion, em Utah, e teve de amputá-lo sozinho para conseguir sobreviver. Uma história que, em 2003, saiu em jornais do mundo todo e, mais tarde, virou um livro de memórias.
Engenheiro por formação, e aventureiro por natureza, Ralston (Franco) passa o final de semana escalando montanhas. Poucos incidentes cruzam o seu caminho: um par de garotas - interpretadas por Kate Mara e Amber Tamblyn - que têm pouca experiência e também estão explorando a mesma região. O filme se ocupa delas por pouco tempo. Os três se divertem numa piscina natural dentro de uma caverna, mas depois o protagonista segue sozinho.
Minutos mais tarde, cai numa fenda e uma rocha desliza por cima dele, prendendo seu braço. Começam então suas 127 horas de agonia. Para retratar isso, Boyle se vale de alguns malabarismos e muita pirotecnia, tentando segurar 90 minutos de um homem contra a natureza. Para criar o filme, o diretor tinha material em que se apoiar - o vídeo-diário que o próprio Ralston manteve naqueles dias, além do próprio sobrevivente para contar a sua história.
Essa é uma trama que beira o existencialismo - o toque de aventura se esvai logo no começo. É a história de um homem no limite que não pode fazer outra coisa para matar o tempo a não ser pensar em sua vida, lembrando-se da infância e dos pais (Treat Williams e Kate Burton).
Mas Boyle é um diretor dado a modernices que não se contenta em narrar. É preciso dividir a tela em três, usar imagens aceleradas e outros rebuscamentos que, no fim, só diluem a força que a narrativa tem a oferecer. Flashbacks ecoam pela mente de um Ralston quase agonizante que, entre uma tentativa e outra de se libertar, pensa na família, nos amigos e em tudo que está perdendo, preso entre duas rochas.
Há dois anos, Boyle ganhou o Oscar de direção com "Quem Quer Ser um Milionário?" - outra história de um jovem que triunfa contra as adversidades graças ao amor. Sim, porque por mais que esteja enterrado nas entrelinhas, há um componente estranho de romance aqui. Afinal, o protagonista só toma as medidas mais drásticas depois de uma premonição sobre seu futuro caso consiga escapar dali.
O inglês Boyle estreou no cinema em 1994 com "Cova Rasa", um filme com uma história bizarra sobre amizade, traições e sangue - quase um conto macabro. Depois veio, em 1996, "Trainspotting", um filme que ajudou a sedimentar sua reputação de cineasta indie, de talento e gosto pela subversão - tanto temática quanto narrativa.
Mas, em mais de 15 anos de carreira, o diretor caiu num conformismo, rendendo-se a fórmulas fáceis - como "Quem Quer Ser um Milionário?" e "Caiu do Céu" - até veículos para grandes astros - Leonardo Di Caprio, no auge, logo após "Titanic", com "A Praia". De uma forma ou de outra, Boyle nunca mais esteve à altura do seu começo promissor.
É inegável que há um certo sadismo num filme em que transforma em um espetáculo visual uma amputação a sangue frio. É bem verdade que Boyle não espetaculariza o clímax, mas, nem por isso evita a grandiloquência - especialmente com a trilha de A.R. Rahman - quando finalmente decide transformar Ralston numa espécie de herói involuntário, que passa a valorizar a vida depois de ter chegado perto da morte.
17/02/11 - Scorsese e Leonardo DiCaprio anunciam 5º filme da parceria
LOS ANGELES, EUA - O diretor Martin Scorsese e o ator Leonardo DiCaprio voltarão a trabalhar juntos em um novo filme, "The Wolf of Wall Street" ("O Lobo de Wall Street", em tradução livre), uma adaptação das memórias do corretor Jordan Belfort, informou nesta quarta-feira a edição digital da revista "The Hollywood Reporter".
Após quatro anos em desenvolvimento, o projeto será produzido pela empresa de DiCaprio, a Appian Way, junto com Alexandra Milchan e Scorsese, que dirigirá o filme que seria realizado inicialmente por Ridley Scott para a Warner Brothers.
Os detalhes financeiros do longa-metragem e a data de início da produção serão divulgados durante o Festival de Cannes, em maio.
"The Wolf of Wall Street" narrará a história de Belfort, um ambicioso corretor da bolsa de valores que passou quase dois anos em uma prisão federal por delitos de manipulação de valores na década de 1990, que viveu de forma frenética. Ainda não está confirmado se DiCaprio interpretará Belfort ou se terá outro papel no filme.
Atualmente, Scorsese está terminando "Hugo Cabret", que estreará em dezembro. Em seguida, o diretor trabalhará na adaptação do romance "Silence", de Shusaku Endo.
Já DiCaprio vem gravando em "J. Edgar", filme dirigido por Clint Eastwood. O ator já trabalhou com Scorsese em "Gangues de Nova York" (2002), "O Aviador" (2004), "Os Infiltrados" (2006) e "Ilha do Medo" (2010).
Após quatro anos em desenvolvimento, o projeto será produzido pela empresa de DiCaprio, a Appian Way, junto com Alexandra Milchan e Scorsese, que dirigirá o filme que seria realizado inicialmente por Ridley Scott para a Warner Brothers.
Os detalhes financeiros do longa-metragem e a data de início da produção serão divulgados durante o Festival de Cannes, em maio.
"The Wolf of Wall Street" narrará a história de Belfort, um ambicioso corretor da bolsa de valores que passou quase dois anos em uma prisão federal por delitos de manipulação de valores na década de 1990, que viveu de forma frenética. Ainda não está confirmado se DiCaprio interpretará Belfort ou se terá outro papel no filme.
Atualmente, Scorsese está terminando "Hugo Cabret", que estreará em dezembro. Em seguida, o diretor trabalhará na adaptação do romance "Silence", de Shusaku Endo.
Já DiCaprio vem gravando em "J. Edgar", filme dirigido por Clint Eastwood. O ator já trabalhou com Scorsese em "Gangues de Nova York" (2002), "O Aviador" (2004), "Os Infiltrados" (2006) e "Ilha do Medo" (2010).
17/02/11 - Alice Eve será a versão jovem de Emma Thompson em Homens de Preto 3
Apesar do atraso nas gravações, a produção de MIB - Homens de Preto 3 não está totalmente parada. Tanto que uma nova aquisição foi feita para o elenco. Alice Eve (Sex and the City 2) vai interpretar a personagem de Emma Thompson quando jovem.
O filme terá sua ação divida em dois tempos: atualmente e em 1969. Isso porque o agente J (Will Smith) terá que voltar no tempo e se unir ao então jovem agente K (Josh Brolin, em uma versão do mesmo papel de Tommy Lee Jones) para salvar o mundo.
Eve vai aparecer nas cenas de 1969, quando a atual Oh (Thompson), chefe dos agentes J e K, ainda era apenas uma secretária na agência.
Atraso
A data de lançamento – 25 de maio de 2012 – continua a mesma, mas as filmagens de MIB – Homens de Preto 3 foram adiadas mais uma vez esta semana. E o problema seria, novamente, o roteiro.
Logo no início, Smith teria se queixado do texto de Etan Cohen (Trovão Tropical). As gravações foram então interrompidas no final do ano passado, mas na época a Sony alegou que queria esperar passar o auge do inverno norte-americano.
O trabalho deveria ter sido retomado esta semana, porém foi remarcado para 28 de março. E o descontentamento com o roteiro não pode mais ser disfarçado: Jeff Nathanson (Prenda-me Se For Capaz) foi contratado para revisar e fazer acréscimos ao texto.
Dirigido por Barry Sonnenfield (o mesmo dos dois primeiros filmes da série), MIB 3 tem também em seu elenco Alec Baldwin, Nicole Scherzinger e Rip Torn.
O filme terá sua ação divida em dois tempos: atualmente e em 1969. Isso porque o agente J (Will Smith) terá que voltar no tempo e se unir ao então jovem agente K (Josh Brolin, em uma versão do mesmo papel de Tommy Lee Jones) para salvar o mundo.
Eve vai aparecer nas cenas de 1969, quando a atual Oh (Thompson), chefe dos agentes J e K, ainda era apenas uma secretária na agência.
Atraso
A data de lançamento – 25 de maio de 2012 – continua a mesma, mas as filmagens de MIB – Homens de Preto 3 foram adiadas mais uma vez esta semana. E o problema seria, novamente, o roteiro.
Logo no início, Smith teria se queixado do texto de Etan Cohen (Trovão Tropical). As gravações foram então interrompidas no final do ano passado, mas na época a Sony alegou que queria esperar passar o auge do inverno norte-americano.
O trabalho deveria ter sido retomado esta semana, porém foi remarcado para 28 de março. E o descontentamento com o roteiro não pode mais ser disfarçado: Jeff Nathanson (Prenda-me Se For Capaz) foi contratado para revisar e fazer acréscimos ao texto.
Dirigido por Barry Sonnenfield (o mesmo dos dois primeiros filmes da série), MIB 3 tem também em seu elenco Alec Baldwin, Nicole Scherzinger e Rip Torn.
14/02/11 - Veteranos e estreantes disputam as estatuetas de atuação no Oscar; conheça os candidatos
Todo ano a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas seleciona 20 atores para sua maior honra, o Oscar, e todo ano os indicados são uma mistura de rostos familiares e inesperados. Este ano não é exceção. Presenças regulares no Oscar como Jeff Bridges e Nicole Kidman estão na lista deste ano, assim como Geoffrey Rush, mas também estreantes como John Hawkes e Hailee Steinfeld. E quem é Jacki Weaver?
Às vezes um nome familiar aparece, mas até mesmo os cinéfilos radicais podem ter perdido o filme em questão: Javier Bardem já recebeu um Oscar, mas o que é "Biutiful"? Amy Adams parece ter feito uma centena de filmes, mas alguém viu "O Vencedor"? E essa é a aparência de Christian Bale sem sua máscara de Batman?
Com a cerimônia de entrega do Oscar marcada para 27 de fevereiro, aqui está uma breve introdução aos famosos e aos pouco conhecidos, juntamente com algumas recomendações de trabalhos anteriores disponíveis em DVD.
Às vezes um nome familiar aparece, mas até mesmo os cinéfilos radicais podem ter perdido o filme em questão: Javier Bardem já recebeu um Oscar, mas o que é "Biutiful"? Amy Adams parece ter feito uma centena de filmes, mas alguém viu "O Vencedor"? E essa é a aparência de Christian Bale sem sua máscara de Batman?
Com a cerimônia de entrega do Oscar marcada para 27 de fevereiro, aqui está uma breve introdução aos famosos e aos pouco conhecidos, juntamente com algumas recomendações de trabalhos anteriores disponíveis em DVD.
14/02/11 - Cercado de expectativas, Coriolanus e seu elenco de astros e estrelas decepcionam na Berlinale
Estreia de Ralph Fiennes na direção, "Coriolanus" atualiza a peça homônima de Shakespeare para os dias atuais, em um conflito que lembra muito o embate átnico dos Balcãs no anos 90. Com umm elenco de astros e estrelas que inclui o próprio Fiennes no papel-título, Gerard Butler no de Aufidius e Vanessa Redgrave no da orgulhosa matriarca do protagonista, o filme era uma das grandes expectativas da seleção oficial e da competição em Berlim. Mas sua proposta convencional e nada radical decepcionou. Na sessão para a imprensa, na manhã desta segunda (14), muitos jornalistas saíram logo após o início da sessão e outros mais saíram ao longo dela. Ao fim, ninguém ousou soltar vaias, apenas aplausos tímidos.
14/02/11 - Os Residentes, de Tiago Mata Machado, é destaque no Festival de Berlim
BERLIM, Alemanha - O filme brasileiro "Os Residentes", do cineasta Tiago Mata Machado, está na sessão "Fórum" da 61ª edição da Festival de Berlim, ao lado de outras produções latino-americanas.
O longa, que foi consagrado na 14ª Mostra de Cinema de Tiradentes, se centra em um grupo de personagens que vivem em uma casa abandonada e que logo recebem novos hóspedes: um velho militante neoísta, um autoexilado e uma famosa artista plástica, aparentemente sequestrada.
Os outros filmes latino-americanos na seção Fórum do festival são o colombiano "Karen Llora en un Bus", de Gabriel Rojas Vera; os argentinos "Ocio" e "Ausente", de Juan Villegas e Marco Berger, respectivamente; e o chileno "El Mocito", de Marcela Said.
O diretor colombiano Rojas Vera, que estreou nesta segunda-feira no festival internacional com seu longa, disse à Agência Efe que o filme conta a história de "uma mulher que se divorcia e luta entre a comodidade de sua antiga vida e a independência de viver sozinha".
"É um filme de estética simples, intimista, e tecnicamente naturalista, que está muito centrado na atuação", revelou o diretor, que acrescentou que é "um orgulho" participar do festival de Berlim.
O longa, que foi consagrado na 14ª Mostra de Cinema de Tiradentes, se centra em um grupo de personagens que vivem em uma casa abandonada e que logo recebem novos hóspedes: um velho militante neoísta, um autoexilado e uma famosa artista plástica, aparentemente sequestrada.
Os outros filmes latino-americanos na seção Fórum do festival são o colombiano "Karen Llora en un Bus", de Gabriel Rojas Vera; os argentinos "Ocio" e "Ausente", de Juan Villegas e Marco Berger, respectivamente; e o chileno "El Mocito", de Marcela Said.
O diretor colombiano Rojas Vera, que estreou nesta segunda-feira no festival internacional com seu longa, disse à Agência Efe que o filme conta a história de "uma mulher que se divorcia e luta entre a comodidade de sua antiga vida e a independência de viver sozinha".
"É um filme de estética simples, intimista, e tecnicamente naturalista, que está muito centrado na atuação", revelou o diretor, que acrescentou que é "um orgulho" participar do festival de Berlim.
12/02/11 - Sharon Stone diz que gostaria muito de ser a vilã de James Bond
Paris - A atriz americana Sharon Stone, que está promovendo o filme "O Invencível 2", de Jérôme Salle, revela que gostaria de interpretar o papel de vilã em um filme de James Bond.
"Gostaria muito de ser a vilã em um (filme) de James Bond junto a Daniel Craig", explica a atriz, de 52 anos, em entrevista publicada neste sábado (12) pelo diário francês "Le Figaro".
Mas pelo visto Sharon terá de esperar para realizar sua vontade. A imprensa especializada indica que o espanhol Javier Bardem deve assumir o papel de vilão no próximo filme da saga 007, que nas últimas produções teve Craig como agente secreto.
A sedutora protagonista de "Instinto Selvagem" (1992) também parece atraída por interpretações pouco exploradas em sua carreira. "Tenho vontade de escolher papéis diferentes, de ir para a comédia, para o drama ou de escolher papéis mais compassivos. Era o momento de fazer uma pausa e mudar".
"Gostaria muito de ser a vilã em um (filme) de James Bond junto a Daniel Craig", explica a atriz, de 52 anos, em entrevista publicada neste sábado (12) pelo diário francês "Le Figaro".
Mas pelo visto Sharon terá de esperar para realizar sua vontade. A imprensa especializada indica que o espanhol Javier Bardem deve assumir o papel de vilão no próximo filme da saga 007, que nas últimas produções teve Craig como agente secreto.
A sedutora protagonista de "Instinto Selvagem" (1992) também parece atraída por interpretações pouco exploradas em sua carreira. "Tenho vontade de escolher papéis diferentes, de ir para a comédia, para o drama ou de escolher papéis mais compassivos. Era o momento de fazer uma pausa e mudar".
12/02/11 - Elizabeth Taylor dá entrada em hospital por problemas cardíacos
Los Angeles (EUA.) - A atriz Elizabeth Taylor, de 78 anos, deu entrada nesta semana no centro médico Cedars-Sinai em Los Angeles, onde se encontra sob observação devido a problemas cardíacos, informou nesta sexta-feira (4) a edição digital da revista "People".
Liz Taylor sofre do coração há anos e foi operada em 2009 para corrigir um problema na válvula cardíaca, uma intervenção considerada um sucesso.
Segundo o representante da atriz, vencedora de dois Oscars pelos filmes "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?" (1966) e "Disque Butterfield 8" (1960), a nova hospitalização respondeu a "uma condição (física) recorrente".
"Este assunto está sendo tratado. Atualmente está no hospital sob observação", disse o agente, antes de pedir "respeito à sua privacidade" para que a equipe médica tenha "o tempo e o espaço para concentrar-se em recuperar sua saúde".
Além de sofrer diversas pneumonias durante sua vida, Liz Taylor superou nos últimos anos problemas nas costas, diversas operações de quadril e um tumor benigno no cérebro, que foi retirado em 1997.
À lista soma-se um passado de abuso de álcool e drogas.
Tamanho da letralabelstrueElizabeth Taylor dá entrada em hospital por problemas cardíacos12/02/2011EFEfalseUOL Últimas Notícias1@UOLCinema #UOL
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Liz Taylor sofre do coração há anos e foi operada em 2009 para corrigir um problema na válvula cardíaca, uma intervenção considerada um sucesso.
Segundo o representante da atriz, vencedora de dois Oscars pelos filmes "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?" (1966) e "Disque Butterfield 8" (1960), a nova hospitalização respondeu a "uma condição (física) recorrente".
"Este assunto está sendo tratado. Atualmente está no hospital sob observação", disse o agente, antes de pedir "respeito à sua privacidade" para que a equipe médica tenha "o tempo e o espaço para concentrar-se em recuperar sua saúde".
Além de sofrer diversas pneumonias durante sua vida, Liz Taylor superou nos últimos anos problemas nas costas, diversas operações de quadril e um tumor benigno no cérebro, que foi retirado em 1997.
À lista soma-se um passado de abuso de álcool e drogas.
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12/02/11 - Primeiro concorrente alemão ao Urso de Ouro, "Sleeping Sickness ataca assistencialismo europeu e divide plateia da Berlinale
Sleeping Sickness" é o primeiro concorrente alemão a ser exibido no Festival de Berlim 2011. Inspirado em memórias do diretor Ulrich Köhler, cujos pais trabalharam na África, e em clássicos como "No Coração das Trevas", de Joseph Conrad, o filme conta a história de um médico francês de origem africana que vai para Camarões em visita de inspeção a um projeto financiado pela Organização Mundial de Saúde. E, ao chegar lá, encontra o médico alemão responsável pelo projeto em uma situação de completo caos. O filme dividiu a plateia de jornalistas que assistiu ao filme esta manhã no Berlinale Palast - muitos aplaudiram e uma parte igualmente grande assobiou e deu risadas do fim enigmático.
Na entrevista coletiva que se seguiu, com a presença de Köhler e dos atores Pierre Bokma, Jean Christophe Folly, Jenny Schily e Hippolyte Girardot, essa divisão de avaliação apenas se acentuou. Muitas perguntas eram antecedidas, como de costume, por elogios, mas houve quem acusasse o filme de ser "confuso" e, para fazer uma analogia com a metáfora do título, "sonolento". O diretor alemão se defendeu como pode dizendo que sua intenção principal era mostrar como o assistencialismo europeu na África pode ser ao mesmo tempo benéfico e nocivo, moralizante e corruptor.
"Minha intenção era mostrar como funciona o mundo desses estrangeiros que prestam assistência na África", disse ele, cujos pais trabalharam anos no Zaire. "Sempre me perguntei como essas pessoas conseguem viver em um ambiente em que eles vivem como privilegiados. Certamente, é muito difícil querer abandonar benesses como salários altos, casas enormes, funcionários."
É justamente nessa situação que se encontra Ebbo, personagem de Bokma, quando o filme começa. Ele está prestes a ser substituído e voltar para a Alemanha coma mulher e a filha. Mas, por razões que o filme não explica deliberadamente, ele permanece. E o ponto de vista muda subitamente para Nzilla, interpretado por Folly, que chega da França para avaliar outro projeto no qual o médico alemão trabalha, supostamente para erradicar a "doença do sono", uma patologia endêmica em países africanos.
Repleto de metáforas que envolvem lendas locais, mudanças narrativas, elipses inexplicáveis, "Sleeping Sickness" tem pelo menos o dom da ousadia, no sentido de que faz tentativas onde apenas cineastas como o tailandês Apitchatpont Weirastful se aventuraram com algum sucesso. Para um júri presidido por Isabella Rossellini e com o cineasta Guy Madin como integrante essa tentativa pode bastar.Tamanho da letralabelstruePrimeiro concorrente alemão ao Urso de Ouro, "Sleeping Sickness" ataca assistencialismo europeu e divide plateia da Berlinale12/02/2011Da RedaçãofalseUOL Festival de Berlim 20111@UOLCinema #UOL
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Na entrevista coletiva que se seguiu, com a presença de Köhler e dos atores Pierre Bokma, Jean Christophe Folly, Jenny Schily e Hippolyte Girardot, essa divisão de avaliação apenas se acentuou. Muitas perguntas eram antecedidas, como de costume, por elogios, mas houve quem acusasse o filme de ser "confuso" e, para fazer uma analogia com a metáfora do título, "sonolento". O diretor alemão se defendeu como pode dizendo que sua intenção principal era mostrar como o assistencialismo europeu na África pode ser ao mesmo tempo benéfico e nocivo, moralizante e corruptor.
"Minha intenção era mostrar como funciona o mundo desses estrangeiros que prestam assistência na África", disse ele, cujos pais trabalharam anos no Zaire. "Sempre me perguntei como essas pessoas conseguem viver em um ambiente em que eles vivem como privilegiados. Certamente, é muito difícil querer abandonar benesses como salários altos, casas enormes, funcionários."
É justamente nessa situação que se encontra Ebbo, personagem de Bokma, quando o filme começa. Ele está prestes a ser substituído e voltar para a Alemanha coma mulher e a filha. Mas, por razões que o filme não explica deliberadamente, ele permanece. E o ponto de vista muda subitamente para Nzilla, interpretado por Folly, que chega da França para avaliar outro projeto no qual o médico alemão trabalha, supostamente para erradicar a "doença do sono", uma patologia endêmica em países africanos.
Repleto de metáforas que envolvem lendas locais, mudanças narrativas, elipses inexplicáveis, "Sleeping Sickness" tem pelo menos o dom da ousadia, no sentido de que faz tentativas onde apenas cineastas como o tailandês Apitchatpont Weirastful se aventuraram com algum sucesso. Para um júri presidido por Isabella Rossellini e com o cineasta Guy Madin como integrante essa tentativa pode bastar.Tamanho da letralabelstruePrimeiro concorrente alemão ao Urso de Ouro, "Sleeping Sickness" ataca assistencialismo europeu e divide plateia da Berlinale12/02/2011Da RedaçãofalseUOL Festival de Berlim 20111@UOLCinema #UOL
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10/02/11 - Festival de Berlim estende seu tapete vermelho para divas e anônimos
BERLIM, Alemanha - O Festival de Berlim estendeu na quarta-feira seu tapete vermelho para a abertura nesta quinta-feira do evento, que até o próximo dia 20 será testemunha de um desfile de divas de Hollywood como também de anônimos.
Os irmãos Joel e Ethan Coen abrirão nesta quinta-feira a 61ª edição do Festival de Berlim com seu western "Bravura Indômita", que inaugurará um festival carregado de boas doses de 3D e cinema latino-americano, em alternância com o desfile de famosos sobre o tapete vermelho.
O diretor da mostra, Dieter Kosslick, organizou uma reunião na terça-feira após receber no aeroporto à presidente do júri, a atriz e diretora italiana Isabella Rossellini, enquanto o público se amontoava nas bilheterias em busca de ingressos.
"O Festival de Berlim sempre reuniu o cidadão comum, berlinense e o visitante, que corre para as portas do teatro com uma paixão que dá ao festival um clima que não tem nenhum outro em seu gênero e categoria", sustenta Kosslick.
O caráter do evento diferencia o Festival de Berlim, em palavras de seu diretor, de seus colegas europeus - Cannes e Veneza -, muito mais elitistas, ao que se soma o fato de ser realizado em uma capital com mais de 3 milhões de visitantes, o que não ocorre em suas rivais francesa e italiana.
Na segunda-feira passada começou a venda de ingressos para praticamente todas as sessões do festival, com um total de quase 400 opções de filmes para escolher entre os 16 indicados ao Urso de Ouro e a programação que inclui a seção Panorama, Fórum, Mostra Geração, Retrospectiva (dedicada este ano a Ingmar Bergman), Cinema Gastronômico, entre outros.
Em um encontro com a imprensa estrangeira, Kosslick disse que os que queiram compartilhar uma exibição com os astros disputarão um lugar nas sessões de gala do Festival de Berlim Palast, nas quais se espera figuras como Kevin Spacey, Ralph Fiennes e Liam Neeson.
O Festival de Berlim oferece também um espaço para produções pouco exploradas, e uma seção de cinema gastronômico - no qual está o filme "El Camino del Vino", do argentino Nicolás Carreras. O brasileiro "Tropa de Elite 2", de José Padilha sobre a guerra das favelas também será exibido nas salas da capital alemã.
As vendas das entradas contam com a modalidade do ingresso de "último minuto" que custam a metade do preço no próprio local meia hora antes do início da sessão, em função dos lugares que tenham ficado disponíveis e a devoluções de última hora.
Os irmãos Joel e Ethan Coen abrirão nesta quinta-feira a 61ª edição do Festival de Berlim com seu western "Bravura Indômita", que inaugurará um festival carregado de boas doses de 3D e cinema latino-americano, em alternância com o desfile de famosos sobre o tapete vermelho.
O diretor da mostra, Dieter Kosslick, organizou uma reunião na terça-feira após receber no aeroporto à presidente do júri, a atriz e diretora italiana Isabella Rossellini, enquanto o público se amontoava nas bilheterias em busca de ingressos.
"O Festival de Berlim sempre reuniu o cidadão comum, berlinense e o visitante, que corre para as portas do teatro com uma paixão que dá ao festival um clima que não tem nenhum outro em seu gênero e categoria", sustenta Kosslick.
O caráter do evento diferencia o Festival de Berlim, em palavras de seu diretor, de seus colegas europeus - Cannes e Veneza -, muito mais elitistas, ao que se soma o fato de ser realizado em uma capital com mais de 3 milhões de visitantes, o que não ocorre em suas rivais francesa e italiana.
Na segunda-feira passada começou a venda de ingressos para praticamente todas as sessões do festival, com um total de quase 400 opções de filmes para escolher entre os 16 indicados ao Urso de Ouro e a programação que inclui a seção Panorama, Fórum, Mostra Geração, Retrospectiva (dedicada este ano a Ingmar Bergman), Cinema Gastronômico, entre outros.
Em um encontro com a imprensa estrangeira, Kosslick disse que os que queiram compartilhar uma exibição com os astros disputarão um lugar nas sessões de gala do Festival de Berlim Palast, nas quais se espera figuras como Kevin Spacey, Ralph Fiennes e Liam Neeson.
O Festival de Berlim oferece também um espaço para produções pouco exploradas, e uma seção de cinema gastronômico - no qual está o filme "El Camino del Vino", do argentino Nicolás Carreras. O brasileiro "Tropa de Elite 2", de José Padilha sobre a guerra das favelas também será exibido nas salas da capital alemã.
As vendas das entradas contam com a modalidade do ingresso de "último minuto" que custam a metade do preço no próprio local meia hora antes do início da sessão, em função dos lugares que tenham ficado disponíveis e a devoluções de última hora.
10/02/11 - Médicos australianos alertam que filme 127 Horas pode provocar desmaios
YDNEY, Austrália - Médicos australianos advertiram os cidadãos do país de que o filme "127 Horas" não é indicado para algumas pessoas devido ao realismo da cena de uma mutilação, informou a imprensa local nesta quinta-feira.
O hospital St. Vincent, em Sidney, atendeu durante esta semana três pessoas que sofreram desmaios, vômitos e até um ataque epilético dentro do cinema.
A produção narra a história real do alpinista americano Aron Ralston, que precisou arrancar o próprio braço para se livrar de uma rocha que o prendeu por mais de cinco dias no Bluejohn Canyon.
O chefe da unidade de emergências do centro médico australiano, Gordian Fulde, assegurou ao jornal "Daily Telegraph" que uma cena como essa pode provocar queda de pressão e outros problemas de saúde.
O hospital St. Vincent, em Sidney, atendeu durante esta semana três pessoas que sofreram desmaios, vômitos e até um ataque epilético dentro do cinema.
A produção narra a história real do alpinista americano Aron Ralston, que precisou arrancar o próprio braço para se livrar de uma rocha que o prendeu por mais de cinco dias no Bluejohn Canyon.
O chefe da unidade de emergências do centro médico australiano, Gordian Fulde, assegurou ao jornal "Daily Telegraph" que uma cena como essa pode provocar queda de pressão e outros problemas de saúde.
10/02/11 - BERLIM 2011: José Padilha apresenta Tropa 2 no festival
Depois de vencer o Urso de Ouro com Tropa de Elite há três anos, o diretor brasileiro José Padilha volta ao Festival de Berlim, que começa nesta quinta-feira, para apresentar a sequência do longa, Tropa de Elite 2. Os atores Wagner Moura e Maria Ribeiro também estarão na capital alemã para prestigiar o evento.
A produção brasileira terá uma sessão de gala na sexta (11) no Friedrichstadpalast. O filme não participa da competição oficial, mas concorre ao prêmio do público do festival. Além de Tropa, dois outros filmes brasileiros serão exibidos no evento: Os Residentes, de Tiago Mata Machado, vencedor de quatro Candangos no Festival de Brasília, e o curta Ensolarado, de Ricardo Targino.
Tropa de Elite 2 está entre os 400 filmes de 58 nacionalidades participantes do festival. A entrega do Urso de Ouro ocorre dia 19.
A 61ª edição do Festival de Berlim será aberta nesta quinta (10/2) com Bravura Indômita, novo filme dos irmãos Ethan e Joel Coen.
A produção brasileira terá uma sessão de gala na sexta (11) no Friedrichstadpalast. O filme não participa da competição oficial, mas concorre ao prêmio do público do festival. Além de Tropa, dois outros filmes brasileiros serão exibidos no evento: Os Residentes, de Tiago Mata Machado, vencedor de quatro Candangos no Festival de Brasília, e o curta Ensolarado, de Ricardo Targino.
Tropa de Elite 2 está entre os 400 filmes de 58 nacionalidades participantes do festival. A entrega do Urso de Ouro ocorre dia 19.
A 61ª edição do Festival de Berlim será aberta nesta quinta (10/2) com Bravura Indômita, novo filme dos irmãos Ethan e Joel Coen.
08/02/11 - James Dean, um mito que burla a velhice no 80º aniversário de seu nascimento
LOS ANGELES, EUA - Lenda do cinema, símbolo sexual e ícone de uma geração rock n roll, o rebelde James Dean ganhou um lugar no éden após sua morte, onde sua lembrança burla a velhice no 80º aniversário de seu nascimento.
Três filmes, quatro anos de carreira e um final dramático bastaram para que o promissor Jimmy, como era chamado pelos amigos, passasse de um menino de fazenda a um mito. Nunca ninguém conseguiu tanto em tão pouco.
A indústria de Hollywood ficou encantada com o ator após a estreia de "Vidas Amargas" (1955), primeiro filme no qual Dean aparecia como protagonista após trabalhar como coadjuvante em seis produções anteriores.
O filme dirigido por Elia Kazan soube reconhecer o potencial de um intérprete que lutava para sobreviver em uma profissão na qual o ator estreou fazendo anúncios de refresco e na qual, segundo as más línguas, chegou a realizar favores sexuais para abrir caminhos.
Talento não faltava a Dean, que nasceu no dia 8 de fevereiro de 1931 em Marion, uma zona rural de Indiana, estado natal também de Michael Jackson, onde chegou a ser premiado em sua adolescência por seu desempenho esportivo e artístico.
Apenas seis anos antes de seu trágico acidente ao volante de seu Porsche em uma estrada californiana, Dean terminava seus estudos de bacharelado quando se mudou para cursar Direito e Arte Dramática em Los Angeles até 1952, ano que partiu para Nova York e se aventurou na Broadway pensando que ali encontraria a fama.
Após dois anos perambulando pelos teatros conseguiu papéis em duas peças: "See The Jaguar" e "The Immoralist". Uma oportunidade que soube aproveitar e lhe valeu o prêmio Daniel Blum de ator revelação de 1954, ao tempo que captou a atenção de Kazan.
Da noite para o dia, James Dean seduziu uma Hollywood sedenta por artistas carismáticos para alimentar seu poderoso "star-system".
Seu nome e sua imagem de menino mau começou a encher páginas de revistas como emblema de um espírito marcado pelo nascimento do rock n roll e da teoria de viver depressa e morrer jovem, algo que Dean seguiu ao pé da letra.
As filmagens de "Vidas Amargas" foram seguidas, quase imediatamente, por "Juventude Transviada" e "Assim Caminha a Humanidade", filme que concluiu sua gravação um dia antes da morte do jovem ator de 24 anos.
Por motivos contratuais com a Warner Brothers, Dean estava proibido de participar de competições esportivas, especialmente corridas de carros, enquanto trabalhava em um papel, por isso que teve que esperar até o final de seu último filme para subir no seu carro rumo um evento automobilístico.
Aquela viagem chegaria a seu fim antes do tempo, como quase tudo na vida de Dean, quando seu veículo colidiu frontalmente com outro em um cruzamento das estradas 46 e 41 no interior da Califórnia, um local fatídico que agora é um lugar de peregrinação para seus admiradores.
O destino quis que o ator não pudesse saborear seu sucesso já que só viveu para assistir a estreia de "Vidas Amargas", produção pela qual obteria uma nomeação póstuma de melhor ator em 1956, indicação que repetiria em 1957 por "Assim Caminha a Humanidade".
Entre seus amores destacaram Pier Angeli e Ursula Andress, embora tenham lhe atribuído diversos romances e, inclusive, chegaram a especular sua homossexualidade em vários dos livros biográficos.
No próximo fim de semana em Fairmount, seus incondicionais fãs voltarão a lembrar de sua figura por ocasião de seu 80º aniversário de nascimento através de um ciclo de cinema que vai projetar seus filmes, em cenas que imortalizaram Dean sem rugas e sem cabelos brancos.
Três filmes, quatro anos de carreira e um final dramático bastaram para que o promissor Jimmy, como era chamado pelos amigos, passasse de um menino de fazenda a um mito. Nunca ninguém conseguiu tanto em tão pouco.
A indústria de Hollywood ficou encantada com o ator após a estreia de "Vidas Amargas" (1955), primeiro filme no qual Dean aparecia como protagonista após trabalhar como coadjuvante em seis produções anteriores.
O filme dirigido por Elia Kazan soube reconhecer o potencial de um intérprete que lutava para sobreviver em uma profissão na qual o ator estreou fazendo anúncios de refresco e na qual, segundo as más línguas, chegou a realizar favores sexuais para abrir caminhos.
Talento não faltava a Dean, que nasceu no dia 8 de fevereiro de 1931 em Marion, uma zona rural de Indiana, estado natal também de Michael Jackson, onde chegou a ser premiado em sua adolescência por seu desempenho esportivo e artístico.
Apenas seis anos antes de seu trágico acidente ao volante de seu Porsche em uma estrada californiana, Dean terminava seus estudos de bacharelado quando se mudou para cursar Direito e Arte Dramática em Los Angeles até 1952, ano que partiu para Nova York e se aventurou na Broadway pensando que ali encontraria a fama.
Após dois anos perambulando pelos teatros conseguiu papéis em duas peças: "See The Jaguar" e "The Immoralist". Uma oportunidade que soube aproveitar e lhe valeu o prêmio Daniel Blum de ator revelação de 1954, ao tempo que captou a atenção de Kazan.
Da noite para o dia, James Dean seduziu uma Hollywood sedenta por artistas carismáticos para alimentar seu poderoso "star-system".
Seu nome e sua imagem de menino mau começou a encher páginas de revistas como emblema de um espírito marcado pelo nascimento do rock n roll e da teoria de viver depressa e morrer jovem, algo que Dean seguiu ao pé da letra.
As filmagens de "Vidas Amargas" foram seguidas, quase imediatamente, por "Juventude Transviada" e "Assim Caminha a Humanidade", filme que concluiu sua gravação um dia antes da morte do jovem ator de 24 anos.
Por motivos contratuais com a Warner Brothers, Dean estava proibido de participar de competições esportivas, especialmente corridas de carros, enquanto trabalhava em um papel, por isso que teve que esperar até o final de seu último filme para subir no seu carro rumo um evento automobilístico.
Aquela viagem chegaria a seu fim antes do tempo, como quase tudo na vida de Dean, quando seu veículo colidiu frontalmente com outro em um cruzamento das estradas 46 e 41 no interior da Califórnia, um local fatídico que agora é um lugar de peregrinação para seus admiradores.
O destino quis que o ator não pudesse saborear seu sucesso já que só viveu para assistir a estreia de "Vidas Amargas", produção pela qual obteria uma nomeação póstuma de melhor ator em 1956, indicação que repetiria em 1957 por "Assim Caminha a Humanidade".
Entre seus amores destacaram Pier Angeli e Ursula Andress, embora tenham lhe atribuído diversos romances e, inclusive, chegaram a especular sua homossexualidade em vários dos livros biográficos.
No próximo fim de semana em Fairmount, seus incondicionais fãs voltarão a lembrar de sua figura por ocasião de seu 80º aniversário de nascimento através de um ciclo de cinema que vai projetar seus filmes, em cenas que imortalizaram Dean sem rugas e sem cabelos brancos.
08/02/11 - Indicados falam de suas emoções no tradicional almoço pré-Oscar
LOS ANGELES, EUA - O ambiente descontraído marcou o tradicional almoço dos indicados ao Oscar, realizado nesta segunda-feira em Los Angeles.
O espanhol Javier Bardem foi um dos primeiros a chegar ao hotel Beverly Hilton, onde aconteceu o encontro, no qual estiveram presentes os principais favoritos ao prêmio que será entregue em 27 de fevereiro, entre eles Colin Firth, Natalie Portman e Melissa Leo.
Bardem, candidato à láurea de melhor ator por seu papel em "Biutiful", declarou que foi "um presente incrível" o apoio dado por Julia Roberts, Sean Penn e Michael Mann ao filme nos Estados Unidos.
Apesar de ter experiência no Oscar, já que foi indicado em outras duas oportunidades, Bardem confessou que a candidatura é especial nesta ocasião pelo fato de ser um trabalho realizado em sua língua materna.
O britânico Colin Firth ("O Discurso do Rei") brincou sobre a importância do Oscar na carreira dos atores, e Natalie Portman ("Cisne Negro") criticou a demasiada importância atribuída à sua gravidez.
"É deprimente que isso tenha se transformado no tema de conversa em lugar do próprio filme", se queixou a favorita para o prêmio de melhor atriz.
Já a mais jovem entre as atrizes candidatas, Hailee Steinfeld ("Bravura Indômita"), reconheceu à imprensa que não esperava concorrer ao Oscar um dia.
"Nunca pensei que estaria aqui, isto é incrível", comentou a atriz de 14 anos, demonstrando sentimento semelhante ao de Jesse Eisenberg, que concorre a melhor ator por "A Rede Social".
O espanhol Javier Bardem foi um dos primeiros a chegar ao hotel Beverly Hilton, onde aconteceu o encontro, no qual estiveram presentes os principais favoritos ao prêmio que será entregue em 27 de fevereiro, entre eles Colin Firth, Natalie Portman e Melissa Leo.
Bardem, candidato à láurea de melhor ator por seu papel em "Biutiful", declarou que foi "um presente incrível" o apoio dado por Julia Roberts, Sean Penn e Michael Mann ao filme nos Estados Unidos.
Apesar de ter experiência no Oscar, já que foi indicado em outras duas oportunidades, Bardem confessou que a candidatura é especial nesta ocasião pelo fato de ser um trabalho realizado em sua língua materna.
O britânico Colin Firth ("O Discurso do Rei") brincou sobre a importância do Oscar na carreira dos atores, e Natalie Portman ("Cisne Negro") criticou a demasiada importância atribuída à sua gravidez.
"É deprimente que isso tenha se transformado no tema de conversa em lugar do próprio filme", se queixou a favorita para o prêmio de melhor atriz.
Já a mais jovem entre as atrizes candidatas, Hailee Steinfeld ("Bravura Indômita"), reconheceu à imprensa que não esperava concorrer ao Oscar um dia.
"Nunca pensei que estaria aqui, isto é incrível", comentou a atriz de 14 anos, demonstrando sentimento semelhante ao de Jesse Eisenberg, que concorre a melhor ator por "A Rede Social".
08/02/11 - Bardem diz que apoio de Julia Roberts a Biutiful foi um presente incrível
LOS ANGELES, EUA - O espanhol Javier Bardem, candidato ao Oscar de Melhor Ator por seu papel em "Biutiful", declarou nesta segunda-feira que foi "um presente incrível" o apoio dado por Julia Roberts, Sean Penn e Michael Mann ao filme nos Estados Unidos.
Bardem, que esteve presente nesta segunda-feira no tradicional almoço dos indicados em Los Angeles, reconheceu que o apoio de alguns de seus colegas e amigos em Hollywood possibilitou que o filme tivesse mais notoriedade.
"Eles queriam que as pessoas vissem o filme e isso sempre é um presente incrível, porque tenho certeza que elas tinham muitas coisas mais interessantes para fazer nesse dia do que ir a uma exibição do filme", disse o ator.
Apesar de ter experiência no Oscar, visto que esta é sua terceira indicação, Bardem revelou que sua candidatura é especial neste ano pelo fato de ser um trabalho que realizou em sua língua materna.
"Me sinto muito honrado. Desta vez é diferente porque não é muito fácil estar aqui com uma atuação em espanhol", afirmou o protagonista de "Biutiful", que ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2008 por "Onde os Fracos Não Têm Vez".
Bardem, que esteve presente nesta segunda-feira no tradicional almoço dos indicados em Los Angeles, reconheceu que o apoio de alguns de seus colegas e amigos em Hollywood possibilitou que o filme tivesse mais notoriedade.
"Eles queriam que as pessoas vissem o filme e isso sempre é um presente incrível, porque tenho certeza que elas tinham muitas coisas mais interessantes para fazer nesse dia do que ir a uma exibição do filme", disse o ator.
Apesar de ter experiência no Oscar, visto que esta é sua terceira indicação, Bardem revelou que sua candidatura é especial neste ano pelo fato de ser um trabalho que realizou em sua língua materna.
"Me sinto muito honrado. Desta vez é diferente porque não é muito fácil estar aqui com uma atuação em espanhol", afirmou o protagonista de "Biutiful", que ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2008 por "Onde os Fracos Não Têm Vez".
26/01/11 - David Fincher e Tom Hooper, candidatos ao Oscar de Melhor Diretor
Los Angeles (EUA) - Os cineastas David Fincher e Tom Hooper foram indicados nesta terça-feira ao Oscar de Melhor Diretor por "A Rede Social" e "O Discurso do Rei", respectivamente, segundo anunciou a Academia de Hollywood.
Na disputa pela estatueta estarão também Darren Aronofsky, por "Cisne Negro", Joel e Ethan Coen, por "Bravura Indômita", e David O. Russell por "O Vencedor".
Esta é segunda vez que Fincher, favorito ao prêmio, é indicado ao Oscar de Melhor Diretor depois de "O Curioso Caso de Benjamin Button" (2008).
Dos indicados, apenas os irmãos Coen já ganharam um Oscar de direção, por "Onde os Fracos não Têm Vez".
A breve cerimônia de indicações foi realizada na sede da Academia, em Beverly Hills, e foi apresentada por Tom Sherak, presidente da organização, e pela atriz MoNique, que ganhou uma estatueta em 2010 por seu papel em "Preciosa".
A 83ª edição do Oscar acontecerá no dia 27 de fevereiro, no Kodak Theatre de Los Angeles.
Na disputa pela estatueta estarão também Darren Aronofsky, por "Cisne Negro", Joel e Ethan Coen, por "Bravura Indômita", e David O. Russell por "O Vencedor".
Esta é segunda vez que Fincher, favorito ao prêmio, é indicado ao Oscar de Melhor Diretor depois de "O Curioso Caso de Benjamin Button" (2008).
Dos indicados, apenas os irmãos Coen já ganharam um Oscar de direção, por "Onde os Fracos não Têm Vez".
A breve cerimônia de indicações foi realizada na sede da Academia, em Beverly Hills, e foi apresentada por Tom Sherak, presidente da organização, e pela atriz MoNique, que ganhou uma estatueta em 2010 por seu papel em "Preciosa".
A 83ª edição do Oscar acontecerá no dia 27 de fevereiro, no Kodak Theatre de Los Angeles.
26/01/11 - Ashton Kutcher faz surpresa para Demi Moore em Sundance
O ator Ashton Kutcher, 32, apareceu de surpresa no Festival de Sundance na segunda-feira (24).
Segundo a edição digital da "People", ele foi fazer uma surpresa para a mulher, Demi Moore, 48.
A atriz está apresentando o filme "Another Happy Day" no evento.
Ela estava no restaurante onde a equipe do filme estava reunida quando o marido apareceu.
Ele havia combinado de chegar no dia seguinte.
O casal passou a noite dançando no local.
Além de Moore, estão no elenco as atrizes Ellen Barkin e Kate Bosworth.
Kutcher e Moore estarão no Brasil em breve para participar da SPFW (São Paulo Fashion Week).
Segundo a edição digital da "People", ele foi fazer uma surpresa para a mulher, Demi Moore, 48.
A atriz está apresentando o filme "Another Happy Day" no evento.
Ela estava no restaurante onde a equipe do filme estava reunida quando o marido apareceu.
Ele havia combinado de chegar no dia seguinte.
O casal passou a noite dançando no local.
Além de Moore, estão no elenco as atrizes Ellen Barkin e Kate Bosworth.
Kutcher e Moore estarão no Brasil em breve para participar da SPFW (São Paulo Fashion Week).
25/01/11 - Com 12 indicações, O Discurso do Rei lidera as apostas para o Oscar 2011
Os indicados ao Oscar 2011 foram divulgados na manhã desta terça-feira (25), em apresentação transmitida ao vivo pelo site oficial da premiação. O anúncio foi feito pelo presidente da Academia de Hollywood, Tom Sherak, e pela atriz MoNique, vencedora da categoria melhor atriz coadjuvante em 2010 por sua atuação em "Precious". Entre os destaques estão "O Discurso do Rei", que recebeu 12 indicações, e "Bravura Indômita", que ficou com 10.
A temporada de premiações - por exemplo, o Globo de Ouro e as dos sindicatos da indústria de cinema - já adiantava alguns dos destaques do Oscar, mas ainda havia ansiedade por alguns títulos, como em relação a "Toy Story 3", finalmente confirmado entre os indicados a melhor filme. Alguns nomes bem cotados também ficaram fora da lista, entre eles o de Mila Kunis, que não entrou na lista de melhor atriz coadjuvante por "Cisne Negro", e Christopher Nolan, que não entrou na lista de melhor direção por "A Origem" - embora o filme conste entre os indicados a melhor filme.
Entre os documentários, houve pouca surpresa, com a confirmação de títulos como “Exit Through the Gift Shop”, de Banksy e Jaimie DCruz, e de "Lixo Extraordinário", de Lucy Walker e Angus Aynsley, sobre o trabalho do artista brasileiro Vik Muniz com os catadores de lixo.
A cerimônia de entrega dos prêmios acontece em 27 de fevereiro no tradicional Kodak Theatre, nos EUA. Os anfitriões deste ano serão os jovens atores James Franco e Anne Hathaway.
Melhor filme
“Cisne Negro”
“O Vencedor”
“A Origem”
“Minhas Mães e Meu Pai’’
“O Discurso do Rei”
“127 Horas”
“A Rede Social”
“Toy Story 3”
“Bravura Indômita”
“Inverno da Alma”
Melhor ator coadjuvante
Christian Bale ("O Vencedor")
Geoffrey Rush ("O Discurso do Rei")
Mark Ruffalo ("Minhas Mães e Meu Pai")
Jeremy Renner ("Atração Perigosa")
John Hawkes ("Inverno da Alma")
Melhor atriz coadjuvante
Melissa Leo ("O Vencedor")
Helena Bonham Carter ("O Discurso do Rei")
Hailee Steinfeld ("Bravura Indômita")
Amy Adams ("O Vencedor")
Jacki Weaver ("Reino Animal")
Melhor diretor
Darren Aronofsky ("Cisne Negro")
David Fincher ("A Rede Social")
Tom Hooper ("O Discurso do Rei")
Joel and Ethan Coen ("Bravura Indômita")
David O. Russel ("O Vencedor")
Melhor atriz
Nicole Kidman ("Reencontrando a Felicidade")
Natalie Portman ("Cisne Negro")
Jennifer Lawrence ("Inverno da Alma")
Annete Benning ("Minhas Mães e Meu Pai")
Michelle Williams ("Blue Valentine")
Melhor ator
Javier Bardem - "Biutiful"
Jeff bridges - "Bravura Indômita"
Jesse Eisenberg - "A Rede Social"
Colin Firth - "O Discurso do Rei"
James Franco - "127 Horas"
Roteiro original
"A Origem"
"Minhas Mães e Meu Pai"
"O Discurso do Rei"
"Another Year"
"O Vencedor"
Roteiro adaptado
Personagens do filme Toy Story 3 - 3D", da Pixar
"127 Horas" - Danny Boyle, Simon Beaufoy
"Toy Story 3" - Michael Arndt, John Lasseter, Andrew Stanton, Lee Unkrich
"Bravura Indômita" - Joel Coen, Ethan Coen
"Inverno da Alma" - Debra Granik, Anne Rosellini
"A Rede Social" - Aaron Sorkin
Animação
"Como Treinar Seu Dragão"
"O Mágico"
"Toy Story 3"
Direção de arte
“Alice no País das Maravilhas” - Diretor de Arte: Robert Stromberg; Decoração de Set: Karen OHara
“Harry Potter e as relíquias da Morte” - Diretor de Arte: Stuart Craig; Decoração de Set: Stephenie McMillan
“A Origem” - Diretor de Arte: Guy Hendrix Dyas; Decoração de set: Larry Dias and Doug Mowat
“O Discurso do Rei” - Diretor de Arte: Eve Stewart; Decoração de Set: Judy Farr
“Bravura Indômita” - Diretor de Arte: Jess Gonchor; Decoração de Set: Nancy Haigh
Fotografia
“Cisne Negro” - Matthew Libatique
“A Origem” Wally - Pfister
“O Discurso do Rei” - Danny Cohen
“A Rede Social” - Jeff Cronenweth
“Bravura Indômita” - Roger Deakins
Documentário
“Exit through the Gift Shop” - Banksy and Jaimie DCruz
“Gasland” - Josh Fox and Trish Adlesic
“Trabalho Interno” - Charles Ferguson and Audrey Marrs
“Restrepo” - Tim Hetherington and Sebastian Junger
“Lixo Extraordinário” - Lucy Walker and Angus Aynsley
Filme estrangeiro
“Biutiful” (México)
“Dogtooth” (Grécia)
“Em um Mundo Melhor” (Dinamarca)
“Incendies” (Canadá)
“Outside the Law (Hors-la-loi)” (Argélia)
Maquiagem
“Minha Versão do Amor” - Adrien Morot
“The Way Back” - Edouard F. Henriques, Gregory Funk and Yolanda Toussieng
“O Lobisomem” - Rick Baker and Dave Elsey
Trilha sonora original
“Como Treinar seu Dragão”- John Powell
“A Origem” - Hans Zimmer
“O Discurso do Rei” - Alexandre Desplat
“127 Horas”- A.R. Rahman
“A Rede Social” - Trent Reznor and Atticus Ross
Canção original
“Coming Home” de “Country Strong” (Música e letra de Tom Douglas, Troy Verges e Hillary Lindsey)
“I See the Light” de “Enrolados” (Música de Alan Menken e letra de Glenn Slater)
“If I Rise” de “127 Hours” (Música de A.R. Rahman e letra Dido and Rollo Armstrong)
“We Belong Together” de “Toy Story 3" (Música e letra de Randy Newman)
Curta-metragem de animação
“Day & Night” - Teddy Newton
“The Gruffalo” - Jakob Schuh and Max Lang
“Lets Pollute” - Geefwee Boedoe
“The Lost Thing” - Shaun Tan and Andrew Ruhemann
“Madagascar carnet de voyage (Madagascar, a Journey Diary)” - Bastien Dubois
Curta-metragem
“The Confession” - Tanel Toom
“The Crush” Michael - Creagh
“God of Love” - Luke Matheny
“Na Wewe” - Ivan Goldschmidt
“Wish 143” - Ian Barnes and Samantha Waite
Edição de som
“A Origem” - Richard King
“Toy Story 3” - Tom Myers and Michael Silvers
“Tron: o Legado” - Gwendolyn Yates Whittle and Addison Teague
“Bravura Indômita” - Skip Lievsay and Craig Berkey
“Incontrolável” - Mark P. Stoeckinger
Mixagem de som
“A Origem” - Lora Hirschberg, Gary A. Rizzo e Ed Novick
“O Discurso do Rei” - Paul Hamblin, Martin Jensen e John Midgley
“Salt” - Jeffrey J. Haboush, Greg P. Russell, Scott Millan e William Sarokin
“A Rede Social” - Ren Klyce, David Parker, Michael Semanick e Mark Weingarten
“Bravura Indômita” - Skip Lievsay, Craig Berkey, Greg Orloff e Peter F. Kurland
Efeitos visuais
“Alice no País das Maravilhas” - Ken Ralston, David Schaub, Carey Villegas e Sean Phillips
“Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1” Tim Burke, John Richardson, Christian Manz e Nicolas Aithadi
“Além da Vida - ” Michael Owens, Bryan Grill, Stephan Trojanski e Joe Farrell
“A Origem” - Paul Franklin, Chris Corbould, Andrew Lockley e Peter Bebb
“Homem de Ferro 2” - Janek Sirrs, Ben Snow, Ged Wright e Daniel Sudick
Figurino
“Alice no País das Maravilhas” - Colleen Atwood
“I Am Love” - Antonella Cannarozzi
“O Discurso do Rei” - Jenny Beavan
“The Tempest” - Sandy Powell
“Bravura Indômita” - Mary Zophres
Documentário (curta)
“Killing in the Name”
“Poster Girl”
“Strangers No More”
“Sun Come Up”
“The Warriors of Qiugang”
Edição
“Cisne Negro” - Andrew Weisblum
“O Vencedor” - Pamela Martin
“O Discurso do Rei” - Tariq Anwar
“127 Horas” - Jon Harris
“A Rede Social” - Angus Wall and Kirk Baxter
A temporada de premiações - por exemplo, o Globo de Ouro e as dos sindicatos da indústria de cinema - já adiantava alguns dos destaques do Oscar, mas ainda havia ansiedade por alguns títulos, como em relação a "Toy Story 3", finalmente confirmado entre os indicados a melhor filme. Alguns nomes bem cotados também ficaram fora da lista, entre eles o de Mila Kunis, que não entrou na lista de melhor atriz coadjuvante por "Cisne Negro", e Christopher Nolan, que não entrou na lista de melhor direção por "A Origem" - embora o filme conste entre os indicados a melhor filme.
Entre os documentários, houve pouca surpresa, com a confirmação de títulos como “Exit Through the Gift Shop”, de Banksy e Jaimie DCruz, e de "Lixo Extraordinário", de Lucy Walker e Angus Aynsley, sobre o trabalho do artista brasileiro Vik Muniz com os catadores de lixo.
A cerimônia de entrega dos prêmios acontece em 27 de fevereiro no tradicional Kodak Theatre, nos EUA. Os anfitriões deste ano serão os jovens atores James Franco e Anne Hathaway.
Melhor filme
“Cisne Negro”
“O Vencedor”
“A Origem”
“Minhas Mães e Meu Pai’’
“O Discurso do Rei”
“127 Horas”
“A Rede Social”
“Toy Story 3”
“Bravura Indômita”
“Inverno da Alma”
Melhor ator coadjuvante
Christian Bale ("O Vencedor")
Geoffrey Rush ("O Discurso do Rei")
Mark Ruffalo ("Minhas Mães e Meu Pai")
Jeremy Renner ("Atração Perigosa")
John Hawkes ("Inverno da Alma")
Melhor atriz coadjuvante
Melissa Leo ("O Vencedor")
Helena Bonham Carter ("O Discurso do Rei")
Hailee Steinfeld ("Bravura Indômita")
Amy Adams ("O Vencedor")
Jacki Weaver ("Reino Animal")
Melhor diretor
Darren Aronofsky ("Cisne Negro")
David Fincher ("A Rede Social")
Tom Hooper ("O Discurso do Rei")
Joel and Ethan Coen ("Bravura Indômita")
David O. Russel ("O Vencedor")
Melhor atriz
Nicole Kidman ("Reencontrando a Felicidade")
Natalie Portman ("Cisne Negro")
Jennifer Lawrence ("Inverno da Alma")
Annete Benning ("Minhas Mães e Meu Pai")
Michelle Williams ("Blue Valentine")
Melhor ator
Javier Bardem - "Biutiful"
Jeff bridges - "Bravura Indômita"
Jesse Eisenberg - "A Rede Social"
Colin Firth - "O Discurso do Rei"
James Franco - "127 Horas"
Roteiro original
"A Origem"
"Minhas Mães e Meu Pai"
"O Discurso do Rei"
"Another Year"
"O Vencedor"
Roteiro adaptado
Personagens do filme Toy Story 3 - 3D", da Pixar
"127 Horas" - Danny Boyle, Simon Beaufoy
"Toy Story 3" - Michael Arndt, John Lasseter, Andrew Stanton, Lee Unkrich
"Bravura Indômita" - Joel Coen, Ethan Coen
"Inverno da Alma" - Debra Granik, Anne Rosellini
"A Rede Social" - Aaron Sorkin
Animação
"Como Treinar Seu Dragão"
"O Mágico"
"Toy Story 3"
Direção de arte
“Alice no País das Maravilhas” - Diretor de Arte: Robert Stromberg; Decoração de Set: Karen OHara
“Harry Potter e as relíquias da Morte” - Diretor de Arte: Stuart Craig; Decoração de Set: Stephenie McMillan
“A Origem” - Diretor de Arte: Guy Hendrix Dyas; Decoração de set: Larry Dias and Doug Mowat
“O Discurso do Rei” - Diretor de Arte: Eve Stewart; Decoração de Set: Judy Farr
“Bravura Indômita” - Diretor de Arte: Jess Gonchor; Decoração de Set: Nancy Haigh
Fotografia
“Cisne Negro” - Matthew Libatique
“A Origem” Wally - Pfister
“O Discurso do Rei” - Danny Cohen
“A Rede Social” - Jeff Cronenweth
“Bravura Indômita” - Roger Deakins
Documentário
“Exit through the Gift Shop” - Banksy and Jaimie DCruz
“Gasland” - Josh Fox and Trish Adlesic
“Trabalho Interno” - Charles Ferguson and Audrey Marrs
“Restrepo” - Tim Hetherington and Sebastian Junger
“Lixo Extraordinário” - Lucy Walker and Angus Aynsley
Filme estrangeiro
“Biutiful” (México)
“Dogtooth” (Grécia)
“Em um Mundo Melhor” (Dinamarca)
“Incendies” (Canadá)
“Outside the Law (Hors-la-loi)” (Argélia)
Maquiagem
“Minha Versão do Amor” - Adrien Morot
“The Way Back” - Edouard F. Henriques, Gregory Funk and Yolanda Toussieng
“O Lobisomem” - Rick Baker and Dave Elsey
Trilha sonora original
“Como Treinar seu Dragão”- John Powell
“A Origem” - Hans Zimmer
“O Discurso do Rei” - Alexandre Desplat
“127 Horas”- A.R. Rahman
“A Rede Social” - Trent Reznor and Atticus Ross
Canção original
“Coming Home” de “Country Strong” (Música e letra de Tom Douglas, Troy Verges e Hillary Lindsey)
“I See the Light” de “Enrolados” (Música de Alan Menken e letra de Glenn Slater)
“If I Rise” de “127 Hours” (Música de A.R. Rahman e letra Dido and Rollo Armstrong)
“We Belong Together” de “Toy Story 3" (Música e letra de Randy Newman)
Curta-metragem de animação
“Day & Night” - Teddy Newton
“The Gruffalo” - Jakob Schuh and Max Lang
“Lets Pollute” - Geefwee Boedoe
“The Lost Thing” - Shaun Tan and Andrew Ruhemann
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Curta-metragem
“The Confession” - Tanel Toom
“The Crush” Michael - Creagh
“God of Love” - Luke Matheny
“Na Wewe” - Ivan Goldschmidt
“Wish 143” - Ian Barnes and Samantha Waite
Edição de som
“A Origem” - Richard King
“Toy Story 3” - Tom Myers and Michael Silvers
“Tron: o Legado” - Gwendolyn Yates Whittle and Addison Teague
“Bravura Indômita” - Skip Lievsay and Craig Berkey
“Incontrolável” - Mark P. Stoeckinger
Mixagem de som
“A Origem” - Lora Hirschberg, Gary A. Rizzo e Ed Novick
“O Discurso do Rei” - Paul Hamblin, Martin Jensen e John Midgley
“Salt” - Jeffrey J. Haboush, Greg P. Russell, Scott Millan e William Sarokin
“A Rede Social” - Ren Klyce, David Parker, Michael Semanick e Mark Weingarten
“Bravura Indômita” - Skip Lievsay, Craig Berkey, Greg Orloff e Peter F. Kurland
Efeitos visuais
“Alice no País das Maravilhas” - Ken Ralston, David Schaub, Carey Villegas e Sean Phillips
“Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1” Tim Burke, John Richardson, Christian Manz e Nicolas Aithadi
“Além da Vida - ” Michael Owens, Bryan Grill, Stephan Trojanski e Joe Farrell
“A Origem” - Paul Franklin, Chris Corbould, Andrew Lockley e Peter Bebb
“Homem de Ferro 2” - Janek Sirrs, Ben Snow, Ged Wright e Daniel Sudick
Figurino
“Alice no País das Maravilhas” - Colleen Atwood
“I Am Love” - Antonella Cannarozzi
“O Discurso do Rei” - Jenny Beavan
“The Tempest” - Sandy Powell
“Bravura Indômita” - Mary Zophres
Documentário (curta)
“Killing in the Name”
“Poster Girl”
“Strangers No More”
“Sun Come Up”
“The Warriors of Qiugang”
Edição
“Cisne Negro” - Andrew Weisblum
“O Vencedor” - Pamela Martin
“O Discurso do Rei” - Tariq Anwar
“127 Horas” - Jon Harris
“A Rede Social” - Angus Wall and Kirk Baxter
25/01/11 - Filmes sobre Banksy e Vik Muniz disputam Oscar de documentário; veja trailers
Os artistas plásticos Banksy e Vik Muniz são tema de dois dos cinco documentários que disputam o Oscar da categoria. Os indicados foram anunciados nesta terça-feira, em Los angeles.
A entrega do principal prêmio do cinema americano será em 27 de fevereiro no teatro Kodak, em Los Angeles. Os atores James Franco e Anne Hathaway serão os apresentadores.
Confira abaixo os trailers dos documentários indicados.
A entrega do principal prêmio do cinema americano será em 27 de fevereiro no teatro Kodak, em Los Angeles. Os atores James Franco e Anne Hathaway serão os apresentadores.
Confira abaixo os trailers dos documentários indicados.
25/01/11 - Oito indicações de "A Rede Social" foi surpresa; ouça correspondente
Fernanda Ezabella, correspondente da Folha em Los Angeles, conta os bastidores do anúncio dos indicados ao Oscar na sede da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em Beverly Hills.
"O Discurso do Rei" é favorito ao Oscar com 12 indicações
Para ela, as oito indicações de "A Rede Social" foi a grande surpresa das indicações. O filme não rivalizou com "O Discurso do Rei", que teve 12, seguido de "Bravura Indômita", com 10
"O Discurso do Rei" é favorito ao Oscar com 12 indicações
Para ela, as oito indicações de "A Rede Social" foi a grande surpresa das indicações. O filme não rivalizou com "O Discurso do Rei", que teve 12, seguido de "Bravura Indômita", com 10
22/01/11 - O filme tem fórmulas que agradam às pessoas que votam no Oscar, diz codiretora de Lixo Extraordinário
Karen Harley, codiretora do premiado documentário “Lixo Extraordinário”, não é de fazer rodeios. “O filme mostra um Brasil para ‘gringo ver’. Acredito que ele funciona melhor com o público estrangeiro do que o nacional”, disse em entrevista ao UOL Cinema. O documentário, que estreia nesta sexta, mostra o trabalho do renomado artista plástico brasileiro Vik Muniz, num dos maiores aterros sanitários do mundo, o Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, num projeto artístico e social com um grupo de catadores de material reciclável.
Coprodução entre a Inglaterra e o Brasil, “Lixo Extraordinário” está na lista dos documentários da qual sairão os finalistas do Oscar nessa categoria. Para a codiretora, as razões são simples: “O filme tem todas as fórmulas que agradam às pessoas que votam na premiação. Não é ousado na linguagem. É um documentário sobre pessoas. É uma história muito emotiva”.
TRAILER DO FILME LIXO EXTRAORDINÁRIO
VÍDEOS SOBRE O FILMEEssa história emotiva, aliás, é o que mais chama a atenção de Karen, que entrou no projeto depois que os outros dois diretores, a inglesa Lucy Walker e o brasileiro João Jardim, tiveram que abandonar. “Eu já estava trabalhando como montadora do longa, por isso, estava bem inteirada de como era o filme. Este é um projeto de produtor, que começou com o inglês Angus Aynsley. Não dá para dizer que seja filme de um ou outro diretor. Nós três, aliás, não dirigimos juntos em qualquer momento”.
Ao longo das filmagens, Karen confessa que se surpreendeu com algumas das suas descobertas sobre os catadores de lixo que estão no filme. “Existe um mundo muito rico, muito ético e repleto de valores num lugar onde o que a gente mais vê é miséria, como no Jardim Gramacho. A gente não espera encontrar pessoas com tanta força e carisma naquele lugar”.
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Lixo Extraordinário e filme sobre Banksy são indicados ao prêmio da Associação Internacional de Documentários
Documentário sobre Vik Muniz, "Lixo Extraordinário" está em lista de 15 candidatos a uma indicação ao Oscar da categoria
Documentários com Banksy e Vik Muniz levantam questões éticas e estéticas na arte
A diretora inglesa Lucy Walker filmou apenas um material de pesquisa sobre o brasileiro Vik Muniz.. A parte de “Lixo extraordinário” que mostra o processo de trabalho do artista plástico começou a ser feita por João Jardim e, mais tarde, por Karen. “Quando comecei a montar o filme não tinha um roteiro. Fomos descobrindo o que seria o documentário na ilha de edição”. Em 2009, ela finalizou uma versão do filme que teria sua estreia no Festival do Rio daquele ano. “O produtor ficou inseguro e mostrou para a Lucy Walker, que não gostou, e resolveu fazer outra. Na versão que fiz não tinha escola de samba ou o programa do Jô Soares, embora muita coisa do meio do filme continue a mesma”.
Atualmente, Karen trabalha na montagem do novo longa de Marcelo Gomes, com quem já fez parceria em “Cinema, Aspirinas e Urubus”, e “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo”, este codirigido por Karim Aïnouz.
Coprodução entre a Inglaterra e o Brasil, “Lixo Extraordinário” está na lista dos documentários da qual sairão os finalistas do Oscar nessa categoria. Para a codiretora, as razões são simples: “O filme tem todas as fórmulas que agradam às pessoas que votam na premiação. Não é ousado na linguagem. É um documentário sobre pessoas. É uma história muito emotiva”.
TRAILER DO FILME LIXO EXTRAORDINÁRIO
VÍDEOS SOBRE O FILMEEssa história emotiva, aliás, é o que mais chama a atenção de Karen, que entrou no projeto depois que os outros dois diretores, a inglesa Lucy Walker e o brasileiro João Jardim, tiveram que abandonar. “Eu já estava trabalhando como montadora do longa, por isso, estava bem inteirada de como era o filme. Este é um projeto de produtor, que começou com o inglês Angus Aynsley. Não dá para dizer que seja filme de um ou outro diretor. Nós três, aliás, não dirigimos juntos em qualquer momento”.
Ao longo das filmagens, Karen confessa que se surpreendeu com algumas das suas descobertas sobre os catadores de lixo que estão no filme. “Existe um mundo muito rico, muito ético e repleto de valores num lugar onde o que a gente mais vê é miséria, como no Jardim Gramacho. A gente não espera encontrar pessoas com tanta força e carisma naquele lugar”.
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A diretora inglesa Lucy Walker filmou apenas um material de pesquisa sobre o brasileiro Vik Muniz.. A parte de “Lixo extraordinário” que mostra o processo de trabalho do artista plástico começou a ser feita por João Jardim e, mais tarde, por Karen. “Quando comecei a montar o filme não tinha um roteiro. Fomos descobrindo o que seria o documentário na ilha de edição”. Em 2009, ela finalizou uma versão do filme que teria sua estreia no Festival do Rio daquele ano. “O produtor ficou inseguro e mostrou para a Lucy Walker, que não gostou, e resolveu fazer outra. Na versão que fiz não tinha escola de samba ou o programa do Jô Soares, embora muita coisa do meio do filme continue a mesma”.
Atualmente, Karen trabalha na montagem do novo longa de Marcelo Gomes, com quem já fez parceria em “Cinema, Aspirinas e Urubus”, e “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo”, este codirigido por Karim Aïnouz.
22/01/11 - Kiefer Sutherland confirma gravação do filme 24 Horas para este ano
Los Angeles, EUA. - O ator Kiefer Sutherland, protagonista de "24 Horas", confirmou que a gravação do filme baseado na serie começará este ano, em declarações realizadas ao site "Extra".
"Tentar encontrar uma história que seja única baseada em uma série feita durante oito anos, com cerca de 200 episódios, é algo muito difícil", admitiu o intérprete, para revelar posteriormente que a produção deve começar dentro de oito meses.
No ano passado os estúdios Fox contrataram o roteirista Billy Ray para escrever a adaptação para o cinema da popular série de ação.
Apesar de a ideia de transformar em longa-metragem a corrida contra o relógio do agente Jack Bauer (Kiefer Sutherland) existir durante grande parte de suas oito temporadas, a nomeação de Ray significa um passo firme para a concretização do projeto.
Enquanto isso, Sutherland embarcará com Chris Noth na peça da Broadway "That Championship Season", sobre quatro ex-campeões de basquete que sofrem a crise dos anos 1940.
Sutherland também tem pendente a estreia de uma nova série para internet, "The Confession", em março.
"Tentar encontrar uma história que seja única baseada em uma série feita durante oito anos, com cerca de 200 episódios, é algo muito difícil", admitiu o intérprete, para revelar posteriormente que a produção deve começar dentro de oito meses.
No ano passado os estúdios Fox contrataram o roteirista Billy Ray para escrever a adaptação para o cinema da popular série de ação.
Apesar de a ideia de transformar em longa-metragem a corrida contra o relógio do agente Jack Bauer (Kiefer Sutherland) existir durante grande parte de suas oito temporadas, a nomeação de Ray significa um passo firme para a concretização do projeto.
Enquanto isso, Sutherland embarcará com Chris Noth na peça da Broadway "That Championship Season", sobre quatro ex-campeões de basquete que sofrem a crise dos anos 1940.
Sutherland também tem pendente a estreia de uma nova série para internet, "The Confession", em março.
22/01/11 - Bryan Singer vai dirigir cinebiografia de Bob Fosse
O diretor Bryan Singer (Operação Valquíria) está confirmado para a direção de Bye Bye Life: The Loves and Deaths of Bob Fosse, segundo o Slash Film. A cinebiografia do famoso coreógrafo e cineasta será produzida pela HBO.
Tudo indica que o filme será um musical. Os produtores são os mesmos de Chicago e Hairspray - Em Busca de Fama, Neil Meron e Craig Zadan. A biografia em que o filme será inspirada ainda não foi publicada, mas está sendo feita por Sam Wasson.
Bob Fosse dirigiu O Show Deve Continuar, de 1979, um filme entre a autobiografia e a fantasia, em que Roy Scheider (O Justiceiro) fez o papel de um dançarino atingindo seus limites.
Bryan Singer juntará esse projeto aos seus outros três em pré-produção: um longa da série Battlestar Galactica ainda para este ano e os filmes de fantasia Jack The Giant Killer e Excalibur para 2012. Além disso, ele produz X-Men: First Class e rumores indicam que pretende voltar a dirigir a série em breve.
•Singer está procurando o diretor ideal para Jack The Giant Killer
•O diretor gostou da escolha de Zack Snyder para sucedê-lo na franquia de Superman
•Jack The Giant Killer é uma "versão adulta" de João e o Pé de Feijão
Tudo indica que o filme será um musical. Os produtores são os mesmos de Chicago e Hairspray - Em Busca de Fama, Neil Meron e Craig Zadan. A biografia em que o filme será inspirada ainda não foi publicada, mas está sendo feita por Sam Wasson.
Bob Fosse dirigiu O Show Deve Continuar, de 1979, um filme entre a autobiografia e a fantasia, em que Roy Scheider (O Justiceiro) fez o papel de um dançarino atingindo seus limites.
Bryan Singer juntará esse projeto aos seus outros três em pré-produção: um longa da série Battlestar Galactica ainda para este ano e os filmes de fantasia Jack The Giant Killer e Excalibur para 2012. Além disso, ele produz X-Men: First Class e rumores indicam que pretende voltar a dirigir a série em breve.
•Singer está procurando o diretor ideal para Jack The Giant Killer
•O diretor gostou da escolha de Zack Snyder para sucedê-lo na franquia de Superman
•Jack The Giant Killer é uma "versão adulta" de João e o Pé de Feijão
21/01/11 - Drama francês sobre monges assassinados é favorito no César
O filme "Des hommes et des dieux" - "De Homens e Deuses", em português -, do francês Xavier Beauvois, que recria os últimos meses de vida monges assassinados na Argélia em 1994, é o favorito para o prêmios César, o Oscar do cinema francês, que teve os indicados anunciados nesta sexta-feira. O longa de Beauvois, exibido em Cannes em 2010, é livremente inspirado nos últimos meses de vida dos monges, antes do sequestro e assassinato do grupo em um mosteiro das montanhas Atlas.
Na lista de indicados divulgada pel Academia dos César também estão "O Escritor Fantasma" de Roman Polanski, "LArnacoeur", de Pascal Chaumeil, "Gainsbourg, Vida Heróica" de Joann Sfarr, "Mammuth" de Gustave Kervern, "Le nom de gens" de Michel Leclerc, e "Turnê" de Mathieu Amalric.
Entre os atores a disputa terá Gérard Depardieu ("Mammuth"); Romain Duris ("LArnacoeur"), Eric Elmosnino ("Gainsbourg..."), Jacques Gamblin ("Le nom des Gens") e Lambert Wilson ("Des hommes et des Dieux").
As atrizes candidatas ao César são Isabelle Carré ("Les émotifs anonymes" de Jean-Pierre Améris), Catherine Deneuve ("Potiche" de François Ozon), Sara Forestier ("Le Nom des Gens"), Charlotte Gainsbourg ("LArbre" de Julie Bertucelli) e Kristin Scott-Thomas ("Elle sappelait Sarah" de Gilles Paquet-Brenner).
A cerimônia do César acontecerá em 25 de fevereiro em Paris e terá como homenageado o diretor americano Quentin Tarantino.
21/01/11 - Keira Knightley deve ser a mulher de Robert Pattinson em Cosmopolis
Depois que Robert Pattinson substituiu Colin Farrell no principal papel de Cosmopolis, de David Cronemberg, a questão de quem seria sua esposa se transformou em dúvida.
Mas, agora, parece que tudo está resolvido: o site da produtora do filme, a Alfama Films, incluiu o nome de Keira Knightley no elenco. E, considerando que existe apenas um grande papel feminino – justamente o da mulher do protagonista – é praticamente certo que ela será o par do galã da saga Crepúsculo.
Outro indício foi a confirmação de que Marion Cotillard, que inicialmente ocuparia o posto, está oficialmente fora, alegando conflito de agenda. A informação é do site Playlist, que garante ter consultado um representante da atriz.
Cotillard havia sido escalada ainda na época em que Farrell estava no elenco. Mas, além de ser dez anos mais velha que Pattinson, a atriz francesa anunciou recentemente que está grávida, o que pode ter contribuído para sua saída do filme.
E mais mudanças ainda podem acontecer, já que Paul Giamatti, cujo nome era dado como certo, não aparece na lista da Alfama. No final do ano passado ele negociava uma participação como um dos sujeitos que perseguem o personagem de Pattinson.
Baseado em um livro de mesmo nome, escrito por Don DeLillo, Cosmopolis mostra 24 horas na vida do bilionário recém-casado Eric Packer (Pattinson). Nesse curto espaço de tempo ele trai a esposa, é perseguido, atacado e perde gradualmente toda sua fortuna.
Mas, agora, parece que tudo está resolvido: o site da produtora do filme, a Alfama Films, incluiu o nome de Keira Knightley no elenco. E, considerando que existe apenas um grande papel feminino – justamente o da mulher do protagonista – é praticamente certo que ela será o par do galã da saga Crepúsculo.
Outro indício foi a confirmação de que Marion Cotillard, que inicialmente ocuparia o posto, está oficialmente fora, alegando conflito de agenda. A informação é do site Playlist, que garante ter consultado um representante da atriz.
Cotillard havia sido escalada ainda na época em que Farrell estava no elenco. Mas, além de ser dez anos mais velha que Pattinson, a atriz francesa anunciou recentemente que está grávida, o que pode ter contribuído para sua saída do filme.
E mais mudanças ainda podem acontecer, já que Paul Giamatti, cujo nome era dado como certo, não aparece na lista da Alfama. No final do ano passado ele negociava uma participação como um dos sujeitos que perseguem o personagem de Pattinson.
Baseado em um livro de mesmo nome, escrito por Don DeLillo, Cosmopolis mostra 24 horas na vida do bilionário recém-casado Eric Packer (Pattinson). Nesse curto espaço de tempo ele trai a esposa, é perseguido, atacado e perde gradualmente toda sua fortuna.
21/01/11 - Downey Jr. não será mágico de Oz Johnny Depp pode ser substituto
O ator Robert Downey Jr. (Um Parto de Viagem) abandonou mais uma produção, segundo o Hollywood Reporter. Após desistir da ficção científica Gravity, sendo substituído por George Clooney (O Fantástico Sr. Raposo), agora ele se desligou do filme Oz, The Great and Powerful, que será dirigido por Sam Raimi (Arraste-me para o Inferno). Nenhuma razão foi divulgada para a desistência.
O primeiro nome que será procurado pela Disney, responsável pelo filme, é Johnny Depp (Inimigos Públicos). A contratação pode ser facilitada por ele ter ligação muito forte com a companhia. O ator interpreta Jack Sparrow de Piratas do Caribe pela quarta vez e teve ótima repercussão - além de trazer retorno financeiro - como Chapeleiro Maluco de Alice no País das Maravilhas.
O filme, que está previsto para 2013, mostrará a origem do famoso Mágico de Oz e os eventos que ocorreram antes da história mostrada no clássico de 1939. O mágico seria um habitante normal de Omaha, nos Estados Unidos, que se perde em Oz após seu balão ser tragado por um tornado.
Downey Jr. estreia ainda este ano nos Estados Unidos a sequência de Sherlock Holmes e repetirá o papel de Homem de Ferro em The Avengers, que tem lançamento previsto para 2012
O primeiro nome que será procurado pela Disney, responsável pelo filme, é Johnny Depp (Inimigos Públicos). A contratação pode ser facilitada por ele ter ligação muito forte com a companhia. O ator interpreta Jack Sparrow de Piratas do Caribe pela quarta vez e teve ótima repercussão - além de trazer retorno financeiro - como Chapeleiro Maluco de Alice no País das Maravilhas.
O filme, que está previsto para 2013, mostrará a origem do famoso Mágico de Oz e os eventos que ocorreram antes da história mostrada no clássico de 1939. O mágico seria um habitante normal de Omaha, nos Estados Unidos, que se perde em Oz após seu balão ser tragado por um tornado.
Downey Jr. estreia ainda este ano nos Estados Unidos a sequência de Sherlock Holmes e repetirá o papel de Homem de Ferro em The Avengers, que tem lançamento previsto para 2012
19/01/11 - Vencedor do Globo de Ouro cobra US$ 5 por foto com estatueta
O ator Paul Giamatti cobrou US$ 5 de duas pessoas que queriam tirar fotos dele com sua estatueta de Globo de Ouro durante uma festa após a premiação no último domingo, afirma o site US Magazine.
Ele venceu o prêmio na categoria Melhor Ator em Comédia ou Musical por seu trabalho no filme "Minha Versão para o Amor".
"Primeiro pensaram que ele estava brincando", diz uma fonte não identificada. "Mas ele repetiu que era sério e o cara pagou para tirar uma foto com a câmera de seu celular."
"Minha Versão para o Amor" está previsto para estrear no Brasil em março
Ele venceu o prêmio na categoria Melhor Ator em Comédia ou Musical por seu trabalho no filme "Minha Versão para o Amor".
"Primeiro pensaram que ele estava brincando", diz uma fonte não identificada. "Mas ele repetiu que era sério e o cara pagou para tirar uma foto com a câmera de seu celular."
"Minha Versão para o Amor" está previsto para estrear no Brasil em março
19/01/11 - Tombamento não garante a continuidade do Belas Artes
O Conpresp, com sua decisão, pontuou, em primeiro lugar, que o valor que a sociedade atribuiu ao cine Belas Artes não pode ser desconsiderado pelo poder público.
Os conselheiros seguiram mais ou menos a seguinte lógica: se esse cinema tem tanta importância assim para a cidade, ele não pode, simplesmente, ser destruído.
Com isso, ficou afastado do horizonte o risco de destruição imediata do espaço. Mas a pergunta que fica é: essa decisão será mesmo capaz de salvar o Belas Artes?
Mesmo dentro da prefeitura, admite-se que o tombamento não é, nesse caso, a medida ideal.
O procedimento foi defendido pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM-SP) porque a sociedade protocolou pedidos formais na secretaria de Cultura, mas também por ser essa a única solução emergencial às mãos do poder público. A desapropriação do edifício, defendida por alguns arquitetos, é, não apenas cara, mas demorada.
Os conselheiros seguiram mais ou menos a seguinte lógica: se esse cinema tem tanta importância assim para a cidade, ele não pode, simplesmente, ser destruído.
Com isso, ficou afastado do horizonte o risco de destruição imediata do espaço. Mas a pergunta que fica é: essa decisão será mesmo capaz de salvar o Belas Artes?
Mesmo dentro da prefeitura, admite-se que o tombamento não é, nesse caso, a medida ideal.
O procedimento foi defendido pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM-SP) porque a sociedade protocolou pedidos formais na secretaria de Cultura, mas também por ser essa a única solução emergencial às mãos do poder público. A desapropriação do edifício, defendida por alguns arquitetos, é, não apenas cara, mas demorada.
19/01/11 - Como intelectual e curioso, me interesso pela morte, diz Iñárritu sobre o drama Biutiful
Indicado ao Globo de Ouro, ao Bafta e com expectativas para concorrer ao Oscar de filme estrangeiro em 2011, “Biutiful” chega ao Brasil nesta sexta-feira (21) com boa repercussão. Traz na bagagem as elogiadas performances do ator Javier Bardem - vencedor de melhor ator no Festival de Cannes, em 2010 - e do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, conhecido por títulos como “Amores Brutos”, “21 Gramas” e “Babel”.
Devido ao lançamento do filme, previsto para esta sexta-feira (21), o diretor visitaria São Paulo nesta quarta (19), para entrevistas a jornalistas. Por motivos pessoais, Iñárritu cancelou o compromisso, mas se dispôs a conversar rapidamente com UOL Cinema por telefone.
Javier Bardem é o protagonista de Biutiful
A expectativa para o Oscar, claro, foi um dos assuntos em pauta. “Não sei, é algo que está fora de minhas mãos. É obvio que é uma ótima visibilidade para o filme, mas é melhor não esperar muito. Há risco de me frustrar”, disse. Com a divulgação das indicações prevista para o próximo 25 de janeiro, “Biutiful” é tido como aposta certa e há até torcida de Julia Roberts para que Bardem concorra a melhor ator. Iñárritu é comedido no otimismo das indicações, mas ao falar do trabalho do ator, se entusiasma. “Foi soberbo. Ele é perfeccionista e tem uma intensidade que quase nos matou”, brinca.
Na pele de Uxbal, um homem que sobrevive numa caótica e deprimente Barcelona, o ator tem atuação impecável, em uma história que exigiu carga dramática pesada. Diretor e ator se conheceram há dez anos, em clima de Oscar: enquanto Iñarritu era indicado na categoria filme estrangeiro com “Amores Brutos”, Bardem concorria a melhor ator por “Antes do Anoitecer”.
Nenhum deles levou a estatueta, mas planejaram trabalhar juntos "algum dia". Até “Biutiful” entrar em cena. Em entrevista de Javier Bardem ao UOL Cinema em julho do ano passado, o ator confirmou a dedicação ao papel. Como consequência de ter feito uma história tão pesada, resolveu interpretar em seguida o brasileiro Felipe, no solar “Comer, Rezar, Amar”. “Quando você faz algo por meses como ‘Biutiful’, precisa escapar para um lugar diferente, senão vai ficar para baixo por um tempo. É preciso ficar atento com o que acontece com seu corpo e saber dizer o que quer. De outra forma, pode confundir o que acontece com você e com o personagem, achar que está sentindo o que ele sente, e fica confuso”, disse Bardem em Cancún, no México.
Clima dramático
Uxbal é o centro do filme, roteirizado pelo próprio Iñárritu, por Armando Bo e Nicolás Giacobone. Em linhas gerais, o protagonista é um pai de família exigente e dedicado, que tenta educar a filha mais velha, chamada Ana (Hanaa Bouchaib), e o mais novo, Matteo (Guillermo Estrella), após se separar da mulher (interpretada por Maricel Alvarez). Numa casa pobre, de pouco conforto, cuida em tempo integral das crianças e tenta protegê-las da instabilidade emocional da mãe. É ele que leva os filhos à escola, cuida do almoço e ajuda na lição de casa. Neste último caso, o momento singelo levou ao título do filme.
Devido ao lançamento do filme, previsto para esta sexta-feira (21), o diretor visitaria São Paulo nesta quarta (19), para entrevistas a jornalistas. Por motivos pessoais, Iñárritu cancelou o compromisso, mas se dispôs a conversar rapidamente com UOL Cinema por telefone.
Javier Bardem é o protagonista de Biutiful
A expectativa para o Oscar, claro, foi um dos assuntos em pauta. “Não sei, é algo que está fora de minhas mãos. É obvio que é uma ótima visibilidade para o filme, mas é melhor não esperar muito. Há risco de me frustrar”, disse. Com a divulgação das indicações prevista para o próximo 25 de janeiro, “Biutiful” é tido como aposta certa e há até torcida de Julia Roberts para que Bardem concorra a melhor ator. Iñárritu é comedido no otimismo das indicações, mas ao falar do trabalho do ator, se entusiasma. “Foi soberbo. Ele é perfeccionista e tem uma intensidade que quase nos matou”, brinca.
Na pele de Uxbal, um homem que sobrevive numa caótica e deprimente Barcelona, o ator tem atuação impecável, em uma história que exigiu carga dramática pesada. Diretor e ator se conheceram há dez anos, em clima de Oscar: enquanto Iñarritu era indicado na categoria filme estrangeiro com “Amores Brutos”, Bardem concorria a melhor ator por “Antes do Anoitecer”.
Nenhum deles levou a estatueta, mas planejaram trabalhar juntos "algum dia". Até “Biutiful” entrar em cena. Em entrevista de Javier Bardem ao UOL Cinema em julho do ano passado, o ator confirmou a dedicação ao papel. Como consequência de ter feito uma história tão pesada, resolveu interpretar em seguida o brasileiro Felipe, no solar “Comer, Rezar, Amar”. “Quando você faz algo por meses como ‘Biutiful’, precisa escapar para um lugar diferente, senão vai ficar para baixo por um tempo. É preciso ficar atento com o que acontece com seu corpo e saber dizer o que quer. De outra forma, pode confundir o que acontece com você e com o personagem, achar que está sentindo o que ele sente, e fica confuso”, disse Bardem em Cancún, no México.
Clima dramático
Uxbal é o centro do filme, roteirizado pelo próprio Iñárritu, por Armando Bo e Nicolás Giacobone. Em linhas gerais, o protagonista é um pai de família exigente e dedicado, que tenta educar a filha mais velha, chamada Ana (Hanaa Bouchaib), e o mais novo, Matteo (Guillermo Estrella), após se separar da mulher (interpretada por Maricel Alvarez). Numa casa pobre, de pouco conforto, cuida em tempo integral das crianças e tenta protegê-las da instabilidade emocional da mãe. É ele que leva os filhos à escola, cuida do almoço e ajuda na lição de casa. Neste último caso, o momento singelo levou ao título do filme.
18/01/11 - Festival de San Sebastián critica condenação de cineastas iranianos
San Sebastián (Espanha) - A organização do Festival de Cinema de San Sebastián manifestou nesta terça-feira seu apoio aos cineastas iranianos Jafar Panahi e Mohammad Rasoulof e declarou que a condenação de seis anos de prisão e 20 de inabilitação é um "gravíssimo atentado contra a liberdade de expressão".
O evento rejeita em comunicado a condenação imposta pelo Governo da República Islâmica do Irã em dezembro do ano passado aos dois produtores, que participaram do Festival de San Sebastián em outras edições.
Panahi visitou San Sebastián em 2001, quando recebeu o Prêmio Fipresci, que é concedido pela crítica internacional, pelo seu filme "O Círculo" e Rasoulof concorreu na Seção Oficial em 2009 com seu filme "The White Meadows".
Na última edição do Festival outro filme produzido por Rasoulof, "Gesher", foi selecionado para a seção Zabaltegi de novos diretores.
"Como plataforma para a exibição do cinema rodado no mundo todo, o Festival de San Sebastián considera este lamentável fato como um gravíssimo atentado contra a liberdade de expressão e os direitos individuais dos dois cineastas", destacou.
O evento rejeita em comunicado a condenação imposta pelo Governo da República Islâmica do Irã em dezembro do ano passado aos dois produtores, que participaram do Festival de San Sebastián em outras edições.
Panahi visitou San Sebastián em 2001, quando recebeu o Prêmio Fipresci, que é concedido pela crítica internacional, pelo seu filme "O Círculo" e Rasoulof concorreu na Seção Oficial em 2009 com seu filme "The White Meadows".
Na última edição do Festival outro filme produzido por Rasoulof, "Gesher", foi selecionado para a seção Zabaltegi de novos diretores.
"Como plataforma para a exibição do cinema rodado no mundo todo, o Festival de San Sebastián considera este lamentável fato como um gravíssimo atentado contra a liberdade de expressão e os direitos individuais dos dois cineastas", destacou.
18/01/11 - Javier Bardem concorre com o favorito Colin Firth ao prêmio de melhor ator
Londres - O espanhol Javier Bardem e os filmes "Biutiful", de Alejandro González Iñárritu, e "O Segredo de Seus Olhos", de Juan José Campanella, são indicados aos prêmios Bafta do cinema britânico, segundo a lista divulgada nesta terça-feira dos candidatos aos prêmios que serão entregues em Londres, em 13 de fevereiro.
Bardem, que concorre ao Bafta de melhor ator por "Biutiful", vai enfrentar o favorito, o britânico Colin Firth, por sua atuação no filme "O Discurso do Rei". Firth, que interpreta o rei George 6º, pai da rainha Elizabeth 2ª, acaba de receber um Globo de Ouro como melhor ator.
O filme hispânico-mexicano "Biutiful" e o argentino "O Segredo de Seus Olhos", este último vencedor de um Oscar o ano passado, foram selecionados para ganhar um Bafta como melhor filme de língua estrangeira. "Biutiful" vai concorrer com o sueco "Os Homens que não Amavam as Mulheres", de Niels Ardem Oplev; o italiano "Eu Sou o Amor", de Luca Guadagnino, e o francês "Dos Homens e dos Deuses", de Xavier Beauvais.
Natalie Portman, que acaba de receber um Globo de Ouro por "Cisne Negro", foi selecionada para um Bafta como melhor atriz por sua interpretação de uma dançarina com conflitos psicológicos.
Portman vai concorrer com Annette Bening, por "Minhas Mães e Meu Pai"; Julianne Moore, por "Minhas Mães e Meu Pai"; Noomi Rapace, com "Os Homens que não Amavam as Mulheres".
Bardem, que concorre ao Bafta de melhor ator por "Biutiful", vai enfrentar o favorito, o britânico Colin Firth, por sua atuação no filme "O Discurso do Rei". Firth, que interpreta o rei George 6º, pai da rainha Elizabeth 2ª, acaba de receber um Globo de Ouro como melhor ator.
O filme hispânico-mexicano "Biutiful" e o argentino "O Segredo de Seus Olhos", este último vencedor de um Oscar o ano passado, foram selecionados para ganhar um Bafta como melhor filme de língua estrangeira. "Biutiful" vai concorrer com o sueco "Os Homens que não Amavam as Mulheres", de Niels Ardem Oplev; o italiano "Eu Sou o Amor", de Luca Guadagnino, e o francês "Dos Homens e dos Deuses", de Xavier Beauvais.
Natalie Portman, que acaba de receber um Globo de Ouro por "Cisne Negro", foi selecionada para um Bafta como melhor atriz por sua interpretação de uma dançarina com conflitos psicológicos.
Portman vai concorrer com Annette Bening, por "Minhas Mães e Meu Pai"; Julianne Moore, por "Minhas Mães e Meu Pai"; Noomi Rapace, com "Os Homens que não Amavam as Mulheres".
18/01/11 - O Discurso do Rei lidera indicações ao Bafta
LONDRES - "O Discurso do Rei", com Colin Firth interpretando o rei gago George 6º, recebeu na terça-feira 14 indicações ao prêmio Bafta, mais do que "Cisne Negro," com 12.
"A Origem," com Leonardo DiCaprio, recebeu nove indicações ao principal prêmio cinematográfico do Reino Unido. "127 Horas" e o remake de "Bravura Indômita" levaram oito indicações, à frente de "A Rede Social", favorito ao Oscar, que ficou com apenas seis.
O Bafta é um prêmio acompanhado com atenção pelos especialistas, mas não é considerado um bom indicador para o Oscar.
Firth, recentemente ganhador do Globo de Ouro e considerado um dos favoritos ao prêmio da Academia, disputa o Bafta de melhor ator, junto com Javier Bardem (por "Biutiful"), Jeff Bridges ("Bravura Indômita"), Jesse Eisenberg ("A Rede Social") e James Franco ("127 Horas").
Helena Bonham Carter e Geoffrey Rush, também no elenco de "O Discurso do Rei", foram indicados aos prêmios de melhores coadjuvantes.
Natalie Portman, de "Cisne Negro", concorre ao prêmio de melhor atriz, ao qual foram indicadas também Annette Bening e Julianne Moore, que vivem um casal de lésbicas em "Minhas Mães e Meu Pai". A sueca Noomi Rapace ("Os Homens que Não Amavam as Mulheres") e a adolescente Hailee Steinfeld ("Bravura Indômita") completam a lista de concorrentes.
Pete Postlethwaite, que morreu neste ano, recebeu uma indicação póstuma como ator coadjuvante por "Atração Perigosa".
O grafiteiro britânico Banksy foi indicado ao Bafta de melhor diretor estreante por "Exit Through the Gift Shop". Ele disputa o prêmio com Chris Morris, roteirista e diretor de "Four Lions", indicado também ao prêmio de melhor filme britânico.
O italiano "Eu Sou o Amor", o francês "Sobre Homens e Deuses", o argentino "O Segredo dos Seus Olhos", o espanhol "Biutiful" e o sueco "Os Homens que Não Amavam as Mulheres" concorrem ao prêmio de melhor filme em língua estrangeira.
"Meu Malvado Favorito", "Como Treinar o Seu Dragão" e "Toy Story 3" concorrem ao Bafta de melhor animação.
Os vencedores serão anunciados em 13 de fevereiro.
(Reportagem de Mike Collett-White)
"A Origem," com Leonardo DiCaprio, recebeu nove indicações ao principal prêmio cinematográfico do Reino Unido. "127 Horas" e o remake de "Bravura Indômita" levaram oito indicações, à frente de "A Rede Social", favorito ao Oscar, que ficou com apenas seis.
O Bafta é um prêmio acompanhado com atenção pelos especialistas, mas não é considerado um bom indicador para o Oscar.
Firth, recentemente ganhador do Globo de Ouro e considerado um dos favoritos ao prêmio da Academia, disputa o Bafta de melhor ator, junto com Javier Bardem (por "Biutiful"), Jeff Bridges ("Bravura Indômita"), Jesse Eisenberg ("A Rede Social") e James Franco ("127 Horas").
Helena Bonham Carter e Geoffrey Rush, também no elenco de "O Discurso do Rei", foram indicados aos prêmios de melhores coadjuvantes.
Natalie Portman, de "Cisne Negro", concorre ao prêmio de melhor atriz, ao qual foram indicadas também Annette Bening e Julianne Moore, que vivem um casal de lésbicas em "Minhas Mães e Meu Pai". A sueca Noomi Rapace ("Os Homens que Não Amavam as Mulheres") e a adolescente Hailee Steinfeld ("Bravura Indômita") completam a lista de concorrentes.
Pete Postlethwaite, que morreu neste ano, recebeu uma indicação póstuma como ator coadjuvante por "Atração Perigosa".
O grafiteiro britânico Banksy foi indicado ao Bafta de melhor diretor estreante por "Exit Through the Gift Shop". Ele disputa o prêmio com Chris Morris, roteirista e diretor de "Four Lions", indicado também ao prêmio de melhor filme britânico.
O italiano "Eu Sou o Amor", o francês "Sobre Homens e Deuses", o argentino "O Segredo dos Seus Olhos", o espanhol "Biutiful" e o sueco "Os Homens que Não Amavam as Mulheres" concorrem ao prêmio de melhor filme em língua estrangeira.
"Meu Malvado Favorito", "Como Treinar o Seu Dragão" e "Toy Story 3" concorrem ao Bafta de melhor animação.
Os vencedores serão anunciados em 13 de fevereiro.
(Reportagem de Mike Collett-White)
15/01/11 - A Morte e Vida de Charlie explora relação com mortos
Dirigido por Burr Steers, o filme "A Morte e Vida de Charlie" traz no enredo a história de Charlie, que consegue ver o espírito do irmão, logo após este ter morrido em um acidente de carro. Para tentar ficar próximo a ele, Charlie aceita um emprego de zelador no cemitério em que seu irmão está enterrado.
Todas as noites ele vê o irmão e os dois podem matar as saudades -- inclusive jogar beisebol -- tudo parecida simples até que ele se apaixonar por uma jovem e ter de fazer uma escolha: ficar perto do seu querido irmão ou ir atrás da garota que ele ama. A produção estreou ontem (14) no Brasil.
Todas as noites ele vê o irmão e os dois podem matar as saudades -- inclusive jogar beisebol -- tudo parecida simples até que ele se apaixonar por uma jovem e ter de fazer uma escolha: ficar perto do seu querido irmão ou ir atrás da garota que ele ama. A produção estreou ontem (14) no Brasil.
15/01/11 - Parceria de Mel Gibson e Jodie Foster é selecionada para festival no Texas
Um Novo Despertar, dirigido por Jodie Foster e protagonizado por Mel Gison, foi anunciado pelo South By Southwest Festival como um dos filmes a integraar a seleção cinematográfica do evento.
No terceiro longa-metragem de Jodie como diretora, que estreia no Brasil em 15 de abril, Walter Black (Gibson) vive a típica crise da meia idade e encontra esperança em um fantoche de castor que usa na mão e o trata como se o mesmo fosse real.
O SXSW, como o festival é conhecido, reúne música e cinema na cidade de Austin, Texas. Os filmes serão exibidos entre 11 e 19 de março.
Outros títulos já anunciados são a comédia Paul, de Greg Mottola, e Conan O’Brien Can’t Stop, de Rodman Fielder.
•Assista ao trailer de Um Novo Despertar
•Mel Gibson está em ranking de polêmicas de 2010
•Elenco de Se Beber, Não Case 2 vetou Gibson
No terceiro longa-metragem de Jodie como diretora, que estreia no Brasil em 15 de abril, Walter Black (Gibson) vive a típica crise da meia idade e encontra esperança em um fantoche de castor que usa na mão e o trata como se o mesmo fosse real.
O SXSW, como o festival é conhecido, reúne música e cinema na cidade de Austin, Texas. Os filmes serão exibidos entre 11 e 19 de março.
Outros títulos já anunciados são a comédia Paul, de Greg Mottola, e Conan O’Brien Can’t Stop, de Rodman Fielder.
•Assista ao trailer de Um Novo Despertar
•Mel Gibson está em ranking de polêmicas de 2010
•Elenco de Se Beber, Não Case 2 vetou Gibson
15/01/11 - As Viagens de Gulliver estreia nos cinemas e livro oferece ingresso
Na última sexta-feira (14) entrou em cartaz "As Viagens de Gulliver", adaptação norte-americana para o clássico de Jonathan Swift. No papel principal está Jack Black, conhecido por suas comédias. O longa utiliza apenas uma parte do livro e faz grandes mudanças na história.
Divulgação
Nas páginas, Lemuel Gulliver é um médico que deixa a família em busca de aventura. Ele embarca em um navio e, após muitos percalços, encontra terras que nunca imaginou existirem.
Ele vai a Lilipute, onde as pessoas não medem mais de 15 centímetros; depois chega a Brobdingnag, onde as pessoas têm a altura de torres de igreja; e vai ainda ao País dos Houyhnhnms, onde os habitantes mais importantes são cavalos, não homens.
O filme utiliza apenas a primeira viagem, focando-se na estada de Gulliver em Lilipute. O personagem agora é um escritor e desembarca nas estranhas terras após uma frustrada ida às Bermudas. Em seu contato com aquele estranho povo, esbanja referência à cultura pop.
O livro, que possuiu dezenas de traduções e adaptações, ganhou nova versão com o texto integral pela Penguin-Companhia. Para promover as duas obras, a editora oferece um convite individual a quem comprar um exemplar
Divulgação
Nas páginas, Lemuel Gulliver é um médico que deixa a família em busca de aventura. Ele embarca em um navio e, após muitos percalços, encontra terras que nunca imaginou existirem.
Ele vai a Lilipute, onde as pessoas não medem mais de 15 centímetros; depois chega a Brobdingnag, onde as pessoas têm a altura de torres de igreja; e vai ainda ao País dos Houyhnhnms, onde os habitantes mais importantes são cavalos, não homens.
O filme utiliza apenas a primeira viagem, focando-se na estada de Gulliver em Lilipute. O personagem agora é um escritor e desembarca nas estranhas terras após uma frustrada ida às Bermudas. Em seu contato com aquele estranho povo, esbanja referência à cultura pop.
O livro, que possuiu dezenas de traduções e adaptações, ganhou nova versão com o texto integral pela Penguin-Companhia. Para promover as duas obras, a editora oferece um convite individual a quem comprar um exemplar
10/01/11 - Gosto do fato de que você nunca sobe o que vai acontecer, diz Johnny Depp sobre O Turista
“O lance com Johnny Depp é que viemos para este filme com a mesma ideia básica”, diz Angelina Jolie. “Nós queríamos apenas fazer um filme à moda antiga, no sentido de que fosse um verdadeiro prazer para o público.” Depp, que fora das telas é tão modesto e discreto quanto Jolie é exuberante, concorda com ela nisso. “Meu lance era o seguinte: eu só queria convidar as pessoas e dizer pra elas: ‘Esqueçam tudo mais, apenas divirtam-se’”, diz Depp.
“O lance com Johnny Depp é que viemos para este filme com a mesma ideia básica”, diz Angelina Jolie. “Nós queríamos apenas fazer um filme à moda antiga, no sentido de que fosse um verdadeiro prazer para o público.” Depp, que fora das telas é tão modesto e discreto quanto Jolie é exuberante, concorda com ela nisso. “Meu lance era o seguinte: eu só queria convidar as pessoas e dizer pra elas: ‘Esqueçam tudo mais, apenas divirtam-se’”, diz Depp.
Baseado vagamente no filme francês “A Caçada” (2005), estrelado por Yvan Attal e Sophie Marceau, “O Turista” apresenta Jolie como uma mulher interessada por lavagem de dinheiro. Quando percebe que está sendo perseguida tanto pela polícia quanto por criminosos russos furiosos, ela foge e conhece um turista americano (Depp), que está em Veneza tentando superar uma separação. Logo ele se vê envolvido na fuga, sem perceber que ela tem seus interesses próprios e que eles não necessariamente lhe favorecerão.
Vários astros teriam sido cogitados para o filme, mais notadamente Tom Cruise e Charlize Theron. Mas Depp sempre esteve interessado, desde que pudesse filmá-lo antes de partir para “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”, no qual reprisará seu papel indicado ao Oscar, o do capitão pirata Jack Sparrow. “Eu gostei muito do filme original. Meu amigo interpretou o personagem nele, e eu gostei do papel e achei que poderia ser interessante explorar esse personagem. Gosto do fato de que, no filme, você nunca sabe o que vai acontecer.”
Tim Burton e Johnny Depp em pré-estreia nos EUA
Depp no pape-título de "Edward-Mãos de Tesoura"
Depp e Jolie – que ele chama de “uma garota bem legal”– se encontraram antes da filmagem, simplesmente para se conhecerem, mas não demorou muito. “Havia pais na sala e logo se transformou naquilo em que nossos filhos estavam dizendo e fazendo.”
“Ele foi tão interessante quanto eu esperava que fosse”, diz Jolie, em uma entrevista separada. “Ele interpreta, pinta, é um homem de família maravilhoso. Há muita coisa transcorrendo dentro dele.”
John Christopher Depp cresceu na Flórida fantasiando a respeito do que está fazendo agora. "Eu fui uma criança solitária. Assistia filmes como forma de escape. Pensava: ‘Quem me dera poder ser transportado para outro lugar’. Era basicamente um sentimento de ‘me tire daqui’. Sabia que existia algo mais lá fora.”
Depp abandonou a escola aos 15 anos com a ambição de se transformar em um astro do rock, mas após se mudar para Los Angeles, a fama e a fortuna provaram ser esquivas. Foi quando ele trabalhou vendendo canetas. Ele se tornou ator quando sua esposa na época, Lori, o apresentou para Nicolas Cage. Cage ajudou Depp a conseguir seu primeiro papel em um filme de horror barato que acabou se transformando em um clássico: “A Hora do Pesadelo” (1984).
Ele se tornou um ídolo adolescente como o policial Tom Hanson na série de TV de sucesso “Anjos da Lei” (1987-1990), e então emplacou um grande sucesso nas telas como o personagem-título de “Edward Mãos-de-Tesoura” (1990), sua primeira colaboração com o diretor Tim Burton, com quem já fez até o momento sete filmes, todos bizarros de um jeito ou de outro. Entre seus outros filmes estão “Benny & Joon –Corações em Conflito” (1994), “Gilbert Grape –Aprendiz de um Sonhador” (1993), “Ed Wood” (1994), “Donnie Brasco” (1997), “Medo e Delírio” (1998), “Chocolate” (2000) e “Piratas do Caribe –A Maldição do Pérola Negra” (2003), um sucesso surpreendente que resultou em três sequências, com provavelmente mais a caminho.
Depp em "Alice no País das Maravilhas", de Burton
Depp e sua esposa, a cantora francesa Vanessa Paradis, participam de evento em imagem de 2006
Alguns presumiram que após as indicações ao Oscar por “Em Busca da Terra do Nunca” (2004) e “Sweeney Todd –O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet” (2007), Depp daria as costas à série “Piratas do Caribe”, mas ele insiste que não tem nada contra um ocasional filme popular. “As pessoas querem esses filmes. Meus filhos os adoram e eu adoro fazê-los.”
Depp fez da França o seu lar, onde ele e sua antiga namorada, a cantora e atriz francesa Vanessa Paradis, vivem com seus filhos, Lily-Rose Melody e Jack. Quando ele e Paradis se conheceram, diz o ator, foi amor à segunda vista. “Eu estava no saguão de um restaurante e a vi de costas do outro lado da sala. De repente ela se virou, naquele modo de câmera lenta, e olhou para mim. Tudo o que vi foram aqueles olhos lindos. Então ela caminhou na minha direção e disse oi. Ela disse: ‘Você se lembra de mim?’ Eu lembrei, porque tínhamos nos conhecido vários anos antes”, diz Depp, depois rindo. “Naquele momento eu soube que tinha sido fisgado.”
Equilibrar suas carreiras não é fácil, ele acrescenta, mas estão comprometidos em fazer com que funcione. “Quando estou trabalhando, ela vem comigo e leva as crianças. Quando ela está trabalhando, eu acompanho e levo as crianças. Ser pai mudou tudo para mim. A paternidade me revelou. Ela me deu uma grande perspectiva e um verdadeiro propósito na vida. E também estou bem calmo.”
Mas uma das coisas que a paternidade não mudou foi sua escolha de filmes – porque, segundo ele, essa mudança aconteceu anos atrás. “No instante em que deixei a série de televisão, eu comecei a fazer escolhas que basicamente envolviam se continuaria orgulhoso do filme no futuro ou se outros na minha vida se orgulhariam de mim. Honestamente, eu não achei que aquilo duraria muito. Eu apenas busquei desfrutar cada momento e cada filme.”
Como resultado, diz o ator, ele pode olhar para sua filmografia com prazer. “Eu gosto deles todos. Eu não falo sobre o resultado final ou em assisti-los, porque sou muito ruim nisso. Há alguns que nunca assisti – é melhor para mim não vê-los. Em termos de experiência, todos foram uma ótima educação. Eu me diverti muito em ‘Medo e Delírio’ e muito em ‘Ed Wood’. Eu me diverti muito em todos os ‘Piratas do Caribe’. Para mim, trata-se da realização do projeto”, conclui Depp. “Para mim o que importa é a experiência.”
“O lance com Johnny Depp é que viemos para este filme com a mesma ideia básica”, diz Angelina Jolie. “Nós queríamos apenas fazer um filme à moda antiga, no sentido de que fosse um verdadeiro prazer para o público.” Depp, que fora das telas é tão modesto e discreto quanto Jolie é exuberante, concorda com ela nisso. “Meu lance era o seguinte: eu só queria convidar as pessoas e dizer pra elas: ‘Esqueçam tudo mais, apenas divirtam-se’”, diz Depp.
Baseado vagamente no filme francês “A Caçada” (2005), estrelado por Yvan Attal e Sophie Marceau, “O Turista” apresenta Jolie como uma mulher interessada por lavagem de dinheiro. Quando percebe que está sendo perseguida tanto pela polícia quanto por criminosos russos furiosos, ela foge e conhece um turista americano (Depp), que está em Veneza tentando superar uma separação. Logo ele se vê envolvido na fuga, sem perceber que ela tem seus interesses próprios e que eles não necessariamente lhe favorecerão.
Vários astros teriam sido cogitados para o filme, mais notadamente Tom Cruise e Charlize Theron. Mas Depp sempre esteve interessado, desde que pudesse filmá-lo antes de partir para “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”, no qual reprisará seu papel indicado ao Oscar, o do capitão pirata Jack Sparrow. “Eu gostei muito do filme original. Meu amigo interpretou o personagem nele, e eu gostei do papel e achei que poderia ser interessante explorar esse personagem. Gosto do fato de que, no filme, você nunca sabe o que vai acontecer.”
Tim Burton e Johnny Depp em pré-estreia nos EUA
Depp no pape-título de "Edward-Mãos de Tesoura"
Depp e Jolie – que ele chama de “uma garota bem legal”– se encontraram antes da filmagem, simplesmente para se conhecerem, mas não demorou muito. “Havia pais na sala e logo se transformou naquilo em que nossos filhos estavam dizendo e fazendo.”
“Ele foi tão interessante quanto eu esperava que fosse”, diz Jolie, em uma entrevista separada. “Ele interpreta, pinta, é um homem de família maravilhoso. Há muita coisa transcorrendo dentro dele.”
John Christopher Depp cresceu na Flórida fantasiando a respeito do que está fazendo agora. "Eu fui uma criança solitária. Assistia filmes como forma de escape. Pensava: ‘Quem me dera poder ser transportado para outro lugar’. Era basicamente um sentimento de ‘me tire daqui’. Sabia que existia algo mais lá fora.”
Depp abandonou a escola aos 15 anos com a ambição de se transformar em um astro do rock, mas após se mudar para Los Angeles, a fama e a fortuna provaram ser esquivas. Foi quando ele trabalhou vendendo canetas. Ele se tornou ator quando sua esposa na época, Lori, o apresentou para Nicolas Cage. Cage ajudou Depp a conseguir seu primeiro papel em um filme de horror barato que acabou se transformando em um clássico: “A Hora do Pesadelo” (1984).
Ele se tornou um ídolo adolescente como o policial Tom Hanson na série de TV de sucesso “Anjos da Lei” (1987-1990), e então emplacou um grande sucesso nas telas como o personagem-título de “Edward Mãos-de-Tesoura” (1990), sua primeira colaboração com o diretor Tim Burton, com quem já fez até o momento sete filmes, todos bizarros de um jeito ou de outro. Entre seus outros filmes estão “Benny & Joon –Corações em Conflito” (1994), “Gilbert Grape –Aprendiz de um Sonhador” (1993), “Ed Wood” (1994), “Donnie Brasco” (1997), “Medo e Delírio” (1998), “Chocolate” (2000) e “Piratas do Caribe –A Maldição do Pérola Negra” (2003), um sucesso surpreendente que resultou em três sequências, com provavelmente mais a caminho.
Depp em "Alice no País das Maravilhas", de Burton
Depp e sua esposa, a cantora francesa Vanessa Paradis, participam de evento em imagem de 2006
Alguns presumiram que após as indicações ao Oscar por “Em Busca da Terra do Nunca” (2004) e “Sweeney Todd –O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet” (2007), Depp daria as costas à série “Piratas do Caribe”, mas ele insiste que não tem nada contra um ocasional filme popular. “As pessoas querem esses filmes. Meus filhos os adoram e eu adoro fazê-los.”
Depp fez da França o seu lar, onde ele e sua antiga namorada, a cantora e atriz francesa Vanessa Paradis, vivem com seus filhos, Lily-Rose Melody e Jack. Quando ele e Paradis se conheceram, diz o ator, foi amor à segunda vista. “Eu estava no saguão de um restaurante e a vi de costas do outro lado da sala. De repente ela se virou, naquele modo de câmera lenta, e olhou para mim. Tudo o que vi foram aqueles olhos lindos. Então ela caminhou na minha direção e disse oi. Ela disse: ‘Você se lembra de mim?’ Eu lembrei, porque tínhamos nos conhecido vários anos antes”, diz Depp, depois rindo. “Naquele momento eu soube que tinha sido fisgado.”
Equilibrar suas carreiras não é fácil, ele acrescenta, mas estão comprometidos em fazer com que funcione. “Quando estou trabalhando, ela vem comigo e leva as crianças. Quando ela está trabalhando, eu acompanho e levo as crianças. Ser pai mudou tudo para mim. A paternidade me revelou. Ela me deu uma grande perspectiva e um verdadeiro propósito na vida. E também estou bem calmo.”
Mas uma das coisas que a paternidade não mudou foi sua escolha de filmes – porque, segundo ele, essa mudança aconteceu anos atrás. “No instante em que deixei a série de televisão, eu comecei a fazer escolhas que basicamente envolviam se continuaria orgulhoso do filme no futuro ou se outros na minha vida se orgulhariam de mim. Honestamente, eu não achei que aquilo duraria muito. Eu apenas busquei desfrutar cada momento e cada filme.”
Como resultado, diz o ator, ele pode olhar para sua filmografia com prazer. “Eu gosto deles todos. Eu não falo sobre o resultado final ou em assisti-los, porque sou muito ruim nisso. Há alguns que nunca assisti – é melhor para mim não vê-los. Em termos de experiência, todos foram uma ótima educação. Eu me diverti muito em ‘Medo e Delírio’ e muito em ‘Ed Wood’. Eu me diverti muito em todos os ‘Piratas do Caribe’. Para mim, trata-se da realização do projeto”, conclui Depp. “Para mim o que importa é a experiência.”
10/01/11 - Roteiro de Caça-Fantasmas 3 já está pronto, garante diretor
A novela Caça-Fantasmas 3 pode estar próxima de um desfecho. De acordo com Ivan Reitman, que dirigiu e produziu os dois primeiros filmes, o roteiro enfim foi concluído.
“Um roteiro muito bom” foi enviado a Bill Murray, a grande estrela da franquia, explicou Reitman, ressaltando que toda a confusão envolvendo o nome de Murray – que não estaria disposto a fazer o filme – é um amontoado de boatos.
“Nada do que vocês leram na internet é real”, disse. Segundo ele, o ator nem leu o roteiro ainda. De qualquer forma, ele está confiante de que Murray vá gostar. “É bom o suficiente para filmarmos, para assumir o risco de fazer novamente”, concluiu o diretor, conforme o site Huffington Post.
“Um roteiro muito bom” foi enviado a Bill Murray, a grande estrela da franquia, explicou Reitman, ressaltando que toda a confusão envolvendo o nome de Murray – que não estaria disposto a fazer o filme – é um amontoado de boatos.
“Nada do que vocês leram na internet é real”, disse. Segundo ele, o ator nem leu o roteiro ainda. De qualquer forma, ele está confiante de que Murray vá gostar. “É bom o suficiente para filmarmos, para assumir o risco de fazer novamente”, concluiu o diretor, conforme o site Huffington Post.
10/01/11 - A Rede Social conquista prêmio da sociedade de críticos dos EUA
O filme sobre o Facebook "A Rede Social" manteve sua trajetória de conquistas na temporada de premiações dos EUA e recebeu o prêmio de melhor filme da Sociedade Nacional de Críticos de Cinema dos EUA, além de reconhecimentos a seu diretor, ator principal e roteirista.
Os prêmios aumentam as credencias do filme como um dos favoritos ao Oscar, após já ter sido considerado o melhor filme da temporada por diversos outros prêmios de críticos, incluindo em Nova York, Los Angeles e Boston.
A Sociedade Nacional de Críticos de Cinema também elegeu Jesse Eisenberg como melhor ator pela interpretação do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. O diretor David Fincher foi escolhido o melhor da categoria, enquanto o roteirista Aaron Sorkin recebeu o prêmio de melhor roteiro.
Giovanna Mezzogiorno foi eleita a melhor atriz por seu papel como amante de Mussolini em "Vincere".
Os prêmios de críticos são importantes indicadores antes do anúncio dos indicados aos Oscar pelos integrantes da Academia de Hollywood. O Oscar desse ano será entregue no último domingo de fevereiro.
Os prêmios aumentam as credencias do filme como um dos favoritos ao Oscar, após já ter sido considerado o melhor filme da temporada por diversos outros prêmios de críticos, incluindo em Nova York, Los Angeles e Boston.
A Sociedade Nacional de Críticos de Cinema também elegeu Jesse Eisenberg como melhor ator pela interpretação do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. O diretor David Fincher foi escolhido o melhor da categoria, enquanto o roteirista Aaron Sorkin recebeu o prêmio de melhor roteiro.
Giovanna Mezzogiorno foi eleita a melhor atriz por seu papel como amante de Mussolini em "Vincere".
Os prêmios de críticos são importantes indicadores antes do anúncio dos indicados aos Oscar pelos integrantes da Academia de Hollywood. O Oscar desse ano será entregue no último domingo de fevereiro.
05/01/11 - Revista francesa revela detalhes sobre o filme do Capitão América
A estreia acontece em junho e a Marvel ainda não revelou e nem mostrou muita coisa sobre o filme. Nem um teaser saiu até agora, então as informações vão pingando aos poucos. Quem revelou algumas novidades agora foi a revista francesa L´Ecran Fantastique, que entrevistou o designer de produção Rick Heinrichs e ele deu umas informações novas.
- Primeiro o básico: a história acontece em 1942 e mostrará a origem do Capitão América. Ele é Steve Rogers, um jovem franzino que quer desesperadamente enfrentar os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Através de um supersoro, ele ganha grande habilidade e força.
A partir daqui há spoilers fortíssimos:
- 90% do filme vai acontecer durante a Segunda Guerra Mundial. Apenas o começo e o final mostrarão os dias atuais.
- A primeira cena do filme mostra uma equipe de exploração averiguando os destroços de um antigo avião bombardeiro, que está sob a neve no Ártico. Surge um flashback e vemos um ataque das tropas da Hydra a uma vila na Noruega. Johann Schmidt (que é o Caveira Vermelha antes de se transformar) é obcecado pela mitologia nórdica e procura por um cubo (que é o cubo cósmico, como sabe quem lê as HQs da Marvel).
- O Caveira Vermelha sai do partido nazista e funda a organização criminosa chamada Hydra. Ele terá um superveículo blindado e cheio de armas. Terá uma base secreta nos Alpes e trabalha para controlar a energia do cubo. O objeto pode abrir um portal para outras dimensões. Seu rosto humano é apenas uma máscara para sua verdadeira face toda desfigurada.
- Antes de se transformar em Capitão América vamos ver Steve Roges franzino e sendo atacado por bandidos no bairro do Brooklyn, em Nova York. Seu corpo raquítico será gerado por computação gráfica. Rogers já será amigo de Bucky Barners, que será o ajudante do Capitão América durante a Segunda Guerra. Bucky é aceito no exército logo de cara, ao contrário de seu amigo.
- Steve e Bucky encontram Howard Stark, pai de Tony Stark. Eles se conhecem no evento "O mundo do amanhã", que é citado em Homem de Ferro 2. Neste lugar há botas antigravitacionais e a uma fração da energia do cubo, que é usada para criar o escudo do Capitão América.
- Após ser transformado num supersoldado, Steve vira uma celebridade e vira um mascote usado no cinema e teatro. Logo ele é enviado para a Europa e descobre que Bucky foi capturado numa fábrica de armas da Hydra. Durante sua primeira missão ele liberta um grupo de pessoas que formarão o grupo chamado Howling Commandos, que inclui Dum dum e Gabe Jones, parceiros de Nick Fury.
- A cena final: o principal plano do Caveira Vermelha é construir um grande bombardeiro que tem a missão de destruir Londres e várias cidades dos Estados Unidois. Haverá uma grande batalha entre o Caveira e Capitão América no avião que, eventualmente cai no Ártico.
Captain America: The First Avenger estreia em 22 de julho de 2011 e o elenco tem Chris Evans como o Capitão, Hugo Weaving como Caveira Vermelha, Hayley Atwell como Peggy Carter, Sebastian Stan como Bucky Barnes, Samuel Jackson como Nick Fury entre outros. A direção é de Joe Johnston.
- Primeiro o básico: a história acontece em 1942 e mostrará a origem do Capitão América. Ele é Steve Rogers, um jovem franzino que quer desesperadamente enfrentar os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Através de um supersoro, ele ganha grande habilidade e força.
A partir daqui há spoilers fortíssimos:
- 90% do filme vai acontecer durante a Segunda Guerra Mundial. Apenas o começo e o final mostrarão os dias atuais.
- A primeira cena do filme mostra uma equipe de exploração averiguando os destroços de um antigo avião bombardeiro, que está sob a neve no Ártico. Surge um flashback e vemos um ataque das tropas da Hydra a uma vila na Noruega. Johann Schmidt (que é o Caveira Vermelha antes de se transformar) é obcecado pela mitologia nórdica e procura por um cubo (que é o cubo cósmico, como sabe quem lê as HQs da Marvel).
- O Caveira Vermelha sai do partido nazista e funda a organização criminosa chamada Hydra. Ele terá um superveículo blindado e cheio de armas. Terá uma base secreta nos Alpes e trabalha para controlar a energia do cubo. O objeto pode abrir um portal para outras dimensões. Seu rosto humano é apenas uma máscara para sua verdadeira face toda desfigurada.
- Antes de se transformar em Capitão América vamos ver Steve Roges franzino e sendo atacado por bandidos no bairro do Brooklyn, em Nova York. Seu corpo raquítico será gerado por computação gráfica. Rogers já será amigo de Bucky Barners, que será o ajudante do Capitão América durante a Segunda Guerra. Bucky é aceito no exército logo de cara, ao contrário de seu amigo.
- Steve e Bucky encontram Howard Stark, pai de Tony Stark. Eles se conhecem no evento "O mundo do amanhã", que é citado em Homem de Ferro 2. Neste lugar há botas antigravitacionais e a uma fração da energia do cubo, que é usada para criar o escudo do Capitão América.
- Após ser transformado num supersoldado, Steve vira uma celebridade e vira um mascote usado no cinema e teatro. Logo ele é enviado para a Europa e descobre que Bucky foi capturado numa fábrica de armas da Hydra. Durante sua primeira missão ele liberta um grupo de pessoas que formarão o grupo chamado Howling Commandos, que inclui Dum dum e Gabe Jones, parceiros de Nick Fury.
- A cena final: o principal plano do Caveira Vermelha é construir um grande bombardeiro que tem a missão de destruir Londres e várias cidades dos Estados Unidois. Haverá uma grande batalha entre o Caveira e Capitão América no avião que, eventualmente cai no Ártico.
Captain America: The First Avenger estreia em 22 de julho de 2011 e o elenco tem Chris Evans como o Capitão, Hugo Weaving como Caveira Vermelha, Hayley Atwell como Peggy Carter, Sebastian Stan como Bucky Barnes, Samuel Jackson como Nick Fury entre outros. A direção é de Joe Johnston.
05/01/11 - Eu faria qualquer coisa com Clint Eastwood, diz Matt Damon, astro de Além da Vida
O último filme de Matt Damon com Clint Eastwood, “Invictus” (2009), era sobre rúgbi. Seu mais recente, o novo de Eastwood, “Além da Vida”, lida com um tema ligeiramente mais ambicioso. “O filme realmente faz a pergunta que está na mente de todos nós”, diz Damon. “O que acontece depois que morremos? Todos nós perdemos pessoas próximas de nós e isso nos faz perguntarmos para onde elas foram. É uma pergunta que não pode ser respondida aqui e agora.”
Outra pergunta para Damon e para o diretor Eastwood: em uma temporada de fim de ano com abundância de filmes, há espaço nas bilheterias para um filme que entrelaça três histórias diferentes sobre a morte? “É um assunto que espero que as pessoas considerem interessante”, Damon diz durante uma entrevista por telefone. “Clint disse: ‘Se não se interessarem, então, azar o nosso e perderemos um bocado de dinheiro’
Em “Além da Vida”, que estreia no Brasil em 7 de janeiro, Damon interpreta George, um ex-médium que agora trabalha em uma fábrica. Parece que a comunicação com os mortos tomou conta de sua vida e agora ele dá as costas até mesmo às oportunidades mais lucrativas como médium.
Enquanto isso, uma âncora de televisão belga (Cecile DeFrance) tem uma experiência de quase morte durante um tsunami e um estudante londrino (George McLaren) luta para lidar com uma mãe viciada em heroína e a perda devastadora de seu irmão gêmeo. “Todo mundo neste filme está à procura de respostas”, diz Damon. “Isso se transforma na busca de suas vidas. O que me interessou foi o fato de estarem procurando por essas respostas junto a uma pessoa que não quer dizê-las. Toda vez que ele toca a mão de alguém, ele pode sentir aqueles que eles perderam – mas ele não considera isso uma bênção em sua vida ou um dom. Ele sente como se fosse uma maldição”, diz o astro. “Eu acho que a principal pergunta para a maioria das pessoas que perdeu alguém é: ‘Algum dia os verei de novo?’ Você apenas especula, porque nenhum de nós realmente sabe. Nem mesmo meu personagem no filme sabe quando o menino lhe pede para descrever o que virá a seguir.”
Trabalhos com Eastwood
“Eu faria qualquer coisa com Clint. Eu aprendo muito trabalhando com ele.” Eles ainda estavam filmando “Invictus” quando Eastwood apresentou a Damon a ideia para “Além da Vida”. “É uma história muito diferente para ele e para todos nós. É uma exploração que inclui uma pitada de história de amor. Não há muita ação. É um filme muito pessoal.”
E como é ser dirigido por Eastwood? “Morgan Freeman e eu dissemos, no set de ‘Invictus’, que se talvez esperarmos por mais alguns anos e deixarmos Clint ganhar um pouco mais de experiência, ele realmente será um bom diretor”, diz Damon rindo. “Vamos deixá-lo acrescentar mais alguns filmes ao seu currículo.”
Mas, num papo sério, ele elogia o processo de filmagem. “Você entra em alguns sets de filmagem e parece que está entrando em uma sala de emergência hospitalar. O clima é de: ‘Nós estamos fazendo um filme aqui!’ A tensão passa para as interpretações e para o próprio filme. Clint comanda um navio incrivelmente enxuto. É descontraído, mas todos dispõem de espaço suficiente para fazerem tudo o que precisam fazer. E se você precisa de algo, isso é dado a você. Se o chefe de um departamento diz: ‘Eu preciso disso’ ou se o departamento de câmera diz: Eu preciso de uma grua assim ou assado’, ela aparece.”
A abordagem descontraída de Eastwood se estende aos seus atores, acrescenta Damon. “Ocasionalmente ele vem e dá algumas instruções, mas não é de muita conversa. É apenas uma pequena sugestão aqui, uma pequena sugestão ali. E aqueles que não gostam de ouvir palavrão precisam tampar seus ouvidos. Clint gosta de dizer após cada tomada: ‘Vamos em frente e não f... tudo pensando demais’.”
Ator requisitado
Eastwood é apenas um dos muitos diretores ávidos pelos serviços de Damon: o ator de 40 anos, natural de Boston, é um dos astros mais ocupados de Hollywood. Tão ocupado que ainda não encontrou tempo para escrever outro roteiro com Ben Affleck após o de “Gênio Indomável” (1997), que ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original.
Após sua primeira aparição nas telas em “Três Mulheres, Três Amores” (1988), no qual tinha apenas uma fala, ele se destacou em “Coragem Sob Fogo” (1996) e conseguiu papéis-chave em “O Resgate do Soldado Ryan” (1996), “Cartas na Mesa” (1998), “Dogma” (1999), “O Talentoso Ripley” (1999) e “Onze Homens e Um Segredo” (2001). Provou que poderia protagonizar uma grande franquia em “A Identidade Bourne” (2002), retornando ao papel do assassino amnésico Jason Bourne em “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007).
Mais recentemente, Damon foi visto em “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005), “Os Infiltrados” (2006) e “O Bom Pastor” (2006). Mas ele tem um lugar especial em seu coração para filmes com consciência social, como o drama sobre a guerra no Iraque, “Zona Verde” (2010), e em “The People Speak” (2009), um documentário que ele produziu baseado em “A People’s History of the United States” (1980) de Howard Zinn – uma obra revisionista da história americana que também recebeu um agradecimento em “Gênio Indomável”. “Eu nunca entro em algo pensando: ‘Eu quero fazer um filme que tenha uma mensagem’”, ele se apressa em acrescentar. “Eu apenas espero ler um excelente roteiro e encontrar um ótimo diretor. Isso é o que facilita em muito a minha decisão”, afirma.
“Com ‘The People Speak’, nós encontramos grandes palavras de inspiração e temos um site no qual os professores podem acessá-las. Se você estiver ensinando sobre Frederick Douglass, você pode apresentar para sua sala de aula uma leitura feita por Morgan Freeman. Eu sinto que os alunos vão ficar muito mais interessados e terão uma ligação com essas vozes.”
Faroeste dos irmãos Coen
Outro filme de Damon está a caminho. Trata-se de Bravura Indômita, dirigido por Joel e Ethan Coen e baseado no romance de Charles Portis, que se tornou um dos filmes mais queridos de John Wayne em 1969. “É realmente um ótimo roteiro. Eles o adaptaram do livro e o livro é incrível. Além disso, eu adoro faroestes e realmente adoro os irmãos Coen, então é outro projeto de sonho.”
Ele também planeja trabalhar de novo com seu amigo Ben Affleck, com quem tem um acordo de primeira opção com a Warner. “Eu também quero dirigir”, diz Damon, “então há muitas coisas diferentes que Ben e eu podemos fazer juntos”.
Outra pergunta para Damon e para o diretor Eastwood: em uma temporada de fim de ano com abundância de filmes, há espaço nas bilheterias para um filme que entrelaça três histórias diferentes sobre a morte? “É um assunto que espero que as pessoas considerem interessante”, Damon diz durante uma entrevista por telefone. “Clint disse: ‘Se não se interessarem, então, azar o nosso e perderemos um bocado de dinheiro’
Em “Além da Vida”, que estreia no Brasil em 7 de janeiro, Damon interpreta George, um ex-médium que agora trabalha em uma fábrica. Parece que a comunicação com os mortos tomou conta de sua vida e agora ele dá as costas até mesmo às oportunidades mais lucrativas como médium.
Enquanto isso, uma âncora de televisão belga (Cecile DeFrance) tem uma experiência de quase morte durante um tsunami e um estudante londrino (George McLaren) luta para lidar com uma mãe viciada em heroína e a perda devastadora de seu irmão gêmeo. “Todo mundo neste filme está à procura de respostas”, diz Damon. “Isso se transforma na busca de suas vidas. O que me interessou foi o fato de estarem procurando por essas respostas junto a uma pessoa que não quer dizê-las. Toda vez que ele toca a mão de alguém, ele pode sentir aqueles que eles perderam – mas ele não considera isso uma bênção em sua vida ou um dom. Ele sente como se fosse uma maldição”, diz o astro. “Eu acho que a principal pergunta para a maioria das pessoas que perdeu alguém é: ‘Algum dia os verei de novo?’ Você apenas especula, porque nenhum de nós realmente sabe. Nem mesmo meu personagem no filme sabe quando o menino lhe pede para descrever o que virá a seguir.”
Trabalhos com Eastwood
“Eu faria qualquer coisa com Clint. Eu aprendo muito trabalhando com ele.” Eles ainda estavam filmando “Invictus” quando Eastwood apresentou a Damon a ideia para “Além da Vida”. “É uma história muito diferente para ele e para todos nós. É uma exploração que inclui uma pitada de história de amor. Não há muita ação. É um filme muito pessoal.”
E como é ser dirigido por Eastwood? “Morgan Freeman e eu dissemos, no set de ‘Invictus’, que se talvez esperarmos por mais alguns anos e deixarmos Clint ganhar um pouco mais de experiência, ele realmente será um bom diretor”, diz Damon rindo. “Vamos deixá-lo acrescentar mais alguns filmes ao seu currículo.”
Mas, num papo sério, ele elogia o processo de filmagem. “Você entra em alguns sets de filmagem e parece que está entrando em uma sala de emergência hospitalar. O clima é de: ‘Nós estamos fazendo um filme aqui!’ A tensão passa para as interpretações e para o próprio filme. Clint comanda um navio incrivelmente enxuto. É descontraído, mas todos dispõem de espaço suficiente para fazerem tudo o que precisam fazer. E se você precisa de algo, isso é dado a você. Se o chefe de um departamento diz: ‘Eu preciso disso’ ou se o departamento de câmera diz: Eu preciso de uma grua assim ou assado’, ela aparece.”
A abordagem descontraída de Eastwood se estende aos seus atores, acrescenta Damon. “Ocasionalmente ele vem e dá algumas instruções, mas não é de muita conversa. É apenas uma pequena sugestão aqui, uma pequena sugestão ali. E aqueles que não gostam de ouvir palavrão precisam tampar seus ouvidos. Clint gosta de dizer após cada tomada: ‘Vamos em frente e não f... tudo pensando demais’.”
Ator requisitado
Eastwood é apenas um dos muitos diretores ávidos pelos serviços de Damon: o ator de 40 anos, natural de Boston, é um dos astros mais ocupados de Hollywood. Tão ocupado que ainda não encontrou tempo para escrever outro roteiro com Ben Affleck após o de “Gênio Indomável” (1997), que ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original.
Após sua primeira aparição nas telas em “Três Mulheres, Três Amores” (1988), no qual tinha apenas uma fala, ele se destacou em “Coragem Sob Fogo” (1996) e conseguiu papéis-chave em “O Resgate do Soldado Ryan” (1996), “Cartas na Mesa” (1998), “Dogma” (1999), “O Talentoso Ripley” (1999) e “Onze Homens e Um Segredo” (2001). Provou que poderia protagonizar uma grande franquia em “A Identidade Bourne” (2002), retornando ao papel do assassino amnésico Jason Bourne em “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007).
Mais recentemente, Damon foi visto em “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005), “Os Infiltrados” (2006) e “O Bom Pastor” (2006). Mas ele tem um lugar especial em seu coração para filmes com consciência social, como o drama sobre a guerra no Iraque, “Zona Verde” (2010), e em “The People Speak” (2009), um documentário que ele produziu baseado em “A People’s History of the United States” (1980) de Howard Zinn – uma obra revisionista da história americana que também recebeu um agradecimento em “Gênio Indomável”. “Eu nunca entro em algo pensando: ‘Eu quero fazer um filme que tenha uma mensagem’”, ele se apressa em acrescentar. “Eu apenas espero ler um excelente roteiro e encontrar um ótimo diretor. Isso é o que facilita em muito a minha decisão”, afirma.
“Com ‘The People Speak’, nós encontramos grandes palavras de inspiração e temos um site no qual os professores podem acessá-las. Se você estiver ensinando sobre Frederick Douglass, você pode apresentar para sua sala de aula uma leitura feita por Morgan Freeman. Eu sinto que os alunos vão ficar muito mais interessados e terão uma ligação com essas vozes.”
Faroeste dos irmãos Coen
Outro filme de Damon está a caminho. Trata-se de Bravura Indômita, dirigido por Joel e Ethan Coen e baseado no romance de Charles Portis, que se tornou um dos filmes mais queridos de John Wayne em 1969. “É realmente um ótimo roteiro. Eles o adaptaram do livro e o livro é incrível. Além disso, eu adoro faroestes e realmente adoro os irmãos Coen, então é outro projeto de sonho.”
Ele também planeja trabalhar de novo com seu amigo Ben Affleck, com quem tem um acordo de primeira opção com a Warner. “Eu também quero dirigir”, diz Damon, “então há muitas coisas diferentes que Ben e eu podemos fazer juntos”.
04/01/11 - Nicolas Cage interpreta um cavaleiro medieval em Caça às Bruxas
LONDRES - Nicolas Cage está trabalhando duro porque precisa, mas sua última reviravolta como um cavaleiro medieval em "Caça às Bruxas" é mais do que apenas uma questão de pagar as contas. É um bem-vindo retorno à sua infância.
O thriller sobrenatural que transcorre na Europa do século 14, arrasada pela peste, estreia nos cinemas britânicos e norte-americanos na sexta-feira (7) e no Brasil em 21 de janeiro. Os fãs de Cage verão o astro de "Despedida em Las Vegas" em um drama de época, ambiente bem diverso do que ele costuma transitar na tela.
"Por alguma razão eu me embrenhei em um certo estilo de atuação moderna e contemporânea, como em "Vício Frenético", disse o ator, de 46 anos e ganhador de um Oscar, em uma recente entrevista à Reuters para falar do novo filme.
"Caça às Bruxas" vem na sequência de "Vício Frenético," drama policial de Werner Herzog, no qual Cage interpreta o tipo de personagem emocionalmente intenso, no limite, um papel que lhe valeu muitos elogios.
"Este (Caça às Bruxas) foi minha primeira oportunidade de ir de fato à fonte, a infância. Quando eu morava na Califórnia, meu pai construiu um castelo de madeira para mim quando eu era garoto. Lembro de realmente ter liberado minha imaginação lá. Eu era um feiticeiro ou um cavaleiro e, por causa do castelo... minha mente ia automaticamente para coisas medievais."
Outro motivo para aceitar o papel do cruzado Behmen, cansado de guerras, foi a mudança de cenário dos sufocantes interiores do estado da Louisiana, em "Vício Frenético". "Caça às Bruxas" foi filmado nos Alpes austríacos e na Hungria.
"Eu queria estar na natureza, queria estar num cavalo e na neve, e essa é uma das coisas maravilhosas que você pode fazer como ator. Você pode literalmente apenas estalar os dedos e estar em uma outra dimensão e na floresta".
Cage e o colega de elenco Ron Perlman, de "Hellboy", passaram boa parte de suas cenas montados a cavalo, já que eles escoltavam uma garota, suspeita de ser uma bruxa e a causa da peste, para um mosteiro remoto onde a ação se desenrola.
O filme, dirigido por Dominic Sena, mescla os ingredientes de road movies e de companheirismo com thriller sobrenatural e drama de época, o que levou críticos a perguntarem se será um sucesso ou um erro para um ator que divide as platéias e exaspera até seus fãs mais leais.
"Desde que ganhou o Oscar de melhor ator por Despedida em Las Vegas, Cage tem aparentemente escolhido papéis jogando os dados", escreveu o New York Times, em sua prévia cultural do Ano Novo.
O thriller sobrenatural que transcorre na Europa do século 14, arrasada pela peste, estreia nos cinemas britânicos e norte-americanos na sexta-feira (7) e no Brasil em 21 de janeiro. Os fãs de Cage verão o astro de "Despedida em Las Vegas" em um drama de época, ambiente bem diverso do que ele costuma transitar na tela.
"Por alguma razão eu me embrenhei em um certo estilo de atuação moderna e contemporânea, como em "Vício Frenético", disse o ator, de 46 anos e ganhador de um Oscar, em uma recente entrevista à Reuters para falar do novo filme.
"Caça às Bruxas" vem na sequência de "Vício Frenético," drama policial de Werner Herzog, no qual Cage interpreta o tipo de personagem emocionalmente intenso, no limite, um papel que lhe valeu muitos elogios.
"Este (Caça às Bruxas) foi minha primeira oportunidade de ir de fato à fonte, a infância. Quando eu morava na Califórnia, meu pai construiu um castelo de madeira para mim quando eu era garoto. Lembro de realmente ter liberado minha imaginação lá. Eu era um feiticeiro ou um cavaleiro e, por causa do castelo... minha mente ia automaticamente para coisas medievais."
Outro motivo para aceitar o papel do cruzado Behmen, cansado de guerras, foi a mudança de cenário dos sufocantes interiores do estado da Louisiana, em "Vício Frenético". "Caça às Bruxas" foi filmado nos Alpes austríacos e na Hungria.
"Eu queria estar na natureza, queria estar num cavalo e na neve, e essa é uma das coisas maravilhosas que você pode fazer como ator. Você pode literalmente apenas estalar os dedos e estar em uma outra dimensão e na floresta".
Cage e o colega de elenco Ron Perlman, de "Hellboy", passaram boa parte de suas cenas montados a cavalo, já que eles escoltavam uma garota, suspeita de ser uma bruxa e a causa da peste, para um mosteiro remoto onde a ação se desenrola.
O filme, dirigido por Dominic Sena, mescla os ingredientes de road movies e de companheirismo com thriller sobrenatural e drama de época, o que levou críticos a perguntarem se será um sucesso ou um erro para um ator que divide as platéias e exaspera até seus fãs mais leais.
"Desde que ganhou o Oscar de melhor ator por Despedida em Las Vegas, Cage tem aparentemente escolhido papéis jogando os dados", escreveu o New York Times, em sua prévia cultural do Ano Novo.
04/01/11 - Disney lançará O Rei Leão e mais títulos em Blue-Ray 3D em 2011
Los Angeles (Hollywood Reporter) - Os estúdios Disney começam a incentivar o uso doméstico do 3D ao anunciar planos de lançar ao menos 15 filmes em Blue-Ray 3D em 2011.
Entre os títulos anunciados nos EUA estão animações clássicas como O Rei Leão e A Bela e a Fera, além de filmes recentes como "Enrolados" e "Tron - O Legado".
Os filmes fazem parte de um pacote que inclui também as versões em Blu-ray tradicional. Outros títulos são Bolt, A Família do Futuro, O Estranho Mundo de Jack, Força G e O Galinho Chicken Little . O empurrão para o uso do 3D tem relação com os crescentes lançamentos em filmes 3D do estúdio. As datas específicas dos lançamentos dos Blue-Rays não foram anunciadas.
Entre os títulos anunciados nos EUA estão animações clássicas como O Rei Leão e A Bela e a Fera, além de filmes recentes como "Enrolados" e "Tron - O Legado".
Os filmes fazem parte de um pacote que inclui também as versões em Blu-ray tradicional. Outros títulos são Bolt, A Família do Futuro, O Estranho Mundo de Jack, Força G e O Galinho Chicken Little . O empurrão para o uso do 3D tem relação com os crescentes lançamentos em filmes 3D do estúdio. As datas específicas dos lançamentos dos Blue-Rays não foram anunciadas.
22/12/10 - Michael Moore escreve carta para governo sueco em defesa de Julian Assange
Diretor de documentários polêmicos como "Tiros em Columbine", "Fahrenheit - 11 de Setembro" e "Capitalismo - Uma História de Amor", Michael Moore está agora advogando em favor do site Wikileaks e de seu fundador, o australiano Julian Assange. Preso na semana passada pelo governo britânico a pedido da Suécia sob acusação de estupro, Assange aguarda uma decisão da justiça a respeito de sua situação. Em função disso, o cineasta americano escreveu na semana passada uma carta aberta ao governo sueco em que ele diz estranhar essa mobilização toda contra Assange quando o país não moveu uma palha durante anos para mudar o fato de que os suecos se recusam a lidar com a tragédia do estupro e o fato de que são recordistas de denuncias na Europa.
Veja a íntegra do texto, publicado no site oficial de Moore.
"Caro governo sueco,
"Olá, ou como vocês dizem, Hallå! Como vocês sabem, todos nós aqui nos Estados Unidos amamos seu país. Seus Volvos, suas almôndegas, seus móveis difíceis de montar – nós não nos cansamos!
"Há apenas uma coisa que me incomoda: por que a Anistia Internacional, em um relatório especial (descrito em detalhes por Naomi Wolf), declarou que a Suécia se recusa a lidar com a tragédia muito real do estupro? De fato, ela diz que por toda a Escandinávia, incluindo seu país, os estupradores “desfrutam de impunidade”. E a Organização das Nações Unidas, a União Europeia e os grupos de direitos humanos suecos chegaram à mesma conclusão: a Suécia não leva a agressão sexual contra as mulheres a sério. Como mais é possível explicar estas estatísticas de Katrin Axelsson, do Mulheres Contra o Estupro:
- A Suécia possui o MAIOR número per capita de estupros denunciados na Europa.
- O número de estupros quadruplicou nos últimos 20 anos.
- O percentual de condenações? Ele tem DIMINUÍDO constantemente.
"Axelsson diz: “Em 23 de abril deste ano, Carina Hägg e Nalin Pekgul (respectivamente membro do Parlamento e presidente das Mulheres Social-Democratas na Suécia) escreveram no (jornal) ‘Göteborgs’ que ‘até 90% de todos os casos denunciados de estupro (na Suécia) nunca chegam aos tribunais’”.
"Permita-me dizer de novo: em nove de cada 10 vezes, quando uma mulher denuncia um estupro, você nem se dá ao trabalho de abrir um procedimento legal. Não é de estranhar que, segundo o Conselho Nacional Sueco para Prevenção de Crimes, atualmente é estatisticamente mais provável que alguém na Suécia sofra um ataque sexual do que seja roubado.
A mensagem para os estupradores? A Suécia ama vocês!
Então imagine nossa surpresa quando, de repente, você decide processar Julian Assange por acusações de ataque sexual. Bem, mais ou menos: primeiro você o acusou. Depois, após investigar, você descartou as acusações mais sérias e cancelou o mandado de prisão.
"Então um parlamentar conservador pressiona você e, pasme, você dá uma guinada de 180 graus e reabre a investigação de Assange. Com a exceção de que você ainda não o acusou de nada. Você apenas o queria para “interrogatório”. Então você –que permaneceu inerte e deixou milhares de mulheres suecas serem estupradas, deixando seus estupradores livres– decidiu que era hora de reprimir apenas um único homem –o homem que o governo americano deseja preso ou (dependendo do político ou especialista ouvido) executado. Você apenas por acaso sai à caça dele, com base em uma possível “acusação por coerção ilegal, duas acusações de molestamento sexual e uma acusação de estupro (em terceiro grau)”. E enquanto milhares de estupradores suecos perambulam livremente, você instiga uma imensa caçada humana internacional da Interpol a Julian Assange!
"Que grande cruzado antiestupro você se tornou, governo sueco! As mulheres na Suécia já devem se sentir mais seguras?
"Bem, não realmente. Na verdade, muitas delas veem claramente. Elas sabem do que se tratam essas “acusações não-acusações”. Elas sabem que você está de modo cínico e enojosa usando uma ameaça cotidiana real, que existe contra mulheres em toda parte, para promover o interesse do governo americano de silenciar o trabalho do WikiLeaks.
"Eu não vou fingir que sei o que aconteceu entre o sr. Assange e as duas mulheres querelantes (tudo o que sei é o que ouvi pela imprensa, de modo que estou tão confuso quanto qualquer outra pessoa). E peço desculpas caso tenha chegado a qualquer conclusão desnecessária ou errônea em meus esforços para declarar um valor central americano: todas as pessoas são inocentes até que seja provado o contrário, sem sombra de dúvida, em um tribunal. Eu acredito fortemente que toda acusação de ataque sexual deve ser investigada vigorosamente. Não há nada errado em sua polícia querer interrogar o sr. Assange a respeito dessas alegações, e apesar de eu entender o motivo para ele ter se escondido (as pessoas tendem a fazer isso quando são ameaçadas de assassinato), ele precisa responder às perguntas da polícia. Ele também deve se submeter aos exames para doenças sexualmente transmissíveis que as supostas vítimas exigiram. Eu acredito que a Suécia e o Reino Unido possuem algum tratado ou meios para que você envie seus investigadores para Londres, para que eles possam interrogar o sr. Assange, onde este se encontra sob prisão domiciliar, após ser solto sob fiança.
"Mas isso realmente não condiz com seus hábitos, ir até outro país para perseguir um suspeito de agressão sexual, quando nem mesmo sai às suas próprias ruas, para perseguir os muitos estupradores denunciados em seu próprio país. Devido ao fato de você, Suécia, raramente ter optado por fazê-lo no passado, é que tudo isso fede demais.
"E não vamos esquecer este último argumento de Katrin Axelsson, do Mulheres Contra o Estupro:
“Há uma longa tradição de uso de estupro e agressão sexual para fins políticos que não têm nada a ver com a segurança das mulheres. No Sul dos Estados Unidos, o linchamento de homens negros era frequentemente justificado com base de que estupraram ou mesmo olharam para uma mulher branca. As mulheres não aceitam de bom grado que nossas exigências por segurança sejam deturpadas, enquanto o estupro continua sendo negligenciado, na melhor das hipóteses, ou protegido, na pior”.
"Essa tática de uso do estupro para perseguição de minorias ou encrenqueiros, culpados ou inocentes –ao mesmo tempo fazendo vista grossa para os crimes claros de estupro no restante do tempo– é o que eu temo que esteja acontecendo aqui. Eu quero me certificar de que as pessoas de bem não permaneçam em silêncio e que você, Suécia, não tenha sucesso caso esteja em conluio com governos corruptos como o nosso.
"Na semana passada, Naomi Klein escreveu: “O estupro está sendo usado no processo contra Assange da mesma forma como a ‘liberdade das mulheres’ foi usada como desculpa para invadir o Afeganistão. Acorde!”
"Eu concordo.
"A menos que você tenha a evidência (e aparentemente se tivesse, você já teria emitido um mandado de prisão a esta altura), retire o pedido de extradição e passe a realizar o trabalho que até o momento você tem se recusado a fazer: proteger as mulheres da Suécia.
"Cordialmente,
Veja a íntegra do texto, publicado no site oficial de Moore.
"Caro governo sueco,
"Olá, ou como vocês dizem, Hallå! Como vocês sabem, todos nós aqui nos Estados Unidos amamos seu país. Seus Volvos, suas almôndegas, seus móveis difíceis de montar – nós não nos cansamos!
"Há apenas uma coisa que me incomoda: por que a Anistia Internacional, em um relatório especial (descrito em detalhes por Naomi Wolf), declarou que a Suécia se recusa a lidar com a tragédia muito real do estupro? De fato, ela diz que por toda a Escandinávia, incluindo seu país, os estupradores “desfrutam de impunidade”. E a Organização das Nações Unidas, a União Europeia e os grupos de direitos humanos suecos chegaram à mesma conclusão: a Suécia não leva a agressão sexual contra as mulheres a sério. Como mais é possível explicar estas estatísticas de Katrin Axelsson, do Mulheres Contra o Estupro:
- A Suécia possui o MAIOR número per capita de estupros denunciados na Europa.
- O número de estupros quadruplicou nos últimos 20 anos.
- O percentual de condenações? Ele tem DIMINUÍDO constantemente.
"Axelsson diz: “Em 23 de abril deste ano, Carina Hägg e Nalin Pekgul (respectivamente membro do Parlamento e presidente das Mulheres Social-Democratas na Suécia) escreveram no (jornal) ‘Göteborgs’ que ‘até 90% de todos os casos denunciados de estupro (na Suécia) nunca chegam aos tribunais’”.
"Permita-me dizer de novo: em nove de cada 10 vezes, quando uma mulher denuncia um estupro, você nem se dá ao trabalho de abrir um procedimento legal. Não é de estranhar que, segundo o Conselho Nacional Sueco para Prevenção de Crimes, atualmente é estatisticamente mais provável que alguém na Suécia sofra um ataque sexual do que seja roubado.
A mensagem para os estupradores? A Suécia ama vocês!
Então imagine nossa surpresa quando, de repente, você decide processar Julian Assange por acusações de ataque sexual. Bem, mais ou menos: primeiro você o acusou. Depois, após investigar, você descartou as acusações mais sérias e cancelou o mandado de prisão.
"Então um parlamentar conservador pressiona você e, pasme, você dá uma guinada de 180 graus e reabre a investigação de Assange. Com a exceção de que você ainda não o acusou de nada. Você apenas o queria para “interrogatório”. Então você –que permaneceu inerte e deixou milhares de mulheres suecas serem estupradas, deixando seus estupradores livres– decidiu que era hora de reprimir apenas um único homem –o homem que o governo americano deseja preso ou (dependendo do político ou especialista ouvido) executado. Você apenas por acaso sai à caça dele, com base em uma possível “acusação por coerção ilegal, duas acusações de molestamento sexual e uma acusação de estupro (em terceiro grau)”. E enquanto milhares de estupradores suecos perambulam livremente, você instiga uma imensa caçada humana internacional da Interpol a Julian Assange!
"Que grande cruzado antiestupro você se tornou, governo sueco! As mulheres na Suécia já devem se sentir mais seguras?
"Bem, não realmente. Na verdade, muitas delas veem claramente. Elas sabem do que se tratam essas “acusações não-acusações”. Elas sabem que você está de modo cínico e enojosa usando uma ameaça cotidiana real, que existe contra mulheres em toda parte, para promover o interesse do governo americano de silenciar o trabalho do WikiLeaks.
"Eu não vou fingir que sei o que aconteceu entre o sr. Assange e as duas mulheres querelantes (tudo o que sei é o que ouvi pela imprensa, de modo que estou tão confuso quanto qualquer outra pessoa). E peço desculpas caso tenha chegado a qualquer conclusão desnecessária ou errônea em meus esforços para declarar um valor central americano: todas as pessoas são inocentes até que seja provado o contrário, sem sombra de dúvida, em um tribunal. Eu acredito fortemente que toda acusação de ataque sexual deve ser investigada vigorosamente. Não há nada errado em sua polícia querer interrogar o sr. Assange a respeito dessas alegações, e apesar de eu entender o motivo para ele ter se escondido (as pessoas tendem a fazer isso quando são ameaçadas de assassinato), ele precisa responder às perguntas da polícia. Ele também deve se submeter aos exames para doenças sexualmente transmissíveis que as supostas vítimas exigiram. Eu acredito que a Suécia e o Reino Unido possuem algum tratado ou meios para que você envie seus investigadores para Londres, para que eles possam interrogar o sr. Assange, onde este se encontra sob prisão domiciliar, após ser solto sob fiança.
"Mas isso realmente não condiz com seus hábitos, ir até outro país para perseguir um suspeito de agressão sexual, quando nem mesmo sai às suas próprias ruas, para perseguir os muitos estupradores denunciados em seu próprio país. Devido ao fato de você, Suécia, raramente ter optado por fazê-lo no passado, é que tudo isso fede demais.
"E não vamos esquecer este último argumento de Katrin Axelsson, do Mulheres Contra o Estupro:
“Há uma longa tradição de uso de estupro e agressão sexual para fins políticos que não têm nada a ver com a segurança das mulheres. No Sul dos Estados Unidos, o linchamento de homens negros era frequentemente justificado com base de que estupraram ou mesmo olharam para uma mulher branca. As mulheres não aceitam de bom grado que nossas exigências por segurança sejam deturpadas, enquanto o estupro continua sendo negligenciado, na melhor das hipóteses, ou protegido, na pior”.
"Essa tática de uso do estupro para perseguição de minorias ou encrenqueiros, culpados ou inocentes –ao mesmo tempo fazendo vista grossa para os crimes claros de estupro no restante do tempo– é o que eu temo que esteja acontecendo aqui. Eu quero me certificar de que as pessoas de bem não permaneçam em silêncio e que você, Suécia, não tenha sucesso caso esteja em conluio com governos corruptos como o nosso.
"Na semana passada, Naomi Klein escreveu: “O estupro está sendo usado no processo contra Assange da mesma forma como a ‘liberdade das mulheres’ foi usada como desculpa para invadir o Afeganistão. Acorde!”
"Eu concordo.
"A menos que você tenha a evidência (e aparentemente se tivesse, você já teria emitido um mandado de prisão a esta altura), retire o pedido de extradição e passe a realizar o trabalho que até o momento você tem se recusado a fazer: proteger as mulheres da Suécia.
"Cordialmente,
22/12/10 - OSCAR 2011: Quatro trilhas provavelmente fora da competição
Cisne Negro, Bravura Indômita, Minhas Mães e Meu Pai e O Vencedor estão fora dos indicados para Melhor Trilha Sonora, segundo a Variety. Os quatro filmes também não foram indicados na categoria para o Globo de Ouro 2011.
Cisne Negro e Bravura Indômita teriam caído por suas trilhas serem "diluídas" e usarem muitas músicas já existentes. De fato, a trilha de Cisne, feita por Clint Mansell (Rápida Vingança), é baseada em O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, enquanto a trilha de Bravura seria derivada e referencial às trilhas do século XIX, não sendo "suficientemente original".
Já Minhas Mães e Meu Pai e O Vencedor seriam prejudicados pelo uso predominante de canções. Se as previsões da Variety estão certas ou não, só saberemos em 25 de janeiro, quando todos os indicados serão revelados.
•Saiba quem é quem no especial que o Cineclick preparou sobre o filme A Rede Social
•Cisne Negro é um dos filmes que prometem se destacar por aqui em 2011
•Confira os spots televisivos da nova versão de Bravura Indômita
•Minhas Mães e Meu Pai tem uma função mais social e cidadã do que cinematográfica, diz Heitor Augusto em crítica para o Cineclick
•O Vencedor concorrerá a diversos Globos de Ouro; confira aqui a lista completa dos indicados
Cisne Negro e Bravura Indômita teriam caído por suas trilhas serem "diluídas" e usarem muitas músicas já existentes. De fato, a trilha de Cisne, feita por Clint Mansell (Rápida Vingança), é baseada em O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, enquanto a trilha de Bravura seria derivada e referencial às trilhas do século XIX, não sendo "suficientemente original".
Já Minhas Mães e Meu Pai e O Vencedor seriam prejudicados pelo uso predominante de canções. Se as previsões da Variety estão certas ou não, só saberemos em 25 de janeiro, quando todos os indicados serão revelados.
•Saiba quem é quem no especial que o Cineclick preparou sobre o filme A Rede Social
•Cisne Negro é um dos filmes que prometem se destacar por aqui em 2011
•Confira os spots televisivos da nova versão de Bravura Indômita
•Minhas Mães e Meu Pai tem uma função mais social e cidadã do que cinematográfica, diz Heitor Augusto em crítica para o Cineclick
•O Vencedor concorrerá a diversos Globos de Ouro; confira aqui a lista completa dos indicados
22/12/10 - O Segredo de Seus Olhos é indicado para prêmio britânico de melhor filme do ano
LONDRES, Inglaterra - O filme argentino "O segredo de seus olhos", de Juan José Campanella, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2010, é uma das cinco produções que vão concorrer ao prêmio de melhor filme do ano do Instituto Britânico de Cinema (BFI, na sigla em inglês), a Cinemateca britânica. O vencedor do troféu britânico de cinema será conhecido em 10 de fevereiro de 2011, em uma cerimônia oficial em Londres. O vencedor do prêmio de melhor filme de 2009 foi a produção francesa "Um Profeta", do diretor Jacques Audiard.
ASSISTA AO TRAILER DO FILME
O longa-metragem argentino, baseado no livro "A Pergunta de Seus Olhos" (1967), do escritor também argentino Eduardo Sacheri, já participou do 57º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián e do Festival Internacional de Cinema de Toronto.
O ator Ricardo Darín -- que no filme premiado interpreta o juiz recém-aposentado Benjamin Espósito, que resolve escrever um livro sobre um caso que testemunhou em 1974 -- esteve em São Paulo há três semanas para acompanhar a 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, na qual foi exibido "Abutres", último filme do qual participou.
LEIA MAIS
"O Segredo de seus Olhos" será refilmado
Ricardo Darín volta ao cinema após "O Segredo dos Seus Olhos"
Diretor de "O Segredo de Seus Olhos" dirigirá primeira animação argentina em 3D
"O Segredo dos seus Olhos" combina suspense e romance
Outro latino-americano que concorre ao troféu do London Film Critics Circle, do BFI, é o colombiano Edgar Ramírez como melhor ator do ano pelo filme "Carlos", do diretor francês Olivier Assayas, no qual interpreta o terrorista Ramirez Sanchez, conhecido como Carlos.
O Critics Circle é uma das mais antigas organizações de crítica artística do mundo e também homenageia as melhores produções no campo do teatro, da arte, da arquitetura, da música e da dança, além do cinema
ASSISTA AO TRAILER DO FILME
O longa-metragem argentino, baseado no livro "A Pergunta de Seus Olhos" (1967), do escritor também argentino Eduardo Sacheri, já participou do 57º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián e do Festival Internacional de Cinema de Toronto.
O ator Ricardo Darín -- que no filme premiado interpreta o juiz recém-aposentado Benjamin Espósito, que resolve escrever um livro sobre um caso que testemunhou em 1974 -- esteve em São Paulo há três semanas para acompanhar a 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, na qual foi exibido "Abutres", último filme do qual participou.
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Outro latino-americano que concorre ao troféu do London Film Critics Circle, do BFI, é o colombiano Edgar Ramírez como melhor ator do ano pelo filme "Carlos", do diretor francês Olivier Assayas, no qual interpreta o terrorista Ramirez Sanchez, conhecido como Carlos.
O Critics Circle é uma das mais antigas organizações de crítica artística do mundo e também homenageia as melhores produções no campo do teatro, da arte, da arquitetura, da música e da dança, além do cinema
18/12/10 - Ao custo de R$ 3 milhões, MinC compra acervo de Glauber Rocha para abri-lo ao público
O ministro Juca Ferreira formaliza nesta segunda (20) a compra do acervo do cineasta brasileiro Glauber Rocha pelo Ministério da Cultura para organizá-lo, restaurá-lo e abri-lo ao acesso público. O evento será realizado às 20h, no Espaço Unibanco de Cinema Glauber Rocha, em Salvador. O investimento na compra do acervo foi de R$ 3 milhões.
Após o ato público, às 21h, haverá uma sessão especial e gratuita da cópia restaurada de "Leão de Sete Cabeças", primeiro filme de Rocha realizado fora do Brasil. Inédito nos cinemas do país, o filme expõe o colonialismo europeu sobre a África e as tentativas do povo nativo em se libertar desse domínio. A sessão especial marca também o lançamento do DVD duplo do filme, que terá distribuição entre as instituições participantes do projeto, cineclubes e faculdades de cinema.
“Glauber Rocha sempre repercutirá na Cultura brasileira exatamente pela transcendência da sua obra filmográfica", declarou o ministro Juca Ferreira, em nota distribuída à imprensa. "Glauber não se traduz em reduções simplórias. Não se explica em dois minutos. Não se define exatamente pelo seu permanente estado de combustão criativa nessa militância apaixonada.”
Acervo
O acervo, que estava sob os cuidados da família de Rocha na instituição Tempo Glauber, é composto dos 22 filmes feitos por Glauber, além de 80 mil documentos, que incluem sua correspondência pessoal, roteiros de filmes, peças de teatro, poemas e romances. Deste total, 223 roteiros e projetos de livro permanecem inéditos.
A cópia original do filme "Leão de Sete Cabeças" foi entregue à Cinemateca Brasileira em 2009, após permanecer mais de 30 anos na Cineteca Nazionale di Roma, na Itália.
O processo de restauração permitiu a confecção de uma nova matriz em alta definição e um novo negativo em 35mm. A versão original do áudio em vários idiomas foi recuperada a partir de uma única cópia em 35mm que estava em avançado estado de deterioração, e de fitas de vídeo no formato Umatic.
A restauração da obra faz parte da segunda fase do projeto Coleção Glauber Rocha, que já restaurou: "Barravento", "Terra em Transe", "O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro" e "A Idade da Terra". Os filmes "Cabeças Cortadas", "Claro", "Câncer" e "História do Brasil" também serão restaurados na fase atual do projeto.
Após o ato público, às 21h, haverá uma sessão especial e gratuita da cópia restaurada de "Leão de Sete Cabeças", primeiro filme de Rocha realizado fora do Brasil. Inédito nos cinemas do país, o filme expõe o colonialismo europeu sobre a África e as tentativas do povo nativo em se libertar desse domínio. A sessão especial marca também o lançamento do DVD duplo do filme, que terá distribuição entre as instituições participantes do projeto, cineclubes e faculdades de cinema.
“Glauber Rocha sempre repercutirá na Cultura brasileira exatamente pela transcendência da sua obra filmográfica", declarou o ministro Juca Ferreira, em nota distribuída à imprensa. "Glauber não se traduz em reduções simplórias. Não se explica em dois minutos. Não se define exatamente pelo seu permanente estado de combustão criativa nessa militância apaixonada.”
Acervo
O acervo, que estava sob os cuidados da família de Rocha na instituição Tempo Glauber, é composto dos 22 filmes feitos por Glauber, além de 80 mil documentos, que incluem sua correspondência pessoal, roteiros de filmes, peças de teatro, poemas e romances. Deste total, 223 roteiros e projetos de livro permanecem inéditos.
A cópia original do filme "Leão de Sete Cabeças" foi entregue à Cinemateca Brasileira em 2009, após permanecer mais de 30 anos na Cineteca Nazionale di Roma, na Itália.
O processo de restauração permitiu a confecção de uma nova matriz em alta definição e um novo negativo em 35mm. A versão original do áudio em vários idiomas foi recuperada a partir de uma única cópia em 35mm que estava em avançado estado de deterioração, e de fitas de vídeo no formato Umatic.
A restauração da obra faz parte da segunda fase do projeto Coleção Glauber Rocha, que já restaurou: "Barravento", "Terra em Transe", "O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro" e "A Idade da Terra". Os filmes "Cabeças Cortadas", "Claro", "Câncer" e "História do Brasil" também serão restaurados na fase atual do projeto.
18/12/10 - Premiado curta "Recife Frio" chega ao DVD, com extras
Desde sua estreia no Festival de Brasília 2009, o curta "Recife Frio" colecionou prêmios em diversas mostras e festivais. Para comemorar sua carreira vitoriosa, será lançado em DVD.
"Recife Frio" é uma ficção científica que se passa em um futuro próximo. No formato de falso documentário, o curta explora o que aconteceria se, de repente, a capital pernambucana se tornasse um local de clima frio e úmido.
Sob direção de Kleber Mendonça Filho, "Recife Frio" demorou três anos para ficar pronto. Além das premiações nacionais, o curta também foi reconhecido em festivais na França, Holanda, Cuba e Portugal.
O DVD será lançado com distribuição indepentente e estará disponível nas Livrarias Cultura de Recife, Porto Alege, São Paulo, Brasília, Campinas, Salvador e Fortaleza. O preço será de R$ 16.
O lançamento será marcado por um evento na Livraria Cultura de Recife, na sexta (17) às 18h30.
"Recife Frio" é uma ficção científica que se passa em um futuro próximo. No formato de falso documentário, o curta explora o que aconteceria se, de repente, a capital pernambucana se tornasse um local de clima frio e úmido.
Sob direção de Kleber Mendonça Filho, "Recife Frio" demorou três anos para ficar pronto. Além das premiações nacionais, o curta também foi reconhecido em festivais na França, Holanda, Cuba e Portugal.
O DVD será lançado com distribuição indepentente e estará disponível nas Livrarias Cultura de Recife, Porto Alege, São Paulo, Brasília, Campinas, Salvador e Fortaleza. O preço será de R$ 16.
O lançamento será marcado por um evento na Livraria Cultura de Recife, na sexta (17) às 18h30.
18/12/10 - Tron arrecada US$ 3,5 milhões nas exibições à meia-noite
O filme "Tron - O Legado" que estreou mundialmente nesta sexta-feira, arrecadou US$ 3,5 milhões com as exibições feitas à meia-noite, nos Estados Unidos.
Cerca de US$ 1 milhão foi arrecadado com as sessões em Imax, em 228 salas nos EUA.
O filme superou a bilheteria de "A Origem", que arrecadou US$ 3 milhões em exibições à meia-noite, mas empata com "Avatar" nos US$ 3,5 milhões.
Cerca de US$ 1 milhão foi arrecadado com as sessões em Imax, em 228 salas nos EUA.
O filme superou a bilheteria de "A Origem", que arrecadou US$ 3 milhões em exibições à meia-noite, mas empata com "Avatar" nos US$ 3,5 milhões.
16/12/10 - Robert De Niro anuncia que reencontrará Al Pacino em novo longa de Scorsese
LOS ANGELES, EUA - O ator Robert De Niro anunciou que reencontrará Al Pacino e Joe Pesci no novo longa do diretor Martin Scorsese, "The Irishman", em declarações ao portal do canal "MTV".
A adaptação cinematográfica do livro "I Heard You Paint Houses" seria a nona parceria entre De Niro e Scorsese, entre as quais há produções aclamadas, como "Taxi Driver", "Os Bons Companheiros" e "Touro Indomável", entre outros.
O ator, que está promovendo o filme "Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família", adiantou que o roteiro do filme, que ainda não tem dada para começar a ser rodado, será escrito por Steven Zaillian ("O Gângster").
O filme contará a história de um assassino mafioso sobre o qual paira a suspeita de envolvimento na morte do líder sindical Jimmy Hoffa. De Niro interpretará Frank "the Irishman" ("o irlandês") Sheeran, a quem são atribuídos 25 assassinatos relacionados com a máfia.
De Niro e Pacino trabalharam juntos em "O Poderoso Chefão - Parte II" e "As Duas Faces da Lei", enquanto a parceria com Joe Pesci é mais extensa: "Touro Indomável", "Era Uma Vez na América", "Os Bons Companheiros", "Desafio no Bronx", "Cassino" e "O Bom Pastor".
De Niro acrescentou que junto com Scorsese têm "outra ideia mais ambiciosa", com roteiro de Eric Roth ("O Curioso Caso de Benjamin Button"), para "rodar dois filmes em um e estreá-los separadamente", ainda que admita não saber se será poderá ser realizada.
Em abril, o ator havia dito que o projeto teria reminiscências de produções como "Oito e Meio" e "A Doce Vida", ambos do italiano Federico Fellini. "Seria algo biográfico sobre a relação entre um diretor e um ator, baseado em coisas que Martin e eu experimentamos", apontou.
A adaptação cinematográfica do livro "I Heard You Paint Houses" seria a nona parceria entre De Niro e Scorsese, entre as quais há produções aclamadas, como "Taxi Driver", "Os Bons Companheiros" e "Touro Indomável", entre outros.
O ator, que está promovendo o filme "Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família", adiantou que o roteiro do filme, que ainda não tem dada para começar a ser rodado, será escrito por Steven Zaillian ("O Gângster").
O filme contará a história de um assassino mafioso sobre o qual paira a suspeita de envolvimento na morte do líder sindical Jimmy Hoffa. De Niro interpretará Frank "the Irishman" ("o irlandês") Sheeran, a quem são atribuídos 25 assassinatos relacionados com a máfia.
De Niro e Pacino trabalharam juntos em "O Poderoso Chefão - Parte II" e "As Duas Faces da Lei", enquanto a parceria com Joe Pesci é mais extensa: "Touro Indomável", "Era Uma Vez na América", "Os Bons Companheiros", "Desafio no Bronx", "Cassino" e "O Bom Pastor".
De Niro acrescentou que junto com Scorsese têm "outra ideia mais ambiciosa", com roteiro de Eric Roth ("O Curioso Caso de Benjamin Button"), para "rodar dois filmes em um e estreá-los separadamente", ainda que admita não saber se será poderá ser realizada.
Em abril, o ator havia dito que o projeto teria reminiscências de produções como "Oito e Meio" e "A Doce Vida", ambos do italiano Federico Fellini. "Seria algo biográfico sobre a relação entre um diretor e um ator, baseado em coisas que Martin e eu experimentamos", apontou.
16/12/10 - Gael García Bernal estrela filme sobre Colombo como impulsão para o Oscar
MADRI, Espanha - Gael García Bernal já representou o México em "Amores Brutos" e "O Crime do Padre Amaro", mas o ator tentará "conquistar" o Oscar mostrando "o lado B de uma figura tão mítica e intocável como Cristóvão Colombo", em "También la lluvia", do espanhol Icíar Bollaín.
O filme, escrito pelo habitual roteirista de Ken Loach, Paul Laverty ("Ventos da Liberdade"), revisa a figura de Colombo não como empreendedor e conquistador, mas como cruel governador e pioneiro da exploração do ouro na América.
"Talvez para os espanhóis seja uma surpresa, mas para a América Latina não é nada novo, é de onde viemos. Este Novo Mundo surgiu de uma violência tremenda e de uma ambição desmedida que desembocou no que é agora", explicou à Agência Efe o intérprete mexicano durante a apresentação do filme em Madri.
TRAILER DO FILME "TAMBIEN LA ILUVIA"
Esta crônica da chegada de Colombo à América Latina é contada em "También la lluvia" - que representará a Espanha no prêmio mexicano de cinema Ariel - através da filmagem iniciada por um diretor idealista (interpretado por Gael) e seu cínico companheiro, o produtor vivido pelo ator espanhol Luis Tosar.
Em sua chegada a uma Bolívia em plena Guerra da Água, em Cochabamba, os padrões de comportamento são retomados 500 anos depois de 1492.
"Este filme causará certa mobilização de velhos fantasmas históricos que de alguma maneira permeiam a linguagem e a semântica atuais", assegura o ator. "É um pouco estranho. Descobriram? Descobrimos? Nos descobriram? Fomos descobertos? É uma espécie de jogo meio perverso isto de se colocar de um lado ou de outro", assegura Gael, também produtor com sua empresa Canana Films.
"Os países latino-americanos somos um capricho colonial que pouco a pouco fomos adquirindo uma certa identidade e passamos a reconhecer não só o indígena que levamos dentro de nós, mas também o africano e o espanhol, o branco, o europeu", prossegue.
Gael, alçado à condição de jovem promessa após "Amores Brutos", garante que explorou esse pluralismo ao rodar na Espanha "Má Educação", de Pedro Almodóvar, e "Sem Notícias de Deus", de Agustín Díaz-Yanes, e na França, e em inglês, "Sonhando Acordado", de Michel Gondry.
"Deve ser sempre assim. Uma mistura de fluidos, uma mescla tremenda no cinema. É um sinal claro de que todos somos interdependentes, de alguma maneira o cinema é cinema e depois tem a nacionalidade", explica, sem confirmar nem desmentir sua participação no próximo filme de Martin Scorsese.
Por ora, aparecerá em "A Little Bit of Heaven", com Kate Hudson e Kathy Bates, se reuniu com seu amigo Diego Luna em "Casa de Mi Padre" e encontrará Al Pacino em "Hands of Stone". Mas antes, talvez vá a cerimônia de entrega do Oscar novamente e se encontre com um velho amigo: Alejandro González Iñárritu e seu "Biutiful", produção mexicana protagonizada pelo espanhol Javier Bardem.
O filme, escrito pelo habitual roteirista de Ken Loach, Paul Laverty ("Ventos da Liberdade"), revisa a figura de Colombo não como empreendedor e conquistador, mas como cruel governador e pioneiro da exploração do ouro na América.
"Talvez para os espanhóis seja uma surpresa, mas para a América Latina não é nada novo, é de onde viemos. Este Novo Mundo surgiu de uma violência tremenda e de uma ambição desmedida que desembocou no que é agora", explicou à Agência Efe o intérprete mexicano durante a apresentação do filme em Madri.
TRAILER DO FILME "TAMBIEN LA ILUVIA"
Esta crônica da chegada de Colombo à América Latina é contada em "También la lluvia" - que representará a Espanha no prêmio mexicano de cinema Ariel - através da filmagem iniciada por um diretor idealista (interpretado por Gael) e seu cínico companheiro, o produtor vivido pelo ator espanhol Luis Tosar.
Em sua chegada a uma Bolívia em plena Guerra da Água, em Cochabamba, os padrões de comportamento são retomados 500 anos depois de 1492.
"Este filme causará certa mobilização de velhos fantasmas históricos que de alguma maneira permeiam a linguagem e a semântica atuais", assegura o ator. "É um pouco estranho. Descobriram? Descobrimos? Nos descobriram? Fomos descobertos? É uma espécie de jogo meio perverso isto de se colocar de um lado ou de outro", assegura Gael, também produtor com sua empresa Canana Films.
"Os países latino-americanos somos um capricho colonial que pouco a pouco fomos adquirindo uma certa identidade e passamos a reconhecer não só o indígena que levamos dentro de nós, mas também o africano e o espanhol, o branco, o europeu", prossegue.
Gael, alçado à condição de jovem promessa após "Amores Brutos", garante que explorou esse pluralismo ao rodar na Espanha "Má Educação", de Pedro Almodóvar, e "Sem Notícias de Deus", de Agustín Díaz-Yanes, e na França, e em inglês, "Sonhando Acordado", de Michel Gondry.
"Deve ser sempre assim. Uma mistura de fluidos, uma mescla tremenda no cinema. É um sinal claro de que todos somos interdependentes, de alguma maneira o cinema é cinema e depois tem a nacionalidade", explica, sem confirmar nem desmentir sua participação no próximo filme de Martin Scorsese.
Por ora, aparecerá em "A Little Bit of Heaven", com Kate Hudson e Kathy Bates, se reuniu com seu amigo Diego Luna em "Casa de Mi Padre" e encontrará Al Pacino em "Hands of Stone". Mas antes, talvez vá a cerimônia de entrega do Oscar novamente e se encontre com um velho amigo: Alejandro González Iñárritu e seu "Biutiful", produção mexicana protagonizada pelo espanhol Javier Bardem.
16/12/10 - Documentário Oceanos revela aspectos inusitados
Resultado de quatro anos de trabalho e de um uso exímio de novíssimas câmeras de alta definição, o documentário "Oceanos", da dupla francesa de diretores Jacques Perrin e Jacques Cluzaud, revela-se uma viagem fascinante à complexidade da vida marinha do planeta, mostrando aspectos inusitados mesmo de espécies muito conhecidas, como golfinhos, baleias e pinguins. O filme estreia nacionalmente, em cópias convencionais e 3D.
Realizadores do fascinante "Migração Alada" (2001), os diretores fazem pelos espécimes marinhos o mesmo que aquele trabalho fizera pelos pássaros. Ou seja, conseguem que os espectadores compartilhem o cotidiano dos animais, vivenciando os desafios e a beleza de sua existência.
Assim, é possível sentir-se ao lado dos golfinhos enquanto pulam sem parar da água, em trajetos longos pelo mar, em que disputam cardumes imensos com gaivotas e outras aves marinhas - aliás, o mergulho vertiginoso destes pássaros é um dos pontos altos do filme.
Há sempre uma câmera postada, tanto dentro, quanto fora da água, permitindo visualizar a façanha dos pássaros para conseguir sua comida. O que dá a medida da logística requerida para a realização do documentário, que explora as profundezas do mar com uma riqueza talvez nunca vista antes.
Há inúmeros espécimes exóticos de criaturas marinhas, caso do polvo Blanket Octopus - que abre uma membrana que parece um cobertor para defender-se de inimigos -, a lesma-do-mar Spanish Dancer e inúmeras águas-vivas luminosas.
No caso de espécies conhecidas, como as baleias, o encanto do filme está em sua proximidade destes gigantescos animais, permitindo avaliar a extensão de seu esforço para cruzar os mares em busca de alimento e a complexidade da relação entre mãe e filho.
Da mesma forma, é assustador presenciar o encontro entre um solitário mergulhador e um enorme tubarão, que termina sem incidentes, apesar de o tubarão dar uma dentada na prancheta do pesquisador.
Sem pretender idealizar demais a visão da vida selvagem, "Oceanos" mostra-se realista ao documentar também o esforço cotidiano da sobrevivência e a necessidade de algumas espécies devorarem as outras - caso dos pássaros que caçam as tartaruguinhas recém-nascidas de uma praia, das quais às vezes apenas uma consegue atingir o mar e chegar à vida adulta. Da mesma forma, são impressionantes os ataques das orcas aos leões marinhos estacionados numa enseada.
Um recado ecológico também é dado em expressivas visões da poluição marinha, da caça e pesca no mar (boa parte, material encenado, mas, mesmo assim, eloquente) e, especialmente, numa visita feita pelo diretor Perrin e seu neto a um museu de história natural que reúne esqueletos de espécies extintas.
Toda a beleza reunida pelo filme revela-se, assim, como um lembrete da necessidade de que a espécie humana controle seus piores instintos e contribua mais e melhor para preservar esta magnífica diversidade que pulsa aqui bem perto de nós, dentro da imensidão aquática da Terra.
Realizadores do fascinante "Migração Alada" (2001), os diretores fazem pelos espécimes marinhos o mesmo que aquele trabalho fizera pelos pássaros. Ou seja, conseguem que os espectadores compartilhem o cotidiano dos animais, vivenciando os desafios e a beleza de sua existência.
Assim, é possível sentir-se ao lado dos golfinhos enquanto pulam sem parar da água, em trajetos longos pelo mar, em que disputam cardumes imensos com gaivotas e outras aves marinhas - aliás, o mergulho vertiginoso destes pássaros é um dos pontos altos do filme.
Há sempre uma câmera postada, tanto dentro, quanto fora da água, permitindo visualizar a façanha dos pássaros para conseguir sua comida. O que dá a medida da logística requerida para a realização do documentário, que explora as profundezas do mar com uma riqueza talvez nunca vista antes.
Há inúmeros espécimes exóticos de criaturas marinhas, caso do polvo Blanket Octopus - que abre uma membrana que parece um cobertor para defender-se de inimigos -, a lesma-do-mar Spanish Dancer e inúmeras águas-vivas luminosas.
No caso de espécies conhecidas, como as baleias, o encanto do filme está em sua proximidade destes gigantescos animais, permitindo avaliar a extensão de seu esforço para cruzar os mares em busca de alimento e a complexidade da relação entre mãe e filho.
Da mesma forma, é assustador presenciar o encontro entre um solitário mergulhador e um enorme tubarão, que termina sem incidentes, apesar de o tubarão dar uma dentada na prancheta do pesquisador.
Sem pretender idealizar demais a visão da vida selvagem, "Oceanos" mostra-se realista ao documentar também o esforço cotidiano da sobrevivência e a necessidade de algumas espécies devorarem as outras - caso dos pássaros que caçam as tartaruguinhas recém-nascidas de uma praia, das quais às vezes apenas uma consegue atingir o mar e chegar à vida adulta. Da mesma forma, são impressionantes os ataques das orcas aos leões marinhos estacionados numa enseada.
Um recado ecológico também é dado em expressivas visões da poluição marinha, da caça e pesca no mar (boa parte, material encenado, mas, mesmo assim, eloquente) e, especialmente, numa visita feita pelo diretor Perrin e seu neto a um museu de história natural que reúne esqueletos de espécies extintas.
Toda a beleza reunida pelo filme revela-se, assim, como um lembrete da necessidade de que a espécie humana controle seus piores instintos e contribua mais e melhor para preservar esta magnífica diversidade que pulsa aqui bem perto de nós, dentro da imensidão aquática da Terra.
13/12/10 - Nunca estive tão em forma, diz Natalie Portman sobre papel de bailarina em Cisne Negro
Durante uma década Darren Anofosky e Natalie Portman conversaram sobre fazer um filme juntos. Havia um tema específico. Tratava-se de um filme sobre uma primeira bailarina obcecada por perfeição. “Toda vez que nós nos encontrávamos eu dizia: Darren, eu não estou ficando mais jovem…. Quando vamos conseguir fazer aquele filme de balé?”, disse a atriz, referindo-se à história prevista para chegar às telas do Brasil em 4 de fevereiro de 2010.
“Era realmente uma situação complicada”, complementou Aronofsky. ‘Desenvolver o roteiro do conceito original até o ponto onde eu estava confiante no material já era uma tarefa complicada. E conseguir levantar financiamento de produção para um filme assim – um drama no mundo do balé – foi-se tornando progressivamente mais difícil à medida em que o tempo passava e a recessão piorava.”
TRAILER E CLIPE DE CISNE NEGRO
Portman estava com 28 anos quando começou a treinar para o papel de Nina, a protagonista de Cisne Negro, de Darren Aronofsky; e 29 quando as filmagens se encerraram, “uma idade um pouco perigosa para começar a ser uma bailarina”, ela diz, sorrindo. “Natalie é muito rigorosa com ela mesma”, Aronofsky comenta. “ O esforço que ela fez foi incrível. Bailarinas levam em média 20 anos para realmente moldarem o corpo, adquirirem a força e a flexibilidade necessárias. E ainda por cima eu queria que ela fosse uma primeira bailarina!”
Cisne Negro, desenvolvido por um time de três roteiristas a partir de uma ideia original de Aronofsky (inspirada por O Duplo, de Dostoievski) segue a jornada de Nina, recém-nomeada “prima ballerina” de uma companhia dirigida pelo tirânico Thomas (Vincent Cassel). A personagem enfrenta o desafio de protagonizar uma nova montagem de Lago dos Cisnes sob as múltiplas pressões da responsabilidade, da percebida ameaça de uma bailarina mais jovem (Mila Kunis) e a vigilância de uma mãe controladora (Barbara Hershey).
O trabalho de criar uma companhia de balé fictícia mas verossímel para Cisne Negro, dentro do modestíssimo orçamento de 17 milhões de dólares representou esforços e sacrifícios de toda a equipe. Nem o diretor nem os astros – Portman, Mila Kunis, Vincent Cassel, Barbara Hershey, Winona Ryder – tinham trailers para descansar entre as tomadas. “Estávamos todos ou no set ou em camarins, o que realmente dava a sensação de sermos uma companhia de balé”, diz Kunis, que faz a bailarina Lilly, substituta de Nina na produção de Lago dos Cisnes que é o foco da trama. “Vivíamos um pouco como bailarinos: ou estávamos treinando ou estávamos trabalhando.”
Portman submeteu-se a um rigoroso programa de cinco horas diárias de exercícios: uma hora de natação, uma hora com pesos e aparelhos e três horas de balé. Isto combinado a uma dieta de muita proteína e baixa gordura. Nos últimos dois meses antes das filmagens o coreógrafo Benjamin Millepied começou a trabalhar com Natalie nos aspectos coreográficos do filme, adicionando mais três horas ao seu preparo. “Era uma vida muito monástica, muito rigorosa.” diz Natalie. “Foi como se eu estivesse no convento por um ano. Mas nunca estive tão em forma, dez quilos mais magra, super flexível. Mas confesso que assim que acabaram as filmagens eu saí para minha primeira refeição fora do convento! Massa, sorvete, pão… Sou uma pessoa que preza muito os prazeres. Adoro comida.”
“Era realmente uma situação complicada”, complementou Aronofsky. ‘Desenvolver o roteiro do conceito original até o ponto onde eu estava confiante no material já era uma tarefa complicada. E conseguir levantar financiamento de produção para um filme assim – um drama no mundo do balé – foi-se tornando progressivamente mais difícil à medida em que o tempo passava e a recessão piorava.”
TRAILER E CLIPE DE CISNE NEGRO
Portman estava com 28 anos quando começou a treinar para o papel de Nina, a protagonista de Cisne Negro, de Darren Aronofsky; e 29 quando as filmagens se encerraram, “uma idade um pouco perigosa para começar a ser uma bailarina”, ela diz, sorrindo. “Natalie é muito rigorosa com ela mesma”, Aronofsky comenta. “ O esforço que ela fez foi incrível. Bailarinas levam em média 20 anos para realmente moldarem o corpo, adquirirem a força e a flexibilidade necessárias. E ainda por cima eu queria que ela fosse uma primeira bailarina!”
Cisne Negro, desenvolvido por um time de três roteiristas a partir de uma ideia original de Aronofsky (inspirada por O Duplo, de Dostoievski) segue a jornada de Nina, recém-nomeada “prima ballerina” de uma companhia dirigida pelo tirânico Thomas (Vincent Cassel). A personagem enfrenta o desafio de protagonizar uma nova montagem de Lago dos Cisnes sob as múltiplas pressões da responsabilidade, da percebida ameaça de uma bailarina mais jovem (Mila Kunis) e a vigilância de uma mãe controladora (Barbara Hershey).
O trabalho de criar uma companhia de balé fictícia mas verossímel para Cisne Negro, dentro do modestíssimo orçamento de 17 milhões de dólares representou esforços e sacrifícios de toda a equipe. Nem o diretor nem os astros – Portman, Mila Kunis, Vincent Cassel, Barbara Hershey, Winona Ryder – tinham trailers para descansar entre as tomadas. “Estávamos todos ou no set ou em camarins, o que realmente dava a sensação de sermos uma companhia de balé”, diz Kunis, que faz a bailarina Lilly, substituta de Nina na produção de Lago dos Cisnes que é o foco da trama. “Vivíamos um pouco como bailarinos: ou estávamos treinando ou estávamos trabalhando.”
Portman submeteu-se a um rigoroso programa de cinco horas diárias de exercícios: uma hora de natação, uma hora com pesos e aparelhos e três horas de balé. Isto combinado a uma dieta de muita proteína e baixa gordura. Nos últimos dois meses antes das filmagens o coreógrafo Benjamin Millepied começou a trabalhar com Natalie nos aspectos coreográficos do filme, adicionando mais três horas ao seu preparo. “Era uma vida muito monástica, muito rigorosa.” diz Natalie. “Foi como se eu estivesse no convento por um ano. Mas nunca estive tão em forma, dez quilos mais magra, super flexível. Mas confesso que assim que acabaram as filmagens eu saí para minha primeira refeição fora do convento! Massa, sorvete, pão… Sou uma pessoa que preza muito os prazeres. Adoro comida.”
13/12/10 - Nárnia estreia nos EUA e conquista 1º lugar nas bilheterias
O terceiro episódio da fantasia "As Crônicas de Nárnia" estreia nos EUA em primeiro lugar nas bilheterias, mas, segundo a revista norte-americana Variety, tem desempenho fraco, alcançando uma arrecadação de US$ 24,5 milhões em 3.555 salas.
No Brasil, onde o filme também teve lançamento neste fim de semana em cópias convencionais e 3D, e outros 55 países, o montante chegou aos US$ 105.5 milhões. A sequência “Viagem do Peregrino da Alvorada” foi produzida pela Fox e teve direção de Michael Apted ("007- O Mundo Não é o Bastante”).
Em segundo lugar no Top 10 EUA, “O Turista”, filme de ação com Johnny Depp e Angelina Jolie. O longa assinado por Florian Henckel Von Donnersmarck faturou US$ 17 milhões em seu fim de semana de estreia.
A animação “Enrolados”, lançada no dia 03 de dezembro, caiu para a terceira posição com uma arrecadação de US$ 14,5 milhões. Harry Potter ficou em quarto e registrou o lucro de US$ 8,5 milhões, chegando à receita total, nos EUA, de US$ 257,6 em quatro semanas de exibição.
No Brasil, onde o filme também teve lançamento neste fim de semana em cópias convencionais e 3D, e outros 55 países, o montante chegou aos US$ 105.5 milhões. A sequência “Viagem do Peregrino da Alvorada” foi produzida pela Fox e teve direção de Michael Apted ("007- O Mundo Não é o Bastante”).
Em segundo lugar no Top 10 EUA, “O Turista”, filme de ação com Johnny Depp e Angelina Jolie. O longa assinado por Florian Henckel Von Donnersmarck faturou US$ 17 milhões em seu fim de semana de estreia.
A animação “Enrolados”, lançada no dia 03 de dezembro, caiu para a terceira posição com uma arrecadação de US$ 14,5 milhões. Harry Potter ficou em quarto e registrou o lucro de US$ 8,5 milhões, chegando à receita total, nos EUA, de US$ 257,6 em quatro semanas de exibição.
13/12/10 - Último filme de Leslie Nielsen será lançado em DVD em janeiro
O último filme do ator Leslie Nielsen, morto neste mês, deve chegar às lojas em DVD no dia 11 de janeiro nos Estados Unidos.
O filme, "Stonerville", corria o risco de não ser distribuído por falta de verba de seus produtores, mas foi comprado pela empresa Screen Media Films.
Além de Nielsen, estão no longa Pauly Shore, Patrick Cavanaugh e Phil Morris. O filme conta a história de um comediante que se proclama o rei do YouTube, que perdeu seu emprego e namorada.
O filme, "Stonerville", corria o risco de não ser distribuído por falta de verba de seus produtores, mas foi comprado pela empresa Screen Media Films.
Além de Nielsen, estão no longa Pauly Shore, Patrick Cavanaugh e Phil Morris. O filme conta a história de um comediante que se proclama o rei do YouTube, que perdeu seu emprego e namorada.
10/12/10 - Vilão Mandarim pode aparecer em Homem de Ferro 3
Desde o primeiro longa, os fãs do Homem de Ferro já sentiam falta de um dos mais icônicos inimigos do super-herói: o místico Mandarim. Em Homem de Ferro 2, ainda nada dele. Mas, no terceiro filme da sequência, o vilão pode aparecer, ou pelo menos esta é a vontade do diretor Jon Favreau (Homem de Ferro 2), conforme revelou em entrevista ao MTV News.
“Até o lançamento de Homem de Ferro 3 você terá três outros super-heróis [Hulk, Capitão América e Thor] aparecendo, além da S.H.I.E.L.D., a Viúva Negra e quem eles escolherem colocar em Os Vingadores”, explica o diretor. Desta forma o mundo criado por Favreau em Homem de Ferro, fortemente baseado no real, seria expandido e permitiria a aparição de um supervilão baseado em poderes sobrenaturais, como é o caso de Mandarim.
"Todo o meu mundo foi criado com base na tecnologia mas agora você terá outros mundos, outras dimensões e este senso de continuação que nós iniciamos na Stark Expo”, aponta o diretor, que já afirmou que Homem de Ferro 3 será uma continuação de todos os outros eventos do mundo Marvel realizados no cinema.
Os Vingadores, a reunião de todos os grandes super-heróis da Marvel, será dirigido por Joss Whedon (Serenity - A Luta pelo Amanhã) e deve chegar aos cinemas em 2012, enquanto Homem de Ferro 3 será lançado no dia 3 de maio de 2013.
•Confira o especial que o Cineclick preparou sobre o filme A Rede Social
•Saiba quando Captain America: The First Avenger chegará ao Brasil
•Joss Whedon queria Angelina Jolie como Mulher-Maravilha
•Os Vingadores será filmado em Los Angeles
•Thor já tem data de estreia no Brasil
“Até o lançamento de Homem de Ferro 3 você terá três outros super-heróis [Hulk, Capitão América e Thor] aparecendo, além da S.H.I.E.L.D., a Viúva Negra e quem eles escolherem colocar em Os Vingadores”, explica o diretor. Desta forma o mundo criado por Favreau em Homem de Ferro, fortemente baseado no real, seria expandido e permitiria a aparição de um supervilão baseado em poderes sobrenaturais, como é o caso de Mandarim.
"Todo o meu mundo foi criado com base na tecnologia mas agora você terá outros mundos, outras dimensões e este senso de continuação que nós iniciamos na Stark Expo”, aponta o diretor, que já afirmou que Homem de Ferro 3 será uma continuação de todos os outros eventos do mundo Marvel realizados no cinema.
Os Vingadores, a reunião de todos os grandes super-heróis da Marvel, será dirigido por Joss Whedon (Serenity - A Luta pelo Amanhã) e deve chegar aos cinemas em 2012, enquanto Homem de Ferro 3 será lançado no dia 3 de maio de 2013.
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10/12/10 - MinC parabeniza Tropa 2 por marca histórica
O Ministério da Cultura publicou uma nota oficial parabenizando os envolvidos com o filme Tropa de Elite 2 pelo grande sucesso - agora simbolizado pelo recorde de maior público da história do cinema brasileiro, alcançado ontem após o almoço.
Segue o comunicado, publicado pelo ministro Juca Ferreira: "É com alegria que saúdo o novo recorde de espectadores no cinema brasileiro. Isso se deve ao trabalho do diretor e dos roteiristas, atores e todos os realizadores. E se deve a um esforço do cinema brasileiro que vem sendo feito nos últimos anos. Quero me associar a vocês neste momento de alegria. E parabéns ao cinema brasileiro!".
Tropa 2 passou Dona Flor e Seus Dois Maridos, que desde 1976 mantinha o recorde de 10,7 milhões de espectadores. Ontem o filme excedeu a quantidade com mais 1.470 ingressos vendidos, chegando a um total de 10.736.995 pessoas.
•Confira o especial que o Cineclick preparou sobre o filme A Rede Social
•Tropa 2 consegue maior público do cinema nacional
•Já existia a expectativa do recorde desde segunda-feira, quando faltavam apenas 50 mil espectadores
•Tropa 2 será exibido em Sundance
•Veja José Padilha comentando os conflitos no Rio
Segue o comunicado, publicado pelo ministro Juca Ferreira: "É com alegria que saúdo o novo recorde de espectadores no cinema brasileiro. Isso se deve ao trabalho do diretor e dos roteiristas, atores e todos os realizadores. E se deve a um esforço do cinema brasileiro que vem sendo feito nos últimos anos. Quero me associar a vocês neste momento de alegria. E parabéns ao cinema brasileiro!".
Tropa 2 passou Dona Flor e Seus Dois Maridos, que desde 1976 mantinha o recorde de 10,7 milhões de espectadores. Ontem o filme excedeu a quantidade com mais 1.470 ingressos vendidos, chegando a um total de 10.736.995 pessoas.
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10/12/10 - Atores de Machete, Danny Trejo e Jessica Alba falam da quebra de clichês no filme
Na aparência, eles não poderiam ser mais diferentes: a bela e miúda Jessica Alba parece uma formiguinha ao lado de Danny Trejo, o musculoso, tatuado e enrugado protagonista de "Machete", o novo filme de Robert Rodriguez e Ethan Maniquis, em que ele interpreta o herói mexicano que leva a melhor sobre todos os vilões, "gringos" ou não.
Nas opiniões, no entanto, os dois atores concordam: "Todo mundo já sabe que é mais do que tempo de mudar as leis de imigração nos EUA". Falando a um pequeno grupo de jornalistas no Festival de Veneza, em setembro último – do qual participou o UOL Cinema -, Jessica e Trejo comentam esse aspecto político que aparece no filme, mesmo que, fiel à marca Robert Rodriguez, com produção de Quentin Tarantino, a história beba mesmo na veia da diversão, embalada em tiroteios, perseguições e cenas do mais puro ‘gore’, com direito à visão de vísceras e uma crucificação.
Danny Trejo protagoniza o filme "Machete"
"Machete", que estreia sexta em São Paulo e no Rio, foi uma das atrações de abertura do festival italiano, fora de competição. Conta a história de Machete (Trejo), um ex-policial tido como morto que tem que escapar das armadilhas de traficantes de drogas, policiais corruptos e um senador que procura expulsar imigrantes dos EUA (Robert De Niro).
Veterano coadjuvante
Atuar como protagonista requereu uma paciência, aliás, fora do normal do californiano Trejo, de 66 anos de idade e há 25 na profissão. Se ele não reclama da demora, a causa está não só em sua incrível humildade, mas em sua inusitada biografia. Antes de tornar-se ator, ele foi um delinquente juvenil, que acabou cumprindo pena na prisão de San Quentin, por assalto a mão armada e tráfico de drogas. Mas foram também pessoas que conheceu ali dentro e uma série de coincidências que o colocaram na rota do cinema – mais precisamente no set da aventura "Expresso para o Inferno" (85), do diretor Andrei Konchalovsky, em que ele fez o primeiro de uma enorme série de papeis de mau.
Trejo mostrou-se resolvido sobre a sua longa trajetória como eterno coadjuvante. "Nos meus primeiros anos de carreira, a minha única fala costumava ser mate-me! ou coisa assim. Eu era sempre o ‘detento número 1", diverte-se o ator.
TRAILER DO FILME MACHETE
O papel do maior vilão da história, aliás, pertence ao astro Robert De Niro, com quem Trejo já havia compartilhado o set em 1995, no filme “Fogo contra Fogo”, de Michael Mann. Trejo não esconde sua admiração pelo intérprete de “Taxi Driver”: “Eu queria trazer um café pra ele”. Mas De Niro não quis saber disso. “Ele me deu os parabéns pelo papel de protagonista e disse que torceu por mim. ‘Sabia que você ia conseguir’, ele me dizia”, conta Trejo.
Sex symbol por acaso
Sobre a combinação de extrema violência e a crítica contra os excessos no combate à imigração ilegal nos EUA, o ator pondera: “Acho que há mais violência na internet e na TV do que no cinema. Também acredito que, se o filme puder levantar alguma controvérsia sobre a corrupção, é bom. Mas não simpatizo tanto com a ideia de procurar ‘passar mensagem’”.
O aspecto que o ator mais curte sobre o filme é ser, como ele diz, “movido pelo entusiasmo dos fãs”. Lembra, com orgulho, o caso de garotos ingleses que começaram a tatuar Machete nas costas só por causa do trailer em “À Prova de Morte”, origem do personagem do ex-policial vingador, há três anos.
Guindado ao posto não só de herói mexicano vingador e até como símbolo sexual, já que é objeto de desejo de todas as mulheres do elenco, Trejo desconversa: “Que nada, é apenas meu trabalho. Além disso, se alguma mulher chega perto, minha filha de 20 anos já vem logo me controlando,” (risos).
Ao seu lado, Jessica Alba, que interpreta a agente do FBI Sartana Rivera, complementa: “Acho que neste filme estão explodindo todos os estereótipos sobre mexicanos e, além disso, falando de algo socialmente relevante”.
A atriz também gostou que as personagens femininas mostrem-se tão ativas em “Machete”. “Elas são vulneráveis mas valentes, de algum modo desafiando também os clichês”, afirma. A atriz, que dispensou os dublês em todas as suas cenas perigosas, acha legal ver na tela heroínas valentes. Ela vai repetir a dose no próximo filme de Robert Rodriguez, “Pequenos Espiões 4”, em que interpretará, como ela define, “uma mãe de maus bofes”. Na vida real, a atriz, de 29 anos, tem uma filha de 2.
Nas opiniões, no entanto, os dois atores concordam: "Todo mundo já sabe que é mais do que tempo de mudar as leis de imigração nos EUA". Falando a um pequeno grupo de jornalistas no Festival de Veneza, em setembro último – do qual participou o UOL Cinema -, Jessica e Trejo comentam esse aspecto político que aparece no filme, mesmo que, fiel à marca Robert Rodriguez, com produção de Quentin Tarantino, a história beba mesmo na veia da diversão, embalada em tiroteios, perseguições e cenas do mais puro ‘gore’, com direito à visão de vísceras e uma crucificação.
Danny Trejo protagoniza o filme "Machete"
"Machete", que estreia sexta em São Paulo e no Rio, foi uma das atrações de abertura do festival italiano, fora de competição. Conta a história de Machete (Trejo), um ex-policial tido como morto que tem que escapar das armadilhas de traficantes de drogas, policiais corruptos e um senador que procura expulsar imigrantes dos EUA (Robert De Niro).
Veterano coadjuvante
Atuar como protagonista requereu uma paciência, aliás, fora do normal do californiano Trejo, de 66 anos de idade e há 25 na profissão. Se ele não reclama da demora, a causa está não só em sua incrível humildade, mas em sua inusitada biografia. Antes de tornar-se ator, ele foi um delinquente juvenil, que acabou cumprindo pena na prisão de San Quentin, por assalto a mão armada e tráfico de drogas. Mas foram também pessoas que conheceu ali dentro e uma série de coincidências que o colocaram na rota do cinema – mais precisamente no set da aventura "Expresso para o Inferno" (85), do diretor Andrei Konchalovsky, em que ele fez o primeiro de uma enorme série de papeis de mau.
Trejo mostrou-se resolvido sobre a sua longa trajetória como eterno coadjuvante. "Nos meus primeiros anos de carreira, a minha única fala costumava ser mate-me! ou coisa assim. Eu era sempre o ‘detento número 1", diverte-se o ator.
TRAILER DO FILME MACHETE
O papel do maior vilão da história, aliás, pertence ao astro Robert De Niro, com quem Trejo já havia compartilhado o set em 1995, no filme “Fogo contra Fogo”, de Michael Mann. Trejo não esconde sua admiração pelo intérprete de “Taxi Driver”: “Eu queria trazer um café pra ele”. Mas De Niro não quis saber disso. “Ele me deu os parabéns pelo papel de protagonista e disse que torceu por mim. ‘Sabia que você ia conseguir’, ele me dizia”, conta Trejo.
Sex symbol por acaso
Sobre a combinação de extrema violência e a crítica contra os excessos no combate à imigração ilegal nos EUA, o ator pondera: “Acho que há mais violência na internet e na TV do que no cinema. Também acredito que, se o filme puder levantar alguma controvérsia sobre a corrupção, é bom. Mas não simpatizo tanto com a ideia de procurar ‘passar mensagem’”.
O aspecto que o ator mais curte sobre o filme é ser, como ele diz, “movido pelo entusiasmo dos fãs”. Lembra, com orgulho, o caso de garotos ingleses que começaram a tatuar Machete nas costas só por causa do trailer em “À Prova de Morte”, origem do personagem do ex-policial vingador, há três anos.
Guindado ao posto não só de herói mexicano vingador e até como símbolo sexual, já que é objeto de desejo de todas as mulheres do elenco, Trejo desconversa: “Que nada, é apenas meu trabalho. Além disso, se alguma mulher chega perto, minha filha de 20 anos já vem logo me controlando,” (risos).
Ao seu lado, Jessica Alba, que interpreta a agente do FBI Sartana Rivera, complementa: “Acho que neste filme estão explodindo todos os estereótipos sobre mexicanos e, além disso, falando de algo socialmente relevante”.
A atriz também gostou que as personagens femininas mostrem-se tão ativas em “Machete”. “Elas são vulneráveis mas valentes, de algum modo desafiando também os clichês”, afirma. A atriz, que dispensou os dublês em todas as suas cenas perigosas, acha legal ver na tela heroínas valentes. Ela vai repetir a dose no próximo filme de Robert Rodriguez, “Pequenos Espiões 4”, em que interpretará, como ela define, “uma mãe de maus bofes”. Na vida real, a atriz, de 29 anos, tem uma filha de 2.
07/12/10 - George Lucas quer ressuscitar digitalmente estrelas de Hollywood
LOS ANGELES, EUA - O cineasta George Lucas tem a intenção de ressuscitar digitalmente estrelas de Hollywood, para realizar filmes com a ajuda das novas tecnologias, informaram nesta segunda-feira vários sites nos EUA.
O projeto foi revelado pelo ator e diretor britânico, ex-colaborador de Lucas, Mel Smith (diretor de "Mulheres e Chantagens"), que em recente entrevista assegurou que o criador de "Star Wars" "comprou os direitos cinematográficos de estrelas mortas do cinema".
Segundo Smith, George Lucas acredita que o desenvolvimento das imagens geradas por computador permite juntar famosos da era de ouro de Hollywood em um filme.
"Teria Orson Welles e Barbara Stanwyck ao lado de estrelas de hoje", comentou Smith, que criticou Lucas pelo hábito de utilizar tecnologia informática em seus projetos.
"George está obsessivo com isto e o usou demais em seus dois últimos filmes de Star Wars. Acho que ficaram horrendas", disse Smith, que dirigiu "Assassinatos na Rádio WBN" em 1994, uma comédia escrita por Lucas.
"O filme foi um desastre. George não entende de comédia", afirmou Smith, que também liderou projetos como "Atrapalhadas de um Conquistador" (1989), com Emma Thompson e Jeff Goldblum, e "Mr. Bean" (1997), com Rowan Atkinson.
O projeto foi revelado pelo ator e diretor britânico, ex-colaborador de Lucas, Mel Smith (diretor de "Mulheres e Chantagens"), que em recente entrevista assegurou que o criador de "Star Wars" "comprou os direitos cinematográficos de estrelas mortas do cinema".
Segundo Smith, George Lucas acredita que o desenvolvimento das imagens geradas por computador permite juntar famosos da era de ouro de Hollywood em um filme.
"Teria Orson Welles e Barbara Stanwyck ao lado de estrelas de hoje", comentou Smith, que criticou Lucas pelo hábito de utilizar tecnologia informática em seus projetos.
"George está obsessivo com isto e o usou demais em seus dois últimos filmes de Star Wars. Acho que ficaram horrendas", disse Smith, que dirigiu "Assassinatos na Rádio WBN" em 1994, uma comédia escrita por Lucas.
"O filme foi um desastre. George não entende de comédia", afirmou Smith, que também liderou projetos como "Atrapalhadas de um Conquistador" (1989), com Emma Thompson e Jeff Goldblum, e "Mr. Bean" (1997), com Rowan Atkinson.
07/12/10 - Neste filme não fica claro quem são os mocinhos e quem são os vilões, diz Justin Timberlake sobre A Rede Social
Ao tomar como pano de fundo a criação do site Facebook, "A Rede Social", de David Fincher, mexe num assunto quente. Traz à tona não só uma rede de relacionamentos acessada por milhões de pessoas do mundo todo como aborda formas recentes de as pessoas se relacionarem e se conectarem umas com as outras. Até aqui, é fácil perceber a atualidade da história. Por este mesmo motivo, parece irônico que, ao imaginar a estrutura do filme, o roteirista Aaron Sorkin privilegiou, principalmente, questões que surgiram há muito, muito mais tempo que a própria internet. "Por mais contemporânea que a invenção seja, os temas do filme são tão antigos como a contação de histórias: lealdade, amizade, poder, dinheiro, status social e inveja", contou Sorkin em entrevista coletiva ao lado de atores a um grupo de jornalistas - do qual UOL Cinema fez parte - em Cancún, no México, em julho deste ano.
A fala de Sorkin é perceptível na trama, principalmente nos três personagens de destaque: o protagonista Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), Eduardo Saverin (Andrew Garfild) e Sean Parker (Justin Timberlake). O caso de Zuckerberg e Saverin é ainda mais emblemático, já que ambos começam como melhores amigos, viram sócios do site ainda embrionário, mas acabam numa disputa judicial, após o primeiro deixar, sorrateiramente, o segundo fora de lucros bilionários. Nesta corrida por um lugar ao sol os personagens demonstram pouco carisma - com momentos de exceção, sobretudo para Saverin - e revelam alguns defeitos de caráter. "Todas as pessoas nesta história têm problemas justificáveis, mesmo que estejam na superfície ou escondidos", disse Garfield.
Da esquerda para a direita: Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake, David Fincher e Aaron Sorkin em première de "A Rede Social" na França (3/10/2010)
"Nos filmes geralmente existem os caras bons e os maus. Neste, não fica claro quem são os mocinhos e quem são os vilões.", concordou Justin Timberlake. Outra ironia é o ator, também conhecido por sua atividade como músico, dar vida a Parker que, além do Facebook, esteve ligado à fundação do site de compartilhamento de música na internet chamado Napster, que gerou conflitos com a indústria fonográfica. "Nos anos 2000 eu estava no N Sync. Lançamos um álbum e me lembro que meses depois as pessoas começaram a falar desse site chamado Napster. Na época eu tinha 19 anos". A lembrança não lhe tirou o sono e parece não tirar ainda hoje. "Na época, me identifiquei com os artistas que trabalham na indústria da música. Mas não vou dizer aos garotos de hoje para não baixar uma música na internet. Diria que nada substitui a experiência de ir a um show", afirma, lembrando que diria o mesmo sobre a experiência de ver filmes no cinema em comparação a "baixá-los".
Base no teatro
O jovem empreendedor interpretado por Timberlake é uma das peças do jogo de ações e reações dos personagens adaptados por Sorkin. Neste caso, Parker rivaliza a atenção rentável de Zuckerberg com Saverin e usa a seu favor o jeito sedutor e belas mulheres. O resultado é atrair um e deixar o outro acuado. "Estava tudo no roteiro. Os comportamentos, as ações, o tom das palavras...", disse Garfield, elogiando o trabalho de Sorkin.
TRAILER DO FILME A REDE SOCIAL
Apesar de ter começado como dramaturgo, Sorkin se envolveu com roteiros de séries de TV e de cinema, participando de filmes como "Questão de Honra" (1992) e "Meu Querido Presidente" (1995). O resultado desta fusão se revela inclusive nas entrelinhas. "Acho que se Ésquilo [dramaturgo grego] estivesse vivo hoje ele teria escrito, Shakeaspeare teria escrito, Paddy Chayefsky [dramaturgo e roteirista norte-americano] teria escrito. Para minha sorte nenhuma dessas pessoas estava disponível, então eu fiquei com a função", brincou ao se referir ao roteiro de "A Rede Social".
Mas, onde fica a fidelidade aos verdadedeiros Zuckerberg, Saverin, Parker e outros personagens? Para o espectador preocupado com a questão factual, Sorkin explica que sim, se baseou em "Bilionários Por Acaso", de Ben Mezrich. Entretanto, sua formação como escritor lhe fez, conscientemente, buscar o que lhe pareceu a melhor ficção. "Pensei nestas pessoas como personagens, não como pessoas reais. Não sou um jornalista, não sou um documentarista e numa história como esta não quero inventar nada. Minha fidelidade se volta para o que é preciso para contar uma boa história", argumentou.
A fala de Sorkin é perceptível na trama, principalmente nos três personagens de destaque: o protagonista Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), Eduardo Saverin (Andrew Garfild) e Sean Parker (Justin Timberlake). O caso de Zuckerberg e Saverin é ainda mais emblemático, já que ambos começam como melhores amigos, viram sócios do site ainda embrionário, mas acabam numa disputa judicial, após o primeiro deixar, sorrateiramente, o segundo fora de lucros bilionários. Nesta corrida por um lugar ao sol os personagens demonstram pouco carisma - com momentos de exceção, sobretudo para Saverin - e revelam alguns defeitos de caráter. "Todas as pessoas nesta história têm problemas justificáveis, mesmo que estejam na superfície ou escondidos", disse Garfield.
Da esquerda para a direita: Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake, David Fincher e Aaron Sorkin em première de "A Rede Social" na França (3/10/2010)
"Nos filmes geralmente existem os caras bons e os maus. Neste, não fica claro quem são os mocinhos e quem são os vilões.", concordou Justin Timberlake. Outra ironia é o ator, também conhecido por sua atividade como músico, dar vida a Parker que, além do Facebook, esteve ligado à fundação do site de compartilhamento de música na internet chamado Napster, que gerou conflitos com a indústria fonográfica. "Nos anos 2000 eu estava no N Sync. Lançamos um álbum e me lembro que meses depois as pessoas começaram a falar desse site chamado Napster. Na época eu tinha 19 anos". A lembrança não lhe tirou o sono e parece não tirar ainda hoje. "Na época, me identifiquei com os artistas que trabalham na indústria da música. Mas não vou dizer aos garotos de hoje para não baixar uma música na internet. Diria que nada substitui a experiência de ir a um show", afirma, lembrando que diria o mesmo sobre a experiência de ver filmes no cinema em comparação a "baixá-los".
Base no teatro
O jovem empreendedor interpretado por Timberlake é uma das peças do jogo de ações e reações dos personagens adaptados por Sorkin. Neste caso, Parker rivaliza a atenção rentável de Zuckerberg com Saverin e usa a seu favor o jeito sedutor e belas mulheres. O resultado é atrair um e deixar o outro acuado. "Estava tudo no roteiro. Os comportamentos, as ações, o tom das palavras...", disse Garfield, elogiando o trabalho de Sorkin.
TRAILER DO FILME A REDE SOCIAL
Apesar de ter começado como dramaturgo, Sorkin se envolveu com roteiros de séries de TV e de cinema, participando de filmes como "Questão de Honra" (1992) e "Meu Querido Presidente" (1995). O resultado desta fusão se revela inclusive nas entrelinhas. "Acho que se Ésquilo [dramaturgo grego] estivesse vivo hoje ele teria escrito, Shakeaspeare teria escrito, Paddy Chayefsky [dramaturgo e roteirista norte-americano] teria escrito. Para minha sorte nenhuma dessas pessoas estava disponível, então eu fiquei com a função", brincou ao se referir ao roteiro de "A Rede Social".
Mas, onde fica a fidelidade aos verdadedeiros Zuckerberg, Saverin, Parker e outros personagens? Para o espectador preocupado com a questão factual, Sorkin explica que sim, se baseou em "Bilionários Por Acaso", de Ben Mezrich. Entretanto, sua formação como escritor lhe fez, conscientemente, buscar o que lhe pareceu a melhor ficção. "Pensei nestas pessoas como personagens, não como pessoas reais. Não sou um jornalista, não sou um documentarista e numa história como esta não quero inventar nada. Minha fidelidade se volta para o que é preciso para contar uma boa história", argumentou.
07/12/10 - Comédia dramática com Mel Gibson e Jodie Foster ganha primeiro trailer; assista
Na semana passada, UOL Cinema publicou a primeira imagem de “The Beaver”. Agora, há o trailer em inglês do filme, uma comédia dramática dirigida e estrelada por Jodie Foster. O protagonista é Walter Black, interpretado por Mel Gibson que, por sua vez, é casado com a personagem de Foster. O vídeo começa mostrando que o personagem se sente em baixa, ou melhor, tenta superar a depressão (há até uma cena em que ele parece tentar hipnose). Ele perde a esperança – diz o narrador -, até encontrar a própria voz. Eis, então, que surge a cara de um castor de brinquedo, que faz com que o personagem dê uma guinada, apesar de parecer, aos olhos dos outros – principalmente do filho mais velho – um pouco patético. O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
06/12/10 - Edward Mãos de Tesoura, do extravagante Tim Burton, completa 20 anos
Los Angeles (EUA) - "Edward Mãos de Tesoura", um dos projetos mais pessoais do diretor Tim Burton, celebra nesta segunda-feira (6) 20 anos desde sua estreia em Los Angeles, nos Estados Unidos. O filme tem fãs no mundo todo até os dias de hoje.
Drama enternecedor, romântico e profundo, representou o primeiro trabalho de Burton com Johnny Depp, ator com quem fez até o momento sete filmes, o último "Alice no País das Maravilhas, e a confirmação do cineasta como um dos mais criativos e extravagantes.
Sem edições especiais em DVD e blu-ray por causa do 20º aniversário, diferente de quando a obra completou uma década -, os fãs do filme lançaram na internet um projeto para homenagear a sua maneira a obra de Burton.
Intitulado "Scissorhands20th", o blog traz uma série de ilustrações nas quais diversos artistas mostram seu particular ponto de vista sobre o universo mágico idealizado pelo cineasta.
"Edward Mãos de Tesoura", uma modernização dos contos de fadas, é centrado em Edward, um ingênuo Frankenstein com alma de Pinóquio, personagem interpretado por Depp, que seu criador (Vincent Price) constrói com o desejo que seja um ser puro.
O jovem Edward fica órfão antes de receber o implante de mãos humanas, condenado a conviver com tesouras no lugar das mãos, e passa seu tempo em solidão até ser descoberto por uma vizinha, que o acolhe, mudando a vida de sua família e a de seu entorno.
Um argumento inspirado na adolescência do próprio Burton, que quis refletir no longa-metragem sua experiência como um adolescente excêntrico, imaginativo, solitário e com problemas para estabelecer relações sociais.
Essa mesma incompreensão e isolamento foi um tema recorrente nos filmes de Burton, quem após sua estreia como diretor de longas-metragens com uma comédia familiar ("Pee-wees Big Adventure", 1985), mostrou seu lado sinistro em "Os fantasmas se divertem" (1988), para depois entrar no mundo do cavalheiro obscuro com "Batman" (1989).
"Edward Mãos de Tesoura" chegou em 1990 e nela de novo Burton e, além de Depp, inclui no elenco a atriz Winona Ryder.
O filme arrecadou nos EUA mais de US$ 56 milhões, uma boa bilheteria para um ano no qual teve de dividir o interesse do público com "Esqueceram de Mim", "Ghost", "Dança com Lobos", "Uma Linda Mulher", "O Vingador do Futuro" e "O Poderoso Chefão 3".
Mesmo assim, o filme de Burton conseguiu ficar entre os 20 de melhor resultado nas bilheterias americanas. A "Edward Mãos de Tesoura" seguiriam outros títulos nos quais Burton voltaria a demonstrar sua capacidade para normalizar o extravagância na sétima arte.
Escreveu e produziu "O Estranho Mundo de Jack" (1993) e dirigiu a também encorajada "A Noiva-Cadáver" (2005) e foi responsável de projetos como o relato exagerado de "Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (2003) e o vingativo "O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet" (2007).
Burton se atreveu com os "remakes", e apresentou sua particular visão a histórias como "A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça" (1999), "Fantástica Fábrica de Chocolate" (2005) e, este ano estreou em 3D com "Alice no País das Maravilhas".
Drama enternecedor, romântico e profundo, representou o primeiro trabalho de Burton com Johnny Depp, ator com quem fez até o momento sete filmes, o último "Alice no País das Maravilhas, e a confirmação do cineasta como um dos mais criativos e extravagantes.
Sem edições especiais em DVD e blu-ray por causa do 20º aniversário, diferente de quando a obra completou uma década -, os fãs do filme lançaram na internet um projeto para homenagear a sua maneira a obra de Burton.
Intitulado "Scissorhands20th", o blog traz uma série de ilustrações nas quais diversos artistas mostram seu particular ponto de vista sobre o universo mágico idealizado pelo cineasta.
"Edward Mãos de Tesoura", uma modernização dos contos de fadas, é centrado em Edward, um ingênuo Frankenstein com alma de Pinóquio, personagem interpretado por Depp, que seu criador (Vincent Price) constrói com o desejo que seja um ser puro.
O jovem Edward fica órfão antes de receber o implante de mãos humanas, condenado a conviver com tesouras no lugar das mãos, e passa seu tempo em solidão até ser descoberto por uma vizinha, que o acolhe, mudando a vida de sua família e a de seu entorno.
Um argumento inspirado na adolescência do próprio Burton, que quis refletir no longa-metragem sua experiência como um adolescente excêntrico, imaginativo, solitário e com problemas para estabelecer relações sociais.
Essa mesma incompreensão e isolamento foi um tema recorrente nos filmes de Burton, quem após sua estreia como diretor de longas-metragens com uma comédia familiar ("Pee-wees Big Adventure", 1985), mostrou seu lado sinistro em "Os fantasmas se divertem" (1988), para depois entrar no mundo do cavalheiro obscuro com "Batman" (1989).
"Edward Mãos de Tesoura" chegou em 1990 e nela de novo Burton e, além de Depp, inclui no elenco a atriz Winona Ryder.
O filme arrecadou nos EUA mais de US$ 56 milhões, uma boa bilheteria para um ano no qual teve de dividir o interesse do público com "Esqueceram de Mim", "Ghost", "Dança com Lobos", "Uma Linda Mulher", "O Vingador do Futuro" e "O Poderoso Chefão 3".
Mesmo assim, o filme de Burton conseguiu ficar entre os 20 de melhor resultado nas bilheterias americanas. A "Edward Mãos de Tesoura" seguiriam outros títulos nos quais Burton voltaria a demonstrar sua capacidade para normalizar o extravagância na sétima arte.
Escreveu e produziu "O Estranho Mundo de Jack" (1993) e dirigiu a também encorajada "A Noiva-Cadáver" (2005) e foi responsável de projetos como o relato exagerado de "Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (2003) e o vingativo "O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet" (2007).
Burton se atreveu com os "remakes", e apresentou sua particular visão a histórias como "A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça" (1999), "Fantástica Fábrica de Chocolate" (2005) e, este ano estreou em 3D com "Alice no País das Maravilhas".
06/12/10 - Minha personagem vai direto ao sexo, diz Anne Hathaway sobre a comédia romântica Amor e Outras Drogas
Jamie vende Viagra. Maggie acabou de receber um diagnóstico preocupante. Os dois se encontram, transam, mas os resultados não são exatamente o que acontece neste tipo de filme: Jamie é Jake Gyllenhaal, Maggie é Anne Hathaway , o ano é 1998 e o filme é Amor e Outras Drogas", de Ed Zwick, um diretor mais conhecido por dramas de grandes proporções (O Último Samurai, Diamante de Sangue, Nova York Sitiada) do que por comédias românticas (ou, neste caso, dramédias). O filme estreou em 24 de novembro nos EUA e está previsto para 28 de janeiro de 2011 no Brasil.
A atriz Anne Hathaway, o diretor Ed Zwick e o ator Jake Gyllenhaal na première do filme Amor e Outras Drogas em Nova York (16/11/2010)
“Na verdade, eu comecei exatamente em trabalhos desse gênero”, diz Ed Zwick. “Meu primeiro fime, Sobre Ontem à Noite (1986) era a adaptação de uma peça de Daid Mamet sobre um casal que enfrentava críticas de seus amigos. Muita coisa que eu fiz na TV, em séries, também estava no território da comédia de comportamento. Mas, de fato, fazia muito tempo que eu não explorava essa linguagem, estava sentindo falta. Pessoalmente, tenho pensado muito sobre aquele primeiro momento do amor, do apaixonaento, quando tudo é físico, sexual. Seria interessante complicar isso, testar esse relacionamento com coisas complexas.”
As “coisas mais complexas”, no caso, são a ironia da situação dos dois protagonistas – um representante de laboratório escolado em vender – medicamentos, ideias, a si mesmo – e uma mulher cuja fome de viver está muito além de tudo isso. “Meu personagem é um sujeito que só tem um modo de viver: ele é um vendedor”, diz Jake Gyllenhaal. “Ele está sempre vendendo alguma coisa, até mesmo quando está profundamente envolvido com a personagem de Anne. No fundo, ele sabe o que ele quer ser para ela, mas não sabe mais como se expressar a não ser em termos de venda, de vendedor.”
TRAILER ORIGINAL DE AMOR E OUTRAS DROGAS
“Maggie é uma pessoa que não tolera besteira”, diz Anne Hathaway ao descrever sua personagem. “Ela não tem tempo e cabeça para esse tipo de coisa. Está em busca de um êxtase real. Ela está passando por uma espécie de segunda adolescência, como um dos personagens diz no filme. Por isso o filme subverte alguns clichês da comédia romântica: minha personagem queima etapas, vai direto ao sexo, que é o que todo mundo quer mesmo, não é? Ela não tem tempo para enrolação, mas por meio desse processo meio radical descobre coisas profundas e importantes.”
Amor e Outras Drogas baseia-se num livro de memórias de um verdadeiro representante de laboratório chamado Jamie-Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman, de Jamie Reidey, e se passa em 1998 por um motivo histórico. “Foi o ano em que o govermo norte americano permitiu a livre publicidade de medicamentos”, Zwick explica. “E foi o ano em que o Viagra foi aprovado pela FDA (entidade que regula a indústria farmacêutica nos EUA). Mencionamos marcas verdadeiras no filme porque faz parte de fatos públicos e é claro que 20 advogados do departamento legal da Fox (distribuidora do filme) analisaram o roteiro para evitar problemas jurídicos. Foi uma coincidência, mas, na semana em que começamos a filmar, a Pfizer foi condenada pelo Ministério da Justiça a pagar a maior multa da história - U$2.3 bilhões - por abusos em suas práticas de venda…”.
A atriz Anne Hathaway, o diretor Ed Zwick e o ator Jake Gyllenhaal na première do filme Amor e Outras Drogas em Nova York (16/11/2010)
“Na verdade, eu comecei exatamente em trabalhos desse gênero”, diz Ed Zwick. “Meu primeiro fime, Sobre Ontem à Noite (1986) era a adaptação de uma peça de Daid Mamet sobre um casal que enfrentava críticas de seus amigos. Muita coisa que eu fiz na TV, em séries, também estava no território da comédia de comportamento. Mas, de fato, fazia muito tempo que eu não explorava essa linguagem, estava sentindo falta. Pessoalmente, tenho pensado muito sobre aquele primeiro momento do amor, do apaixonaento, quando tudo é físico, sexual. Seria interessante complicar isso, testar esse relacionamento com coisas complexas.”
As “coisas mais complexas”, no caso, são a ironia da situação dos dois protagonistas – um representante de laboratório escolado em vender – medicamentos, ideias, a si mesmo – e uma mulher cuja fome de viver está muito além de tudo isso. “Meu personagem é um sujeito que só tem um modo de viver: ele é um vendedor”, diz Jake Gyllenhaal. “Ele está sempre vendendo alguma coisa, até mesmo quando está profundamente envolvido com a personagem de Anne. No fundo, ele sabe o que ele quer ser para ela, mas não sabe mais como se expressar a não ser em termos de venda, de vendedor.”
TRAILER ORIGINAL DE AMOR E OUTRAS DROGAS
“Maggie é uma pessoa que não tolera besteira”, diz Anne Hathaway ao descrever sua personagem. “Ela não tem tempo e cabeça para esse tipo de coisa. Está em busca de um êxtase real. Ela está passando por uma espécie de segunda adolescência, como um dos personagens diz no filme. Por isso o filme subverte alguns clichês da comédia romântica: minha personagem queima etapas, vai direto ao sexo, que é o que todo mundo quer mesmo, não é? Ela não tem tempo para enrolação, mas por meio desse processo meio radical descobre coisas profundas e importantes.”
Amor e Outras Drogas baseia-se num livro de memórias de um verdadeiro representante de laboratório chamado Jamie-Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman, de Jamie Reidey, e se passa em 1998 por um motivo histórico. “Foi o ano em que o govermo norte americano permitiu a livre publicidade de medicamentos”, Zwick explica. “E foi o ano em que o Viagra foi aprovado pela FDA (entidade que regula a indústria farmacêutica nos EUA). Mencionamos marcas verdadeiras no filme porque faz parte de fatos públicos e é claro que 20 advogados do departamento legal da Fox (distribuidora do filme) analisaram o roteiro para evitar problemas jurídicos. Foi uma coincidência, mas, na semana em que começamos a filmar, a Pfizer foi condenada pelo Ministério da Justiça a pagar a maior multa da história - U$2.3 bilhões - por abusos em suas práticas de venda…”.
06/12/10 - Enrolados desbanca Harry Potter na América do Norte
LOS ANGELES - A animação da Disney "Enrolados" tirou o filme com o mago adolescente Harry Potter do primeiro lugar das bilheterias neste final de semana, arrecadando U$21,5 milhões durante três dias pouco movimentados nos cinemas da América do Norte, segundo estimativas dos estúdios no domingo.
Depois de manter a primeira posição por duas semanas seguidas, "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1" escorregou para o segundo lugar, arrecadando 16,7 milhões de dólares. O filme teve venda total nos Estados Unidos e no Canadá de mais de 244 milhões de dólares em três semanas. É produzido pela Warner Bros., unidade da Time Waner Inc.
"Enrolados", baseado no conto de fadas Rapunzel, acumulou para a Walt Disney Co. mais de 96 milhões de dólares em duas semanas.
A única grande estreia da semana, o filme de ação "The Warriors Way", ficou em nono lugar, com pouco menos de 3,1 milhões de dólares arrecadados para a Relativity Media.
O final de semana após o feriado de Ação de Graças nos EUA é tradicionalmente um período lento nos cinemas, depois dos grandes lançamentos no final de semana anterior.
O suspense "Incontrolável", com Denzel Washington, e o musical "Burlesque", com Christina Aguilera e Cher, ficaram em 3o e 4o. lugar, empatados com quase 6,1 milhões de dólares cada.
O último dos cinco maiores sucessos nas bilheterias foi o romance "O Amor e Outras Drogas", estrelando Jake Gyllenhaal e Anne Hathaway. O filme arrecadou 5,7 milhões de dólares em ingressos, acumulando um total de 22,6 milhões de dólares em dois finais de semana para seu estúdio, a Fox.
Um dos destaques foi o lançamento limitado do drama "Cisne Negro", um dos mais bem-cotados para o Oscar e que conta a história de uma conturbada bailarina vivida por Natalie Portman. Ao estrear em apenas oito cidades, arrecadou 1,4 milhão de dólares, um valor recorde para uma pré-estreia da Fox Searchlight (divisão da Fox) na média por cinema. O filme vendeu o equivalente a 77.500 dólares por cinema.
Outro drama que com altas expectativas para o Oscar, "O Discurso do Rei", levou uma média de 54.300 dólares em seis locais de exibição, impulsionando suas vendas totais para mais de 800 mil dólares em duas semanas.
Tamanho da letralabelstrue"Enrolados" desbanca "Harry Potter" na América do Norte 06/12/2010ReutersfalseUOL Últimas Notícias1@UOLCinema #UOL
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Depois de manter a primeira posição por duas semanas seguidas, "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1" escorregou para o segundo lugar, arrecadando 16,7 milhões de dólares. O filme teve venda total nos Estados Unidos e no Canadá de mais de 244 milhões de dólares em três semanas. É produzido pela Warner Bros., unidade da Time Waner Inc.
"Enrolados", baseado no conto de fadas Rapunzel, acumulou para a Walt Disney Co. mais de 96 milhões de dólares em duas semanas.
A única grande estreia da semana, o filme de ação "The Warriors Way", ficou em nono lugar, com pouco menos de 3,1 milhões de dólares arrecadados para a Relativity Media.
O final de semana após o feriado de Ação de Graças nos EUA é tradicionalmente um período lento nos cinemas, depois dos grandes lançamentos no final de semana anterior.
O suspense "Incontrolável", com Denzel Washington, e o musical "Burlesque", com Christina Aguilera e Cher, ficaram em 3o e 4o. lugar, empatados com quase 6,1 milhões de dólares cada.
O último dos cinco maiores sucessos nas bilheterias foi o romance "O Amor e Outras Drogas", estrelando Jake Gyllenhaal e Anne Hathaway. O filme arrecadou 5,7 milhões de dólares em ingressos, acumulando um total de 22,6 milhões de dólares em dois finais de semana para seu estúdio, a Fox.
Um dos destaques foi o lançamento limitado do drama "Cisne Negro", um dos mais bem-cotados para o Oscar e que conta a história de uma conturbada bailarina vivida por Natalie Portman. Ao estrear em apenas oito cidades, arrecadou 1,4 milhão de dólares, um valor recorde para uma pré-estreia da Fox Searchlight (divisão da Fox) na média por cinema. O filme vendeu o equivalente a 77.500 dólares por cinema.
Outro drama que com altas expectativas para o Oscar, "O Discurso do Rei", levou uma média de 54.300 dólares em seis locais de exibição, impulsionando suas vendas totais para mais de 800 mil dólares em duas semanas.
Tamanho da letralabelstrue"Enrolados" desbanca "Harry Potter" na América do Norte 06/12/2010ReutersfalseUOL Últimas Notícias1@UOLCinema #UOL
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03/12/10 - Princesa da Disney pode assumir topo das bilheterias dos EUA
LOS ANGELES, EUA - A animação da Disney "Enrolados" pode chegar ao topo das bilheterias norte-americanas nesse final de semana, depois que o filme baseado na fábula Rapunzel foi derrotado por pouco por Harry Potter no fim de semana passado.
"Enrolados" arrecadou quase 69 milhões de dólares nos primeiros cinco dias de exibição, com 49 milhões de dólares apenas entre sexta-feira e domingo passados. De acordo com especialistas, a animação poderá arrecadar mais 25 milhões em seu segundo fim de semana.
"Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1" conseguiu 50 milhões de dólares de sexta a domingo, uma queda de 60 por cento em relação ao fim de semana anterior.. Depois de 13 dias, o sétimo filme da série sobre o menino mago arrecadou 225 milhões de dólares na América do Norte.
Enquanto "Enrolados" foi uma de quatro grandes estreias na semana passada, essa semana terá apenas um estreante concorrente: "The Warriors Way", que deve ter arrecadação abaixo dos 10 milhões de dólares.
O projeto neozelandês de 42 milhões de dólares, distribuído pela Relativitiy Films, se passa nas terras áridas dos EUA e portanto é algo como um filme do velho oeste.
O ator sul-coreano Dong-gun Jang interpreta um guerreiro assassino obrigado a se esconder em uma pequena cidade. Geoffrey Rush, Kate Bosworth e Danny Huston também estão no elenco. Sngmoo Lee foi o roteirista e diretor da produção.
Também nesse final de semana, "O Cisne Negro", com Natalie Portman, estreia em oito países. O suspense está entre os filmes que buscam a temporada de premiações para impulsionar suas vendas.
Especialistas da indústria também poderão ver se "Burlesque", a comédia romântica "O Amor e Outras Drogas" e "Faster" conseguem aumentar suas vendas depois da baixa audiência na semana passada.
"Enrolados" arrecadou quase 69 milhões de dólares nos primeiros cinco dias de exibição, com 49 milhões de dólares apenas entre sexta-feira e domingo passados. De acordo com especialistas, a animação poderá arrecadar mais 25 milhões em seu segundo fim de semana.
"Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1" conseguiu 50 milhões de dólares de sexta a domingo, uma queda de 60 por cento em relação ao fim de semana anterior.. Depois de 13 dias, o sétimo filme da série sobre o menino mago arrecadou 225 milhões de dólares na América do Norte.
Enquanto "Enrolados" foi uma de quatro grandes estreias na semana passada, essa semana terá apenas um estreante concorrente: "The Warriors Way", que deve ter arrecadação abaixo dos 10 milhões de dólares.
O projeto neozelandês de 42 milhões de dólares, distribuído pela Relativitiy Films, se passa nas terras áridas dos EUA e portanto é algo como um filme do velho oeste.
O ator sul-coreano Dong-gun Jang interpreta um guerreiro assassino obrigado a se esconder em uma pequena cidade. Geoffrey Rush, Kate Bosworth e Danny Huston também estão no elenco. Sngmoo Lee foi o roteirista e diretor da produção.
Também nesse final de semana, "O Cisne Negro", com Natalie Portman, estreia em oito países. O suspense está entre os filmes que buscam a temporada de premiações para impulsionar suas vendas.
Especialistas da indústria também poderão ver se "Burlesque", a comédia romântica "O Amor e Outras Drogas" e "Faster" conseguem aumentar suas vendas depois da baixa audiência na semana passada.
03/12/10 - Estrelado por Javier Bardem, "Biutiful" inicia nos EUA sua campanha rumo à temporada de premiações
LOS ANBELES, EUA - O filme "Biutiful", protagonizado por Javier Bardem, iniciará no domingo (5), nos Estados Unidos, uma campanha prévia rumo à grande temporada de prêmios com a exibição da fita e um posterior debate que será apresentado por Sean Penn, com membros do Sindicato de Atores dos EUA entre os espectadores.
Segundo a edição digital da revista "The Hollywood Reporter", a produção será exibida em Los Angeles, na Califórnia, para mais de 500 atores, que testemunharão a atuação que rendeu a Bardem o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes.
TRAILER DO FILME "BIUTIFUL"
De acordo com a publicação, haverá outra exibição VIP no dia 10 de dezembro, desta vez apresentada pelo cineasta Michael Mann.
O longa-metragem terá outras apresentações especiais que contarão com o apoio de artistas como Werner Herzog, Robert Benton, Guillermo del Toro, Julian Schnabel e Alfonso Cuarón.
"Biutiful", do mexicano Alejandro González Iñárritu, tem a aspiração de figurar entre os cinco indicados à categoria de melhor filme no Oscar de 2011. Há ainda a especulação de que Javier Bardem poderá disputar sua segunda estatueta - o ator espanhol foi laureado pela primeira vez por sua atuação como coadjuvante no filme "Onde os Fracos Não Têm Vez".
Bardem e Iñárritu apresentaram "Biutiful" em Nova York na quarta-feira, e o intérprete espanhol recebeu elogios de atores como Al Pacino, Paul Haggis e Claire Danes.
Segundo a edição digital da revista "The Hollywood Reporter", a produção será exibida em Los Angeles, na Califórnia, para mais de 500 atores, que testemunharão a atuação que rendeu a Bardem o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes.
TRAILER DO FILME "BIUTIFUL"
De acordo com a publicação, haverá outra exibição VIP no dia 10 de dezembro, desta vez apresentada pelo cineasta Michael Mann.
O longa-metragem terá outras apresentações especiais que contarão com o apoio de artistas como Werner Herzog, Robert Benton, Guillermo del Toro, Julian Schnabel e Alfonso Cuarón.
"Biutiful", do mexicano Alejandro González Iñárritu, tem a aspiração de figurar entre os cinco indicados à categoria de melhor filme no Oscar de 2011. Há ainda a especulação de que Javier Bardem poderá disputar sua segunda estatueta - o ator espanhol foi laureado pela primeira vez por sua atuação como coadjuvante no filme "Onde os Fracos Não Têm Vez".
Bardem e Iñárritu apresentaram "Biutiful" em Nova York na quarta-feira, e o intérprete espanhol recebeu elogios de atores como Al Pacino, Paul Haggis e Claire Danes.
03/12/10 - Megamente diverte todas as idades com vilão vencedor
O que aconteceria a um super-vilão caso ele finalmente derrotasse o herói? Quando ele não tivesse mais sua nêmese para combater e se cansasse da facilidade com a qual leva terror e banditismo à população? Uma resposta bastante humorada chega esta semana com "Megamente", animação 3D dirigida por Tom McGrath, responsável pela franquia "Madagascar".
SAIBA MAIS
Ficha fotos e trailer de "Megamente"
Dê sua opinião
Estreias da Semana
Sucesso de bilheteria no exterior - só nas quatro semanas desde sua estreia faturou mais de 130 milhões de dólares nos Estados Unidos -, a animação conta com um elenco estelar, como Will Ferrell ("A Feiticeira"), no papel de Megamente, Tina Fey (da série "30 Rock") como Rosana, e Brad Pitt ("Bastardos Inglórios") como Metro Man (na versão dublada ele é interpretado pelo ator Tiago Lacerda). Esses nomes, por si só, já explicariam o sucesso, mas a produção possui qualidades que relativizam essa hipótese.
Com um roteiro inspirado na pergunta "o que aconteceria se Lex Luthor derrotasse o Superman", a animação conta a história de dois alienígenas enviados para a Terra ainda crianças. Enquanto a nave de um cai em uma família boa e rica, o excêntrico e azulado Megamente aterrisa em um presídio, onde aprende a ser vilão.
TRAILER DO FILME "MEGAMENTE"
Após anos de combates, dos quais sempre sai perdedor, Megamente se prepara para mais uma investida contra seu rival, no dia em que a população de Mega City inaugura um museu em homenagem ao seu salvador. Como em outras situações, sequestra a repórter Rosana (considerada a namorada do herói) e cria uma armadilha para Metro Man.
Quando, inesperadamente, o plano dá certo, o criminoso passa a agir sem freios na cidade, aterrorizando a população e pilhando museus e bancos. O que ele não esperava, no entanto, é que sem um inimigo, sua vida ficaria sem propósito. Conclusão: é preciso criar um novo super-herói para combater.
Embora não tivesse sido a primeira escolha para interpretar o protagonista (Ben Stiller e Robert Downey Jr. recusaram o papel), Will Ferrell consegue melhorar o personagem com sua interpretação. Mais do que sua voz, o ator consegue transmitir o seu humor nonsense que faltaria ao personagem.
Apesar de ser voltado para o público infantil, não faltam razões para tornar "Megamente" um programa familiar. Para os fãs de quadrinhos, há ainda uma diversão a mais: descobrir quando e quais são as referências que o filme faz a histórias como: X-Men, Superman, Batman, Motoqueiro Fantasma, Capitão América, Flash, Watchmen e Lanterna Verde.
SAIBA MAIS
Ficha fotos e trailer de "Megamente"
Dê sua opinião
Estreias da Semana
Sucesso de bilheteria no exterior - só nas quatro semanas desde sua estreia faturou mais de 130 milhões de dólares nos Estados Unidos -, a animação conta com um elenco estelar, como Will Ferrell ("A Feiticeira"), no papel de Megamente, Tina Fey (da série "30 Rock") como Rosana, e Brad Pitt ("Bastardos Inglórios") como Metro Man (na versão dublada ele é interpretado pelo ator Tiago Lacerda). Esses nomes, por si só, já explicariam o sucesso, mas a produção possui qualidades que relativizam essa hipótese.
Com um roteiro inspirado na pergunta "o que aconteceria se Lex Luthor derrotasse o Superman", a animação conta a história de dois alienígenas enviados para a Terra ainda crianças. Enquanto a nave de um cai em uma família boa e rica, o excêntrico e azulado Megamente aterrisa em um presídio, onde aprende a ser vilão.
TRAILER DO FILME "MEGAMENTE"
Após anos de combates, dos quais sempre sai perdedor, Megamente se prepara para mais uma investida contra seu rival, no dia em que a população de Mega City inaugura um museu em homenagem ao seu salvador. Como em outras situações, sequestra a repórter Rosana (considerada a namorada do herói) e cria uma armadilha para Metro Man.
Quando, inesperadamente, o plano dá certo, o criminoso passa a agir sem freios na cidade, aterrorizando a população e pilhando museus e bancos. O que ele não esperava, no entanto, é que sem um inimigo, sua vida ficaria sem propósito. Conclusão: é preciso criar um novo super-herói para combater.
Embora não tivesse sido a primeira escolha para interpretar o protagonista (Ben Stiller e Robert Downey Jr. recusaram o papel), Will Ferrell consegue melhorar o personagem com sua interpretação. Mais do que sua voz, o ator consegue transmitir o seu humor nonsense que faltaria ao personagem.
Apesar de ser voltado para o público infantil, não faltam razões para tornar "Megamente" um programa familiar. Para os fãs de quadrinhos, há ainda uma diversão a mais: descobrir quando e quais são as referências que o filme faz a histórias como: X-Men, Superman, Batman, Motoqueiro Fantasma, Capitão América, Flash, Watchmen e Lanterna Verde.
29/11/10 - É difícil preservar amizades tendo feito algo tão bem-sucedido, diz Eisenberg sobre papel em A Rede Social
Para um jovem ator como Jesse Einsenberg participar de um filme como “A Rede Social” significa encarar desafios promissores na carreira. Um deles é o de ser dirigido por David Fincher, cineasta que tem filmes de prestígio como “Clube da Luta”, “Zodíaco” e “O Curioso Caso de Benjamin Button” no currículo. O outro é o de dar vida a um personagem inspirado em uma pessoa real e famosa no mundo todo. No caso, o ator interpreta Mark Zuckemberg, jovem bilionário responsável pela criação do site de relacionamentos Facebook.
“Na época, eu não tinha visto nada sobre Zuckerberg na internet, construí o personagem pelo roteiro”, contou Einsenberg durante entrevista ao UOL Cinema e a um grupo de jornalistas da imprensa internacional em Cancún, no México, em julho deste ano, referindo-se ao teste para o papel. Ao ser escolhido, pesquisou vídeos online para observar os trejeitos de Zuckerberg, mas, sob orientação de Fincher, não procurou imitá-lo. “Ele não queria que ficássemos presos aos personagens reais”.
Erica Albright (Rooney Mara) e Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg) são ex-namorados em A Rede Social"
No filme, Justin Timberlake é Sean Parker, que se envolve no projeto de Zuckerberg
Ao falar no plural, inclui outros personagens centrais da história, interpretados por Andrew Garfield e Justin Timberlake: o brasileiro Eduardo Saverin e Sean Parker, respectivamente, que a certa altura disputam, como rivais, a parceria rentável com Zuckerberg. A relação controversa com ambos – especialmente com Saverin, que começa como seu melhor amigo e acaba excluído da jogada -, é apenas umas das facetas do personagem de Einsenberg, mais adequado ao rótulo de anti-herói do que de mocinho.
Apesar da inteligência fora do comum como programador e empreendedor, o protagonista mostra um lado ganancioso, arrogante e pouco carisma. Sua escalada ao sucesso começa como uma espécie de vingança à namorada, que lhe deu um fora. Acaba criando um site sobre as estudantes da universidade de Harvard, nos EUA, onde estuda, que gera polêmica e visibilidade. A partir de então tem início a série de contatos, disputas e inimizades que fazem dele um bilionário hábil, mas solitário. “Ele aprende que é difícil preservar amizades tendo feito algo tão bem-sucedido”, opina o ator. O filme é baseado no livro “Bilionários Acidentais”, de Ben Mezrich, e tem roteiro assinado por Aaron Sorkin. Leia abaixo os principais trechos da entrevista com Eisenberg.
UOL CINEMA - Como foi interpretar um personagem real e famoso? Você procurou estudar os trejeitos dele?
Jesse Eisenberg - De certa forma, sim. Fiz coisas como ouvir a voz dele no ipod durante o caminho para o trabalho e ver vídeos dele que estavam online. Mas na primeira reunião que tive com David Fincher, perguntei se ele gostaria que o personagem se parecesse com o cara real e esta nunca foi a intenção. Ele não queria que ficássemos presos aos personagens reais. No meu caso, Mark Zuckemberg era o que mais aparecia no noticiário.
UOL CINEMA - Você fez audição para o papel?
Jesse Eisenberg - Fiz um vídeo em Nova York com algumas cenas. Eu estava em Nova York e os testes para o elenco eram em Los Angeles, então fiz um vídeo com minha irmã e enviei. Na época, eu não tinha visto nada sobre Mark Zuckerberg na internet, construí o personagem pelo roteiro. E fui escalado por causa do vídeo. E quando conversei com David Fincher nós nos baseamos no personagem que pensei inicialmente e não em informações que encontramos online.
UOL CINEMA - Você diria que as primeiras experiências dele com o site foram impulsionadas por uma garota?
Jesse Eisenberg - Se você pegar a cena de abertura [quando a namorada termina com Zuckerberg], meu personagem se inspira em criar um site chamado Facemash, uma espécie de versão inicial do Facebook, com fotos de garotas de Harvard. É um site onde você pode comparar as fotos das garotas. Meu personagem faz isto tarde da noite e o site tem repercussão. Ele faz isto com um sentimento de vingança, após a namorada terminar o namoro com ele.
TRAILER DO FILME A REDE SOCIAL"
UOL CINEMA - Você é tão bom no computador quanto seu personagem?
Jesse Eisenberg - Eu sempre achei que fosse bom com computadores, até eu conhecer pessoas que são realmente boas. E aí percebi que sabia muito pouco. Eu tenho um primo bom nisso, que trabalha perto de Zukerberg no Facebook e é um gênio do computador. Ao me comparar com ele, diria que não sou bom. Conheço de computadores como a maioria das pessoas.
UOL CINEMA - Te incomoda que as pessoas façam comparações entre você e seu personagem?
Jesse Eisenberg - Não, é compreensível. Mas computadores não são a minha principal preocupação. O que me interessava era interpretar este papel interessante.
UOL CINEMA - O filme mostra pessoas que se incomodam com Zuckerberg. Para você, quais foram as coisas desagradáveis que ele fez?
Jesse Eisenberg - No que se refere às coisas retratadas no filme, não diria que ele fez coisas terríveis. Fez parte do meu trabalho defendê-lo todos os dias. Para mim, as coisas que ele fez foram “desculpáveis”. Mesmo quando ele cria os sites, que deixam algumas pessoas bravas, a diferença é que o que ele faz se torna muito popular. E o que os outros fazem geralmente é esquecido.
UOL CINEMA - Seu personagem passa alguma mensagem para o espectador?
Jesse Eisenberg - Eu diria que este filme não é do tipo que traz uma mensagem. Não acho que o personagem transmita mensagem, mas acho que ele aprende que é difícil preservar amizades tendo feito algo tão bem-sucedido, que estava além da imaginação das pessoas. Ele descobre que vai ter que trabalhar duro para ter relações próximas com as pessoas tendo tanto sucesso.
UOL CINEMA - E no seu caso, como é se relacionar com as pessoas tendo sucesso?
Jesse Eisenberg - Não tenho o mesmo sucesso que Zuckerberg tem (risos). Sou ator de cinema, então tenho uma experiência isolada de sucesso. Não atuo em público com um grupo de pessoas, por exemplo. Não é bem o tipo de experiência em que posso perder amigos por causa do sucesso.
* (A jornalista viajou a convite da Sony Pictures)
“Na época, eu não tinha visto nada sobre Zuckerberg na internet, construí o personagem pelo roteiro”, contou Einsenberg durante entrevista ao UOL Cinema e a um grupo de jornalistas da imprensa internacional em Cancún, no México, em julho deste ano, referindo-se ao teste para o papel. Ao ser escolhido, pesquisou vídeos online para observar os trejeitos de Zuckerberg, mas, sob orientação de Fincher, não procurou imitá-lo. “Ele não queria que ficássemos presos aos personagens reais”.
Erica Albright (Rooney Mara) e Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg) são ex-namorados em A Rede Social"
No filme, Justin Timberlake é Sean Parker, que se envolve no projeto de Zuckerberg
Ao falar no plural, inclui outros personagens centrais da história, interpretados por Andrew Garfield e Justin Timberlake: o brasileiro Eduardo Saverin e Sean Parker, respectivamente, que a certa altura disputam, como rivais, a parceria rentável com Zuckerberg. A relação controversa com ambos – especialmente com Saverin, que começa como seu melhor amigo e acaba excluído da jogada -, é apenas umas das facetas do personagem de Einsenberg, mais adequado ao rótulo de anti-herói do que de mocinho.
Apesar da inteligência fora do comum como programador e empreendedor, o protagonista mostra um lado ganancioso, arrogante e pouco carisma. Sua escalada ao sucesso começa como uma espécie de vingança à namorada, que lhe deu um fora. Acaba criando um site sobre as estudantes da universidade de Harvard, nos EUA, onde estuda, que gera polêmica e visibilidade. A partir de então tem início a série de contatos, disputas e inimizades que fazem dele um bilionário hábil, mas solitário. “Ele aprende que é difícil preservar amizades tendo feito algo tão bem-sucedido”, opina o ator. O filme é baseado no livro “Bilionários Acidentais”, de Ben Mezrich, e tem roteiro assinado por Aaron Sorkin. Leia abaixo os principais trechos da entrevista com Eisenberg.
UOL CINEMA - Como foi interpretar um personagem real e famoso? Você procurou estudar os trejeitos dele?
Jesse Eisenberg - De certa forma, sim. Fiz coisas como ouvir a voz dele no ipod durante o caminho para o trabalho e ver vídeos dele que estavam online. Mas na primeira reunião que tive com David Fincher, perguntei se ele gostaria que o personagem se parecesse com o cara real e esta nunca foi a intenção. Ele não queria que ficássemos presos aos personagens reais. No meu caso, Mark Zuckemberg era o que mais aparecia no noticiário.
UOL CINEMA - Você fez audição para o papel?
Jesse Eisenberg - Fiz um vídeo em Nova York com algumas cenas. Eu estava em Nova York e os testes para o elenco eram em Los Angeles, então fiz um vídeo com minha irmã e enviei. Na época, eu não tinha visto nada sobre Mark Zuckerberg na internet, construí o personagem pelo roteiro. E fui escalado por causa do vídeo. E quando conversei com David Fincher nós nos baseamos no personagem que pensei inicialmente e não em informações que encontramos online.
UOL CINEMA - Você diria que as primeiras experiências dele com o site foram impulsionadas por uma garota?
Jesse Eisenberg - Se você pegar a cena de abertura [quando a namorada termina com Zuckerberg], meu personagem se inspira em criar um site chamado Facemash, uma espécie de versão inicial do Facebook, com fotos de garotas de Harvard. É um site onde você pode comparar as fotos das garotas. Meu personagem faz isto tarde da noite e o site tem repercussão. Ele faz isto com um sentimento de vingança, após a namorada terminar o namoro com ele.
TRAILER DO FILME A REDE SOCIAL"
UOL CINEMA - Você é tão bom no computador quanto seu personagem?
Jesse Eisenberg - Eu sempre achei que fosse bom com computadores, até eu conhecer pessoas que são realmente boas. E aí percebi que sabia muito pouco. Eu tenho um primo bom nisso, que trabalha perto de Zukerberg no Facebook e é um gênio do computador. Ao me comparar com ele, diria que não sou bom. Conheço de computadores como a maioria das pessoas.
UOL CINEMA - Te incomoda que as pessoas façam comparações entre você e seu personagem?
Jesse Eisenberg - Não, é compreensível. Mas computadores não são a minha principal preocupação. O que me interessava era interpretar este papel interessante.
UOL CINEMA - O filme mostra pessoas que se incomodam com Zuckerberg. Para você, quais foram as coisas desagradáveis que ele fez?
Jesse Eisenberg - No que se refere às coisas retratadas no filme, não diria que ele fez coisas terríveis. Fez parte do meu trabalho defendê-lo todos os dias. Para mim, as coisas que ele fez foram “desculpáveis”. Mesmo quando ele cria os sites, que deixam algumas pessoas bravas, a diferença é que o que ele faz se torna muito popular. E o que os outros fazem geralmente é esquecido.
UOL CINEMA - Seu personagem passa alguma mensagem para o espectador?
Jesse Eisenberg - Eu diria que este filme não é do tipo que traz uma mensagem. Não acho que o personagem transmita mensagem, mas acho que ele aprende que é difícil preservar amizades tendo feito algo tão bem-sucedido, que estava além da imaginação das pessoas. Ele descobre que vai ter que trabalhar duro para ter relações próximas com as pessoas tendo tanto sucesso.
UOL CINEMA - E no seu caso, como é se relacionar com as pessoas tendo sucesso?
Jesse Eisenberg - Não tenho o mesmo sucesso que Zuckerberg tem (risos). Sou ator de cinema, então tenho uma experiência isolada de sucesso. Não atuo em público com um grupo de pessoas, por exemplo. Não é bem o tipo de experiência em que posso perder amigos por causa do sucesso.
* (A jornalista viajou a convite da Sony Pictures)
29/11/10 - Harry Potter mantém liderança nas bilheterias dos EUA superando estreia da Disney
Foi por pouco, mas “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1” manteve a liderança das bilheterias dos EUA em seu segundo final de semana. O longa de ficção faturou, de acordo com a revista norte-americana Variety, um total de US$ 76.3 milhões nos últimos cinco dias. Sendo que, desde o lançamento, o bruxinho arrecadou US $220.4 milhões só nos EUA.
Apesar do bom desempenho, o melhor desde "Harry Potter e o Cálice de Fogo", a primeira parte do episódio final de “As Relíquias da Morte” quase perdeu seu posto do fim de semana para a animação “Enrolados”. A fantasia da Disney teve um lucro de US$ 49,1 milhões, desde sexta-feira, enquanto Harry Potter abocanhou “apenas” US$ 50,34 milhões em ingressos nos últimos três dias, nos EUA.
Recontando a história de Rapunzel, “Enrolados” garantiu ainda outros US$ 20 milhões por ter estreado na quinta-feira. A animação deve chegar ao Brasil no dia 7 de janeiro de 2011.
Em terceiro, “Megamente” continua a ter um bom desempenho e lucrou mais US$ 12,85 milhões, determinando que a "Burlesque" , outra estreia da semana, ficasse na quarta posição do Top 10 com um faturamento de US$ 11,80 milhões e “O Amor e Outras Drogas” alcançasse apenas o quinto lugar.
Apesar do bom desempenho, o melhor desde "Harry Potter e o Cálice de Fogo", a primeira parte do episódio final de “As Relíquias da Morte” quase perdeu seu posto do fim de semana para a animação “Enrolados”. A fantasia da Disney teve um lucro de US$ 49,1 milhões, desde sexta-feira, enquanto Harry Potter abocanhou “apenas” US$ 50,34 milhões em ingressos nos últimos três dias, nos EUA.
Recontando a história de Rapunzel, “Enrolados” garantiu ainda outros US$ 20 milhões por ter estreado na quinta-feira. A animação deve chegar ao Brasil no dia 7 de janeiro de 2011.
Em terceiro, “Megamente” continua a ter um bom desempenho e lucrou mais US$ 12,85 milhões, determinando que a "Burlesque" , outra estreia da semana, ficasse na quarta posição do Top 10 com um faturamento de US$ 11,80 milhões e “O Amor e Outras Drogas” alcançasse apenas o quinto lugar.
29/11/10 - Harry Potter mantém liderança nas bilheterias dos EUA superando estreia da Disney
Foi por pouco, mas “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1” manteve a liderança das bilheterias dos EUA em seu segundo final de semana. O longa de ficção faturou, de acordo com a revista norte-americana Variety, um total de US$ 76.3 milhões nos últimos cinco dias. Sendo que, desde o lançamento, o bruxinho arrecadou US $220.4 milhões só nos EUA.
Apesar do bom desempenho, o melhor desde "Harry Potter e o Cálice de Fogo", a primeira parte do episódio final de “As Relíquias da Morte” quase perdeu seu posto do fim de semana para a animação “Enrolados”. A fantasia da Disney teve um lucro de US$ 49,1 milhões, desde sexta-feira, enquanto Harry Potter abocanhou “apenas” US$ 50,34 milhões em ingressos nos últimos três dias, nos EUA.
Recontando a história de Rapunzel, “Enrolados” garantiu ainda outros US$ 20 milhões por ter estreado na quinta-feira. A animação deve chegar ao Brasil no dia 7 de janeiro de 2011.
Em terceiro, “Megamente” continua a ter um bom desempenho e lucrou mais US$ 12,85 milhões, determinando que a "Burlesque" , outra estreia da semana, ficasse na quarta posição do Top 10 com um faturamento de US$ 11,80 milhões e “O Amor e Outras Drogas” alcançasse apenas o quinto lugar.
Apesar do bom desempenho, o melhor desde "Harry Potter e o Cálice de Fogo", a primeira parte do episódio final de “As Relíquias da Morte” quase perdeu seu posto do fim de semana para a animação “Enrolados”. A fantasia da Disney teve um lucro de US$ 49,1 milhões, desde sexta-feira, enquanto Harry Potter abocanhou “apenas” US$ 50,34 milhões em ingressos nos últimos três dias, nos EUA.
Recontando a história de Rapunzel, “Enrolados” garantiu ainda outros US$ 20 milhões por ter estreado na quinta-feira. A animação deve chegar ao Brasil no dia 7 de janeiro de 2011.
Em terceiro, “Megamente” continua a ter um bom desempenho e lucrou mais US$ 12,85 milhões, determinando que a "Burlesque" , outra estreia da semana, ficasse na quarta posição do Top 10 com um faturamento de US$ 11,80 milhões e “O Amor e Outras Drogas” alcançasse apenas o quinto lugar.
29/11/10 - Lindsay Lohan: Pai da atriz comemora demissão da filha
Michael Lohan, pai de Lindsay Lohan, se mostrou contente com a demissão da atriz do filme Inferno, a cinebiografia da estrela pornô Linda Lovelace.
Para ele, o papel não só era ruim, como não era perfeito para alguém que está se reabilitando em um centro de recuperação. Ele acredita que agora Lindsay Lohan poderá dar a volta por cima.
A atriz foi cortada da produção por não conseguir cumprir a agenda de filmagens.
Com a aproximação do prazo de início das filmagens, a produção se viu obrigada a cortar Lohan pelos constantes problemas pessoais e viu em Malin Akerman (Watchmen) uma nova possibilidade no papel. Segundo o diretor, foi uma decisão difícil, mas a produção já gostava bastante de Akerman.
"Nós estamos escolhendo Malin Akerman para o papel de Linda Lovelace", contou Wilder, diretor do filme, à E! News. "Nós atualmente estamos em negociação e terminando de finalizar as burocracias de colocá-la à bordo", completou.
As filmagens serão iniciadas nos primeiros meses de 2011, enquanto Lohan só deve sair da clínica de rehabilitação em 3 de janeiro, caso a atriz não cometa mais nenhuma ilegalidade. Inferno ainda não tem previsão de lançamento.
Para ele, o papel não só era ruim, como não era perfeito para alguém que está se reabilitando em um centro de recuperação. Ele acredita que agora Lindsay Lohan poderá dar a volta por cima.
A atriz foi cortada da produção por não conseguir cumprir a agenda de filmagens.
Com a aproximação do prazo de início das filmagens, a produção se viu obrigada a cortar Lohan pelos constantes problemas pessoais e viu em Malin Akerman (Watchmen) uma nova possibilidade no papel. Segundo o diretor, foi uma decisão difícil, mas a produção já gostava bastante de Akerman.
"Nós estamos escolhendo Malin Akerman para o papel de Linda Lovelace", contou Wilder, diretor do filme, à E! News. "Nós atualmente estamos em negociação e terminando de finalizar as burocracias de colocá-la à bordo", completou.
As filmagens serão iniciadas nos primeiros meses de 2011, enquanto Lohan só deve sair da clínica de rehabilitação em 3 de janeiro, caso a atriz não cometa mais nenhuma ilegalidade. Inferno ainda não tem previsão de lançamento.
23/11/10 - Festival de Brasília faz aposta ousada com diretores novos e filmes experimentais
A 43ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que começa na próxima terça (23) e acontece até o dia 30 de novembro, promete ser das mais imprevisíveis da história deste que é o mais antigo do Brasil, criado em 1965, sob a inspiração do crítico e professor Paulo Emílio Salles Gomes.
Uma rápida olhada na seleção dos seis longas concorrentes na seção principal, 35 mm, compreendendo três filmes cariocas, dois mineiros e um pernambucano, permite deduzir que a aposta da comissão de seleção deste ano foi procurar os novos. Assim pode ser considerada a maioria dos diretores selecionados, em que os nomes mais conhecidos são os concorrentes do Rio, João Jardim ("Janela da Alma", "Pro Dia Nascer Feliz"), Eryk Rocha ("Pachamama", "Rocha que voa") e a dupla Felipe Bragança (codiretor e corroteirista de "O Céu de Suely") e Mariana Meliande.
A busca de descobrir novos nomes e tendências pode ser, afinal, a vocação procurada pelo festival, que, localizado no final do calendário, tem tido cada vez maior dificuldade para encontrar concorrentes de peso, ainda mais inéditos, como exige o regulamento. Um detalhe que oferece um desafio extra, com a concorrência de outros festivais, como Gramado, o Festival do Rio, a Mostra de São Paulo, todos imediatamente anteriores, no segundo semestre.
Veterenos abrem e fecham evento
O lugar dos veteranos está garantido, porém, na abertura e no encerramento, com a exibição das versões restauradas de "Lílian M - Relatório Confidencial", de Carlos Reichenbach (atração do dia 23) e "Os Deuses e os Mortos", de Ruy Guerra, fechando a programação, na noite da premiação, 30 de novembro.
Outra atração fora de competição será “O Leão de sete cabeças”, de Glauber Rocha (1970), um mergulho no colonialismo euro-americano na África, igualmente em cópia nova a par
Uma rápida olhada na seleção dos seis longas concorrentes na seção principal, 35 mm, compreendendo três filmes cariocas, dois mineiros e um pernambucano, permite deduzir que a aposta da comissão de seleção deste ano foi procurar os novos. Assim pode ser considerada a maioria dos diretores selecionados, em que os nomes mais conhecidos são os concorrentes do Rio, João Jardim ("Janela da Alma", "Pro Dia Nascer Feliz"), Eryk Rocha ("Pachamama", "Rocha que voa") e a dupla Felipe Bragança (codiretor e corroteirista de "O Céu de Suely") e Mariana Meliande.
A busca de descobrir novos nomes e tendências pode ser, afinal, a vocação procurada pelo festival, que, localizado no final do calendário, tem tido cada vez maior dificuldade para encontrar concorrentes de peso, ainda mais inéditos, como exige o regulamento. Um detalhe que oferece um desafio extra, com a concorrência de outros festivais, como Gramado, o Festival do Rio, a Mostra de São Paulo, todos imediatamente anteriores, no segundo semestre.
Veterenos abrem e fecham evento
O lugar dos veteranos está garantido, porém, na abertura e no encerramento, com a exibição das versões restauradas de "Lílian M - Relatório Confidencial", de Carlos Reichenbach (atração do dia 23) e "Os Deuses e os Mortos", de Ruy Guerra, fechando a programação, na noite da premiação, 30 de novembro.
Outra atração fora de competição será “O Leão de sete cabeças”, de Glauber Rocha (1970), um mergulho no colonialismo euro-americano na África, igualmente em cópia nova a par